EPIDEMIOLOGIA

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EPIDEMIOLOGIA par Mind Map: EPIDEMIOLOGIA

1. Estudos de tendências ou séries temporais

2. Transição nutricional

2.1. Mudanças no padrão de alimentação, atividade física e causas de doenças que acompanham as mudanças no desenvolvimento econômico, estilo de vida, urbanização e demografia

2.1.1. Transição epidemiológica

2.1.1.1. Diminuição da prevalência de doenças infectocontagiosas

2.1.1.2. Diminuição da desnutrição

2.1.1.3. Aumento das doenças crônicas não transmissíveis

2.1.2. Transição demográfica

2.1.2.1. Envelhecimento populacional

2.1.2.2. Queda da fecundidade

2.1.2.3. Aumento da expectativa de vida

3. Desenhos de estudo

3.1. Agregado

3.1.1. Observacional

3.1.1.1. Transversal

3.1.1.1.1. Estudos ecológicos

3.1.1.2. Longitudinal

3.2. Individuado

3.2.1. Intervenção

3.2.1.1. Longitudinal

3.2.1.1.1. Ensaios comunitários

3.2.2. Observacional

3.2.2.1. Transversal

3.2.2.1.1. Inquéritos ou surveys

3.2.2.2. Longitudinal

3.2.2.2.1. Estudos prospectivos - Coorte

3.2.2.2.2. Estudos retrospectivos - Caso-controle

3.2.3. Intervenção

3.2.3.1. Longitudinal

3.2.3.1.1. Ensaios clínicos

4. Risco

4.1. Probabilidade de ocorrência de um evento

4.1.1. Fator de risco

4.1.1.1. Condição que favorece a ocorrência de um evento

4.1.2. Marcador de risco

4.1.2.1. Características individuais inevitáveis

4.1.3. Fator de proteção

4.1.3.1. Condição que reduz a ocorrência de um evento

5. Indicadores Epidemiológicos

5.1. Indicadores de Mortalidade

5.1.1. Coeficiente Geral de Mortalidade (CGM)

5.1.1.1. risco de óbito na comunidade: número de óbitos dividido pela população total

5.1.2. Coeficiente de Mortalidade por Causas Específicas (CME)

5.1.2.1. número de óbitos de cada doença em uma determinada população; lida com letalidade de uma doença

5.1.3. Coeficiente de Mortalidade Infantil (CMI)

5.1.3.1. estimativa do risco que as crianças nascidas vidas tem de morrer antes de 1 ano

5.1.3.2. pode ser divido em: Coeficiente de Mortalidade Neonatal, Coeficiente de Mortalidade Neonatal Precoce, Coeficiente de Mortalidade Neonatal Tardia e Coeficiente de Mortalidade Pós-natal ou Infantil Tardia

5.1.4. Coeficiente de Mortalidade Materna (CMM)

5.1.4.1. é a razão entre o número de óbitos de mulheres residentes, por causas ligadas a gravidez, parto e puerpério pelo número de nascidos vivos de mães residentes, multiplicado por 100.000

5.1.5. Razão de Mortalidade Proporcional por Faixas Etárias

5.1.5.1. Curvas

5.1.5.1.1. Tipo I: nível de saúde muito baixo: curva assume formato de N

5.1.5.1.2. Tipo II: nível de saúde baixo: curva assume formato de L

5.1.5.1.3. Tipo III: nível de saúde regular: curva assume aparência de V

5.1.5.1.4. Tipo IV: nível de saúde elevado: curva assume aparência de J

5.1.5.1.5. Quantificação das Curvas: Índice de Guedes e Guedes

5.2. Indicadores de Morbidade

5.2.1. Coeficiente de Incidência

5.2.1.1. Dividir o número de casos NOVOS da doença em determinada comunidade e tempo pela população da área no mesmo tempo. Depois multiplica esse valor por 10 elevado ao total da população

5.2.2. Coeficiente de Prevalência

5.2.2.1. Dividir o número de casos PRESENTES da doença em determinada comunidade e tempo pela população da área no mesmo tempo. Depois multiplica esse valor por 10 elevado ao total da população

5.2.3. Coeficiente de Letalitade

5.2.3.1. Mortes devido à doença "X" em determinada comunidade e tempo dividido por casos da doença "X" na mesma área e tempo. Depois multiplica esse valor por 100

