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CIB par Mind Map: CIB

1. DENTISTICA

1.1. FACETAS ESTÉTICAS

1.1.1. Sequência de possibilidades de tratamento estéticos em dentes anteriores

1.1.1.1. 1. Clareamento

1.1.1.2. 2. Microabrasão

1.1.1.3. 3. Restauração convencional

1.1.1.4. 4. Facetas diretas

1.1.1.5. 5. Facetas laminadas (de porcelana) - indireta

1.1.1.6. 6. Coroa pura de porcelana

1.1.1.7. 7. Coroa pura de resina indireta reforçada por fibra

1.1.1.8. 8. Coroa metalo-cerâmica

1.1.2. FACETAS DIRETAS

1.1.2.1. INDICAÇÕES

1.1.2.1.1. - Dentes anteriores que por comprometimento estético ou funcional necessitem ter sua cor, forma ou tamanho restaurados

1.1.2.2. LIMITAÇÕES

1.1.2.2.1. Forças oclusais excessivas

1.1.2.2.2. Esmalte insuficiente

1.1.2.2.3. Perda estrutural que comprometa a resistência

1.1.2.3. QUANTO A PROFUNDIDADE

1.1.2.3.1. sem desgaste dental

1.1.2.3.2. Desgaste em esmalte

1.1.2.3.3. Desgaste em esmalte e dente

1.1.2.4. TEC DE PREPARO

1.1.2.4.1. INSTRUMENTAIS

1.1.2.4.2. PREPARO

1.1.2.4.3. VANTAGENS

1.1.2.4.4. DESVANTAGENS

1.1.3. FACETAS INDIRETAS - Laminados ceramicos

1.1.3.1. São pequenos laminados delicados de no máximo 0,5 a 0,7/1mm de espessura.

1.1.3.2. Substitui a porção visível do esmalte

1.1.3.3. Ficará intimamente unida á superfície dentária

1.1.3.4. Se assemelha com as características do esmalte natural

1.1.3.5. VANTAGENS

1.1.3.5.1. Boa longevidade

1.1.3.5.2. Resistência ao desgaste

1.1.3.5.3. Excelência estética

1.1.3.5.4. Mantém estabilidade de cor no ambiente bucal

1.1.3.5.5. Preparo pouco invasivo em comparação com a coroa

1.1.3.6. DESVANTAGENS

1.1.3.6.1. Custo alto

1.1.3.6.2. O reparo em laminados cerâmicas fraturadas é dificultoso

1.1.3.6.3. Aumento do número de sessões/trabalhos laboratoriais

1.1.3.7. LIMITAÇÕES/ CONTRA-INDICAÇÕES

1.1.3.7.1. Custo alto

1.1.3.7.2. O reparo em laminados cerâmicas fraturadas é dificultoso

1.1.3.7.3. Aumento do número de sessões/trabalhos laboratoriais

1.1.3.8. CUIDADOS

1.1.3.8.1. Facetas não reforçam o colo do dente em caso de envolvimento endodôntico, analisar o caso e reforçar a estrutura com pinos radiculares

1.1.3.8.2. Caso dentes despolpados sejam portadores de restaurações proximais, será necessário a remoção de cristas marginais

1.1.3.8.3. Fragilidade no manuseio

1.1.3.9. AS CERÂMICAS SÃO DIVIDUDAS EM

1.1.3.9.1. Ácido-Sensíveis (condicionáveis)

1.1.3.9.2. Ácido- Resistente (não condicionável)

1.1.3.10. PLANEJAMENTO E PLANO DE TRATAMENTO

1.1.3.10.1. Conhecer o cliente

1.1.3.10.2. Documentação inicial (radiografias, fotografias, modelos de estudo)

1.1.3.10.3. Plano de tratamento sequêncial/eleições das técnicas e materiais a serem utilizados

1.1.3.10.4. Apresentação e informação ao cliente (objetivos, sequência, duração, limitações, prognóstico e alternativas)

1.1.3.10.5. PROCEDIMENTOS PRÉVIOS

1.1.3.10.6. FATORES ESSENCIAIS PARA O PLANEJAMENTO

1.1.3.11. INDICAÇÕES DOS LAMINADOS CERAMICOS

1.1.3.11.1. Alteração de cor, quando a microabrasão ou clareamento não resolveram. Ex

1.1.3.11.2. Modificação cosmética - Forma

1.1.3.11.3. Modificação cosmetica - textura

1.1.3.11.4. Modificações em grande proporção

1.1.3.11.5. Pequenas correções de posição dentári

1.1.3.11.6. casos especiais

1.1.3.11.7. INDICAÇÕES RELATIVAS

1.1.3.12. PREPAROS DENTÁRIOS COM FINALIDADE PROTÉTICA

1.1.3.12.1. TEC DA SILHUETA

1.1.3.12.2. TEC DIRIGIDA POR GUIA DE SILICONA

1.1.3.12.3. caracteristica dos preparos

1.1.3.12.4. Envolvimento da incisal ou não. Como decidir? O que vai definir se vou envolver ou não

1.1.3.12.5. SEQUENCIA CLINICA

1.1.3.12.6. FACETAS INDIRETAS PROVISORIAS

2. PROTESE

2.1. SELEÇÃO, MONTAGEM E PROVA DE DENTES EM PT E PPR

2.1.1. SELEÇÃO DOS DENTES ARTIFICIAIS

2.1.1.1. Os pacientes devem opinar na escolha;

2.1.1.2. Basear – se nos dentes naturais remanescentes e nas referências faciais;

2.1.1.3. Seleciona- se os dentes anteriores superiores baseados em quatro critérios (material utilizado, tamanho, forma e cor) e depois utiliza- se a mesma cartela para repor os dentes restantes;

2.1.2. QUANTO AO MATERIAL

2.1.2.1. - Pode ser de resina acrílica (mais comum) ou porcelana;

