CULTURA DO MAMÃO

Jetzt loslegen. Gratis!
oder registrieren mit Ihrer E-Mail-Adresse
CULTURA DO MAMÃO von Mind Map: CULTURA DO MAMÃO

1. ORIGEM

1.1. Planta nativa da América Tropical.

2. IMPORTÂNCIA ECONÔMICA

2.1. Principais estados produtores: Bahia, Espírito Santo, Ceará, Rio Grande Norte, Paraíba, São Paulo.

2.2. Principais países produtores: Brasil, México, Nigéria, Índia, Indonésia

3. CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA

3.1. Família = Caricaeae Gênero = Carica Espécie = C. papaya

4. CARACTERIZAÇÃO BOTÂNICA

4.1. Planta

4.2. Caule

4.3. Sistema radicular

4.4. Folhas

4.5. Flores

4.6. Frutos

4.7. Sementes

5. ADUBAÇÃO

5.1. 40g. de ureia + 55g. de superfosfato simples + 15g. de sulfato de potássio

6. CONSÓRCIO

6.1. Milho, feijão, arroz, batata-doce, amendoim, adubos verdes consorciam-se com mamoeiro. Evitar abobora, melão, melancia, pepino. O mamoeiro é usado como cultura intercalar em culturas do café, abacate, manga, citros, coco, goiaba, entre outras.

7. DESCRIÇÃO DA FLOR

7.1. Flores masculinas ou femininas ou hermafroditas (em indivíduos distintos), Cor branco-amarelada a amarela com ovário com formato arredondado ou alongado (cilindrico).

8. DESCRIÇÃO DO FRUTO

8.1. Nasce do caule ou de pendúculo longo (macho)

8.2. É arredondado, cilindrico ou periforme e amarelo ou alaranjado quando maduro;

8.3. Polpa de consistência suave e sucosa

8.4. Cor salmão, vermelha e até amarela com até 1.000 sementes negras que se inserem na cavidade interna do fruto.

9. VARIEDADES CULTIVADAS NO BRASIL

9.1. Haste vigorosa com pequena distancia entre nós.

9.2. Floração: 3 a 6 meses após semeio.

9.3. Precoce.

9.4. Porte baixo e maturação do fruto em 5-6 meses pós floração.

9.5. Ausência de ramificação lateral.

10. VARIEDADES COMERCIAIS:

10.1. GRUPO SOLO

10.1.1. - Sunrise solo - Improved sunrise solo - Improved sunrise solo 72-12 - Baixinho de Santa Amália - Golden

10.2. GRUPO FORMOSA

10.2.1. - Híbridos de Sunrise com outras variedades

10.2.2. - Tainung

11. CLIMA

11.1. Boa luminosidade,

11.2. Temperatura média anual em torno de 25ºc, com média das mínimas de 21ºc e média das máximas de 33ºc,

11.3. Chuvas Com mais de 1.200 mm anuais, bem distribuídas durante os meses do ano

12. SOLOS

12.1. Solos areno-argilosos, profundos, bem drenados, ricos em matéria orgânica e de relevo plano.

13. PREPARO DO SOLO

13.1. Áreas ainda não cultivadas

13.1.1. Efetua-se a derrubada, o encoivaramento ou enleiramento, o destocamento, a queima, uma aração e uma ou duas gradagens.

13.2. Áreas já cultivadas

13.2.1. Roçagem manual ou mecânica, uma aração e uma ou duas gradagens.

14. CORREÇÃO DA ACIDEZ DO SOLO

14.1. Desenvolve-se bem em solos com valores de pH entre 5,0 e 7,0, porém, o melhor desenvolvimento e produção têm sido obtidos em solos com acidez fraca (pH entre 6,0 e 6,9).

