1. A missão artistica francesa estava chefiada por Joachin Lebreton e junto com ele estavam: Nicolas Antoine Taunay e Jean Baptiste que fez parte da Primeira Geração que ja era bem conhecida na Europa e foi muito importante para as pinturas do Brasil. Jean Baptiste também fez um livro que publicou em três volumes e que se tratavam habtos costumes e outras coisas do Brasil.
2. Entre os principais artistas estão Pedro Américo e Victor Meirelles, pintores brasileiros que estudaram na Academia Imperial de Belas-Artes do Rio de Janeiro. Além desses dois pintores, outro que merece destaque é José Ferraz de Almeida Júnior, que foi aluno de Victor Meirelles
3. A Arte Acadêmica Brasileira, ou Academismo, foi um sistema autoritário e poderoso que envolveu todo o circuito de arte e teve início com a criação da Academia Imperial de Belas Artes. Após a chegada da Missão Artística Francesa ao país, o estilo neoclássico trazido por estes artistas serviu de base para a implantação do sistema Belas Artes brasileiro. Com ele, foram criadas normas e regras muito rígidas de ensino
4. Nas artes plásticas, a Academia Imperial de Belas-Artes foi um passo significativo para que os pintores nacionais ganhassem mais espaço. Até então, uma boa parte dos quadros que tematizavam a nação era fruto de missões artísticas estrangeiras. Na época, podemos grifar o legado dos pintores Vítor Meireles, Pedro Américo e Almeida Júnior. Em geral, vemos nesses quadros a representação de cenas históricas e políticas, bem como a das figuras típicas da população urbana e caipira. Michel B. Chacon
5. Um dos primeiros projetos arquitetônicos de Montigny foi a AIBA- A
6. A Academia Imperial de Belas Artes teve sua origem no projeto da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, aprovado pelo decreto de 12 de agosto de 1816, que concedeu pensões a diversos artistas franceses que vieram morar no Brasil. O projeto inicial de criação esteve relacionado não só às artes, mas também aos estudos das ciências naturais, físicas e exatas, voltados para o desenvolvimento do reino. Os professores da Academia eram, em sua maioria, do grupo que ficaria conhecido como “missão francesa”. Liderados por Joaquim Lebreton, a equipe contava ainda com Pedro Dellon, Jean-Baptiste Debret, Nicolas-Antoine Taunay, Auguste-Marie Taunay, Auguste-Henri-Victor Grandjean de Montigny, Charles-Simon Pradier, François Ovide, Charles-Henri Levasseur, Louis Meunié e François Bonrepos. Em 1820 dois decretos, ambos datados de 23 de novembro, alteraram o nome da instituição para Real Academia de Desenho, Pintura, Escultura e Arquitetura Civil e, em seguida, para Academia de Artes, além de terem-lhe conferido um estatuto (CAMARGO, 2012).
7. Academicismo ou academismo também está em relação a Arte Imperial, designam, originalmente, o método de ensino artístico profissionalizante concebido O Academismo no Brasil foi a expressão institucionalizada de todo o sistema de arte que prevaleceu no Brasil do início do século XIX até o início do século XX, baseado nos princípios das academias de arte europeias. Nasceu com a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios fundada por Dom João VI em 1816 por incentivo da Missão Artística Francesa, floresceu com a Academia Imperial de Belas Artes e o mecenato de Dom Pedro II e encerrou-se com a incorporação de sua sucessora republicana, a Escola Nacional de Belas Artes, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1931. Leonardo Taborda.
8. O Academismo no Brasil foi a expressão institucionalizada de todo o sistema de arte que prevaleceu no Brasil do início do século XIX até o início do século XX, baseado nos princípios das academias de arte europeias. Matheus Ribeiro.
9. A Missão Artística Francesa chegou ao Brasil em 1816, chefiada por Joachin Lebredon. Dela faziam parte , entre outros artistas. Esse grupo organizou a Escola Real das Ciencias , Artes e ofícios, que após ter recebido diversos nomes, passou a ser chamada , em 1826, de Imperial Academia e Escola de Belas-artes. Isabela Bolzani