1. objetivos: - Estabelecer com a criança um vinculo de confiança, usando uma boa comunicação e colocando ela a par de tudo que sera feito, explicando os passo a passo. - Prevenir a ansiedade e inquietude. -Promover um incentivo a ter bons cuidados orais
2. Papel da equipe odontológica: -Precisamos saber que a criança sentar na cadeira não é um sinal de que ira progredir de uma boa forma. - Precisa-se de calma, paciencia e inclusão da familia e da criança em todo o processo.
3. Recomendações
3.1. Não usar um vocabulario que possa contribuir com a ansiedade da criança, palavras como 'dor', 'picadinha' e contagens regressiva deve ser evitada
3.2. Não se fazer consultas longas e muito desgastantes para a crianca
3.3. Caso tenha uma crianca nao colaboradora usamos as seguintes tecnicas: - Um tratamento mais estendido em questao de numero de consultas para que a crianca aos poucos se sinta confortavel com o ambiente -Minima intervenção -Intervenção farmacológica
4. Avaliação do comportamento da criança
4.1. Para conseguirmos avaliar o comportamento de uma criança o CD precisa ter conhecimentos sobre os seguintes itens:
4.2. ESTAGIOS DO DESENVOL. DE PIAGET
4.2.1. 1-Sensório motor 0 – 2 anos: Agarrar, pegar, sugar
4.2.2. 2-Pré-operacional 2 –7 anos: porque? porque? mundo fantasia
4.2.3. 3 Operações concretas 7 –12 anos: viver em grupo, raciocinar..
4.2.4. 3- Operações formais 12 anos pra cima: aplicabilidade do raciocinio logico
4.3. Facial Image Scale (FIS).
4.3.1. Identifica o nivel de ansiedade da criança a partir dos 3 anos, por meio de uma escala de rostinhos, onde a criança aponta.
4.4. Escala de Frankl
4.4.1. Avalia o comportamento da criança ao final da consulta em 4 scores:
4.4.1.1. 1.Definitivamente Negativo
4.4.1.2. 2.Negativo
4.4.1.3. 3.Positivo
4.4.1.4. 4. Definitivamente Positivos
5. Técnicas para adaptação do comportamento da criança para tratamento odontológico
5.1. Técnicas não farmacológicas
5.1.1. São essenciais para desenvolver a confianca e conforto da criança e familia , por meio da empatia, sensibilidade e modo de fala:
5.1.2. -Comunicação não-verbal -Distração -Imagens positivas pré-consulta -Falar-mostrar-fazer -Perguntar-falar-perguntar -Reestruturaçãoda memória -Reforço positivo e elogio descritivo -Observação direta/modelagem
5.2. Técnicas não farmacológicas de uso restrito (Deve se ter bastante cautela e autorização do responsável
5.2.1. -Controle de voz -Presença/ausência do acompanhante junto à criança -Estabilização protetora
5.3. Técnicas farmacológicas
5.3.1. -Sedação mínima -Sedação moderada -Sedação profunda -Sedação dissociativa -Sedação consciente -Anestesia geral