1. Sociologia Jurídica – O que é? Muito embora a Sociologia Jurídica seja frequentemente definida como um ramo da Sociologia que se dedica especificamente ao estudo do direito, esse conceito algumas vezes é compreendido como um campo de pesquisa autônomo. Independente dessa disputa em torno de sua definição é uma área claramente ligada à antropologia, à ciência política, ao direito, à psicologia e especialmente à sociologia. Desse modo, é uma ciência rica por empregar conceitos, métodos e teorias desses outros campos do conhecimento aos quais se filia.
2. Características do senso comum O ser humano está a todo o momento buscando explicações sobre os fatos que observa em seu cotidiano. Essa forma de conhecimento da realidade pode ser chamada de senso comum. O senso comum é aquele pensamento mais imediato, superficial, cheio de sentimentos e muitas vezes carregado de preconceitos. O senso comum é um conjunto de saberes simples, pouco elaborados e resultam da experiência de vida e não de investigações científicas.
3. Características do conhecimento científico O conhecimento científico é diferente do senso comum. A ciência através de seus métodos, teorias e conceitos é uma forma mais aprofundada de entendimento e explicação dos fenômenos que acontecem na realidade. O método científico procura evitar que julgamentos de valor, atrapalhem a análise dos fatos.
4. Areas da Sociologia A primeira estuda a produção do conhecimento e a segunda como ela está sendo passada e entendida pelas pessoas, respectivamente. Seguindo a mesma linha de raciocínio, a Sociologia da Ciência percebe a influência dos fatores externos na evolução da ciência e sua disseminação. Este é um campo muito importante de estudo, tanto para os profissionais do ramo, quanto para os leigos, pelo fato estimular o pensamento em tudo o que rodeia o ser humano e na capacidade de persuasão de algumas pessoas e produtos que estão em jogo. Bem como a Sociologia das Histórias em Quadrinhos, que auxilia no entendimento dos efeitos causados pelos mesmos e, também, os valores culturais que cada um carrega consigo.
5. Também existem algumas áreas da Sociologia que tratam de assuntos ainda mais específicos, em geral, direcionados para autônomos, como a Sociologia Política, a Sociologia Jurídica e a Sociologia Médica. Elas auxiliam na prática da profissão eficiente e competente, levando o profissional a sua realização pessoal, sem deixar que o mesmo apresente réstias de insatisfação.
6. abordagens durkheimiana
6.1. O presente artigo visa analisar a contribuição da sociologia moral durkheimiana ao debate sobre a relação sociedade civil e Estado. É feita uma breve reconstrução de aspectos centrais da sociologia de Durkheim, argumentandose que a noção autonomia, se bem entendida, tem importância central para a constituição de um ideal moral de acordo com a organização das sociedades contemporâneas. Defende-se que a autonomia possível à sociedades com solidariedade de tipo orgânica só pode surgir do confronto entre as diferentes esferas que se relacionam socialmente e nesse sentido, esta deve ser entendida enquanto ação política. Neste ponto,o artigo usa da contribuição de autores contemporâneos com o objetivo de estabelecer relações entre o pensamento durkheimiano e os contemporâneos dilemas da sociologia política, tal como os produzidos no debate entre comunitaristas e liberais. Argumenta-se finalmente, que a abordagem durkheimiana produz soluções interessantes que ultrapassam tal paradigma.
6.2. weberiana
6.2.1. Este artigo visa ampliar o espaço das discussões teóricas no estudo da Primeira Idade Média. Nosso objetivo é compreender as relações de poder nos meios religiosos na Península Ibérica na segunda metade do século VI, tendo como referência a sociologia da religião proposta por Max Weber. O conhecimento teórico só tem importância mensurável em sua aplicação prática, circunstância em que observamos sua pertinência. Assim, para este artigo fazemos um exercício de experimentação. Primeiro, estabelecemos um panorama sobre a teoria weberiana, relacionando à nossa pesquisa. Na sequência, buscaremos a aplicação do modelo teórico de Weber à leitura das atas do III Concílio de Toledo, evento considerado um marco religioso no reino visigodo.
6.2.2. marxista
6.2.2.1. O objeto deste estudo é a incorporação em revisões sistemáticas de resultados de pesquisas desenvolvidas na vertente marxista de produção do conhecimento, como evidências em saúde. Os objetivos são: rever os pressupostos do materialismo histórico e dialético (MHD) e discutir as implicações da dialética para a revisão da literatura e síntese de evidências. O MHD constitui um referencial potente para geração de conhecimento e transformação das políticas e práticas em saúde, a partir da explicação de que as contradições sociais estão na base do processo saúde-doença, construção teórica fundamental no campo da saúde coletiva. Atualmente observa-se considerável influência do paradigma crítico, de origem marxista, na construção do conhecimento em saúde. Pesquisas no paradigma crítico apresentam métodos complexos de apreensão do objeto, inerentes às diretrizes da dialética, oferecendo resultados que constituem evidências em saúde. Revisões sistemáticas devem enfrentar a dificuldade metodológica de integrar esses resultados plenamente ao cuidado em saúde.
6.2.2.2. sistêmica
6.2.2.2.1. A teoria geral da administração passou por uma gradativa e crescente ampliação do enfoque desde a abordagem clássica até a abordagem sistêmica. A abordagem clássica havia sido profundamente influenciada por três princípios intelectuais dominantes em quase todas as ciências.