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INFANTIL par Mind Map: INFANTIL

1. ANESTESIA LOCAL EM ODONTOPEDIATRIA

1.1. Excelente método para auxiliar no tratamento dentário

1.2. minimiza as dificuldades durante o tratamento odontopediátrico

1.3. imprescincível o domínio da técnica

1.4. deve ser praticada de forma indolor

1.5. bem aceita pelo paciente

1.6. preparo psicológico correto da criança para intervenção

1.7. permite que o paciente permaneça desperto cooperando

1.8. interfere muito pouco na fisiologia normal, podendo ser utilizados em pacientes debilitados

1.9. Apresenta baixa incidência de morbidade

1.10. Técnicas fáceis de serem executadas

1.11. % de insucesso pequena

1.12. paciente pode se alimentar normalmente antes da intervenção

1.13. LIMIAR DE PERCEPÇÃO DA DOR

1.13.1. Estados emocionais (intervenção anterior/ operador/ ambiente )

1.13.2. Idade

1.13.3. Medo e ansiedade

1.14. ANESTESIA BEM SUCEDIDA

1.14.1. Tratamento concluído mais rápido

1.14.2. – Melhor qualidade

1.14.3. – Com cooperação e tranquilidade da criança

1.14.4. – SEM que ela sinta DOR

1.15. DOR

1.15.1. “É um estado físico-químico desagradável, resultado da ação sobre o organismo de um estímulo físico somado a um estímulo psíquico, geralmente desencadeado pelo primeiro, podendo funcionar em graus variáveis de intensidade”

1.15.2. "suportar a dor" provoca

1.15.2.1. consequencias indesejáveis para o paciente

1.15.2.2. associa ansiedade com tratamento odontológico

1.16. CONTRA-INDICAÇÕES

1.16.1. Pacientes alérgicos aos diferentes anestésicos

1.16.2. em pacientes deficientes mentais, sem condições de colaborar

1.16.3. quando a cirurgia oral ultrapassar os limites da anestesia regional

1.16.4. na presença de anomalias que dificultam a anestesia local

1.17. Anestésicos locais são fármacos utilizados para bloquear temporariamente a condução dos impulsos nervosos, levando à perda ou diminuição da sensibilidade dolorosa.

1.18. CLASSIFICAÇÃO DOS ANESTÉSICOS LOCAIS DE ACORDO COM A NATUREZA INTERMEDIÁRIA

1.18.1. ÉSTERES

1.18.1.1. maior potencial alergenico

1.18.1.2. instabilidade em solução

1.18.1.3. rápida hidrólise por enzimas - pequena duração

1.18.1.4. maior frequencia de hipersensibilidade

1.18.1.5. Benzocaína

1.18.1.6. Cocaína

1.18.1.7. Tetracaína

1.18.1.8. Procaína

1.18.2. AMIDAS

1.18.2.1. relativamente estáveis em solução

1.18.2.2. raramente desencadeiam reações alérgicas

1.18.2.3. lenta biotransformação hepática

1.18.2.4. Lidocaína

1.18.3. ÉSTERES

1.18.3.1. maior potencial alergenico

1.18.3.2. instabilidade em solução

1.18.3.3. rápida hidrólise por enzimas - pequena duração

1.18.3.4. maior frequencia de hipersensibilidade

1.18.3.5. Benzocaína

1.18.3.6. Cocaína

1.18.3.7. Tetracaína

1.18.3.8. Procaína

1.18.4. AMIDAS

1.18.4.1. relativamente estáveis em solução

1.18.4.2. raramente desencadeiam reações alérgicas

1.18.4.3. lenta biotransformação hepática

1.18.4.4. Lidocaína

1.18.4.5. Mepivacaína

1.18.4.6. Bupivacaína

1.18.4.7. Prilocaína (derivada da

1.18.4.8. toluidina)

1.18.4.9. Articaína

1.19. VASOCONSTRITORES

1.19.1. Impedem a absorção sistêmica do anestésico local

1.19.2. Mantêm em contato com a fibra nervosa por mais tempo

1.19.3. Aumenta a duração da ação anestésica

1.19.4. Diminui sua toxicidade

1.19.5. Hemostasia local – favorece procedimentos cirúrgicos

1.19.6. AMINAS SIMPATOMIMÉTICAS

1.19.6.1. adrenalina e noradrenalina

1.19.6.2. felilefrina

1.19.7. DERIVADO DO HORMONIO ANTIDIURÉTICO

1.19.7.1. felipressiva

1.20. MECANISMO DE AÇÃO

1.20.1. bloqueio temporário na condução do impulso nervoso

1.20.2. estabilização da membrana da fibra nervosa, impedindo sua despolarização e propagação do impulso nervoso