2.1.2.2. RESINA

2.1.2.2.1. VANTAGENS

2.1.2.2.2. DESVANTAGENS

2.1.2.3. PORCELANA

2.1.2.3.1. VANTAGENS

2.1.2.3.2. DESVANTAGENS

2.1.3. QUANTO AO TAMANHO

2.1.3.1. Para se encontrara a proporção em PT´s podemos utilizar algumas técnicas, como: técnica da dinâmica labial e técnica das proporções faciais;

2.1.3.2. Em PPR´s faremos demarcações que serão interpretadas e fornecerão a paleta de tamanho

2.1.4. QUANTO AO FORMATO

2.1.4.1. O formato dentário é relacionado com o formato do rosto do paciente, devendo se enquadrar como: quadrado, triangular ou ovoide;

2.1.4.2. O rosto do paciente tem seu formato avaliado seguindo o cabelo, as ATM´s e os ângulos da mandíbula;

2.1.4.3. Obs: Outra forma de seleção de formato é a da teoria dentogênica, que introduz fatores de gênero, idade e personalidade nos dentes artificiais. Leva -se em conta que os dentes femininos tem uma forma mais suave e arredondada, e a forma masculina é mais vigorosa e reta; Além do mais, pode- se ter como referência também algum parente próximo, como filho ou pai; O fator de idade será incorporado a cor e forma, reconhecendo que com o passar do tempo há mais deposição de dentina e desgastes dentários;

2.1.5. QUANTO A COR

2.1.5.1. Cuidado e alerta ao paciente para não exagerar quanto a clareza;

2.1.5.2. Caninos devem ter um tom mais escuro que os incisivos;

2.1.5.3. Em PPR basear-se pela cor dos remanescentes

2.1.6. MONTAGENS DE DENTES ANTERIORES EM PT

2.1.6.1. 1. Posicionar os dentes obedecendo a conformação do plano de cera

2.1.6.2. 2. Abrir uma janela exatamente a partir da linha media demarcada com largura suficiente para acomodar o incisivo central

2.1.6.3. 3. Prender a cera apropriada para a montagem de dentes no dente, e depois na base de prova na janela aberta no plano de cera

2.1.6.4. 4. Retirar apenas a quantidade necessária de cera para posicionar cada dente individualmente

2.1.6.5. 5. Manipular cada dente depois de posicionado sobre a base de prova, até que apresente a inclinação desejada do longo eixo, a altura adequada e a relação oclusal correta com os antagonistas

2.1.6.6. Obs: Os dentes inferiores são montados a partir das posições determinadas pelos dentes superiores

2.1.7. MONTAGEM DE DENTES POSTERIORES EM PT

2.1.7.1. Para uma melhor neutralização de força sobre o rebordo residual, o plano oclusal deve estar paralelo as bases e o espaço vertical disponível entre os rebordos devem estar dividido ao meio;

2.1.7.2. Deve-se manter a porção distal do plano de cera para servir de referencia na altura de pré molares e molares;

2.1.7.3. As curvas de compensação (Spee e Wilson) serão obtidas a partir do posicionamento relativo das cúspides dos dentes posteriores com o plano oclusal;

2.1.7.4. Após a montagem dos dentes posteriores superiores, estes devem contatar o plano inferior e/ou a mesa de montagem se reposicionada no articulador;

2.1.7.5. No sentido Mesial-Distal, os dentes inferiores terão como base a intercuspidação entre os primeiros molares;

2.1.7.6. Relações dentarias devem seguir os diferentes biotipos enfatizando as relações de molares (chave de molares) e dos caninos;

2.1.7.7. Os dentes posteriores superiores devem obedecer a linha principal do esforço mastigatório

2.1.7.8. Se a colocação do segundo molar for desestabilizar a prótese, sua retirada deve ser considerada;

2.1.8. PROVA DE DENTES

2.1.8.1. Em PT: quando concluída a montagem, os dentes devem voltar a boca do paciente e as relações oclusais entre os dentes inf e sup devem ser checadas. Quando a posição da resina composta obtida não corresponde com a do articulador, mas o padrão estético está satisfatório, os dentes post inf devem ser removidos e feito um novo registro. O modelo inferior é novamente montado no articulador e os dentes remontados;

2.1.8.2. OBJETIVO

2.1.8.2.1. Avaliar a coincidência da linha media dentaria com a facial;

2.1.8.2.2. Avaliar a linha do sorriso;

2.1.8.2.3. Avaliar a cor dos dentes em boca;

2.1.8.2.4. Avaliar a posição dos caninos na linha comissural

2.1.9. INSTALAÇÃO E PROSERVAÇÃO EM PT E PPR

2.1.9.1. INSTALAÇÃO EM PT

2.1.9.1.1. Na consulta de instalação, devem ser previstos ajustes, primeiramente na base da prótese em contato com a mucosa, em buscas de pontos que o paciente relate como dolorosos ou traumáticos e, em um segundo momento, dos contatos oclusais dos dentes artificiais para corrigir distorções oriundas do processo de acrilização da base da prótese;

2.1.9.1.2. Inspecionar visualmente e de forma tátil a base da prótese, procurando detectar irregularidades que possam machucar a mucosa;

2.1.9.1.3. No ajuste oclusal, deve-se verificar se há pelo menos um contato em cada cúspide cêntrica com sua fossa antagonista correspondente; Nos movimentos de lateralidade deve haver contato de todos os dentes antagonistas a partir do canino; Em movimento protrusivo, os contatos deverão ser simétricos e equilibrados a partir da linha média;

2.1.9.1.4. Deve haver contatos equilibrados bilaterais em posição cêntrica;

2.1.9.2. INSTALAÇÃO EM PPR

2.1.9.2.1. Verificar se todos os requisitos funcionais e estéticos foram obtidos;

2.1.9.2.2. Inspecionar visualmente e de forma tátil a base da prótese, procurando detectar irregularidades que possam machucar a mucosa;

