1. ANTIGUIDADE
1.1. India
1.1.1. O Estudo Filológico
1.1.1.1. Elaboração das "Kosas" (espécie de dicionário)
1.1.1.1.1. Amarakosa (dicionário de Amera, por exemplo).
1.1.1.2. Compreensão dos textos "Vedas"
1.1.1.2.1. VyãKarana
1.1.1.2.2. Nirukta
1.1.1.2.3. Mahãbhãsya
1.1.1.2.4. Sutra
1.2. Grécia Antiga
1.2.1. O estudo Lógico-Filosófico
1.2.1.1. Platão
1.2.1.1.1. Identificação com Heráclito - palavra como imagem do mundo;
1.2.1.1.2. Língua como expressão do pensamento
1.2.1.1.3. Diálogo de Crátilo - A linguagem se impõe aos homens por uma necessidade da natureza ou é oriunda da faculdade do pensamento (julgamento);
1.2.1.2. Aristóteles
1.2.1.2.1. Identifica-se com Demócrito
1.2.1.2.2. Língua como acordo ou produto de convenção humana.
1.2.1.3. Dionísio da Trácia
1.2.1.3.1. I gramática do grego
1.2.1.4. Período Alexandrino
1.2.1.4.1. Início dos estudos de língua estrangeira
1.2.1.4.2. Os filósofos estudavam as antigas frases da língua e os traços distintivos dos dialetos gregos
1.2.1.4.3. Dicionário de Hesíquio: vocábulos de dialetos grego, latin, egípcio, acadiano, lídio, persa, frígio, fenício, cita e parto.
1.3. Roma
1.3.1. Do grego ao latim: tradução do método e aplicação na língua latina.
1.3.1.1. Varrão
1.3.1.1.1. Primeira gramática Latina - onde se estuda a diferença entre derivação e flexão.
1.3.1.1.2. "De Língua Latina" - Varrão aplicou as ideias gramaticais da língua grega ao latim.
1.3.1.1.3. "De Sermone Latino" - bases da "latinidade": a natureza da linguagem, as regularidades da gramática...
1.3.1.2. Donato e Pisciano
1.3.1.2.1. Teóricos que buscavam manter a norma do latim clássico em contraponto ao latim popular (ou vulgar).
2. O ESTUDO DE LÍNGUA
2.1. PRÉ-LINGUÍSTICA
2.1.1. Estudo do certo e do errado: traços linguísticos e status social (língua correta e sua transmissibilidade)
2.1.2. Estudo da língua estrangeira: comparações sistemáticas, nascidas pelas condições básicas de intercâmbio.
2.1.3. Estudo filológico da linguagem: textos antigos; temporalidade
2.2. PARALINGUÍSTICA
2.2.1. Estudo lógico da linguagem: disciplinamento e entrelaçamento entre a linguagem e a filosofia.
2.2.2. Estudo biológico da linguagem: língua como criação social de disposição biológica.
2.3. CERNE DA LINGUÍSTICA
2.3.1. Estudo histórico da linguagem: distinto da filologia (metaplasmo x alternância sonora). Diferença estática x desenvolvimento processual por relação causal ou consecutiva.
