História do Pensamento Psicológico

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História do Pensamento Psicológico von Mind Map: História do Pensamento Psicológico

1. Psicanálise

1.1. 1º Tópica:

1.1.1. Consciente: Cientes de tudo

1.1.2. Pré Conscientes: Pate do inconsciente que se torna consciente.

1.1.3. Inconsciente: Não lembrado, reprimido.

1.2. 2 Tópica:

1.2.1. ID: EU quero, isntinto e impulsos por prazer

1.2.2. EGO: Realidade moderador, ID e SUPEREGO.

1.2.3. SUPER EGO: Moral, ética e valores.

1.3. Associação livre: Verbaliza livremente o que vem na mente.

1.4. Recalque: Evitar o desprazer.

1.5. Estágios do desenvolvimento:

1.5.1. Oral: Boca (Até 1 ano)

1.5.2. Anal: Ânus (1 a 3 anos)

1.5.3. Fálica: Genitais (3 a 6 anos)

1.5.4. Latência: Sublimação (6 anos)

1.5.5. Genital: Externa

1.6. Estruturas da personalidade:

1.6.1. Neurose, psicose e Perversão.

1.7. Janet: Histeria como distúrbio

1.8. Freud:

1.8.1. Inconsciente

1.9. Charcot:

1.9.1. Hipnose

1.10. Neutralidade Clinica:

1.10.1. Imparcial

1.10.1.1. Transferência: Transfere para o analista suas emoções.

1.10.1.2. Co transferência: Analista -Paciente

1.11. Mecanismos de defesa

1.11.1. Repressão

1.11.2. Negação

1.11.3. Regressão

1.11.4. Projeção

1.11.5. Formação reativa

1.11.6. Sublimação

1.11.7. Racionalização

1.11.8. Deslocamento

1.12. Alfre Adler:

1.12.1. Princípios:

1.12.1.1. Superioridade

1.12.1.2. Percepções subjetivas

1.12.1.3. Interesse Social

1.12.1.4. Personalidade unificada

1.12.1.5. Estilo de vida

1.12.1.6. Força criativa

1.12.2. Psicologia Individual:

1.12.2.1. Interesse social: Unidade no mundo

1.12.2.2. Superioridade: Objetivo final

1.12.3. Esforço de sucesso e superioridade

1.12.4. Desenvolvimento Anormal

1.12.4.1. Deficiência Grave

1.12.4.2. Estilo de vida mimado

1.12.4.3. Estilo de vida negligenciado

1.12.5. Ordem de nascimento

1.12.5.1. Filho mais velho

1.12.5.1.1. Positivo: Acolhedor/protetor

1.12.5.1.2. Negativo: Ansiedade, hostilidade, não cooperativo

1.12.5.2. 2º filho

1.12.5.2.1. Positivo: altamente motivado, cooperativo.

1.12.5.2.2. Negativo: Competitivo, facilmente desencorajado

1.12.5.3. Filho único

1.12.5.3.1. Positivo: Socialmente maduro

1.12.5.3.2. Negativo: superioridade, não cooperativo, senso de self inflamado.

1.12.5.4. Filho mais moço

1.12.5.4.1. Positivo: ambicioso

1.12.5.4.2. Negativo: muito ambicioso, mimado e dependente dos outros

1.13. Jung:

1.13.1. Ego

1.13.1.1. Inconciente Pessoal

1.13.1.1.1. Complexos

1.13.2. Inconsciente Coletivo

1.13.2.1. Sombra

1.13.2.2. Self

1.13.2.3. Animus

1.13.2.4. Persona

1.13.3. Tipos Psicológicos

1.13.3.1. Atitudes

1.13.3.1.1. Posição invertida

1.13.3.1.2. Posição extrovertida

1.13.3.2. Função

1.13.3.2.1. Sensação

1.13.3.2.2. Pensamento

1.13.3.2.3. Sentimento

1.13.3.2.4. Intuição

1.13.3.3. Desenvolvimento da personalidade

1.13.3.3.1. Infância

1.13.3.3.2. Juventude

1.13.3.3.3. Meia idade

1.13.3.3.4. Velhice

1.14. Donald Winnicott

1.14.1. Fases da vida

1.14.1.1. Dependência absoluta

1.14.1.1.1. 1 a 6 meses de vida

1.14.1.2. Dependência Relativa

1.14.1.2.1. 6 meses a 2 anos de vida

1.14.1.2.2. Mãe

1.15. Jaques Lacan

1.15.1. Estágio do espelho

1.15.1.1. 1 estágio(6 meses)