2.1.9.2.3. Avaliar com o auxílio de pasta evidenciadora se há áreas de compressão, removendo-as se houver;

2.1.9.2.4. Realizar ajustes oclusais fora da boca e com o auxílio de papel carbono;

2.1.9.2.5. Deve-se ter contato efetivo bilateral e bem distribuído;

2.1.10. ORIENTAÇÕES AOS PACIENTES COM PT E PPR

2.1.10.1. Falar para o paciente que o mantimento da prótese depende da higienização e manutenção da mesma;

2.1.10.2. Limpeza diária deve ser realizada

2.1.10.3. COMO HIGIENIZAR A PRÓTESE ?

2.1.10.3.1. Deve- se realizar a higienização pela escovação mecânica (fora da boca) com escova de dente convencional e sabão neutro (não devendo utilizar de dentifrícios, pois estes são muito abrasivos), estando ainda associada com o uso produtos químicos (Para PT:15ml de hipoclorito de sódio diluído em um copo que tem cerca de 300ml; Para PPR: peróxidos alcalinos efervescentes, digluconato de clorexidina 0,2% – de 5 a 10 min semanalmente-);

2.1.10.3.2. Deixar a prótese na solução durante a noite e escova-la pela manhã sob água corrente;

2.1.10.4. COMO HIGIENIZAR A BOCA?

2.1.10.4.1. Em PT: Com uma escova de dentes com cerdas macias, o paciente deve escovar e massagear a língua, a gengiva, e o palato para eliminar a placa bacteriana e os resíduos alimentares, estimulando a circulação nesses locais; Pode-se também utilizar enxaguantes bucais com álcool, que terão ação anti-infecciosa;

2.1.10.4.2. Em PPR: higienizar normalmente os remanescentes com escova de cerdas macias, realizando ainda o uso de fio dental

2.1.11. aparecimento de ulcera

2.1.11.1. RESULTADO DE SUPERESTENSÃO DA BASE DA PROTESE, PONTO DE PRESSÃO EXAGERADO NA BASE DA PRÓTESE OU INTERFERENCIA OCLUSAL (que pode fazer a protese se movimentar na hora da mastigação)

2.1.11.2. a correção pode ser feita por meio da correção (desgaste ) da porção supreestendida da base da prótese e/ou correção das discrepancias oclusais . Além disso em alguns casos pode até ter que ser feito remoção cirurgica da lesão

2.1.11.3. OBS: caso não seja possivel identificar toda aulcera traumática pode-se utilizar um lápis de cópia, pois assim o local da lesão ou extensão será facilmente identificado

3. ENDODONTIA

3.1. RETRATAMENTO

3.1.1. Como se determina o sucesso ou o fracasso em um tratamento Endodôntico?

3.1.1.1. Com base nas imagens de radiografias e tomografias computadorizadas e nos sinais e sintomas clínicos do dente tratado

3.1.1.2. EVOLUÇÃO CLÍNICA

3.1.1.2.1. CLINICAMENTE ACEITÁVEL

3.1.1.2.2. CLINICAMENTE QUESTIONÁVEL

3.1.1.2.3. CLINICAMENTE NÃO ACEITÁVEL

3.1.1.3. EVOLUÇÃO RADIOGRÁFICA

3.1.1.3.1. RADIOGRAFICAMENTE ACEITÁVEL

3.1.1.3.2. RADIOGRAFICAMENTE QUESTIONÁVEL

3.1.1.3.3. RADIOGRAFICAMENTE INACEITÁVEL

3.1.1.4. FRACASSO

3.1.1.4.1. ACESSO AO CONDUTO RADICULAR

3.1.1.4.2. EDEMA

3.1.1.4.3. PRESENÇA DE FÍSTULA

3.1.1.4.4. DOR

3.1.1.4.5. LESÕES PEQUENAS QUE PASSAM A SER GRANDES OU QUE NÃO EXISTIAM E PASSAM A EXISTIR

3.1.2. CONTRA-INDICAÇÃO

3.1.2.1. núcleo muito calibroso ou largo: dificuldade para sua remoção

3.1.2.2. retratamento anterior

3.1.2.3. fraturas radiculares

3.1.3. DIFICULDADES INERENTES AO RETRATAMENTO

3.1.3.1. PRESENÇA DE PRÓTESE

3.1.3.1.1. prótese fixa

3.1.3.1.2. pino intracanal

3.1.3.2. PRESENÇA DE MATERIAL RESTAURADOR NA CÂMARA PULPAR

3.1.3.2.1. Seja resina ou seja amálgama

3.1.3.3. DEGRAU

3.1.3.4. PERFURAÇÃO

3.1.3.4.1. MTA

3.1.3.5. FRATURA DE INSTRUMENTO

3.1.3.6. EXTRAVASAMENTO DO MATERIAL RESTAURADOR

3.1.4. SOLVENTES E TÉCNICAS UTILIZADAS

3.1.4.1. os solventes são produtos químicos capazes de dissolver outra substância

3.1.4.2. na maioria dos casos, atuam sobre a guta-percha

3.1.4.3. REQUISÍTOS PARA USO CLÍNICO

3.1.4.3.1. ação rápida

3.1.4.3.2. inócuo aos tecidos periapicais

3.1.4.3.3. odor agradável

3.1.4.3.4. não ser tóxico para o profissional e para o paciente

3.1.4.4. SOLVENTES MAIS UTILIZADOS

3.1.4.4.1. clorofórmio

3.1.4.4.2. xilol

3.1.4.4.3. eucaliptol

3.1.4.4.4. helotano

3.1.4.4.5. óleo de laranja

3.1.4.4.6. endosolv

3.1.4.4.7. trementina

3.1.4.5. TÉCNICAS UTILIZADAS

3.1.4.5.1. instrumentais manuais

3.1.4.5.2. brocas gates-gildden

3.1.4.5.3. ultrassom

3.1.4.5.4. sistemas rotatórios

3.1.4.5.5. sistemas oscilatórios

3.2. IRRIGAÇÃO E ASPIRAÇÃO

3.2.1. OBJETIVO

3.2.1.1. Promover a limpeza do sistema de canais radiculares, a ampliação e a modelagem do canal radicular principal, por meio do emprego de instrumentos endodônticos, de substâncias ou soluções químicas auxiliares e da irrigação-aspiração.