1.21. ABSORÇÃO

1.21.1. Injetados nos tecidos moles -> exercem ação farmacológica nos vasos sanguíneos da área

1.21.2. Absorção pela corrente sanguínea -> distribuição p/ todos os tecidos do corpo

1.22. ADMINISTRAÇÃO

1.22.1. Procurar utilizar o menor volume de concentração necessário para se obter a anestesia satisfatória

1.22.2. O VOLUME DEPENDE

1.22.2.1. do tipo da intervenção,

1.22.2.2. do nível de sensibilidade do paciente

1.22.2.3. da presença e intensidade do processo inflamatório

1.22.3. A solução anestésica deve ser injetada lentamente

1.22.4. Velocidade da injeção interfere na rapidez da absorção do medicamento e nas reações tóxicas subsequentes

1.22.5. Quanto mais vascularizada a área da aplicação, mais rápida é a absorção e maior a chance de efeito tóxico

1.22.6. .

1.22.7. FÓRMULAS PARA DETERMINAR A DOSE INFANTIL

1.22.7.1. peso = idade em anos x2+9

1.23. OBS IMPORTANTES

1.23.1. Lidocaína a 2% com epinefrina (adrenalina) 1:100.000

1.23.2. Mepivacaína a 2% com epinefrina (adrenalina) 1:100.000

1.23.3. Situações em que a epinefrina (adrenalina) estiver contraindicada: prilocaína a 3% com felipressina (octapressin)

1.23.4. A prilocaína 3% com felipressina 0,03 UI/mL deve ser evitada em crianças portadoras de anemia, pelo risco de metemoglobinemia

1.23.5. A bupivacaína/articaína, anestésico de longa duração, está contra-indicada em crianças

1.23.6. Quando houver contra-indicação do emprego dos vasoconstritores:

1.23.6.1. – Mepivacaína 3% sem vasoconstritor - reduzindo-se a dose máxima em 30%

1.23.6.2. – Prilocaína 3% com felipressina

1.24. RECOMENTAÇÕES AO CD PARA EVITAR REAÇÕES ADVERSAS DOS ANESTÉSICOS LOCAIS EM CRIANÇAS

1.24.1. Conhecer a solução anestésica utilizada

1.24.2.  Usar anestésico com vasoconstritor para diminuir velocidade de absorção e aumentar a duração de ação

1.24.3.  Evitar injeção intravascular, realizando aspiração prévia

1.24.4. Injeção da solução anestésica lentamente

1.24.5.  Usar o menor volume e menor concentração possíveis de anestésico local que produza anestesia satisfatória

1.24.6.  Reduzir a dose habitual para 1/3 quando a criança estiver sedada ou muito debilitada

1.25. FALAR MOSTRAR FAZER

1.25.1. FALAR

1.25.1.1. Obtém a atenção da criança

1.25.1.2. – Explicar ações e sensações

1.25.1.3. – Comunicação pelo CD – clara, rápida, verdadeira

1.25.2. MOSTRAR

1.25.2.1. Solicitar a cooperação

1.25.2.2. – Elogiar os atos positivos

1.25.2.3. – Simular a ação explicada

1.25.2.4. – Vantagem: assegura continuidade do tratamento

1.25.3. FAZER

1.25.3.1. Realizar ação demonstrada

1.25.3.2. – Artifícios para distrair a criança

1.25.3.3. – Artifícios para disfarçar a seringa e a agulha

1.25.3.4. – Artifícios para disfarçar a dor da punção

1.26. TÉCNICAS DE ANESTESIA LOCAL

1.26.1. Semelhante a do adulto, com modificações em razão de características peculiares das crianças

1.26.2. Osso mais poroso e menos calcificado facilita a difusão da solução anestésica através do osso alveolar

1.26.3. Deposição da solução anestésica o mais próximo possível da inervação

1.26.4. Sintomas da anestesia devem ser explicados antes para a criança

1.26.5. APLICAÇÃO TÓPICA

1.26.5.1. tem como indicação o preparo da mucosa do pequeno paciente para a anestesia

1.26.5.2. tipos: sprays, soluções líquidas, cremes ou pomadas

1.26.5.3. RECOMENDAÕES

1.26.5.3.1. A área da aplicação deve estar seca

1.26.5.3.2. O anestésico deve ser aplicado em uma área limitada

1.26.5.3.3. O anestésico deve ser aplicado por tempo suficiente (3 a 5 minutos)

1.26.5.4. INDICAÇÕES

1.26.5.4.1. pré-anestesia

1.26.5.4.2. remoção de dentes decíduos com raízes totalmente reabsorvidas

1.26.5.5. INDICAÇÕES

1.26.5.5.1. pré-anestesia

1.26.5.5.2. remoção de dentes decíduos com raízes totalmente reabsorvidas

1.26.6. INFILTRATIVA

1.26.6.1. aplicação de solução anestésica ao redor das terminações nervosas

1.26.6.2. o enestésico é injetado no fundo de sulco mais próxima ao ápice do elemento dentário, com o bisel da agulha voltado para o osso