1.15.1.1.1. Bebê não se identifica, não tem noção de unidade

1.15.1.2. 2º estágio (1 ano)

1.15.1.2.1. Percebe-se como unidade, Diferencia EU/OUTRO

1.15.1.3. 3º estágio (18 meses)

1.15.1.3.1. Reconhece a imagem EU/Identidade

1.15.1.3.2. Encantamento

1.15.1.3.3. Narcisismo

1.15.1.3.4. Linguagem

1.15.1.3.5. Eu a partir do outro

1.15.2. Linguagem

1.15.2.1. Significante/palavras

1.15.2.2. Significado/conceito

1.15.3. Aparelho psíquico

1.15.3.1. Real

1.15.3.2. Imaginário

1.15.3.3. Simbólico

1.16. Mary Ainsworth

1.16.1. Experimento de sutuação estranha

1.16.1.1. Vínculo do bebê e seus cuidadores

1.16.2. 2 tipos de apego

1.16.2.1. Seguro

1.16.2.2. Ansioso-resistente

1.16.2.3. Ansioso-esquivo

1.17. John Boulby

1.17.1. Teoria do apego

1.17.2. Ansiedade da separação

1.18. Heinz Kohlet

1.18.1. Resposta aos cuidadores

1.19. Margaret Mahler

1.19.1. Autonomia do bebê (SELF)

1.20. Melaine Klein

1.20.1. Relação Objetal

1.20.1.1. Satisfação dos desjos e necessidades

1.20.1.1.1. Seios da mãe

1.20.1.1.2. Posição esquizoparanóide

1.20.1.1.3. Posição Depressiva

1.20.1.1.4. Ego

1.21. Pulsões/Instintos

1.21.1. Origem ID, EGO controle. Pulso entre vida e morte.

2. Terceira Onda 🌊

2.1. Alguns modelos de terapias contextuais:

2.1.1. Terapia de aceitação e compromisso (ACT)

2.1.2. Terapia comportamental dialética (DBT)

2.1.3. Terapia focada na compaixão (CFT)

2.1.4. Terapia analítico-funcional (FAP)

2.1.5. Terapias baseadas em mindfulness

2.2. Insuficiência de terapia comportamental. Foco excessivo na cognição (insuficiente)

2.3. Foco na forma como inteagimos com pensamentos e emoções. Terapias contextuais

3. Gestalt

3.1. Gestalt-Terapia

3.1.1. Desenvolver consciência e criação de ajustamentos criativos

3.2. Prática Clinica

3.2.1. Fenomenologia

3.2.2. Diagnóstico como instrumento para guiar e olhar

3.3. Teoria humanista

3.3.1. Ser humano com integridade

3.3.2. Potencial das pessoas

3.3.3. Ser humano como protagonista

3.4. Consciência

3.4.1. Auto conhecimento

3.4.2. Personalidade

3.4.3. Awareness

3.4.3.1. Consciência dos sentimentos

3.5. Ajustamento

3.5.1. Auto regulação para inventar novos modos de interação criativa

3.6. Figura e fundo

3.6.1. Observação do fenômeno e estar consciente aqui e agora

4. Abordagem centrada na pessoa

4.1. Carl Rogers (Psicología Clínica)

4.1.1. Filosofia

4.1.2. Zen-budismo

4.1.3. Psicanálise neo-freudiana

4.2. Terapia centrada no cliente

4.2.1. Cliente toma consciência e decisões

4.2.2. Auto percepção e percepção do mundo

4.2.3. Organismo controlado

4.2.4. Confiança no indivíduo

4.2.5. Tendência de auto-atualização

4.2.6. Self

4.2.7. Abertura a experiência

4.2.8. Defesas

4.3. O terapeuta

4.3.1. Empatia

4.3.2. Aceitação Incondicional

4.3.3. Congruência

4.3.4. Educação

4.3.5. Reinteração

4.3.6. Reflexo

5. Psicologia Positiva

5.1. Desamparo aprendido

5.1.1. Controle

5.2. Resiliência

5.2.1. Capacidade de adaptação a mudanças ou ameaças

5.2.2. Traços indivuais psicológicos positivos

