1. Sonho Inconsciente
2. É uma estrutura permanente do sujeito, onde será sempre solicitado um equilíbrio entre o investimento narcísico e objetal- através do ideal do eu, que é um herdeiro do eu ideal
3. A interpretação dos sonhos
3.1. 1900: Livro sobre o assunto Deu início a Psicanálise
3.2. Para Freud, os sonhos possuem sentido e são a realização de desejos inconscientes infantis
3.2.1. A pessoa que sonha sabe seu significado, só não sabe que sabe porque a censura o impede de saber.
3.2.1.1. Sonho consciente
4. 1ª Tópica Freudiana
4.1. Localização psíquica não é uma localização anatômica
4.1.1. O aparelho psíquico é formado por sistemas: Consciência (Cs) Pré-consciência (Pcs) Inconsciente (Ics)
5. 2ª Tópica Freudiana
5.1. Ego (EU): não é mais a representação do sistema consciente
5.1.1. “o ego procura aplicar a influência do mundo externo ao id e às tendências deste, e esforça-se por substituir o princípio de prazer, que reina irrestritamente no id, pelo princípio de realidade.”
5.2. Seperego (Supereu): parte moralizadora da subjetividade, juiz das ações e do pensamento, resulta dos valores passados pelas gerações, pode ser rígido ou flexível, ideal do eu (idealizações de performance) e valores morais
5.3. Pulsão de vida
5.3.1. Tanto as pulsões de auto conservação quanto as pulsões sexuais
5.4. Pulsão de morte
5.4.1. podem ser pulsões agressivas e de destruição, mas também podem ser o repouso ou o silencio, pois é uma tentativa de encontrar a calma da morte
6. ANGÚSTIA
6.1. A discussão em torno da angústia acompanha a própria constituição da psicanálise, já que foi tratada ao longo da obra freudiana como o eixo central da clínica das neuroses.
6.1.1. Nos primeiros escritos freudianos sobre a clínica as discussões sobre o afeto da angústia estavam ligadas às neuroses de angústias (que são as fobias), e foram delas que resultou a primeira teoria pânico
6.2. Na teoria psicanalítica ela circunscreve a angústia propriamente dita, mas também as vivências de medo, do susto ou do terror, da inquietante estranheza, assim como o pânico.
6.2.1. Para a Psicanálise, a angústia é sempre a angústia de castração, ou seja, o encontro com a ausência do objeto.
7. teoria da mente e de seu funcionamento
7.1. fenômenos normais
7.2. fenômenos patológicos
8. Metapsicologia
9. Termo criado por Sigmund Freud em 1896
10. Método particular de psicoterapia (tratamento pela fala)
11. Se formou a partir da formulação do conceito de inconsciente
12. A função da psicanálise é fazer aparecer o desejo que a linguagem oculta.
13. NARCISISMO
13.1. As primeiras satisfações sexuais auto-eróticas são experimentadas em relação com funções vitais que servem à finalidade de autopreservação.
13.1.1. Os primeiros objetos sexuais de uma criança são as pessoas que se preocupam com sua alimentação, cuidados e proteção
13.2. Hipocondria pela teoria da libido
13.2.1. Uma pessoa doente deixa de se interessar pelas coisas do mundo externo, uma vez que isso não diz respeito ao seu sofrimento. Ela quer ser cuidada, ele investe sua libido nela mesma. Assim que melhora, retorna para o mundo externo. As alterações na distribuição da libido que são resultantes de uma modificação no ego.
13.3. Surgiu como conceito em 1889, por Paul Nacke
13.3.1. Atitude de uma pessoa que trata seu próprio corpo da mesma forma pela qual o corpo de um objeto sexual é tratado.
13.3.2. Porém, para a Psicanálise, o Narcisismo não é uma perversão sexual, mas o complemento libidinal do egoísmo da pulsão de autopreservação
13.3.2.1. A libido afastada do mundo externo é dirigida para o ego e assim dá margem a uma atitude que pode ser denominada de narcisismo
13.4. Princípio do prazer-desprazer que permite o ser humano abrir mão de determinados objetos de prazer em prol de outros, tornando-se assim um ser desejante (só há movimento de vida, quando o sujeito é atravessado pela falta).
13.5. Narcisismo Primário
13.5.1. É o narcisismo constitutivo do EU. É ele que vai permitir incialmente a unificação das pulsões sexuais em torno do eu, permitindo uma imagem integrada de si.
13.6. Narcisismo Secundário
13.6.1. É o retorno da libido ao ego, quando esta é retirada dos seus investimentos libidinais.
14. PULSÕES
14.1. Freud oferece 5 sentidos para a palavra PULSÃO: Representação, Representante Psíquico, Representante Pulsional, Representante ideativo, Afeto.
14.2. é um conceito situado entre o mental e o somático
14.3. Instinto x Pulsão: O instinto designa um comportamento hereditariamente fixado, possui um objeto específico. Já pulsão não é um comportamento já pré-formado e nem objeto específico.
14.4. a fonte da pulsão é corporal (os instintos)
14.4.1. O estímulo pulsional não provém do mundo exterior, mas do interior do próprio organismo.
14.5. O objetivo é sempre a satisfação
14.5.1. Uma pulsão não pode ser nem destruída nem inibida, uma vez que surge, ela tende a sua satisfação.
14.5.2. pode ser alcançada apenas pela supressão do estado de estimulação na fonte do instinto