3.2.2. A limpeza ocorre pela somatória de diferentes eventos:

3.2.2.1. Ação mecânica dos instrumentos endodôntico

3.2.2.2. ação das substâncias químicas auxiliares sobre os tecidos e m.o presentes no interior do sistema de canais radiculares

3.2.2.3. irrigação e aspiração

3.2.3. AMPLIAÇÃO E MODELAGEM DO CANAL RADICULAR

3.2.3.1. desgaste das paredes destinarias por meio da ação mecânica dos instrumentos endodonticos

3.2.3.2. FORMA CÔNICA: maior diâmetro está voltado para a porção cervical e menor para a apical

3.2.4. PREPARO QUÍMICO-MECANICO

3.2.4.1. MEIOS QUÍMICOS

3.2.4.1.1. substâncias ou soluções irrigadoras

3.2.4.2. MEIOS FÍSICOS

3.2.4.2.1. irrigação e aspiração de soluções irrigadoras

3.2.4.3. MEIOS MECÂNICOS

3.2.4.3.1. ação dos instrumentos e aplicação do tempo de instrumentação

3.2.4.4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

3.2.4.4.1. movimentar ou solubilizar as partículas liberadas por ação da instrumentação

3.2.4.4.2. conservar úmido ou lubrificado o canal radicular

3.2.4.4.3. solubilizar ou dispersar, diluindo o condito do canal radicular até torná-lo inócuo

3.2.4.4.4. reduzir os microrganismos do canal radicular e da câmara pulpar

3.2.4.4.5. facilitar o contato com tudo que seja colocado no canal radicular

3.2.5. PROCEDIMENTOS QUÍMICOS AUXILIARES

3.2.5.1. SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS AUXILIARES

3.2.5.1.1. Sao as substâncias químicas empregadas no interior do canal radicular

3.2.5.1.2. devem apresentar as seguintes propriedades

3.2.5.1.3. Podem ser empregadas em forma de solução líquida, creme ou gel.

3.2.5.1.4. São usadas durante a instrumentação dos canais radiculares, desempenhando ações químicas e físicas com a ação mecânica dos instrumentos manuais

3.2.5.1.5. também são usadas após a instrumentação para a remoção da smear layer das paredes do canal radicular - EDTA

3.2.5.1.6. HIPOCLORITO DE SÓDIO

3.2.5.1.7. CLOREXIDINA GEL OU LÍQUIDA

3.2.5.1.8. EDTA

3.2.6. SOLUÇÕES IRRIGADORAS

3.2.6.1. soluções químicas usadas para irrigação e aspiração.

3.2.6.1.1. o alcance do jato, a formação da turbulência e o refluxo do líquido em direção coronária permite uma maior efetividade na limpeza dos canais radiculares

3.2.6.2. SORO FISIOLÓGICO

3.2.6.3. ÁGUA DESTILADA

3.2.6.4. ÁGUA DE CAL

3.2.6.5. TERGENTOL

3.2.6.6. HIPOCLORITO DE SÓDIO

3.2.6.7. CLOREXIDINA LÍQUIDA

3.2.7. CLOREXIDINA

3.2.7.1. PROPRIEDADAES

3.2.7.1.1. largo espectro

3.2.7.1.2. baixa solubilidade

3.2.7.1.3. baixa agressividade tecidual

3.2.7.1.4. inodora e incolor

3.2.7.1.5. em relação ao hipoclorito não é tão cáustica

3.2.7.1.6. baixa citotoxicidade

3.2.7.2. INDICAÇÕES NA ENDO

3.2.7.2.1. como substância química auxiliar

3.2.7.2.2. como solução irrigadora

3.2.7.2.3. medicação intracanal

3.2.7.2.4. em casos de alergia ao hipoclorito

3.2.7.2.5. em casos de rizogenese incompleta

3.2.7.2.6. em casos de perfuração

3.2.7.2.7. risco de extravasamento apical

3.2.7.2.8. retratamento

3.2.7.3. pouco eficiente na solução de tecidos orgânicos

3.2.7.4. FORMAS DE APRESENTAÇÃO

3.2.7.4.1. gel ou solução

3.2.8. HIPOCLORITO DE SÓDIO

3.2.8.1. são soluções de cloro sob a forma de hipoclorito de sódio

3.2.8.1.1. Solução de Hipoclorito de Sódio (NaOCl) a 0,5% : Líquido de Dakin; Solução de Hipoclorito de Sódio a 1%: Solução de Milton; Solução de Hipoclorito de Sódio a 2,5%: Solução de Labarraque; Solução de Hipoclorito de Sódio de 4 a 6%: Soda clorada ou solução de Grossman

3.2.8.2. PROPRIEDADES

3.2.8.2.1. solvente de tecidos orgânicos

3.2.8.2.2. limpeza

3.2.8.2.3. aumento da permeabilidade

3.2.8.2.4. antimicrobiano

3.2.8.2.5. DEFICIENTE NA REMOÇÃO DE SMEAR LAYER

3.2.8.2.6. agressivo aos tecidos periapicais

3.2.8.3. INDICAÇÕES

3.2.8.3.1. dentes com polpa vital ou necrosada

3.2.8.4. FORMA DE APRESENTAÇÃO

3.2.8.4.1. solução

3.2.9. EDTA

3.2.9.1. PROPRIEDADES

3.2.9.1.1. remove a smear layer - favorecendo a ação da medicação intracanal e o contato com o material restaurador com as paredes do canal

3.2.9.1.2. desmineralizante das paredes dentinárias do canal (amolece a dentina em canais calcificados

