1. Importância cultural entre os séculos VII e XV
1.1. Islâmismo - religião oficial em um regime teocrático
2. Primeira Fase
2.1. Mudanças de poder depois da morte de Maomé - domínios Islamicos: Arabia Unificada, Jesuzalem, Siria e Armenia; Egito, Mesopotâmia e a Pérsia.
2.1.1. Garantir a expansão: árabes convertidos tem isenção de impostos e recebem um salário para serem guerreiros do islã
3. Segunda Fase
3.1. Novas conquistas: Afeganistão, turquistão, Vale do indo, Norte da Africa
3.1.1. Arabe como idioma oficial e sistema monetario unificado
4. Terceira Fase
4.1. Capital transferida de Damasco para Bagda
4.1.1. Mundo Árabe torna a ser mulçumano
4.1.1.1. Privilegios passaram a beneficiar todos os fieis do Islã
4.2. Falta de inovação tecnica compromete o desenvolvimento economico
4.3. Desenvolvimento do comercio intrarregional e internacional
4.4. No campo artistico: arquitetura e decoração abstrata (arabesco)
5. Quarta Fase
5.1. fase de declinio - perda de territorio e esfalecamento politico-administrativo
5.1.1. 2 exceções: contrução de observatório dotado de biblioteca no séc XIII e atividade cientifica num pequeno espaço de tempo - observatório em Samarcanda
6. Religião presente em toda a população
6.1. Proteção dos Deuses, necessario para o bem geral e individual
7. Contribuição para a Medicina
7.1. Durante muito tempo a medicina que se conhecia e praticava no mundo ocidental estava contida nos tratados da Antiguidade Clássica, de gregos e romanos, como Hipócrates, Galeno ou Dioscórides. Os médicos muçulmanos estudavam a teoria nas obras traduzidas, mas era sobretudo na prática e no gosto que desenvolveram pela botânica, a tarefa exaustiva de identificar plantas, que se distinguiam. Os mais famosos como Ibn Wafid e az- Zahrawi, compilaram e transmitiram conhecimento que não existia na época, nomeadamente descrições detalhadas de cirurgias e representações gráficas dos instrumentos.
7.1.1. Mas há uma outra importante inovação para melhor preservar e conservar os medicamentos, deixada pelos árabes e mantida durante muitos séculos após a Reconquista. São recipientes especiais, aqui descritos por Paula Basso, conservadora do Museu da Farmácia, e que são muito diferentes daqueles que eram produzidos pelos romanos
8. Períodos importantes para a Ciências: séc IX ao séc XII
9. Califa Al Mamum - pretendia reforçar e defender a fé com a utilização dos métodos gregos, ou seja, pelo Raciocínio e pela Lógica. Fundou, em Bagdá, a célebre Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah), para a qual recrutou astrônomos, matemáticos, literatos, pensadores, médicos, tradutores, encorajando-os e financiando-os em seus trabalhos.
9.1. Conhecimento cientifico árabe fruto do pensamento grego
10. Na opinião de Taton237, os árabes fizeram mais que transmitir a Ciência, pois exerceram espírito crítico e confrontaram os “conceitos gregos com a experiência”. Somos devedores “na Astronomia, na Mecânica, na Química, na invenção de instrumentos úteis e, na Medicina, pelo desenvolvimento dos primeiros grandes hospitais”
11. Corão - veiculo de imposição do idioma
12. Maomé: Hegira - saida de Meca primeiro período
12.1. Luta pela expansão do Islã
12.1.1. Corão - Conjunto de normas Morais e Sociais
13. Dois poderosos fatores: língua e religião
13.1. Domínio de todo Oriente Médio e Norte da Africa
13.2. "A transformação de diversas tribos nomades em uma sociedade sedentaria e mercantil foi um grande passo civilizatorio da unidade lingusticareligiosa"
14. Contribuições para a Matematica
14.1. Você sabia que a divulgação da utilização do número zero em operações matemáticas foi uma contribuição dos povos árabes? E que isso foi possível em decorrência do tamanho que alcançou o Império Islâmico e do contato entre culturas diferentes ocorridas nesse império? A cultura árabe foi influenciada por diversas outras culturas e também influenciou nosso modo de viver.
15. Contribuição para a Astronomia
15.1. A fé islâmica inicia-se em 622 D.C., quando o profeta Maomé convoca os árabes a Meca para adorar o "único Deus verdadeiro". A partir desse ano, em que Maomé faz a sua viagem conhecida por "Hégira", o islamismo espalha-se rapidamente pelo Egipto, Iraque, Norte de África e Espanha. Tal como os cristãos dependem dos astros para a determinação da Páscoa, também os árabes dependeram das datas astronómicas para definir as suas cinco horas de oração diárias, para definir a direcção de Meca e o seu calendário lunar. No início, a Astronomia islâmica teve como suporte a Astronomia persa e indiana, mas por volta do século IX já incorporava a Astronomia grega clássica, em particular as cosmologias de Aristóteles e Ptolomeu.
15.1.1. Entre os séculos IX e XII surgiram e desenvolveram-se três grandes centros de Astronomia árabes. O primeiro foi na região de Bagdad, onde a "Casa da Sabedoria" criada pelos Califas Abbasid encorajou o desenvolvimento da Ciência como uma forma de louvar a Alá, tendo tido institutos em mais de um local. Al-Battani (850-929) começou no início do observatório por estudar a Astronomia matemática de Ptolomeu, enquanto no final do século XIII, o Observatório de Maraghah no Irão forneceu as bases para os cálculos de Nasir al-Din al-Tusi (1201-74) que foi um dos grandes matemáticos de órbitas planetárias do Islão. Já entre os árabes se verificava alguma inquietação com a questão de tirar a Terra do centro de rotação artificialmente introduzida por Ptolomeu e sobretudo a questão do equanto. Ibn al-Shatir, um dos grandes astrónomos árabes medievais, viria a desenvolver um modelo que, mantendo a Terra no Centro, continha epiciclos.