1. TRAMPOLIM
1.1. As origens do trampolim repousam na Idade Média, nas performances dos acrobatas e dos trapezistas de circo – estes com seus saltos realizados a partir do impulso da rede de segurança.
2. ACROBATICA
2.1. A ginástica acrobática requer, por parte do ginasta, agilidade, força, coordenação , flexibilidade e equilíbrio, além das exigências técnicas de salto.
2.2. Suas rotinas são executadas com acompanhamento musical e requerem expressão e movimentos do corpo perfeitamente sincronizados com a música que se passa .
2.3. A Ginástica Acrobática na constituição dos seus pares e grupos tem ginastas com diferentes idades e estaturas, aos quais damos três denominações: bases, intermédios e volantes.
2.3.1. Os bases normalmente são os elementos mais velhos do par ou do grupo com um estatura mais alta, normalmente mais fortes para facilmente sustentarem e apoiarem o volante. O volante é o outro elemento do par ou grupo normalmente mais novo, com uma estrutura física mais baixa e mais leve para poder facilitar o trabalho em conjunto, permitindo também uma maior longevidade da participação desportiva.
3. CIRCENSE
3.1. A Ginástica circense envolve atividades de malabares; tecido; trapézio; acrobacias; trampolim.
3.1.1. As atividades circenses, que são desenvolvidas em circos, também incluem manuseio de aparelhos. As pessoas que fazem essas apresentações são os malabaristas, e os objetos que utilizam podem ser malabares, bolas, argolas, chapéus, pratos, bastões com ou sem fogo ou outros objetos que demonstrem a habilidade que eles têm.
4. RITMICA
4.1. desenvolvida com movimentos corporais baseados nos elementos do balé e da dança teatral, numa mistura de arte, criatividade e capacidade física, cuja execução é realizada em sincronia com a música.
4.1.1. As apresentações da ginástica rítmica variam entre 2min15s e 2min30s para equipes e entre 1min15s e 1min30s para execuções individuais.
5. ARTISTICA:
5.1. é um conjunto de exercícios corporais sistematizados, aplicados com fins competitivos, em que se conjugam a força, a agilidade e a elasticidade. A Ginástica Artística é subdividida em Masculina e Feminina.
5.1.1. SUBDIVISÃO DE APARELHOS: A modalidade subdivide-se em duas: ginástica artística masculina e ginástica artística feminina. Cada uma possui um código próprio (com os movimentos e os aparelhos utilizados), elaborado pelos comitês (masc. e fem.) da Federação. Em comum, possuem as regras de conduta e as generalidades de cada competição, como a segurança do ginasta e a exigência sobre a qualidade dos equipamentos e da execução durante as apresentações dentro de cada exigência.
5.1.1.1. Os aparelhos da ginástica artística masculina (sigla em inglês: MAG) são
5.1.1.2. diferentes dos aparelhos disputados na ginástica artística feminina (sigla em inglês: WAG).
5.1.1.3. Enquanto os homens disputam provas em seis aparelhos diferentes,
5.1.1.4. as mulheres disputam em quatro.
5.1.1.5. Os aparelhos (provas) masculinos são o solo, o salto sobre a mesa, o cavalo com alças (cavalo com arções), as barras paralelas, a barra fixa e as argolas.
5.1.1.6. Tais aparelhos, durante as apresentações masculinas, procuram demonstrar a força e o domínio do ginasta.
5.1.1.7. Os aparelhos (provas) femininos são a trave, o solo, o salto sobre a mesa e as barras assimétricas. Tais aparelhos, durante as apresentações femininas, colocam maior ênfase na vertente artística e de agilidade
6. LABORAL
6.1. é a ginástica realizada no ambiente laboral, ou seja, no próprio posto de trabalho ou em algum espaço físico da empresa. A ginástica laboral é uma série de exercícios de curta duração, entre 10 e 15 minutos, que envolve técnicas de alongamento da cabeça, tronco, membros superiores e inferiores e técnicas de respiração. Durante os exercícios é trabalhado percepção corporal, reeducação de postura e compensação muscular.
6.1.1. TIPOS DE GINATICA LABORAL
6.1.1.1. é a ginástica realizada no ambiente laboral, ou seja, no próprio posto de trabalho ou em algum espaço físico da empresa. A ginástica laboral é uma série de exercícios de curta duração, entre 10 e 15 minutos, que envolve técnicas de alongamento da cabeça, tronco, membros superiores e inferiores e técnicas de respiração. Durante os exercícios é trabalhado percepção corporal, reeducação de postura e compensação muscular.
6.1.1.2. Ginástica laboral compensatória Muitas vezes, o funcionário sente uma dor na musculatura porque se esforçou de maneira inadequada. Justamente para evitar esse desconforto é usada a ginástica laboral compensatória durante o expediente de trabalho.
6.1.1.3. Ginástica laboral de relaxamento Quando estiver faltando de 10 a 12 minutos para o fim do expediente, essa ginástica entra em ação. Ela tem o objetivo de suavizar o ritmo de trabalho, reduzindo o estresse e aliviando tensões que foram adquiridas durante o dia.
6.1.1.4. Ginástica laboral corretiva Em algumas situações de trabalho podem existir estruturas ergonômicas inadequadas para aquele funcionário. Isso acaba causando consequências negativas para o corpo do indivíduo. A fim de reduzir e combater esses efeitos, a ginástica laboral corretiva procura encontrar o equilíbrio muscular.