1. Industria têxtil
1.1. Na aplicação da tecnologia no segmento têxtil é a fusão de elementos nanoeletrônicos nos materiais comuns dos tecidos, cirando a alteração da estrutura química e em alguns casos, o estado físico acaba por atribuir uma nova função a eles.
1.1.1. Tecidos inteligentes
1.1.1.1. Por exemplo, recentemente, foram desenvolvidas peças de roupas como calças e casacos que têm função repelente, impedindo que mosquitos e demais insetos entrem em contato direto com a pele.
1.1.2. Retardantes de chamas
1.1.2.1. A nanotecnologia também pode atuar na prevenção ao incêndio de roupas. Ao alterar a estrutura dos fios, é possível deixá-los pouco sensíveis à combustão, atrasando o processo que faz com que entrem em chamas.
1.1.3. Bactericidas
1.1.3.1. é praticável realizar a profilaxia de doenças causadas por microrganismos, como as bactérias e fungos.
1.1.4. Peças com proteção UV
1.1.4.1. Além da criação de peças que mantêm o frescor, existem aquelas que protegem das agressões dos raios UV, controla a irradiação desses raios, evitando queimaduras na pele e doenças mais graves, como o câncer.
2. Eletrônicos
2.1. A criação de dispositivos mais eficientes como circuitos chips, TVs de LED, LCD e Oled.
3. Medicamentos
3.1. Diminuição de efeitos colaterais;
3.2. Liberação controlada
3.3. Afinidade celular
3.4. Toxicidade reduzida
4. Detecção de doenças
4.1. Diagnósticos de doenças mais fáceis, rápidos e precisos.
4.1.1. câncer
4.1.2. Viroses
4.2. Maior possibilidade de descoberta e cura de doenças que não podem ser tratadas com métodos da medicina tradicional.
4.2.1. Alzheimer
4.3. Em geral, os tratamentos com a nanociência são mais curtos do que aqueles feitos com abordagens clássicas, aumentando o conforto do paciente e garantindo resultados melhores em menos tempo.
5. Nanomateriais a base de Carbono
5.1. Os nanotubos de carbono e o grafeno estão desempenhando um papel fundamental no desenvolvimento da nanociência e da nanotecnologia, eles apresentam propriedades físicas, químicas e biológicas excepcionais.
5.2. O grafeno é um cristal bidimensional (2D) formado por átomos de carbono e corresponde a uma única camada atômica de grafite.
5.3. Um nanotubo de carbono corresponde a uma camada de grafeno enrolada em uma estrutura cilíndrica, com diâmetros de cerca de 1 nm (nanotubos de parede única) a dezenas de nanômetros (nanotubos de paredes múltiplas)
5.4. O grafeno e os nanotubos de carbono são usados em diferentes aplicações tecnológicas. Devido às suas propriedades eletrônicas, mecânicas, térmicas e químicas, eles podem ser misturados a outros diferentes materiais, como polímeros, cerâmicas, cimento e fibras, transferindo para o compósito suas propriedades excepcionais.
6. Cosméticos
6.1. A nanotecnologia aplicada à cosmética refere-se à utilização de pequenas partículas contendo princípios ativos que são capazes de penetrar nas camadas mais profundas da pele, potencializando os efeitos do produto.
6.1.1. shampoos, condicionadores, cremes anti-rugas, pasta de dente, clareadores faciais, sabonetes, esmaltes, perfumes, cremes hidratantes, espumas de barbear, tônicos faciais
7. Meio Ambiente
7.1. A nanotecnologia vem permitindo a fabricação de sensores cada vez menores, mais seletivos e mais sensíveis para a detecção e monitoramento de poluentes orgânicos e inorgânicos no meio ambiente.
7.1.1. Exemplos: são as embalagens biodegradáveis que dispensam totalmente o uso de combustíveis fósseis ou mesmo transformar a fuligem da queima de resíduos sólidos em nanotubos, materiais utilizados como base para dispositivos médicos, implantes e peças de eletrônicos.