Atendimento inicial de Hemorragia Digestiva

Hemorragia Digestiva Alta - Alunos Uninove

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Atendimento inicial de Hemorragia Digestiva von Mind Map: Atendimento inicial de Hemorragia Digestiva

1. Tratamento

1.1. Achados endoscópicos - Classificação de Forrest Ia, Ib, IIa, IIb

1.1.1. Tratamento endoscópico

1.1.1.1. Injeção de epinefrina a (1: 10.000) em todos os quatro quadrantes da lesão

1.1.1.2. Sondas térmicas e coagulação

1.1.2. Aplicação de grampos sobre o vaso sangrante - hemoclipes

1.2. Embolização endovascular

1.2.1. Se choque associado à hemorragia recorrente

1.2.2. Angiografia dirigida por cateter

1.3. Tamponamento com balão de Sengstaken-Blakemor

1.4. Cirúrgico

1.4.1. Se continua a sangrar lentamente, com necessidade de transfusão >3 U/dia

1.4.2. Se hemorragia recorrente após a estabilização inicial (2 tentativas de obter hemostasia endoscópica)

1.5. Farmacológico

1.5.1. Em caso de úlcera sangrante

1.5.1.1. Utilizar Inibidor de bomba de prótons - IBP

1.5.1.2. Interromper uso de AINEs e ISRRs

2. Diagnóstico

2.1. Hemorragia digestiva alta

2.1.1. Endoscopia digestiva alta

2.1.1.1. Paciente estável

2.1.1.2. Feita nas primeiras 24 horas

2.1.1.2.1. Sangramento ativo com jato arterial ou gotejamento

2.1.1.3. Acima do ângulo de Treitz

2.1.1.4. Alto risco e intervenção imediata

2.1.1.4.1. Coágulo aderente ou vaso visível dentro da úlcera

2.1.1.5. Baixo risco e sem necessidade de intervenção

2.1.1.5.1. Sem sangramento ativo

2.1.1.5.2. Sem vaso visível

2.1.1.6. Classificação de Forrest

2.1.1.6.1. Forrest I

2.1.1.6.2. Forrest II

2.1.1.7. Forrest III

2.1.1.8. Úlcera de base limpa

2.1.1.9. Pesquisa para H. pylori

2.2. Hemorragia digestiva baixa

2.2.1. Colonoscopia

2.2.1.1. Paciente estável

2.2.1.2. Feita nas primeiras 24 horas

2.2.1.3. Após descartar hemorragia digestiva alta

2.2.1.4. Abaixo do ângulo de Treitz

2.2.1.5. Achado

2.2.1.5.1. Presença de sangue não coagulado no íleo terminal ou depois da válvula ileocecal

3. Avaliação inicial e reanimação

3.1. A - Garantir via aérea pérvia

3.2. B - Respiração monitorada

3.3. C - Realizar controle hemodinâmico

3.4. Pesquisar hemorragias

3.4.1. Toque retal

3.5. Anamnese

3.6. Estratificação de risco

3.6.1. Fatores de risco para morbimortalidade

3.6.1.1. > 60 anos

3.6.1.2. Magnitude da hemorragia

3.6.1.3. Pressão arterial sistólica <100 mm Hg

3.6.1.4. Necessidade de transfusão

3.7. Tipagem sanguínea

3.7.1. Síncope, angina e infarto agudo do miocárdio

4. História e exame físico

4.1. Características do sangramento

4.1.1. Tempo de início, volume e frequência

4.2. Hematêmese, melena e hematoquezia

4.3. Perda de peso - suspeita de neoplasia

4.3.1. Vômito - sugestivo de laceração de Mallory-Weiss

4.4. Antecedentes de doença GI, sangramento ou operação prévia

4.5. História de doença hepática

4.6. Uso de medicamentos - AINEs e ISRSs

4.6.1. Frequência respiratória

4.7. Exame físico completo do abdome

4.8. Comorbidades

4.8.1. Oxigenoterapia

4.8.1.1. Manter SatO2 >94%

5. Conduta Inicial

5.1. Instabilidade hemodinâmica

5.1.1. Monitorização

5.1.1.1. Cardioscópio

5.1.1.2. Saturimetria de pulso

5.1.1.3. Frequência cardíaca

5.1.1.4. Aferição não invasiva da pressão arterial

5.1.2. Tubo nasogástrico

5.1.2.1. Acesso venoso de grande calibre

5.1.2.1.1. Jelco 14 ou 16

5.1.2.1.2. Restauração rápida de volume

5.1.2.2. Lavagem nasogástrica

5.1.2.2.1. Sangue vermelho vivo

5.1.2.2.2. Aspecto biloso/sem sangue

5.1.2.3. Lavagem do duodeno e estômago antes da endoscopia

5.1.2.3.1. Remoção de coágulos

5.1.2.3.2. Auxilia na visualização da origem da hemorragia

5.1.3. Glasgow ≤8

5.1.3.1. Intubação orotraqueal - IOT

5.1.4. Encaminhar para UTI

5.2. Estabilidade hemodinâmica

5.2.1. Cardioscópio

5.2.2. Monitorização

5.2.2.1. Frequência respiratória

5.2.2.2. Frequência cardíaca

5.2.2.3. Saturimetria de pulso

5.2.2.4. Aferição não invasiva da pressão arterial

5.2.3. Oxigenoterapia

5.2.3.1. Manter SatO2 >94%

5.3. Solicitar exames complementares

5.3.1. Hemograma

5.3.2. Endoscopia digestiva alta

5.3.3. Colonoscopia