5.2.3. Relacionamentos positivos

5.2.4. Instituição positivas

5.2.5. Estados persuasivos de bem-estar

5.3. Ciência da felicidade

5.3.1. Fortalecer competências

5.3.2. Reconstruir qualidades positivas

5.3.3. Nutrir o que existe de melhor

5.4. Martin Seligman

5.4.1. Estudou o bem-estar, causas da felicidade e emoções positivas

5.4.2. Forças de caráter: Sabedoria, Coragem, Humanidade, Justiça, Temperamento, Transcendência

5.5. Vida plena

5.5.1. Satisfação, Engajamento, Sentido, Relacionamentos

5.6. Estado de Flow

5.6.1. Atividade capaz de tirar o indivíduo da realidade

6. Teoria Sistêmica

6.1. Separação entre ciência e filosofia

6.1.1. Separação sujeito-conhecimento

6.2. Pensamento sistêmico

6.2.1. Teoria geral dos sistemas - Ludwig von Bertalanffy

6.2.1.1. Globalidade

6.2.1.2. Não somatividade

6.2.1.3. Homeostase

6.2.1.4. Morfogênese

6.2.1.5. Circulosidade

6.2.1.6. Equifinalidade

6.2.2. Cibernética - Norbert Wiener

6.2.2.1. Retroalimentação

6.2.2.1.1. 1º Momento

6.2.2.1.2. 2º Momento

6.2.3. Teoria da complexidade - Edgar Morin

6.2.3.1. Complicação

6.2.3.2. Transgressão dos limites

6.2.3.3. Crise da clareza

6.2.3.4. Problema da contradição

6.2.3.5. Irredutibilidade da ação e da disordem

6.2.4. Teoria da comunicação

6.2.4.1. Comunicação funcional, União

6.2.4.2. Comunicação desfuncional, Afastamento

6.2.5. Paradigma sistêmico

6.2.5.1. Tirar o foco do elemento e incluir nas relações

6.2.5.2. Simplicidade X Complexidade

6.2.5.3. Estabilidade X Instablidade

6.2.5.4. Objetividade X Intersubjetividade

6.3. Terapia sistêmica

6.3.1. Terapia de familia

7. Teoria do Esquema

7.1. Jeffrey Young ( 1950 )

7.1.1. Proposta de terapia integradora e inovadora

7.1.2. Origens do Esquema

7.1.2.1. Base Filogenética Herdada

7.1.2.2. Base ontogenética Temperamento, aprendizado e interações Experiências Infantis

7.1.3. Tarefa Evolutiva

7.1.3.1. Aceitação e pertencimento

7.1.3.2. Senso de autonomia e competência adequado

7.1.3.3. Limites realistas

7.1.3.4. Respeito aos seus desejos e aspirações

7.1.3.5. Expressão emocional legitima

7.1.4. Tarefas Domínios Esquematicos Adaptativos

7.1.4.1. Desconexão e rejeição

7.1.4.2. Autonomia e desempenho prejudicados

7.1.4.3. Limites prejudicados

7.1.4.4. Orientação para o outro

7.1.4.5. Super vigilância e inibição

7.1.5. Ativação Esquemática

7.1.5.1. Memória afetiava emocional desperta o esquema

8. Behaviorismo radical

8.1. Burrhus Skinner (1904-1990)

8.1.1. Ambiente não é causa, mas sim parte do comportamento

8.1.2. Comportamento não é produto da estimulação do ambiente

8.1.3. Estudo dos eventos privados como comportamentos, explicados como qualquer outros

8.1.4. Eventos privados tem natureza física

8.2. John B. Watson

8.2.1. Comportamentos reflexos

8.2.1.1. Aquilo que nosso corpo faz um forma automática

8.2.1.2. São inatos

8.2.1.3. Toda a diversidade de comportamentos humanos é resultado desse tipo de condicionamento

8.2.1.4. Medos aprendidos e não herdados

9. Teorias Comportamentais

9.1. Ivan Pavlov (1849 - 1936)

