Embriologia do Sistema Urinário

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Embriologia do Sistema Urinário par Mind Map: Embriologia do Sistema  Urinário

1. Mesênquima metanefrogênico

1.1. Deriva do mesoderma intermediário e forma uma capa sobre a extremidade cefálica do botão ureteral.

1.2. A diferenciação é muito maior, já que se estabelecem as unidades funcionais do rim definitivo

1.3. Formam-se primeiro as vesículas metanéfricas, que se alongam e originam os túbulos metanéfricos com forma de cálice e dão lugar à cápsula de Bowman que envolve o glomérulo renal

1.4. O restante do túbulo se diferencia nos diferentes segmentos que darão origem ao túbulo contorcido proximal, à alça de Henle e ao túbulo contorcido distal

1.5. O corpúsculo renal e os três segmentos citados, derivados do túbulo metanéfrico, constituem o néfron, cuja extremidade distal tem continuidade no túbulo coletor arqueado

1.6. O número das unidades funcionais descritas aumenta por camadas concêntricas durante toda a vida pré-natal. Depois do nascimento não se desenvolvem novos néfrons

2. O rim do feto e do lactente possui uma superfície externa lobulada que costuma desaparecer durante a infância, tornando-se lisa. Esses pseudolóbulos, fáceis de ver no rim adulto bovino, marcam os limites de cada mesênquima metanefrogênico que envolve as primitivas divisões da pélvis renal

3. Os rins, localizados primitivamente na pélvis, deslocam-se para o abdome à medida que o embrião cresce em sentido caudal. Seu hilo, orientado primeiro em sentido ventral, gira 90° para localizarse na linha média.

4. Desde o terceiro mês do desenvolvimento embrionário, a estrutura histológica do rim é praticamente idêntica à do adulto, e desde este estágio já começa a funcionar, com elaboração de urina que passa a fazer parte do líquido amniótico.

5. A redução do volume normal do líquido amniótico pode indicar uma anomalia nas vias urinárias do embrião.

6. Desenvolvimento do Rim e do Ureter

6.1. Profeno

6.1.1. Aparece ao final da terceira semana e involui ao final da quarta

6.1.2. É um esboço do aparelho excretor, segmentado (nefrótomos) e transitório na espécie humana, situado na região torácica do embrião.

6.1.3. Cada nefrótomo se transforma em uma vesícula alongada e desemboca em um canal coletor que se dirige para a cloaca.

6.1.4. Este primitivo sistema excretor desaparece de forma gradual e precoce.

6.2. Mesonefro

6.2.1. Diferencia-se a partir da quarta semana do desenvolvimento, a partir dos agrupamentos celulares mais caudais do cordão nefrogênico.

6.2.2. Nestes agrupamentos celulares, aparecem cavidades que os transformam em vesículas mesonéfricas.

6.2.3. Depois, alongam-se e transformam-se em túbulos mesonéfricos, em forma de “S”.

6.2.4. Ao crescer, comunicam-se lateralmente com o vestígio do duto pronéfrico, chamado, a partir de agora, duto mesonéfrico (ou duto de Wolff), que desemboca nas paredes laterais da cloaca.

6.2.5. Na extremidade livre de cada túbulo mesonéfrico ele se expande em um cálice que invagina, associando-se a uma área capilar, que forma ou forma um ramo capilar, que o circunda para constituir uma cápsula glomerular (ou cápsula de Bowman).

6.2.6. Em seguida, a porção intermediária do túbulo mesonéfrico se alonga e se contorce consideravelmente. Esse desenvolvimento ocorre progressivamente na direção craniocaudal.

6.2.7. Além disso, quando os túbulos mesonéfricos são formados na região de Lombard, a região torácica ainda está envolvida. No final do período embrionário (oitava semana), todos ou mesonefro, exceto alguns túbulos, irão desaparecer.

6.3. Metanefro

6.3.1. Desenvolve-se na região lombar do embrião desde o começo da quinta semana e dele derivam os néfrons definitivos.

6.3.2. Os ureteres são borda definitiva surge de diferentes esboços devido às interações combinadas entre os dois

6.3.3. Broto ureteral: deriva do duto mesonéfrico de Wolff, próximo de sua desembocadura na cloaca, que cresce até se encontrar com o esboço metanefrogênico.

6.3.4. O tronco do botão ureteral se origina ou o ureter e sua extremidade se dilatam e formam a pelve renal, os cálices maiores, os cálices menores e os tubos coletores.

7. Formação da Uretra

7.1. Muleres

7.1.1. Provem totalmente do seiourogenital

7.2. Homens

7.2.1. Parte provem da parte urogenital (Endodérmica)

7.2.2. Parte mais terminal provem da estrutura da glande peniana que invagina-se (Ectodérmica)

8. Formação da bexiga (seio urogenital)

8.1. 3 Partes

8.1.1. Parte vesical=Bexiga

8.1.2. Parte Pélvica=Próstata/Uretra

8.1.3. Parte da fáscia=Pênis/Clitóris

8.1.3.1. Tubérculo Genital