3.2.9.1.3. ação autolimitante e antisséptica

3.2.9.1.4. biocompatibilidade

3.2.9.1.5. o tempo de ação do EDTA influencia a ação desmineralizadora

3.2.9.2. INDICAÇÃO

3.2.9.2.1. preparo quimico e mecanico de canais calcificados

3.2.9.2.2. antes da colocação da medicação intra-canal

3.2.9.2.3. antes da obturação

3.2.9.3. FORMA DE APRESENTAÇÃO

3.2.9.3.1. gel ou solução

3.2.9.4. APLICAÇÃO

3.2.9.4.1. inundar o canal deixando agir por 3-5 minutos

3.2.9.4.2. irrigação final com solução irrigadora

3.2.10. PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO A 3%

3.2.10.1. Libera oxigênio sob influência de calor, luz e em contato com o hipoclorito de sódio. Ao alternar o uso do hipoclorito de sódio com o peróxido de hidrogênio, ocorre o desenvolvimento de efervescência, proveniente da liberação de oxigênio nascente, resultando na remoção de detritos do interior do canal radicular. A primeira e a última irrigação de cada ciclo devem ser realizadas com hipoclorito de sódio.

3.2.11. ÁGUA DESTILADA E SORO FISIOLÓGICO

3.2.11.1. PROPRIEDADES

3.2.11.1.1. não apresenta atividade antimicrobiana nem de dissolução de tecido

3.2.11.2. INDICAÇÕES

3.2.11.2.1. irrigação final do canal

3.2.11.3. AGENTE DE IRRIGAÇÃO

3.2.11.3.1. ação mecanica

3.2.11.3.2. auxilia lavagem

3.2.11.3.3. colabora com a limpeza

3.2.11.3.4. desloca particulas

3.2.11.3.5. remove detriitos

3.2.11.4. SUBSTÂNCIA QUÍMICA AUXILIAR

3.2.11.4.1. 1 – ação química 2 – auxilia o preparo 3 – colabora na desinfecção 4 – dissolve partículas 5 – neutraliza microrganismos

3.2.12. PROCEDIMENTOS FISICOS AUXILIARES

3.2.12.1. IRRIGAÇÃO, ASPIRAÇÃO E INUNDAÇÃO

3.2.12.1.1. IRRIGAÇÃO

3.2.12.1.2. ASPIRAÇÃO

3.2.12.1.3. TÉCNICA DE IRRIGAÇÃO E ASPIRAÇÃO SIMULTÂNEAS

3.2.12.1.4. ASPIRAÇÃO ABSOLUTA

3.3. ODONTOMETRIA

3.3.1. RAMIFICAÇÃO DA CAVIDADE PULPAR

3.3.2. ANATOMIA DA REGIÃO APICAL

3.3.3. LIMITE CDC

3.3.3.1. 1 a 2 mm do ápice

3.3.4. BATENTE APICAL

3.3.4.1. ponto de parada da instrumentação

3.3.5. DEFINIÇÃO

3.3.5.1. estabelecer um limite apical que permita limpeza, modelagem e obturação de todo o canal radicular, confinando assim, os procedimentos operatórios em uma região que favoreça o reparo biológico

3.3.6. DETERMINA O COMPRIMENTO DE TRABALHO

3.3.7. TÉCNICA RADIOGRÁFICA

3.3.7.1. TÉCNICA DA BISSETRIZ

3.3.7.1.1. MÉTODO DE INGLE

3.3.7.2. DIFICULDADES

3.3.7.2.1. problemas relacionados ao ângulo vertical do feixe do Rx

3.3.7.2.2. processamento do filme

3.3.7.2.3. interferência de estrutura anatômica craniana

3.3.7.2.4. reabsorção cemento-destinaria apicais

3.3.7.2.5. imagem bidimensional de um objeto tridimensional

3.3.8. MÉTODOS ELETRÔNICOS

3.3.8.1. LOCALIZADORES FORAMINAIS DE 1ª GERAÇÃO

3.3.8.1.1. corrente elétrica continua

3.3.8.1.2. sensibilidade por parte do paciente

3.3.8.1.3. dificuldade de promover a leitura de canais úmidos

3.3.8.2. 2ª GERAÇÃO

3.3.8.2.1. corrente elétrica alternada

3.3.8.2.2. leitura a partir de frequência

3.3.8.2.3. necessidade de calibrar os aparelhos durante as medições

3.3.8.3. 3ª GERAÇÃO

3.3.8.3.1. utilização de impedâncias para a leitura das distâncias

3.3.8.3.2. leituras precisas mesmo com substâncias eletrocondutoras no interior do canal

3.3.8.3.3. utilizam quociente entre os valores de 2 frequências

3.3.8.4. TÉCNICA

3.3.8.4.1. 1. RADIOGRAFIA INICIAL

3.3.8.4.2. 2. ABERTURA CORONÁRIA E ISOLAMENTO ABSOLUTO

3.3.8.4.3. 3. PREPARO DOS TERÇOS CERVICAL E MÉDIO

3.3.8.4.4. 4. IRRIGAÇÃO E ASPIRAÇÃO

3.3.8.4.5. 5. LIGAR O LOCALIZADOR FORAMINAL

3.3.8.4.6. 6. INSERIR A LIMA NO CANAL RADICULAR

3.3.8.4.7. 7. EXECUÇÃO DA LEITURA ELETRÔNICA

3.3.8.4.8. 8. FIXAR O INSTRUMENTO

3.3.8.4.9. 9. REMOÇÃO DO INSTRUMENTO E AFERIÇÃO

3.3.8.5. LIMITAÇÕES

3.3.8.5.1. rizogenese incompleta

3.3.8.5.2. reintervençao

3.3.8.5.3. coroas totais metalomecânica ou metálicas

3.3.8.6. CUIDADOS

3.3.8.6.1. cáries subgengivais

3.3.8.6.2. restaurações metálicas extensas

3.4. DIAGNOSTICO EM ENDO

3.4.1. ANAMNESE

3.4.1.1. Obs: se o paciente apresentar endocardite bacteriana, e eu precisar fazer um procedimento invasivo, preciso entrar com um antibiótico profilaxia, 2g (4 cápsulas de 500mg) de amoxicilina 1h antes