1.26.6.3. o anestésico deve ser invjeto -0,5 a 1,0ml - lentamente com pouca pressão sob o embolo da seringa carpule, proporcionando melhor difusão e absorção do sal anestésico

1.26.6.4. aspiração

1.26.6.5. INTERPAPILAR

1.26.6.5.1. Variação da técnica infiltrativa

1.26.6.5.2. – Anestesia interpapilar por transpasse (vestibular para lingual) até obter área isquêmica na região palatina

1.26.6.5.3. – Anestesia complemetar por palatina

1.26.6.5.4. – Indicado: para colocar grampos de isolamento, matriz de aço, exodontias

1.26.6.6. INDICAÇÕES

1.26.6.6.1. todos os dentes superiores

1.26.6.6.2. dentes anteriores inferiores

1.26.7. INFILTRATIVA

1.26.7.1. aplicação de solução anestésica ao redor das terminações nervosas

1.26.7.2. o enestésico é injetado no fundo de sulco mais próxima ao ápice do elemento dentário, com o bisel da agulha voltado para o osso

1.26.7.3. o anestésico deve ser invjeto -0,5 a 1,0ml - lentamente com pouca pressão sob o embolo da seringa carpule, proporcionando melhor difusão e absorção do sal anestésico

1.26.7.4. aspiração

1.26.7.5. INTERPAPILAR

1.26.7.5.1. Variação da técnica infiltrativa

1.26.7.5.2. – Anestesia interpapilar por transpasse (vestibular para lingual) até obter área isquêmica na região palatina

1.26.7.5.3. – Anestesia complemetar por palatina

1.26.7.5.4. – Indicado: para colocar grampos de isolamento, matriz de aço, exodontias

1.26.7.6. INDICAÇÕES

1.26.7.6.1. todos os dentes superiores

1.26.7.6.2. dentes anteriores inferiores

1.26.8. ANESTESIA POR BLOQUEIO

1.26.8.1. Bloqueio do nervo alveolar inferior ou anestesia pterigomandibular

1.26.8.2. Dentes posteriores inferiores decíduos e permanentes

1.26.8.3. Durante a dentição decídua – forame mandibular localiza-se pouco abaixo do plano oclusal

1.26.8.4. TECNICA

1.26.8.4.1. Com o dedo indicador palpar a linha obíqua externa e localizar a depressão (fossa retromolar)

1.26.8.4.2. Virar o dedo e deixar a unha voltada para o plano sagital paralelo ao oclusal)

1.26.8.4.3. Centro da unha: ponto da punção

1.26.8.4.4. Introduz a agulha em torno de 6mm

1.26.8.4.5. Levar a seringa para o lado oposto sem tirar da mucosa até região entre canino e molares decíduos

1.26.8.4.6. Aprofundar a agulha até tocar a parede posterior do sulco madibular

1.26.8.4.7. Recuar uns mm e inclinar ligeiramente para baixo

1.26.8.5. CHECANDO A ANESTESIA

1.26.8.5.1. Sensação de calor e formigamento na metade do lábio inferior

1.26.8.5.2. Entumecimento do lábio em seguida

1.26.8.5.3. Formigamento dos 2/3 anteriores da língua

1.26.8.5.4. Tocar levemente a mucosa na região de pré-molares ou molares decíduos (deve estar sem sensibilidade)

1.26.9. ANESTESIA POR BLOQUEIO

1.26.9.1. Bloqueio do nervo alveolar inferior ou anestesia pterigomandibular

1.26.9.2. Dentes posteriores inferiores decíduos e permanentes

1.26.9.3. Durante a dentição decídua – forame mandibular localiza-se pouco abaixo do plano oclusal

1.26.9.4. TECNICA

1.26.9.4.1. Com o dedo indicador palpar a linha obíqua externa e localizar a depressão (fossa retromolar)

1.26.9.4.2. Virar o dedo e deixar a unha voltada para o plano sagital paralelo ao oclusal)

1.26.9.4.3. Centro da unha: ponto da punção

1.26.9.4.4. Introduz a agulha em torno de 6mm

1.26.9.4.5. Levar a seringa para o lado oposto sem tirar da mucosa até região entre canino e molares decíduos

1.26.9.4.6. Aprofundar a agulha até tocar a parede posterior do sulco madibular

1.26.9.4.7. Recuar uns mm e inclinar ligeiramente para baixo

1.26.9.5. CHECANDO A ANESTESIA

1.26.9.5.1. Sensação de calor e formigamento na metade do lábio inferior

1.26.9.5.2. Entumecimento do lábio em seguida

1.26.9.5.3. Formigamento dos 2/3 anteriores da língua

1.26.9.5.4. Tocar levemente a mucosa na região de pré-molares ou molares decíduos (deve estar sem sensibilidade)

1.26.9.6. BLOQUEIO DO NERVO MENTONIANO

1.26.9.6.1. A abertura do forame mentoniano é voltada para a face anterior

1.26.9.6.2. – A agulha é introduzida no sulco vestibular e direcionada para a região entre os ápices dos primeiros e segundos molares decíduos

