PESQUISAR NO LUGAR INFAME, OBSCURO E MUDOpar Ideal Chapecó
1. As pesquisadoras de certo modo perceberam alguns afetos, alguns questionamentos de o que seria o lugar infame? E que tipo de pesquisa queriam realizar de fato, segundo os seus objetivos e não o que realmente era elucidado.
2. Segundo o texto Renato produz movimentos invisíveis aos profissionais das redes que o atendem (profissionais da saúde e assistência social);
3. A Renato coube diagnósticos como TOD, TEA,TODA/H. É uma criança medicalizada, atendida na rede por psquiatra,(deu um tapa no psquiatra) e segundo a agente comunitária não o querem de volta na escola sem estar medicado. “ Não sabem o que fazer com ele”.
4. Rede de saúde e assistência tentam uma laqueadura para Renata, temendo um risco em uma próxima gravidez, porém o marido teme a traição com a cirurgia;
5. Profissional da saúde alega que quando há uma gestante o tapete vermelho é estendido, quanto mais filhos mais se ganha dinheiro ( Bolsa Família);
6. O pai após sair da cadeia consegue trabalho através do CREAS, os irmãos de Renato conseguem bolsas e estágios;
7. A pesquisa traz a luz o que antes era obscuro e mudo, em percepções, observações do cotidiano da vida de Renata e Renato;
8. Renato gosta do recepcionista do CREAS, diz trocar muita ideia com ele;
9. Um território construído pelas pesquisadoras a partir das histórias trazidas e pelas observações realizadas;
10. Atendimento no CREAS, suporte da assistência social, usuária diz ser convidada para tomar café, às vezes com frutas, diz que o irmão conseguiu uma bolsa e a mãe ganha passagens;
11. Realização de um mapeamento das situações observadas com a família em atendimento para criação de estratégias na rede de cuidado;
12. Renato seu filho de 10 anos vem sido observado pelas agentes comunitárias com comportamentos estranhos, considerado pelo texto o diagnóstico de “autismo”;
13. Um território, o lugar obscuro e mudo em que Renata e Renato se encontram na pesquisa. Faz malabares com a mãe e os irmãos na cidade, anda pelas ruas, traz comida pra casa;
14. Renata mantém esta ligação às redes por medo de perder seus filhos, que por sua vez estão sendo vigiados pelo conselho tutelar, como no caso de Renato que vive fugindo pela comunidade onde mora, e a escola também com supostas novas denuncias;
15. Necessidade de manter-se em relação com a rede, mesmo desligando o caso;
16. Segundo a assistente social do CREAS, a negligência se relaciona ao que pode ser feito e não é feito, e encaminham Renata ao conselho tutelar;
17. Nomeação dada pelas profissionais que atendem o caso da família: Um ato de negligencia da mãe.;
18. Pai envolvido com tráfico, preso.
19. Atendimento a Renata e sua família, Renato filho de 10 anos destacado no capítulo
19.1. Pai negligente, traficante, preso
20. Renata e sua família recebem atendimento do CREAS, CRAS, Assistente social, UBS, pesquisadoras, agentes comunitárias, Rede de Proteção à Criança;