1. Origem na infância
2. A TCC usa uma variedade de técnicas para mudar o pensamento, as emoções e o comportamento
3. Resolver problemas atuais e modificar comportamentos e pensamentos disfuncionais
4. Modelo cognitivo propõe que o pensamento disfuncional é comum a todos os transtornos psicológicos
4.1. Ensinar os pacientes a avaliar seu pensamento de forma mais realista e adaptativa
5. Princípios
5.1. A TCC está baseada em uma formulação em desenvolvimento contínuo dos problemas dos pacientes e em uma conceituação individual de cada paciente em termos cognitivos
5.2. A TCC requer uma aliança terapêutica sólida
5.3. A TCC enfatiza a colaboração e participação ativa
5.4. A TCC é orientada para os objetivos e focada nos problemas
5.5. A TCC enfatiza Inicialmente o presente
5.5.1. Em duas circunstâncias se volta para o passado:
5.5.1.1. Quando o paciente insiste em trazer essa fala, e não "comprar" colocaria em risco a aliança terapêutica
5.5.1.2. Quando o entendimento das raízes do pensamento disfuncional, na infância, ajudam a modificar as ideias rígidas no presente
5.6. A TCC é educativa, ensina o paciente a ser seu próprio terapeuta e foca na prevenção de recaídas
5.7. A TCC visa ser limitada no tempo
5.8. As sessões de TCC são estruturadas
5.9. A TCC ensina os pacientes a identificar, avaliar e responder aos seus pensamentos e crenças disfuncionais
6. Estrutura da 1ª sessão
6.1. Posterior à avaliação inicial, através dela passa a planejar o tratamento
6.1.1. Metas do terapeuta
6.1.1.1. Estabelecer confiança e rapport
6.1.1.2. Socializar o pct na TCC
6.1.1.3. Psicoeducação sobre o transtorno, sobre o modelo cognitivo e o processo de terapia
6.1.1.4. Regularizar as dificuldades do pct e instaurar a esperança
6.1.1.5. Extrair (e corrigir, se necessário) as expectativas do pct com a terapia
6.1.1.6. Coletar info adicionais sobre as dificuldades do pct
6.1.1.7. Utilizar essas informações para desenvolver uma lista de metas
6.1.2. Estrutura
6.1.2.1. Estabelecimento de agenda
6.1.2.2. Checagem de humor
6.1.2.3. Revisar brevemente o problema e atualizar-se sobre ele
6.1.2.4. Identificar problemas e estabelecer metas
6.1.2.5. Educar o pct sobre o modelo cognitivo
6.1.2.6. Identificar as expectativas com a terapia
6.1.2.7. Educar o pct sobre seu transtorno
6.1.2.8. Estabelecer a tarefa de casa
6.1.2.9. Prover um resumo
6.1.2.10. Obter feedback
6.2. Em casos de paciente em crise, risco de suicídio, as metas e a forma da sessão são modificadas
7. Crenças centrais adaptativas ou disfuncionais/desadaptativas
7.1. Assumem a forma de "Eu sou..."
7.2. São o nível mais superior da consciência
7.3. Crenças sobre si, o outro, e o mundo
7.4. Uma pessoa pode apresentar mais de um tipo de crença
7.4.1. Esquemas
7.5. Ideal é um equilíbrio de crenças, nem 8 nem 80
7.5.1. Adequado a realidade
8. Estratégias compensatórias
8.1. Forma "segura" de manter as crenças
8.2. Reforça a crença disfuncional
8.3. Cptos sistemáticos a fim de confirmar suas crenças
8.4. Manutenção
8.4.1. Reforça as crenças nucleares
8.5. Evitação
8.5.1. Evitar situações que lhe causem desconforto
8.6. Hipercompensação
8.6.1. Fazer o oposto ao medo/exageros
9. Plano geral de tratamento
9.1. Avaliação diagnóstica
9.2. Planejamento de tratamento
9.3. Objetivos e metas (factíveis)
9.3.1. Objetiva, não pode ser ampla
9.3.2. Factível
9.3.3. Comportamento especificável
9.3.4. Quando é uma meta muito grande, fraciona-se
9.4. Familiarização com o modelo cognitivo
9.5. Conceitualização
9.5.1. Pontos fortes e dificuldades
9.6. Técnicas
9.6.1. TCC não se resume a isso, mas são um forte aliado ao tratamento
9.6.1.1. Importante selecionar técnicas que façam sentido para o caso (conceitualização é importante por isso)
9.7. Prevenção de recaídas
9.8. Alta
10. As crenças centrais influenciam o desenvolvimento de crenças intermediárias, que são regras, atitudes e suposições (frequentemente não articuladas)
10.1. Crenças centrais -> crenças intermediárias -> pensamentos automáticos
10.1.1. O mais importante para o terapeuta são as crenças disfuncionais, cujo objetivo da terapia é modificar
10.1.2. O tratamento funciona no caminho inverso, começando pelos pensamentos automáticos e chegando às crenças centrais. A modificação das crenças mais profundas torna os pacientes menos propensos a apresentar recaídas futuramente
11. Aaron T. Beck, início da década de 60
12. Psicoterapia breve, estruturada, voltada ao presente e para depressão
13. Pode ser usada em diversos contextos, individualmente, com casais, com famílias, grupos...
14. Conceitualização de caso
14.1. Emoções e comportamentos são influenciados pela percepção dos eventos
14.1.1. A situação em si não determina (diferente do condicionamento operante), a sua resposta emocional é intermediada por sua percepção da situação
14.2. Crenças sobre si, sobre os outros e sobre o mundo
14.2.1. Crenças centrais são o nível fundamental; globais, rígidas e supergeneralizadas
14.2.2. Os pensamentos automáticos são o nível mais superficial
14.3. O terapeuta levanta hipóteses, que podem ser confirmadas, modificadas, descartadas
14.4. A conceituação cognitiva inicia com o primeiro contato e modifica-se ao longo das sessões
14.4.1. É o norte que guiará o planejamento do tratamento
14.4.2. Deve se perguntar:
14.4.2.1. Como o pct desenvolveu este transtorno?
14.4.2.2. Quais foram os eventos de vida, experiências e interações significativas?
14.4.2.3. Quais suas crenças básicas sobre si mesmo, seu mundo e os outros?
14.4.2.4. Quais suas suposições, expectativas, regras e atitudes?
14.4.2.5. Quais estratégias o pct utilizou ao longo da vida para lidar com essas crenças negativas?
14.4.2.6. Quais pensamentos automáticos, imagens e comportamentos ajudam a manter o transtorno?
14.4.2.7. Como suas crenças em desenvolvimento interagem com situações de vida para tornar o pct vulnerável ao transtorno?
14.4.3. O que está acontecendo na vida do paciente no momento e como ele está percebendo isso?
15. Crenças intermediárias/subjacentes
15.1. "regras" baseadas nas crenças centrais
15.2. "Se....., então...."
15.3. Forma de reafirmar as CC
16. Pensamentos automáticos
16.1. Pensamentos rápidos, não são controlados pela consciência
16.2. Metacognição
16.2.1. Capacidade de pensar sobre o que se pensa
16.3. RPD
16.3.1. Forma de acessar e modificar os PA's
16.3.1.1. Importante avaliar o nível de adequação do pensamento com a realidade (100% verdadeiro; 50% verdadeiro; 0% verdadeiro)