1.26.9.7. ANESTESIA DO LIGAMENTO PERIODONTAL

1.26.9.7.1. Método de injeção intra-óssea

1.26.9.7.2. Agulha fina é introduzida no ligamento periodontal até o contato com o osso em um ângulo de 30° com o longo eixo do dente

1.26.9.7.3. Injeção da solução vagarosamente (0,2 ml)

1.26.9.7.4. Toda a raiz é anestesiada na porção proximal

1.26.9.7.5. Seu uso é mais indicado na mandíbula

1.26.9.7.6. É um método complementar para o controle da dor

1.26.9.8. EXTENSÃO DA ÁREA ANESTESIADA

1.26.9.8.1. depende

1.26.9.9. ACIDENTES E COMPLICAÇÕES

1.26.9.10. BLOQUEIO DO NERVO MENTONIANO

1.26.9.10.1. A abertura do forame mentoniano é voltada para a face anterior

1.26.9.10.2. – A agulha é introduzida no sulco vestibular e direcionada para a região entre os ápices dos primeiros e segundos molares decíduos

1.26.9.11. ANESTESIA DO LIGAMENTO PERIODONTAL

1.26.9.11.1. Método de injeção intra-óssea

1.26.9.11.2. Agulha fina é introduzida no ligamento periodontal até o contato com o osso em um ângulo de 30° com o longo eixo do dente

1.26.9.11.3. Injeção da solução vagarosamente (0,2 ml)

1.26.9.11.4. Toda a raiz é anestesiada na porção proximal

1.26.9.11.5. Seu uso é mais indicado na mandíbula

1.26.9.11.6. É um método complementar para o controle da dor

1.26.9.12. EXTENSÃO DA ÁREA ANESTESIADA

1.26.9.12.1. depende

1.26.9.13. ACIDENTES E COMPLICAÇÕES

1.26.9.13.1. Superdose/Toxicidade

1.26.9.13.2. Reações sistêmicas – superdosagem do vasoconstritor (aminas simpatomiméticas)

1.26.9.13.3. Metemoglobinemia

1.26.9.13.4. ulceras traumáticas

1.26.9.13.5. hematomas

1.26.9.13.6. injeção no musculo

1.26.9.13.7. injeção intra-vascular

1.26.9.13.8. sudorese/ toxicidade

1.26.9.13.9. PREVENÇÕES

1.26.9.13.10. EM CASO DE REAÇÃO TÓXICA

1.26.9.13.11. O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto, abrange mais que um momento de atenção. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.

2. FLUORESTOS

2.1. FLÚOR X REDUÇÃO DE CÁRIE

2.1.1. ação tópica e não sistêmica

2.2. EFEITOS TÓXICOS

2.2.1. A exposição a altas quantidades de fluoretos pode causar intoxicações crônicas ou agudas, a depender da quantidade e frequência

2.2.2. A ingestão excessiva e crônica durante o período de formação dos dentes pode levar a fluorose dentária

2.3. QUANDO INTERPOR MEDIDAS PARA PREVENÃO DE FLUOROSE?

2.3.1. Na primeira infância

2.3.2. Dentes permanentes

2.3.3. Estética (20 a 30 meses)

2.4. MEDIDAS PARA PREVENÇÃO DE FLUOROSE NA PRIMEIRA INFANCIA

2.4.1. • Não indicar suplementos fluoretados – comprimidos

2.4.2. Ao alimentos e a água contem flúor

2.4.3. Dentifrícios : 0-36 meses de idade: mínimo de pasta fluoretada

2.5. USO RACIONAL DO FLUOR

2.5.1. Avaliar o risco/benefício do flúor

2.5.2. Indicar de forma adequada e quando estiver indicado

2.5.3. Os programas preventivos devem ser baseados em controle mecânico de placa

2.5.4. MEIOS DE UTILIZAÇÃO

2.5.4.1. COLETIVOS

2.5.4.1.1. Fluoretação da agua em abastecimento (0,7 a 1,2 ppm)

2.5.4.2. INDIVIDUAIS

2.5.4.2.1. Fontes tópicas: dentifrícios, bochechos, fio dental e agua mineral

2.5.4.3. PROFISSIONAIS

2.5.4.3.1. Fontes tópicas: soluções, géis e mousse, vernizes e materiais restauradores

2.5.4.4. Os dentifrícios sem flúor são mais caros, porque foi discutido que não precisaria mais do uso de flúor, mas depois surgiram estudos que pelo menos uma escovação de flúor por dia é recomendada pela academia americana

