Escola da Abordagem Sistêmica

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1. Teoria dos Sistemas

1.1. A teoria adota que um sistema é qualquer organismo formado por partes interligadas e interdependentes. É essa amplitude do conceito que faz com que a teoria geral dos sistemas seja aplicável a diversas áreas do conhecimento, seja nas ciências exatas, sociais, naturais, etc. O propósito da teoria dos sistemas é investigar pontos em comum entre os diferentes campos de conhecimento e descobrir suas dinâmicas, problemas e princípios (propósito, métodos, ferramentas, etc), a fim de produzir resultados.

1.2. Tipos de Sistema

1.2.1. Os sistemas podem ser classificados pela sua constituição e pela sua natureza. Com relação à constituição, os sistemas podem ser: Físicos: são coisas reais e palpáveis como objetos, equipamentos e outros tipos de maquinários como computadores, carros, relógios, etc. Abstratos: são conceitos e ideias formadas por diversas partes. Pode ser áreas do conhecimento, teorias, argumentos, etc. Com relação à natureza, os sistemas podem ser: Abertos: são suscetíveis a influências do ambiente ao seu redor. Fechados: não interagem com o ambiente ao seu redor.

1.3. A TGS se baseia em três princípios básicos: a) Expansionismo; b) Pensamento sintético; c) Teleologia. Todo fenômeno é parte de um fenômeno maior. Desempenho de um sistema depende de como ele se relaciona com o todo.

2. Teoria Neoclassica

2.1. Dentre os principais conceitos abordados na teoria neoclássica, destacam-se: 1. Ênfase na prática da administração • Busca de resultados concretos; • Formulação de conceitos de forma prática e utilizável; • Foco na ação administrativa; • Influência da cultura anglo-saxônica. 2. Reafirmação relativa das proposições clássicas • Reação às ciências do comportamento; • Retomada do legado da abordagem clássica; • Ampliação e flexibilidade à teoria clássica. 3. Ênfase nos princípios gerais de gestão • Estabelecimento de normas de comportamento administrativo; • Retomada dos princípios gerais de planejar, organizar, dirigir e controlar; • Crença de que os problemas de gestão são sempre os mesmos, independente do tipo e tamanho da organização. 4. Ênfase nos objetivos e resultados. • Premissa de que toda organização existe para atingir objetivos e alcançar resultados; • O desempenho da organização deve ser avaliado com base nos objetivos e resultados. 5. Ecletismo nos conceitos • Apesar de sustentar-se em conceitos da teoria clássica, o conteúdo de teorias mais recentes são absorvidos pelos autores neoclássicos.

2.2. Funções do Administrador A Teoria Neoclássica resgatou o conceito de funções da administração citado por Henri Fayol. A diferença é que esta nova roupagem deixou as funções mais limpas e definidas como: 1 – Planejar: que significa estabelecer objetivos a alcançar e um plano para chegar até eles; 2 – Organizar: que significa colocar cada coisa no seu lugar, distribuir tarefas e responsabilidades; 3 – Dirigir: que significa liderar as pessoas para que alcancem os objetivos da organização. Esta função diz respeito a guiar, treinar, motivar, influenciar o fator humano da organização; 4 – Controlar: que significa garantir que o que foi planejado seja concretizado. (PODC)

3. Teoria Estruturalista

3.1. As organizações passaram por um processo de desenvolvimento ao longo de quatro etapas, a saber:

3.1.1. Etapa da natureza. É a etapa inicial, na qual os fatores naturais, ou seja, os elementos da natureza, constituíam a base única de subsistência da humanidade. O papel do capital e do trabalho é irrelevante nesta etapa da história da civilização.

3.1.2. Etapa do trabalho. A partir da natureza, surge um fator perturbador que inicia verdadeira revolução no desenvolvimento da humanidade: O trabalho. Os elementos da natureza passam a ser transformados por meio do trabalho, que conquista rapidamente o primeiro plano entre os elementos que concorrem para a vida da humanidade. O trabalho passa a condicionar as formas de organização da sociedade.

3.1.3. Etapa do capital. É a terceira etapa na qual o capital prepondera sobre a natureza e o trabalho, tornando-se um dos fatores básicos da vida social.

3.1.4. Etapa da organização. A natureza, o trabalho e o capital se submetem à organização. A organização, sob uma forma rudimentar, já existia desde o primórdios da evolução humana do mesmo modo que o capital existira antes da fase capitalista, pois, desde quando surgiram os instrumentos de trabalho, o capital ali estava presente. o predomínio da organização revelou o seu caráter independente em relação à natureza, trabalho e capital utilizando-se deles para alcançar seus objetivos.

3.2. Funções dos objetivos estruturalistas: Pela apresentação de uma situação futura indica uma orientação que a organização procura seguir; Os objetivos constituem uma fonte de legitimidade que justifica as atividades de uma organização; Os objetivos servem como padrões para avaliar o êxito da organização; Os objetivos servem como unidade de medida para o estudioso de organizações que tenta verificar e comparar a sua produtividade. Os objetivos são ideais que a organização pretende atingir e transformar em realidade.

3.2.1. Dois modelos de organização:

3.2.1.1. Modelos de eficiência: desenvolve objetivos que lhe permitem não apenas existir, mas também funcionar dentro de padrões de crescente eficiência.

3.2.1.2. O estabelecimento de objetivos por uma organização é intencional, é um processo de interação entre a organização e o ambiente.

3.3. As organizações sociais são consequências da necessidade que as pessoas têm de relacionar-se e juntar-se com outras a fim de poder realizar seus objetivos. Dentro da organização social, as pessoas ocupam certos papéis. Papel significa um conjunto de comportamentos solicitados a uma pessoa; é a expectativa de desempenho por parte do grupo social e consequente internalização dos valores e normas que o grupo, explícita ou implicitamente, prescreve para o indivíduo. O papel prescrito para o indivíduo é reforçado pela sua própria motivação em desempenhá-lo eficazmente.

3.4. para os estruturalistas, a estratégia é função da política organizacional: a) as organizações são coalizões de vários indivíduos e grupos de interesse. b) Existem diferenças duradouras entre os membros de coalizões em termos de valores, crenças, informações, interesses e percepções da realidade. c) A maior parte das decisões importantes envolve a alocação de recursos escassos - quem obtém o quê. d) Recursos escassos e diferenças duradouras dão ao conflito um papel central na dinâmica organizacional e fazem do poder o recurso mais importante da organização. e) Metas e decisões emergem de barganhas, negociações e manobras em busca de posições entre os diferentes interessados.