15. PROPAGAÇÃO

15.1. Semente

15.1.1. As plantas fornecedoras de sementes devem ser hermafroditas, em plantações distantes das de outras variedades.

15.1.2. Plantas com bom estado sanitário.

15.1.3. Precocidade

15.1.4. Alta produtividade, entre outras características.

15.2. Estaquia

15.3. Enxertia

16. FORMAÇÃO DE MUDAS

16.1. Como recipientes a receber as sementes são utilizados: sacos de polietileno preto com furos, tubetes, bandejas de isopor, outras

16.2. O saco de polietileno: dimensões 7 cm x 18,5 cm x 0,06 cm ou 15 cm x 25 cm x 0,06 (largura x altura x espessura)

16.3. O substrato: terra de mata (terriço): areia lavada; esterco de curral bem curtido na proporção 3:1:1

16.4. Esse substrato deve sofrer fumigação com brometo de metila e depois, cada m³ da mistura, deve receber 1 kg de cloreto de potássio e 4,0 kg de superfosfato simples, 10 kg de calcário dolomítico.

17. PLANTIO

17.1. Espaçamento

17.1.1. Sistema de fileiras simples e fileiras duplas.

17.1.2. Plantio em fileiras duplas:

17.2. Época de plantio

17.2.1. Inicio do inverno

17.2.1.1. No plantio retira-se o envoltório plástico e o torrão é plantado ao nível do solo.

17.2.1.2. Cobrir o solo, em volta da muda, com palha ou capim seco (s/sementes).

17.3. Tipos de plantio

17.3.1. Na cova

17.3.1.1. Consiste no plantio das mudas provenientes do viveiro, em covas, com as seguintes dimensões.

17.3.2. No sulco

17.3.2.1. O preparo do sulco compreende de duas ou três passagens com o sulcador, até atingir a profundidade média de 40 a 60 cm.

17.3.3. No camalhão

17.3.3.1. Prática recomendada para solos excessivamente argilosos, pouco profundos e com adensamento no subsolo

17.4. Número de mudas por cova

17.4.1. Plantar três mudas por cova, distanciadas 20 cm uma das outras para garantir um maior número de plantas hermafroditas.

17.4.2. Plantios da variedade Formosa, recebem 1 muda/cova

18. TRATOS CULTURAIS

18.1. Controle de ervas daninhas

18.1.1. Pode ser feito com capinas manuais ou mecanicas (grades ou roçadeira - grades até primeiros 6 meses)

18.2. Desbaste de Plantas

18.2.1. No início da floração 3-5 meses pós plantio, efetuar desbaste deixando 1 planta por cova, sempre com flores hermafroditas.

18.2.2. Para mamoeiros do grupo Formosa desbasta-se plantas masculinas.

18.3. Desbrota

18.3.1. Brotação lateral que nasce na axila das folhas deve ser eliminadas quando ainda pequena.

18.3.2. Iniciar essa pratica 30 dias pós-plantio.

18.4. Desbaste de Frutos

18.4.1. No início da frutificação desbasta-se frutos defeituosos e de pequeno tamanho;

18.4.2. Operação períodica (uma vez por mês) em frutos pequenos e verdes;

18.4.3. Deixar 1 a 2 frutos por axila da folha.

19. IRRIGAÇÃO

19.1. O consumo anual de água pelo mamoeiro oscila entre 1.200 e 3.100mm.;

19.2. Há maior exigência hidrica quando as plantas são jovens.

19.3. Com deficit hídrico na produção aparecem áreas do tronco sem frutos.

20. COLHEITA

20.1. Época de Colheita

20.1.1. Inicia-se, normalmente, oito a nove meses após o transplantio das mudas, colhendo-se, semanalmente, dependendo do local e da época de plantio, de um a três frutos por planta, até o 36º mês.

20.2. Ponto de colheita

20.2.1. O ponto de colheita é indicado pela mudança de coloração da casca do fruto, que passa de verde a verde clara, com ou sem estrias amareladas, partindo da base para o pedúnculo

20.3. Tipos de colheita

20.3.1. Colheita manual com uso de balde

20.3.2. Colheita manual sobre plataforma mecanizada:

21. TRATAMENTO FITOSSANITÁRIO PÓS-COLHEITA

21.1. Térmico

21.2. Químico

22. CLASSIFICAÇÃO

22.1. Por tamanho:pequenos, médios e grandes

22.2. Por tipos:de acordo com o número de frutos que couberem em uma caixa.