2.6. DENTIFRÍCIOS

2.6.1. Má higiene bucal = proteção parcial

2.6.2. Higiene bucal deficiente + flúor = proteção total

2.6.3. Higiene bucal perfeita – flúor = proteção total

2.6.4. DENTIFRÍCIOS FLUORETADOS EM CRIANÇAS

2.6.4.1. Técnica transversal (dificilmente a criança vai conseguir realizar essa técnica então a mãe tem que fazer a escovação com as escovas modificadas)

2.6.4.2. Escovas infantis modificadas (escovas que tem fases das Stages Oral-B)

2.6.4.3. 1/3 das cerdas da escova para bebes (colocar a pasta na ponta da escova modificada pois é a sua parte ativa)

2.6.4.4. Após refeição

2.6.5. bochechos fluoretados

2.6.5.1. Uso semanal – 2% NaF

2.6.5.2. Uso diário – 0,02% e 0,05% Naf

2.6.5.3. 20 a 50% de efetividade contra a carie

2.6.5.4. devem ser realizados a noite, após a escovação dentária e antes de dormir

2.7. pacientes de alto risco

2.7.1. aparelhos ortodonticos fixos - xerostomia

2.8. crianças acima de 7 anos

2.8.1. 10 ml da soluçãp ---- 1'

2.9. crianças de 4 a 7 anos

2.9.1. 7 ml da solução ----- 1'

2.10. APLICAÇÃO TÓPICA DE FLUOR PROFISSIONAL

2.10.1. indicações

2.10.1.1. Crianças com carie ativa

2.10.1.2. Risco de carie dentaria

2.10.1.3. Dentes recém irrompidos

2.10.1.3.1. molares recém irrompidos

2.10.1.4. Crianças com deficiência salivar

2.10.1.5. Cirurgia periodontal

2.10.1.6. Pós-restaurações (pode escolher também o material restaurador com flúor, como o civ)

2.10.1.7. Problemas comportamentais

2.10.1.8. Crianças especiais e crianças com aparelho ortodôntico

2.10.1.9. crianças com aparelho ortodontico

2.10.1.9.1. É de difícil uso pois tem muita área retentiva que a criança não consegue higienizar, então muitas vezes tem que associar técnicas e escovas modificadas, além de ser monitorados.

2.10.2. APLICAÇÃO DE FLÚOR

2.10.2.1. GEL

2.10.2.1.1. compensar o não auto-uso

2.10.2.1.2. conforme risco ou atividade de carie

2.10.2.1.3. aplicação unica tem pouca eficacia

2.10.2.1.4. Aplicação fluorfosfato acidulado a 1,23% - indicado para aplicação única que é semestral ou anual

2.10.2.1.5. Geralmente não é aplicado após restaurações e clareamento dentário

2.10.2.1.6. TÉCNICA

2.10.2.1.7. cuidados

2.10.2.2. MOUSSE

2.10.2.2.1. da pra usar com as moldeiras, tanto como o gel

2.10.2.2.2. colocar pequena quantidade na moldeira e colocar na boca do paciente

2.10.2.3. VERNIZES FLUORETADOS

2.10.2.3.1. Produtos importados Duraphat Flúor protector Produtos nacionais deraflur fluorniz Verniz NaF 6% CaF 6%

2.10.2.3.2. Prolongam o tempo de contato entre o flúor e o esmalte dentário

2.10.2.3.3. Atuam como reservatório de F – dissociação lenta

2.10.2.3.4. Adere ao esmalte

2.10.2.3.5. Não necessita de campo seco

2.10.2.3.6. INDICAÇÕES

2.10.2.3.7. aplicação

2.11. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

2.11.1. Aspecto rugoso, branco e opaco e cor marrom clara = lesões ativas

2.11.1.1. Inicial – intensivo- 4 aplicações de flúor profissional. Recomenda-se uma a cada semana

2.11.1.2. controle de placa bacteriana

2.11.1.3. dieta

2.11.1.4. uso de flúor de fosfato acidulado

2.11.1.5. retorno após um mês

2.11.1.6. SE NÃO DER CERTO

2.11.1.6.1. “choque” = > e rápida formação de CaF2

2.11.1.6.2. Paralisa e tenta repor perdas minerais

2.11.1.6.3. Interferir na progressão da carie dentaria

2.11.2. Manchas brancas ou pigmentadas, lisas e brilhantes ou tecido dentário escuro e duro = lesões inativas (não há indicação de fluorterapia)

2.12. REVISÃO

2.12.1. O uso de fluoreto diminui a incidência de carie dentaria

2.12.2. O flúor efetivo é o tópico

2.12.3. O flúor em elevadas quantidades possui potencial efeito tóxico

2.12.4. Crianças : dentifrícios 1000 ppm de flúor com controle de quantidade

3. FARMACOLOGIA

3.1. “a maioria esmagadora dos agentes farmacológicos usados em odontologia são utilizados para controlar a dor ou o medo da dor.”

