SÍNDROME ALÉRGICA RESPIRATÓRIA CRÔNICA

Lancez-Vous. C'est gratuit
ou s'inscrire avec votre adresse e-mail
SÍNDROME ALÉRGICA RESPIRATÓRIA CRÔNICA par Mind Map: SÍNDROME ALÉRGICA RESPIRATÓRIA CRÔNICA

1. ASMA

1.1. Definição

1.1.1. inflamação crônica das vias aéreas

1.2. Sintomas

1.2.1. Sibilos, dispneia, opressão torácica retroesternal e tosse

1.3. Epidemiologia

1.3.1. 235 milhões no mundo Brasil --> diagnóstico: 12% sintomas: 20%

1.4. Etiologia

1.4.1. Genes suscetíveis

1.4.1.1. Th1 e Th2, IgE, IL 3, 4, 5, 9, 13), fator estimulante de colônias de granulócitos e monócitos (GM-CSF), fator de necrose tumoral alfa (FNT-α) e o gene ADAM33,

1.4.1.1.1. proliferação da musculatura lisa das vias respiratórias e fibroblastos ou regular a produção de citocinas.

1.4.2. Fatores ambientais.

1.4.2.1. Exposição a alergênios

1.4.2.1.1. ácaros, baratas e animais de estimação

1.4.2.2. Dieta

1.4.2.2.1. vitaminas C e E e de ácidos graxos ômega-3 e obesidade

1.4.2.3. Fatores perinatais

1.4.2.3.1. baixa idade materna, nutrição materna precária, prematuridade, baixo peso ao nascer e ausência de aleitamento materno.

1.4.2.4. hipótese da higiene

1.5. Fisiopatologia

1.5.1. Broncoconstrição Edema e inflamação das vias respiratórias Hiper-reatividade das vias respiratórias Remodelamento das vias respiratórias

1.6. Diagnóstico

1.6.1. Avaliação clínica Testes de função pulmonar Teste de capacidade de difusão do monóxido de carbono (DLco) Radiografia de tórax Teste de alergia

1.7. Tratamento

1.7.1. Controle de fatores deflagradores

1.7.2. Terapia medicamentosa

1.7.2.1. Broncodilatadores (beta-2-agonistas, anticolinérgicos) Corticoides Modificadores de leucotrienos Estabilizadores de mastócitos Metilxantinas Imunomoduladores

1.7.3. Monitoramento

1.7.4. Orientação do paciente

1.7.5. Tratamento das exacerbações agudas

1.7.5.1. Broncodilatadores inalatórios (beta-2-agonistas e anticolinérgicos) Geralmente, corticoides sistêmicos

1.7.6. Lactentes e crianças < 5 anos de idade

1.7.6.1. tratamento > 2 vezes/semana, corticoides inaláveis (preferidos), antagonistas de receptor de leucotrieno ou cromolina.

2. RINITE

2.1. Definição

2.1.1. Inflamação e/ou disfunção da mucosa de revestimento nasal

2.2. Sintomas

2.2.1. Obstrução nasal, rinorreia anterior e posterior, espirros, prurido nasal e hiposmia

2.2.1.1. Duração >2 dias e >1 hora

2.3. Classificação

2.3.1. 1) rinites infecciosas;

2.3.1.1. agudas, autolimitadas.

2.3.2. 2- rinite alérgica

2.3.2.1. forma mais comum, indivíduos sensibilizados.

2.3.3. 3- rinite não alérgica não infecciosas de inflamação alérgica

2.3.3.1. rinite induzida por drogas, rinite do idoso, rinite hormonal, etc.

2.3.4. 4- rinite mista

2.3.4.1. mais de um agente etiológico

2.3.5. Quatro Endotipos de rinite: a) com resposta imunológica tipo 2 b) com resposta imunológica tipo 1 c) rinite neurogênica; d) disfunção epitelial

2.4. Prevalência:

2.4.1. sintomas nasais: 37,2% rinoconjuntivite alérgica: 16,2%

2.5. Fatores desencadeantes

2.5.1. Ácaros domésticos, alérgenos de barata, epitélio de animais domésticos e mais raramente fungos.

2.6. Fisiopatogenia

2.6.1. Mecanismos celulares e moleculares participantes da reação alérgica e responsáveis pela inflamação alérgica

2.7. Diagnóstico

2.7.1. Diagnóstico etiológico

2.7.1.1. skin prick test (SPT) e a avaliação dos níveis séricos de IgE alergenoespecífica.

2.7.2. Avaliação da cavidade nasal

2.7.2.1. citologia nasal, bacterioscopia e cultura de secreções de vias aéreas, avaliação do olfato, permeabilidade nasal [rinometria acústica, rinomanometria, pico de fluxo nasal

2.7.3. Avaliação por imagem

2.7.3.1. Rx de rinofaringe (adenoide) TM e RNM (processos tumorais)

2.7.4. Avaliação complementar.

2.8. Tratamento

2.8.1. Evitar alergênio ou irritante

2.8.1.1. Cort. nasal ou anti-H1 ou antileucotrieno