2.3.2. Estudo descritivo: função social atual.
3. IDADE MÉDIA
3.1. ESTUDO LÓGICO
3.1.1. Derivações dos estudos aristotélicos
3.1.1.1. Gramática como auxiliar da lógica - Estudo do sujeito, cópula e predicato
3.1.2. Questões
3.1.2.1. A gramática é ciência?
3.1.2.2. Modos de compreender, significar e ser são idênticos?
3.1.2.3. Como surge a significação? A partir das propriedades do objeto?
3.2. ESTUDO DAS LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
3.2.1. Necessidade de transmitir a doutrina cristã à outros povos - aprendizagem de novas línguas
3.2.2. Desenvolvimento de livros de descrição de línguas indígenas e orientais
3.3. ESTUDO HISTÓRICO
3.3.1. Desenvolvimento dos estudos de orientação comparativa e histórica
3.3.1.1. Leibniz
3.3.1.1.1. Desenvolvimento da metodologia histórico-comparativa para o estudo das línguas
3.3.1.1.2. Alfabeto universal
3.3.1.2. Johann Gottfried Herder
3.3.1.2.1. Contestação da apropriação religiosa da natureza da linguagem. Língua como criação humana.
3.3.1.3. João Batista Vico
3.3.1.3.1. Noção poética do conceito de língua, desenvolvida através da imaginação.
3.4. Doctrinale Puerorum
3.4.1. De Alexandre de Villedieu. É um manual pedagógico com base na gramática de Prisciano.
3.5. O Estudo Fonético
3.5.1. A combinação dos estudos "certo e errado" com a lógica, desenvolve as bases da teoria fonética.
3.5.1.1. As bases da teoria fonética fornece subsídios para o desenvolvimento de um tipo de estudo focado na produção da fala nos órgãos e as sonoridades possíveis =
3.5.1.1.1. O Estudo Biológico
4. RENASCIMENTO
4.1. CLASSIFICAÇÃO DAS LÍNGUAS
4.1.1. Famílias linguísticas - origem comum
4.1.2. Negação da hipótese do hebraico
4.1.3. Busca de documentos antigos e comparação com línguas modernas
4.2. PORT ROYAL
4.2.1. Grammaire Génerale et Raisonné
4.2.2. Linguagem como imagem do pensamento
5. MODERNIDADE
5.1. O sânscrito:
5.1.1. Descobriu-se as semelhanças entre o sânscrito e as línguas indo-européias
5.2. Método Comparativo
5.2.1. Ramus Rask e o estudo histórico da linguagem. Desenvolvimento da gramática comparativa (com exceção do sânscrito)
5.2.2. Alexander Von Humboldt e a filosofia da linguagem: a) a língua expressa e modela a cultura; b) fala como renovação da língua ao invés de um produto acabado; c) forma interna e externa (aproximação com Saussure - significante e significado)
5.2.3. Friedrich Schlegel: Gramática histórico-comparativa das línguas românicas e um dicionário etimológico.
5.2.4. Ferdinand de Saussure: Seus trabalhos são celebrados como marco e início da linguística moderna.
5.3. GRAMÁTICA HISTÓRICO-COMPARATIVA DO INDO-EUROPEU
5.3.1. Franz Bopp
5.3.1.1. Linguística comparativista
5.3.1.2. Gramática comparada das línguas indo-europeias
5.3.1.2.1. Investigação das origens da linguagem, a partir da linguística. Seus estudos consistiam em produzir comparações entre as línguas a partir dos diversos arranjos históricos
5.3.1.3. Conjugação do sânscrito
5.3.2. Jacob Grimm
5.3.2.1. Estudo biológico da linguagem
5.3.2.2. Gramática comparada das línguas germânicas
5.3.2.3. Lei de Grimm
5.3.2.3.1. Do campo da fonética, no qual observa regularidades e transformações sonoras da língua.
5.4. Fonética
5.4.1. Augusto Schleicher
5.4.1.1. Definição de língua como organismo vivo - mito da independência
5.4.1.2. Importante: Para Schleicher, a língua...
5.4.1.2.1. deve ser observada e estudada como um organismo natural - pois o é.
5.4.1.2.2. sofre com mudanças e evoluções. Baseado nas teorias darwinianas. Nesse sentido, então, não é histórica.
5.4.1.2.3. depende dos pensamentos e dos órgãos humanos. Componente racial.
5.4.1.3. Árvore Genealógica
5.4.1.3.1. Protolíngua/ língua-mãe
5.4.1.3.2. ÁRVORE
5.5. LINGUÍSTICA - ESTUDO DA LINGUAGEM/LÍNGUA
5.5.1. Max Müller
5.5.1.1. Adesão e desenvolvimento das ideias de Schleicher, no que concerne a linguística
5.5.1.2. Língua como instrumento do pensamento e uma espécie de código para a comunicação humana
5.5.2. William Whitney
5.5.2.1. Contrapõe Schleicher e enfatiza o aspecto social da linguagem
5.5.2.2. Língua como instituição e código
5.5.3. Augusto Fick
5.5.3.1. Desenvolveu o I Dicionário Comparativo das línguas de família indo-europeias.