1.1. Estabelece-se uma norma ideal do que, supostamente é um sujeito sadio.
2. Normalidade como bem-estar.
2.1. A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu em 1946, a saúde como o complemento entre o bem-estar físico, mental e social e não somente como ausência de doença.
3. Normalidade funcional:
3.1. Baseados em aspectos funcionais o fenômeno é considerado patológico quando produz sofrimento para o individuo e/ou para o seu grupo social.
4. Normalidade subjetiva.
4.1. Aqui o que vale é a percepção subjetiva do sujeito sobre seu próprio estado de saúde.
5. Normalidade operacional.
5.1. Aqui, a priori, define-se o que é normal e patológico e opera-se de acordo com estas definições.
6. Quando classificamos como patológico um sistema ou um mecanismo funcional isolado, esquecemos que aquilo que os torna patológicos é a relação de inserção na totalidade indivisível de um comportamento individual.
6.1. Pois não haveria um único fenômeno que se realizaria no organismo doente da mesma forma que no organismo são.
7. Normalidade estatística:
7.1. normal é aquilo que se observa com mais freqüência
8. Normalidade como ausência de doença;
8.1. Neste a ausência de sintomas, sinais ou de doenças é sinônimo de saúde.
9. Normalidade como processo.
9.1. Este conceito considera os aspectos dinâmicos do desenvolvimento psicossocial, das desestruturações e das reestruturações ao longo do tempo.
10. - Normalidade como liberdade.
10.1. Alguns autores existencialistas tratam que saúde esta vinculado a possibilidade de transitar som graus de liberdade sobre o mundo; a doença é a fossilização destas possibilidades existenciais
11. O limite entre o normal e o patológico é impreciso. O normal não é rígido, ele se adapta e se transforma de acordo com as condições individuais. Dois corpos podem estar submetidos as mesmas influências e reagirem a estas de maneira distinta. Segundo Canguilhem é para além do corpo que se deve olhar para se julgar o normal e o patológico para este mesmo corpo
11.1. O que adoece não são apenas partes do corpo ou a sua totalidade. Há um adoecimento, um mal-estar, que se estende para além dos limites do corpo, que está na sociedade.