1. Relações Sociais: No capitalismo, o motor das relações produtivas e sociais é o dinheiro. Para que este possa circular, o capitalismo transforma tudo em mercadoria, pois estas podem ser compradas e vendidas, em troca de dinheiro. A fim de estimular que as pessoas comprem e consumam, o capitalismo acaba criando necessidades que não existem, lançando novos produtos, para que os indivíduos possam continuar a gastar seu dinheiro.
2. Principais Características: Este modo, provavelmente o mais conhecido, é caracterizado pelas relações assalariadas de produção. Os meios de produção são propriedade privada da burguesia e o trabalho assalariado. Movido por lucros, esse modo é demarcado por duas classes sociais principais: a burguesia e o trabalhador.
3. Contexto Histórico: O Capitalismo surgiu no século XV, na passagem da Idade Média para a Idade Moderna, a partir da decadência do sistema feudal e do nascimento de uma nova classe social, a burguesia.
4. Escravista
4.1. Contexto Histórico: O modo de produção escravista surgiu como ferramenta econômica principal no Egito Antigo, sendo continuado por todos os impérios posteriores : império babilônico, império persa, império macedônico e império romano . Foi o modo de produção praticado por todo o Império Romano.
4.2. Principais Características: Esse modo de produção foi marcado pelo domínio e sujeição. Um pequeno número de senhores explorava uma grande massa de escravos, sendo proprietários destes, além dos meios de produção e do produto, não dando direito nenhum dos escravos, que produziam os bens.
4.3. Relações Sociais: Na sociedade escravista os meios de produção (terras e instrumentos de produção) e os escravos eram propriedade do senhor. Assim, no modo de produção escravista, as relações de produção eram relações de domínio e de sujeição: senhores x escravos.
5. Feudal
5.1. Contexto Histórico: As origens do feudalismo remontam ao século III, quando o sistema escravista de produção no Império Romano entrou em crise.
5.2. Principais Características: A sociedade feudal era essencialmente agrária, portanto a terra era a maior riqueza que alguém poderia possuir, ou seja, a terra foi a base econômica do sistema feudal. Em relação aos aspectos políticos, o monarca era a autoridade máxima e absoluta; no entanto, os senhores feudais detinham o poder militar, o judicial e o direito de cunhar suas próprias moedas, assim o monarca passou a ser apenas uma figura simbólica.
5.3. Relações Sociais: A sociedade feudal era constituída pelos senhores x servos. Os servos não eram escravos de seus senhores, pois não eram propriedade deles. Eles apenas os serviam em troca de casa e comida. Trabalhavam um pouco para o seu senhor e outro pouco para eles mesmos.
6. Capitalista
7. Relações Sociais: A servidão coletiva era o modo de pagamento para o rei ou faraó pela utilização de suas terras. Outro aspecto que marca o modo de produção "asiático" é também a diferença social, onde sacerdotes, servos e reis possuem funções sociais diferentes.
8. Principais Características: Este tipo de poder recebeu o nome de despotismo oriental, e suas características principais eram a formação de grandes comunidades agrícolas e apropriação do excedente de produção, tornando estas civilizações as primeiras sociedades estratificadas, ou sociedades de classe.
9. Contexto Histórico: O chamado modo de produção asiático, que teria iniciado por volta do ano 2500 a.C., na Idade Antiga (antiguidade), caracteriza os primeiros Estados surgidos no Mediterrâneo como o Egito antigo e a Persia.
10. Relações Sociais:As relações de produção eram relações de amizade e ajuda entre todos; elas eram baseadas na propriedade coletiva dos meios de produção, a terra em primeiro lugar.
11. Principais Características: Na comunidade primitiva os homens trabalhavam em conjunto. Os meios de produção e os frutos do trabalho eram propriedade coletiva, ou seja, de todos. Não existia ainda a ideia da propriedade privada dos meios de produção, nem havia a oposição proprietários x não proprietários.
12. Contexto Histórico: A comunidade primitiva existiu durante centenas de milhares de anos, enquanto o período compreendido pelo escravismo, pelo feudalismo e pelo capitalismo mal ultrapassa cinco milênios.