6. História da Epidemiologia

6.1. Asclépio

6.1.1. Deus da saúde

6.1.2. Panacéia

6.1.2.1. Saúde individual

6.1.3. Higéia

6.1.3.1. Saúde coletiva

6.2. Hipócrates

6.2.1. Precursor da epidemiologia

6.2.1.1. Epidemias e sua relação com o meio ambiente

6.3. Histórias

6.3.1. Clínica

6.3.1.1. 1ªFase

6.3.1.1.1. Religiosa

6.3.1.1.2. Doença como perturbação da comunidade

6.3.1.1.3. Médicos eram vistos como xamãs

6.3.1.2. 2ªFase

6.3.1.2.1. Médicos detentores de um saber técnico a partir da investigação sistemática dos enfermos nos hospitais

6.3.1.3. 3ªFase

6.3.1.3.1. Fisiologia moderna

6.3.1.3.2. Claude Bernard

6.3.2. Estatística

6.3.2.1. Quantificação das enfermidades

6.3.2.1.1. Aritmética Política

6.3.2.2. John Grauntn

6.3.2.2.1. Pioneiro na utilização de coeficientes

6.3.2.3. William Farr

6.3.2.3.1. Classificação das doenças

6.3.3. Medicina social

6.3.3.1. Governo intervém sobre a saúde do povo

6.3.3.2. Estudiosos famosos deste período

6.3.3.2.1. Engels

6.3.3.2.2. Rudolf Virchow

6.3.3.2.3. Louis Pasteur

6.3.3.2.4. Koch

6.3.3.2.5. Florence Nightingale

6.3.3.2.6. Semmelweis

6.3.3.2.7. Frost

6.3.3.2.8. John Snow

6.4. Estudiosos da Epidemiologia no Brasil

6.4.1. Oswaldo Cruz (1872-1917)

6.4.2. Carlos Chagas (1879-1934)

6.4.3. Adolfo Lutz (1855-1940)

6.4.4. Emílio Ribas (1862-1925)

7. Epidemiologia descritiva

7.1. Frequência da distribuição de doenças e seus agravos

7.1.1. Tempo

7.1.1.1. Variação regular:

7.1.1.1.1. Sazonal

7.1.1.1.2. Clínica

7.1.1.1.3. Tendência Secular

7.1.1.2. Variação irregular:

7.1.1.2.1. Endemia

7.1.1.2.2. Epidemia

7.1.2. Pessoa

7.1.2.1. "Quem está com a doença ou com a condição estudada?"

7.1.2.1.1. Idade, Sexo, Etnia, Características familiares, Nível Socioeconômico e hábitos

7.1.3. Espaço

7.1.3.1. Relação do lugar ou espaço com a distribuição do agravo

7.1.3.1.1. Verifica-se variáveis geográficas, políticas e administrativas

8. Tipos de estudo

8.1. Observacionais

8.1.1. Analítico

8.1.1.1. Ecológico

8.1.1.1.1. Grupo como unidade de estudo

8.1.1.1.2. Longitudinal

8.1.1.1.3. Transversal

8.1.1.2. Transversal

8.1.1.2.1. Planejamento em saúde

8.1.1.2.2. População inteira ou uma amostra

8.1.1.2.3. Distribuição e características do evento

8.1.1.3. Caso-controle

8.1.1.3.1. Parte da doença para buscar historicamente os fatores de riscos

8.1.1.3.2. Dois grupos, um com a doença e outro de controle, com semelhanças aos casos, entretanto sem a doença

8.1.1.4. Coorte

8.1.1.4.1. Risco relativo

8.1.1.4.2. Parte dos riscos para buscar os defechos

8.1.1.4.3. Melhor correlação entre fator e causa

8.1.2. Descritivo

8.1.2.1. Relatos de caso

8.1.2.1.1. Sem grupo de comparação

8.1.2.1.2. Pequeno número de pacientes envolvidos

8.1.2.1.3. Descrição de novas doenças ou associação de sintomas

8.1.2.2. Série de casos

8.1.2.2.1. Uma série de relatos de caso indica aumento do número de casos

8.2. Experimentais

8.2.1. Ensaio clínico randomizado

8.2.1.1. Experimento com pessoas doentes em tratamento

8.2.1.2. Tosa e qualquer inovação clínica

8.2.1.3. Testa eficácia de tratamentos e medicamentos

8.2.2. Ensaio de campo

8.2.3. Ensaio de comunidade

8.2.3.1. Avalia em nível de comunidade, as intervenções realizadas.

8.2.3.2. Conhecer e detectar mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana

8.2.3.2.1. Vigiágua

8.2.3.2.2. Vigiar

8.2.3.2.3. Vigipeq

8.2.3.2.4. Vigidesastres

8.2.3.2.5. Vigifis

9. Vigilância em Saúde

9.1. Vigilância Ambiental

9.2. Vigilância Sanitária

9.2.1. Conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde

9.2.1.1. Controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo

9.2.1.2. Controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde

9.3. Vigilância Saúde do Trabalhador

9.3.1. Promoção da saúde e à redução da morbimortalidade da população trabalhadora

9.4. Vigilância Epidemiológica

9.4.1. Coleta de dados

9.4.2. Processamento de dados coletados

9.4.3. Análise e interpretação dos dados processados

9.4.4. Recomendação das medidas de prevenção e controle apropriadas

9.4.5. Promoção das ações de prevenção e controle indicadas

9.4.6. Avaliação da eficácia e efetividade das medidas adotadas

9.4.7. Divulgação de informações pertinentes

10. Carga Global de Doenças

10.1. Os grandes grupos e subgrupos de doenças avaliadas no estudo da GBD são divididos em 3 grupos:

10.1.1. Doenças transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais

10.1.2. DCNTs (doenças crônicas não transmissíveis)

10.1.3. Causas externas

10.2. Carga de doença

10.2.1. Quantificação da morte proporcional ao peso e a perda de qualidade de vida que ela causa. DALY: Anos de vida perdidos por morte prematura (YLL) + Anos perdidos devido à incapacidade (YDL)

10.2.1.1. YLL

10.2.1.1.1. Years of Life Lost (anos de vidas perdidos) – É calculado pela idade no momento da morte subtraído pela maior expectativa de vida possível para aquela região.

10.2.1.2. YLD

10.2.1.2.1. Years lost due to disability (anos perdidos devido à incapacidade) – É calculado pela multiplicação da prevalência da condição e o peso da deficiência para essa condição

11. Medidas de Variabilidade

11.1. Média

11.1.1. Soma dos valores das observações dividido pelo nº de observações

11.2. Mediana

11.2.1. Ponte onde o nº de observações acima de iguala ao nº abaixo; é o ponto do meio de uma sequência numérica crescente

11.3. Moda

11.3.1. O valor que ocorre com maior frequência

12. Medidas de Dispersão

12.1. Faixa (amplitude)

12.1.1. Do valor mais baixo ao mais alto numa distribuição

12.2. Desvio Padrão

12.2.1. O valor absoluto da média das diferenças dos valores individuais em relação à média

12.3. Percentil, decil, quaartil etc

12.3.1. A proporção de todas as observações que ficam entre os valores especificados