3.4.2. EXAME FÍSICO/INSPEÇÃO

3.4.2.1. na inspeção iremos observar a presença de fístula, assimetria, edema, ulcerações, integridade coronária, coloração dos dentes

3.4.2.2. Exames complementares: exame radiográfico, teste de sensibilidade, teste de cavidade (abrir a cavidade sem anestesia), mapeamento da fístula (cordão epitelial), oclusão, exame periodontal

3.4.2.3. APÓS O TESTE DE SENSIBILIDADE, O IMPORTANTE É RELACIONAR AS RESPOSTAS COM A CONDIÇÃO PULPAR

3.4.2.3.1. Negativo: necrose pulpar

3.4.2.3.2. Dor de curta duração: alterações reversíveis ou polpa sadia

3.4.2.3.3. Dor prolongada: alterações irreversíveis

3.4.2.4. INTER´PRETAÇÃO DA DOR

3.4.2.4.1. Como é seu aparecimento? Ela é provocada ou espontânea?

3.4.2.4.2. Aonde a dor se inicia? É uma dor localizada ou difusa?

3.4.2.4.3. Qual a frequência? Intermitente ou constante?

3.4.2.4.4. Qual a intensidade? Leve, moderada ou severa?

3.4.3. PULPITE REVERSÍVEL

3.4.3.1. Dor provocada e localizada

3.4.3.2. Estímulos térmicos

3.4.3.3. Estímulos mecânicos

3.4.3.4. Estímulos osmóticos

3.4.3.5. Cárie profunda/recidiva

3.4.3.6. ASPECTO DA POLPA

3.4.3.6.1. Sangramento ao toque

3.4.3.6.2. Sanframento abundante e vermelho rutilante

3.4.3.6.3. Resistente ao corte

3.4.4. PULPITE IRREVERSÍVEL SINTOMÁTICA

3.4.4.1. Dor espontânea/difusa

3.4.4.2. Dor constante

3.4.4.3. Estímulos térmicos

3.4.4.4. Cárie profunda

3.4.4.5. ASPECTO DA POLPA

3.4.4.5.1. Sangramento discreto

3.4.4.5.2. Sangramento vermelho escuro ou muito claro

3.4.4.5.3. Consistência pastosa sem resistência

3.4.5. PULPITE IRREVERSÍVEL ASSINTOMÁTICA

3.4.5.1. Pode ser chamada de pulpite crônica hiperplásica

3.4.5.2. Sangramento ao toque

3.4.5.3. Consistência firme

3.4.6. NECROSE PULPAR

3.4.6.1. Sem dor

3.4.6.2. Não responde a estímulos térmicos e mecânicos

3.4.6.3. Cárie profunda

3.4.6.4. Escurecimento da coroa

3.4.6.5. A necrose pode ocorrer por origem infecciosa, a cárie evoluiu chegou próximo a polpa e inflamou, e por trauma

3.4.7. PERIODONTITE APICAL ASSINTOMÁTICA

3.4.7.1. É o processo crônico da necrose pulpar

3.4.7.2. Sem dor

3.4.7.3. Imagem radiolúcida ao redor do ápice radicular

3.4.7.4. GRANULOMA X CISTO

3.4.7.4.1. HISTOLOGICAMENTE

3.4.7.4.2. RADIOGRAFCAMENTE

3.4.7.4.3. Obs: o cisto é maior que 1cm, até 1cm sugere-se granuloma

3.4.7.4.4. Obs: se eu encontrar granuloma ou cisto, a conduta é: tratar o canal, se não regredir encaminhar para cirurgia

3.4.7.5. PERIODONTITE APICAL SINTOMÁTICA

3.4.7.5.1. Dor percussão

3.4.7.5.2. Sensação de dente crescido

3.4.7.5.3. Aumento do ligamento periodontal

3.4.7.5.4. Dor ao toque

3.4.7.5.5. Quem está infamado é o ligamento periodontal e não a pouca

3.4.7.6. ABCESSO PERIRRADICULAR AGUDO

3.4.7.6.1. Dor constanre

3.4.7.6.2. Necrose pulpar

3.4.7.6.3. Edema

3.4.7.6.4. Dor á percussão

3.4.7.6.5. Febre

3.4.7.6.6. Tristo

3.4.7.6.7. Prostração (cansaço)

3.4.7.6.8. Mobilidade dental

3.4.7.6.9. 3 fases clinicas

3.4.7.7. ABCESSO PERIRRADICULAR CRONICO

3.4.7.7.1. Presença de fístula

3.4.7.7.2. Imagem radiolúcida envolvendo a raíz

3.4.7.7.3. Teste de vitalidade negativo

3.4.7.7.4. Tratamento:

3.4.7.7.5. OBS: abcesso crônico e periodontite apical assintomática, o tratamento vai ser sempre o mesmo, drenar, tratamento endodôntico e obtura.