3.2. PERCEPÇÃO DA DOR

3.2.1. Processo fisio-anatomico no qual um estimulo nocivo é percebido por receptores nas terminações nervosas e transmitidos ao longo das vias neuroanatômicas ao sistema nervoso da dor Esse limiar representa a intensidade mínima de estimulo necessário para iniciar o impulso nervoso

3.3. REAÇÃO A DOR

3.3.1. • Resposta individual quando o impulso nervoso atinge o cérebro e é interpretado como dor. • O limiar de reação a dor varia de pessoa para pessoa e dentro do individuo em tempos diferentes

3.4. fatores que alteram o limiar da dor

3.4.1. Ansiedade

3.4.2. Estresse

3.4.3. Fadiga

3.4.4. Experiencias passadas

3.4.5. O pré-condicionamento do paciente

3.5. Fatores que modificam a expressão da dor na criança

3.5.1. Idade

3.5.2. Sexo

3.5.3. Nível cognitivo (percepção que a criança tem da dor)

3.5.4. Experiencias dolorosas prévias

3.5.5. Padrões culturais

3.5.6. Relações familiares

3.5.7. Comportamento dos pais

3.6. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO

3.6.1. A escolha do fármaco e da forma farmacêutica deve ser fundamentada no desenvolvimento da criança

3.7. CONTROLE DA DOR

3.7.1. ANALGÉSICOS

3.7.1.1. Agentes utilizados para o alivio da dor

3.7.1.2. Devem aliviar a dor sem causar alterações significativas na consciência

3.7.1.3. Não utilizar analgésicos na base “se necessário” em situações comprovadamente dolorosas, pois é mais fácil tratar a dor inicial a já instalada”

3.8. PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS EM ODONTOPEDIATRIA

3.8.1. Muitos medicamentos, já tem definida por estudos de farmacocinética, a dose para crianças

3.8.2. Ajustes de doses para crianças são necessárias ate de 25 a 30kg, além disso, utiliza-se a dose do adulto

3.8.3. A máxima dose calculada não deve superar a dose do adulto

3.9. IDADE

3.9.1. RN: sistema renal e hepático imaturos nas primeiras semanas de vida – tendencia a promover o acumulo de fármacos; ineficiência da ligação de fármacos a albumina

3.9.2. Crianças e beber acima de 6 meses de idade -> aumento na taxa de eliminação dos fármacos – pode ser necessário o ajuste da dose

3.9.3. Não utilizar tetraciclinas nem corticosreroides em crianças

3.10. FÓRMULAS

3.10.1. Formulas não devem ser usadas se o fabricante não fornecer a dose pediátrica

3.10.2. Se ainda não há dose para criança, provavelmente esse medicamento ainda não foi testado suficientemente, necessitando indicação e monitoramento ainda mais criteriosos

3.10.3. O calculo da dose infantil deve ser feito tendo por base o peso da criança

3.10.3.1. Regra para determinar o peso da criança normal sem o uso da balança

3.10.3.1.1. Peso= idade em anos x2 +

3.11. CRIANÇA NÃO SENTE DOR, MITO?

3.11.1. Perante os mesmos estímulos dolorosos, pessoas diferentes vao reagir de forma diferente

3.11.2. Um ponto de concordância diz respeito a faixa etária, de acordo com a idade encontramos uma padronização

3.12. ANALGÉSICOS

3.12.1. Devem ser prescritos em esquemas fixos por 24 a 48 horas

3.12.2. Não inibe a função plaquetária e causa pouco desconforto gástrico para a criança

3.12.3. Não tem propriedades anti-inflamatorias clinicamente significantes

3.12.4. PARACETAMOL – é o analgésico e o antipirético de escolha em crianças

3.12.4.1. Reações alérgicas são muito raras

3.12.4.2. Boa alternativa em pacientes que não requerem um efeito anti-inflamatório

3.12.4.3. Dose : 10 a 15mg/kg a cada 4 a 6 horas

3.12.4.4. Dose máxima : 1000mg a cada 6 horas

3.12.4.5. Inicio da ação: cerca de 30 min após a ingestão oral

3.12.4.6. Regra oral: 1 gota por quilo de peso por dose

3.12.4.7. Não exceder 35 gotas

3.12.4.8. .

