1. MEIO-NORDESTE
1.1. Vegetação
1.1.1. Grande parte da sub-região é ocupada por uma cobertura vegetal denominada Mata dos Cocais, uma formação florestal composta, sobretudo, por babaçus e carnaúbas.
1.2. Clima
1.2.1. O Meio-Norte, que é uma área de transição entre clima úmido e o clima seco, por isso apresenta partes úmidas e partes seca. O tipo climático predominante é o Tropical.
1.3. Localização
1.3.1. Abrange parte do Maranhão e do Piauí. O relevo é construído basicamente por planície costeiras, planaltos e chapadas.
1.4. População e economia
1.4.1. São Luís (MA) e Teresina (PI) são as maiores e mais populosas cidades do Meio-Norte. A primeira concentra importantes portos de exportação, e um setor industrial. Paralelamente, grande parte da população dessa sub-região dedica-se ao extrativismo vegetal, e praticam a agropecuária.
2. SERTÃO
2.1. Vegetação
2.1.1. A vegetação predominante é a Caatinga, é uma formação arbustiva com árvores baixas e retorcidas, cactos e plantas xerófitas. Possui o rio São Francisco que é utilizado para: navegação, são mais de 1 300 km navegáveis, da cidade de Pirapora (MG) até Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). produção de energia, seu potencial hidrelétrico está praticamente esgotado. e irrigação, vários projetos foram desenvolvidos nos últimos anos e tiveram sucesso, principalmente em Petrolina (PE) e Juazeiro (BA), transformando esses lugares em grandes áreas produtoras de frutas (uva, melão, manga, entre outras), comercializadas nos mercados nacional e internacional.
2.2. Clima
2.2.1. O clima do Sertão é classificado como Semiárido: as chuvas são poucas e irregulares. Quanto às temperaturas, são elevadas, com médias anuais superiores a 25 °C.
2.3. Localização
2.3.1. A maior sub-região , abrange terras do interior e do litoral.
2.4. População e economia
2.4.1. A principal atividade econômica do Sertão nordestino é a pecuária extensiva, realizada de maneira tradicional, em meio à Caatinga. Na produção agrícola, destacam-se o tradicional cultivo do algodão arbóreo e a fruticultura, tendo a manga e a uva do polo fruticultor dos municípios de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE) como destaques.
3. AGRESTE
3.1. Vegetação
3.1.1. Com relação ao relevo da sub-região, destaca-se o Planalto da Borborema, que apresen- ta terrenos bastante irregulares.
3.2. Clima
3.3. A estreita faixa de terra que forma o Agreste é uma área de transição entre o litoral, úmido, e o sertão, semiárido. Por causa de sua localização, a paisagem da região não é homogênea, é mais seca na porção oeste e mais úmida na leste.
3.4. Localização
3.4.1. Estende-se do norte de Minas Gerais até a parte oriental do Rio Grande do Norte
3.5. População e economia
3.5.1. Apesar de a sub-região não abrigar nenhuma capital estadual, o Agreste apresenta elevada concentração populacional. A base econômica do Agreste é a agricultura, que depende essencialmente das chuvas, bastante irregulares na região, embora ocorram mais que no Sertão.Grande parte do trabalho é realizada pelos proprietários das terras. Nos períodos de seca prolongada, eles se deslocam para a Zona da Mata, onde trabalham como empregados temporários. Quando recomeça o período de chuvas, voltam ao Agreste e retomam a atividade em suas terras.
4. ZONA DA MATA
4.1. Vegetação
4.1.1. Nas praias da Zona da Mata, são encontradas vegetações de dunas, restingas e palmáceas. Ao longo da costa, se espalham os manguezais. O restante da sub-região era originalmente coberta pela Mata Atlântica, motivo pelo qual recebeu o nome Zona da Mata.
4.2. Clima
4.2.1. Nessa sub-região, predomina o clima Tropical úmido, com temperaturas elevadas e chuvas intensas, concentradas no inverno.
4.3. População e economia
4.3.1. A Zona da Mata concentra a maioria dos habitantes e os principais centros urbanos e industriais do complexo regional Nordeste, como Salvador (BA) e Recife (PE). São encontradas na sub-região extensas plantações tradicionais, com destaque para os cultivos de cana-de-açúcar, cacau e tabaco.Nos últimos anos, as atividades econômicas realizadas na Zona da Mata vêm apresentando mudanças expressivas. A produção de cana-de-açúcar tem se modernizado, mas permanece a concentração de terras e o uso de mão de obra temporária, com os chamados boias-frias.O setor industrial na Zona da Mata cresceu e se diversificou a partir da criação da Superintendência para o Desenvolvimento do Nordeste.O turismo é outro setor que apresenta grande destaque na economia da sub-região. A Zona da Mata apresenta a maior infraestrutura turística do Nordeste e, entre todas as sub-regiões nordestinas, é a que mais recebe turistas.