3.4.8. MEDICAÇÃO INTRACANAL COM FORMOCRESOL "DENTE NAO INSTRUMENTADO"

3.4.8.1. TECNICA

3.4.8.1.1. 1. Selecionar bolinha de algodão que se adapte á embocadura do canal

3.4.8.1.2. 2. Umedecer a bolinha com formocresol, remover o excesso com gaze e posicioná-la na embocadura do canal

3.4.8.1.3. 3. Selamento duplo: coltosol + IRM

3.4.9. MEDICAÇÃO INTRACANAL COM Ca(OH)2 + PROPILENOGLICOL + IODOFÓRMIO "DENTE INSTRUMENTADO"

3.4.9.1. TECNICA

3.4.9.1.1. 1. Aplicação EDTA (3-5) - O edta serve para limitar a capacidade de formação da smear layer

3.4.9.1.2. 2. Irrigação

3.4.9.1.3. 3. Secagem do canal com cone de papel (diâmetro da lima memória)

3.4.9.1.4. 4. Preparo da pasta de Ca(OH)²

3.4.9.1.5. 5. Introdução da pasta com lima memória no comprimento de trabalho

3.4.9.1.6. 6. Condensação vertical com calcador de paiva

3.4.9.1.7. 7. Bolinha de algodão na embocadura e condensação vertical com calcador de paiva

3.4.9.1.8. 8. Raio x (para confirmar o preenchimento)

3.4.9.1.9. 9. Selamento duplo com coltosol + IRM

3.4.10. OBTURAÇÃO

3.4.10.1. TECNICA DA CONDESNSAÇÃO LATERAL

3.4.10.1.1. 1. Seleção do cone principal (referente a lima de memória)

3.4.10.1.2. 2. Raio x pra ver o cone (no crt)

3.4.10.1.3. 3. Preparo do cimento obturador

3.4.10.1.4. 4. Introdução do cone principal no canal envolto com cimento obturador

3.4.10.1.5. 5. Condensação lateral + cones acessórios

3.4.10.1.6. 6. Raio x da prova da obturação

3.4.10.1.7. 7. Corte da obturação (corte abaixo da cervical com auxílio dos calcadores de paia aquecidos na lamparina)

3.4.10.1.8. 8. Condensação vertical

3.4.10.1.9. 9. Limpeza da câmara pulpar – bolinha de algodão + álcool

3.4.10.1.10. 10. Selamento duplo com coltosol + IRM

3.4.10.1.11. 11. Remoção do isolamento e radiografia final

3.4.10.2. TECNICA DIBRIDA DE TAGGER

3.4.10.2.1. 1. Assentamento do cone principal + cimento

3.4.10.2.2. 2. Condensação lateral 1/3 apical (mais 2-3 cones secundários)

3.4.10.2.3. 3. Seleção do compactador (2 números acima do instrumento de memória)

3.4.10.2.4. 4. Introdução no canal até encontrar resistência

3.4.10.2.5. 5. Acionar o contra ângulo

3.4.10.2.6. 6. Manter em posição por 3 a 4s

3.4.10.2.7. 7. Pressionar em direção apical até 4 a 5mm do batente

3.4.10.2.8. 8. Manter por 1s

3.4.10.2.9. 9. Compactar verticalmente a guta amolecida

3.4.10.2.10. 10. Radiografia

3.4.10.2.11. VANTAGENS

3.4.10.2.12. DESVANTAGENS

3.4.10.2.13. CUIDADOS

4. PERIO

4.1. CIRURGIA PERIODONTAL

4.1.1. PRINCÍPIOS CIRÚRGICOS EM PERIODONTIA

4.1.1.1. para se realizar uma cirurgia periodontal, tem-se que abordar 6 temas

4.1.1.1.1. QUANDO FAZER?

4.1.1.1.2. TIPOS DE CIRURGIA

4.1.1.1.3. TIPOS DE INCISÃO

4.1.1.1.4. TIPOS DE RETALHO

4.1.1.1.5. TIPOS DE SUTURA

4.1.1.1.6. INSTRUMENTAIS

4.1.2. TRATAMENTO PERIODONTAL

4.1.2.1. exames/diagnóstico/ plano de tratamento

4.1.2.2. de modo geral, o tratamento periodontal começa com a terapia relacionada a causa, a terapia básica (raspagem + instrução de higiene) para diminuir a carga bacteriana,. Feito isso, deve-se aguardar o período de cicatrização dos tecidos para realizar a reavaliação, onde é determinado se o paciente será encaminhado para a fase de manutenção ou passar pela terapia corretiva (afim de solucionar uma possível inflamação persistente)

4.1.2.3. REAVALIAÇÃO

4.1.2.3.1. O período ideal é de 90 dias, para verificar a eficácia do tratamento

4.1.2.3.2. PONTOS A SE OBSERVAR

4.1.2.4. EFICÁCIA

4.1.2.4.1. Diminuição do sangramento

4.1.2.4.2. aumento da higiene oral

4.1.2.4.3. diminuição da mobilidade dentária

4.1.2.4.4. diminuição da profundidade de sondagem + ganho de inserção

4.1.2.5. O PACIENTE PODE VOLTAR DE 3 DIFERENTES FORMAS PARA REAVALIAÇÃO

4.1.2.5.1. boa higiene oral, nenhuma ou pouca inflamação, poucos sítios com profundidade de sondagem aumentada e a maioria dos sítios com ganho de inserção. Sendo esse paciente indicado para terapia periodontal de manutenção

4.1.2.5.2. boa higiene oral, aumento dos sítios sangrantes, sem redução significativa da profundidade de sondagem - nesses casos deve ser considerado uma terapia adicional

4.1.2.5.3. pobre higiene oral, contra indicação cirúrgica - esse paciente sera retornado para a terapia periodontal inicial

4.1.3. TIPOS DE CIRURGIA PERIODONTAL

4.1.3.1. CIRURGIA DE ACESSO A RAIZ

4.1.3.1.1. OBJETIVO: tornar a superficie radicular acessível a descontaminação durante a cirurgia

4.1.3.2. CIRURGIA RESSECTIVA (eliminação da bolsa)

4.1.3.2.1. OBJETIVO: tornar a superfície radicular acessível a descontaminação durante a cirurgia e, a higienização após a cirurgia - remove partes dos tecidos periodontais e não há exposição dos tecidos

4.1.3.3. CIRURGIA REGENERATIVA

4.1.3.3.1. OBJ: reconstruir tecidos periodontais perdidos

4.1.3.4. CIRURGIA DE CORREÇÕES DE DEFORMIDADES DO TECIDO MOLE

4.1.3.4.1. OBJ: remoção da inserção anormal de freios e bridas, melhoras na estética

4.1.4. TIPOS DE INCISÃO

4.1.4.1. INCISÃO HORIZONTAL - sentido MD

4.1.4.1.1. normalmente realizada ao longo da margem gengival, em sentido MD, sendo consideradas INCISÕES DE ACESSO