3.12.4.8.1. Cada ml – 14 a 16 gotas contem 200mg de paracetamol

3.12.4.8.2. Dose: 10 a 15 mg/kg/dose a cada 4 a 6 horas

3.12.4.8.3. Uma criança de 10kg: 10 gotas

3.12.4.8.4. 1 gota por quilo

3.12.5. DIPIRONA

3.12.5.1. Inicio de efeito mais rápido

3.12.5.2. Tabela própria com doses de acordo com a idade da criança

3.12.5.3. Igual intensidade de efeito que o paracetamol

3.12.5.4. Ver tabela da bula

3.12.6. AINES

3.12.6.1. Ibuprofeno (50mg/ml): uma gota por kg de peso, com intervalo de 6-8 horas

3.12.6.2. Dose máxima: 40 gotas (200mg)

3.12.6.3. Ibuprofeno de 100mg: tabela própria

3.12.6.4. Ibuprofeno suspensão oral 100 mg: tabela própria

3.12.6.5. Contra-indicação para pacientes com asma

3.12.6.6. Contra indicação também em pacientes com asma

3.13. ANTIMICROBIANO

3.13.1. Ibuprofeno de 200mg/ml: uma a duas gotas por kg

3.13.2. “ uma vez que tenha sido estabelecido que o paciente tem uma infecção que necessita de antibioticoterapia, e tipo de antibiótico tenha sido escolhido, ele deve ser administrado propriamente”

3.13.3. Escolha por antibiótico com menor espectro: penicilina tem menor espectro que as cefalosporinas

3.13.4. Se o paciente for alérgico, tem que procurar alternativas como metronidazol (bom para bactérias gram -)

3.13.5. Utilização de antibióticos bactericidas (penicilina, cefalosporinas, metronidazol) ao invés de bacteriostáticas (tetracilinas, eritromicina, azitromicina)

3.13.6. AMOXICILINA

3.13.6.1. Compate de bacilos gram –

3.13.6.2. Uso oral

3.13.6.3. Amplo espectro

3.13.6.4. Maior absorção

3.13.6.5. Dose máxima – 50 mg/kg ao dia

3.13.6.6. PARA MENOR FRANCISCO 23 KG Uso interno: • Amoxilina 250mg/5ml ---- susp,oral --- > 01 frasco • Dar 7,5 ml a cada 8 horas durante 5 (cinco) dias

3.13.7. PROFILAXIA ANTIBIÓTICA EM CRIANÇAS

3.13.7.1. Amoxilina: 50mg/kg, 30 a 60 minutos antes do procedimento

3.13.7.2. Clindamicina: 20 mg/kg 30 a 60 minutos antes do procedimento

3.13.7.3. CEFALOSPORINAS

3.13.7.3.1. Risco de hipersensibilidade cruzada com penicilinas

3.13.7.3.2. Devem ser ingeridas com estomago vazio

3.13.7.3.3. Uso com cautela em crianças com historia previa de colite

3.13.7.3.4. São menos susceptíveis às b-lactantes se comparadas com a penicilina naturais

3.13.8. MACROLÍDEOS MODIFICADOS

3.13.8.1. AZITROMICINA

3.13.8.1.1. Diferem dos clássicos por diferenças nas cadeias laterais do anel lactonico

3.13.8.1.2. Infecções por G+ e alguns G-

3.13.8.1.3. Alimentos reduzem a absorção

3.13.8.1.4. Maior estabilidade em meio ácido, melhor disponibilidade por via oral, maior duração de efeito, maior atividade cobre bactérias e penetração tecidual

3.13.8.2. NISTATINA

3.13.8.2.1. Antifúgico utilizado para combater a cândida albicans

3.13.8.2.2. Cada ml da suspensão contem nistatina 1000.000u.i

3.13.8.2.3. Prematuros e crianças de baixo peso 1ml 4 vezes ao dia

3.13.8.2.4. Lactantes: 1 a 2 ml 4x por dia

3.13.8.2.5. Crianças e adultos: dose varia de 1 a 6ml 4x ao dia

3.13.8.2.6. Manter essa medicação ainda 2 dias após o desaparecimento dos sintomas

3.14. SEDAÇÃO

3.14.1. indicado quando todos os outros métodos de contenção não obtiveram êxito

3.14.2. OBJETIVO

3.14.2.1. Reduzir ansiedade

3.14.2.2. Proporcionar maior conforto e tranquilidade

3.14.2.3. Principalmente em tratamentos de longa duração

3.14.2.4. Benzodiazepínicos, hidrato de cloral, sedação inalatória com óxido nitroso, sedação venosa, anestesia geral.

3.14.3. BENZODIAZEPÍNICOS

3.14.3.1. Não tem propriedade analgésica

3.14.3.2. Ação ansiolítica, anticonvulsivante e relaxante da musculatura esquelética

3.14.3.3. De maneira isolada, praticamente não promovem depressão cardíaca ou respiratória

3.14.3.4. DIAZEPAM

3.14.3.4.1. Efeito duradouro, doses entre 0,2 e 0,4 mg/kg, permite indução suave e sedativa, embora lenta

3.14.3.4.2. Pode provocar amnesia transitória

3.14.3.4.3. Administração: via oral, reta e IV.

3.14.3.4.4. Efeitos colaterais: braquicardia, hipotensão, depressão respiratória, ataxia e excitação

3.14.3.4.5. Duração de ação: 6-8 horas

3.14.3.4.6. .