9.1.1. Teoria de reflexos e emoções

9.1.1.1. Se os organismos podem aprender novos reflexos, também podem aprender a sentir emoções que não estão em seu repertório comportamental

9.1.1.2. Emparelhamento entre estímulo neutro adquire o poder de eliciar a resposta

9.2. Albert Bandura (1925 - 2021)

9.2.1. Reforço Vicário

9.2.1.1. Aprendizado ou fortalecimento de um comportamento por meio de observação do comportamento de outras pessoas e das consequências de tal comportamento

9.2.2. Teoria Social Cognitiva

9.2.2.1. Observação do comportamento dos indivíduos durante a interação

9.2.2.2. Teoria de aprendizado social = Comportamento em situações sociais

9.2.2.3. Enfatiza a influência dos esquemas de reforço externo nos processos de pensamentos

9.2.2.4. Respostas comportamentais não são disparadas automaticamente por um estímulo externo

9.2.2.5. É possível alterar ou reaprender o indesejável por meio da observação

9.2.3. Modelagem

9.2.3.1. Observação do comportamento de um modelo e a repetição deste comportamento

10. Teoria Cognitiva Comportamental

10.1. Karls Spencer Lashley (1890 - 1958)

10.1.1. O comportamento desejado pode ser influenciado mediante mudança cognitiva

10.1.2. A atividade cognitiva influência o comportamento

10.1.3. A atividade cognitiva pode ser monitorada e alterada

10.1.4. Buscou entender as atividades complexas e planejadas

10.2. Albert Ellis (1913 - 2007)

10.2.1. Teoria Racional Emotiva Comportamental (TREC)

10.2.1.1. O pensamento e a emoção estão inter-relacionados

10.2.1.2. Os sintomas emocionais são determinados pelo sistema de crenças da pessoa

10.2.1.3. O objetivo da terapia é identificar a desafiar as crenças irracionais que estão na raiz da perturbação emocional

10.3. Aaron Beck (1921 - 2021)

10.3.1. Tríade Cognitiva

10.3.1.1. Visão de si

10.3.1.2. Visão do mundo

10.3.1.3. Visão do Futuro

10.3.2. Pensamento

10.3.2.1. Processo cognitivo

10.3.3. Emoção

10.3.3.1. Humor e estados emocionais

10.3.4. Comportamento

10.3.4.1. Ações, respostas e reações

11. Teorias Evolucionistas

11.1. Charles Darwin ( 1809 - 1882 )

11.1.1. Os sistemas que formam o humando só existem porque são necessários para a sobrevivência da espécie a um nível evolutivo

11.1.2. Adaptação do organismo ao meio

11.1.3. Adaptação, características, habilidades, capacidades aumentam chance de sobrevivência e reprodução

11.1.4. Mudanças transmitidas às gerações

11.1.5. Seleção Natural

11.1.5.1. Mecanismo de evolução

11.1.5.2. Alterações adaptativas são transmitidas

11.1.5.3. As espécies mais adaptadas aos ambientes vão sobreviver

11.2. Jean B Lamarck ( 1744-1829 )

11.2.1. Lei do uso e desuso

11.2.1.1. O ambiente demanda o uso diferenciado dos vários orgãos do organismo

11.2.1.2. Os mais usados se desenvolvem, os menos usados atrofiam

11.2.2. Transmissão dos caracteres adquiridos

11.2.2.1. Características adquiridas são transmitidas aos descendentes

11.2.2.2. Alterações graduais infimas de uma geração para outra, mas que se acumula ao longo das gerações