4.1.4.1.2. TIPO INTRASSUCULAR

4.1.4.1.3. TIPO BISEL INTERNO

4.1.4.1.4. TIPO BISEL EXTERNO

4.1.4.2. INCISÃO VERTICAL - sentido ápico coronal

4.1.4.2.1. OBJETIVO

4.1.4.2.2. CARACTERISTICAS

4.1.5. TIPOS DE RETALHO

4.1.5.1. CLASSIFICAÇÃO

4.1.5.1.1. com relação a espessura e com relação a posição após a cirurgia

4.1.5.1.2. ESPESSURA

4.1.5.1.3. POSIÇÃO APÓS CIRURGIA

4.1.6. TIPOS DE SUTURA

4.1.6.1. Periostal

4.1.6.2. Interrompida simples

4.1.6.3. Interrompida em forma de oito

4.1.6.4. Colchoeiro vertical

4.1.6.5. Colchoeiro horizontal

4.1.7. CUNHA DISTAL

4.1.7.1. Procedimento que permite acesso ás áreas distais de molares, isso acontece normalmente em casa de crescimento de um tecido fibroso sobre o último dente e assim dificultando a realização de qualquer procedimento

4.1.7.2. OBJETIVO

4.1.7.2.1. Exposição de cárie nas distais

4.1.7.2.2. Controle de placa

4.1.7.2.3. Correção de defeitos ósseos

4.1.7.2.4. Remover trauma oclusal

4.1.7.3. TECNICA CIRURGICA

4.1.7.3.1. 1. Anestesia: infiltrativa terminal

4.1.7.3.2. 2. Incisões: convergente ou bisel interno

4.1.7.3.3. 3. Liberação do tecido incisado

4.1.7.3.4. 4. Remoção do tecido de granulação e raspagem

4.1.7.3.5. 5. Sutura

4.1.7.4. tipos de cunha

4.1.7.4.1. Triangular

4.1.7.4.2. Paralela ou H

4.1.8. FRENECTOMIA

4.1.8.1. É realizado esse procedimento quando os freios estão com sua inserção fora do lugar habitual. Dificultando a fonação, alimentação e estética. A idade ideal é por volta dos 12 anos (depois dos caninos terem sido erupcionados)

4.1.8.2. INDICAÇÕES

4.1.8.2.1. PERIODONTIA

4.1.8.2.2. BIOMECÂNICA

4.1.8.3. TEC CIRÚRGICA

4.1.8.3.1. 1. Anestesia infiltrativa

4.1.8.3.2. 2. Locais das incisões em dois momentos

4.1.8.3.3. 3. Remoção do tecido fibroso e curetagem de todos os tecidos (palatina)

4.1.8.3.4. 4. Pinçagem do freio labial > incisão na base e outra acima da pinça, de forma que as duas incisões se encontrem > divulsão da área que sofreu resseção

4.1.8.3.5. 5. Suturar

4.1.9. CIRURGIA DE AUMENTO DE COROA CLÍNICA

4.1.9.1. desloca a gengiva e depois a retorna, tornando a superfície radicular acessível

4.1.9.2. ESTRUTURAS PASTICIPANTES: epitélio juncional e inserção conjuntiva

4.1.10. RETALHOS PERIODONTAIS

4.1.10.1. OBJETIVO

4.1.10.1.1. Oferece acesso cirúrgico a bolsa periodontal

4.1.10.1.2. Reduz profundidade da bolsa

4.1.10.1.3. Facilita a manutenção

4.1.10.2. INDICAÇÃO

4.1.10.2.1. Tratamento de bolsa residual

4.1.10.2.2. Acesso ás áreas de furca

4.1.10.2.3. Aumento da coroa clínica

4.1.10.2.4. Correções mucogengivais

4.1.10.3. Retalho de Widman (1918)

4.1.10.3.1. Técnica para remoção de epitélio da bolsa e do tecido conjuntivo inflamado, facilitando a higienização da superfície radicular

4.1.10.4. Retalho de neumann (1920)

4.1.10.4.1. 2 incisões relaxantes: delimitar a área cirúrgica

4.1.10.4.2. Incisão ao longo da margem gengival: intrasucular

4.1.10.4.3. Deslocamento do retalho: face interna curetada para remover o epitélio da bolsa e tecido de granulação

4.1.10.4.4. Remoção do tecido inflamado, raspagem e reanatomização óssea

4.1.10.4.5. Retalho reposicionado e suturado com sutura interproximais, ao nível da crista óssea alveolar

4.1.10.5. Retalho Modificado (Kirkland 1931)

4.1.10.5.1. Técnica semelhante a de Neumann, porém sem incisões relaxantes

4.1.10.6. Retalho Reposicionado Apicalmente

4.1.10.6.1. Incisões intrassuculares ou no fundo da bolsa

4.1.10.6.2. Incisões relaxantes

4.1.10.6.3. Deslocamento total do retalho

4.1.10.6.4. Raspagem das superfícies radiculares e remoção de tecido de granulação da parte interna do retalho

4.1.10.6.5. Defeitos ósseos angulares curetados

4.1.10.6.6. Retalho posicionado apicalmente com suturas interproximais

4.1.10.7. Retalho Widman Modificado (1974)

4.1.10.7.1. Incisão inicial mais ou menos 1mm de margem e paralela ao longo eixo do dente

4.1.10.7.2. Deslocamento total do retalho

4.1.10.7.3. 2º incisão intrassucular, até a crista alveolar

4.1.10.7.4. 3º incisão perpendicular á raiz para separar o colar do retalho

4.1.10.7.5. Raspagem e alisamento

4.1.10.7.6. Sutura interproximal