3.14.3.5. MIDAZOLAM

3.14.3.5.1. Atualmente é o mais utilizado como medicação pré-anestesica

3.14.3.5.2. Ação: inicio em 30 minutos e duração de aproximadamente 1-4 horas

3.14.3.5.3. Dose: 0,25 a 0,5 mg/kg

3.14.3.6. ÓXIDO NITROSO

3.14.3.6.1. Resolução n.51 de abril de 2004, do CFO: profissional habilitado por curso com carga horaria mínima de 96 horas/aluno

3.14.3.6.2. Sedativo, analgésico

3.14.3.6.3. Ação bastante curta

3.14.3.6.4. Praticamente isento de efeitos colaterais

3.14.3.6.5. Eliminado de maneira inalterada pelos pulmões – baixo risco de interação com outras drogas

3.14.3.6.6. Não deve ser administrado em pacientes com doenças psiquiátricas; pacientes resfriados ou com sinusite; dificuldade de comunicação; pacientes mentalmente instáveis; obstrução do trato respiratório

3.14.3.6.7. As alterações psico-somaticas serão revertidas ao final de três a cinco minutos após a suspensão da mistura inalatoria

4. CIRURIA EM ODONTOPEDIATRIA

4.1. INDICAÕES

4.1.1. Destruição coronária extensa

4.1.2. Impossibilidade de tratamento conservador (endodontia)

4.1.3. Raízes residuais ou fraturados

4.1.4. Extensão cariosa na bifurcação radicular

4.1.5. Dentes natais ou neonatais sem inserção

4.1.6. Prognóstico desfavorável em infecções

4.1.7. Reabsorção interna ou externa

4.1.8. Dentes com alveolíse (reabsorção da tábua óssea vestibular)

4.1.9. Rizólise irregular do dente

4.1.10. Indicação ortodôntica

4.1.11. Dentes supranumerários

4.1.12. Retenção prolongada de dentes decíduos

4.1.13. Dentes anquilosados (grudados no osso) com sucessores permanentes

4.1.13.1. É uma fusão anatômica entre dente e osso alveolar

4.1.13.2. Maior frequência em segundos molares decíduos inferiores

4.1.14. Infecção no dente decíduo com rompimento da cripta óssea do germe permanente

4.2. CONTRA-INDICAÇÕES

4.2.1. Cardiopatia

4.2.2. Doenças infecciosas agudas

4.2.3. Diabetes mellitus

4.2.4. Neoplasias

4.3. PLANEJAMENTO

4.3.1. ASPECTOS RADIOGRÁFICOS

4.3.1.1. 1. Vou avaliar a integridade radicular do dente decíduo

4.3.1.2. 2. Intimidade entre decíduo e permanente

4.3.1.3. 3. Seleção da técnica anestésica e cirúrgica

4.3.1.4. 4. Cuidados hemostáticos

4.3.1.5. 5. Recomendações

4.3.2. MATERIAIS E INSTRUMENTAIS

4.3.2.1. ♥ Fórceps 1

4.3.2.1.1. Dentes anteriores superiores (incisivos e caninos)

4.3.2.2. ♥ Fórceps 101

4.3.2.2.1. Molares superiores

4.3.2.3. ♥ Fórceps 17

4.3.2.3.1. Molares inferiores

4.3.2.4. CONTRA - INDICAÇÃO DO USO DE FÓRCEPS

4.3.2.4.1. Porção coronária insuficiente (coroa destruída)

4.3.2.4.2. Quando existe o risco de descolar o germe do permanente

4.3.2.5. INSTRUMENTAIS ROTATÓRIOS

4.3.2.5.1. Diminui a resistência a avulsão do germe do permanente

4.3.2.5.2. Eliminar a impacção de dentes retidos

4.3.2.5.3. Raízes com dilacerações

4.4. ODONTOSECÇÃO

4.4.1. Sentido vestibulo lingual

4.4.2. Broca 560 ou diamantada

4.5. OSTEOTOMIA

4.5.1. Acesso a dentes não irrompidos

4.5.2. Dentes anquilosados

4.5.3. Uso de cinzeis e brocas esféricas

4.6. SEQUêNCIA CLÍNICA

4.6.1. 1. Planejamento do caso

4.6.2. 2. Condicionamento da criança

4.6.3. 3. Sindesmotomia

4.6.4. 4. Luxação

4.6.5. 5. Exração

4.6.6. 6. Exame do alveolo

4.6.7. 7. Curetagem (se necessário)

4.6.8. 8. Compressão

4.6.9. 9. Sutura (se necessário) - manter coágulo, usar fio de seda 3.0/4.0, remover sutura 5 a 7 dias

4.6.10. obs

4.6.10.1. Se necessário, fazer odontosecção ou osteotomia

4.6.10.2. Dentes unirradiculares: luxar no sentido vestibular e fazer movimentos de rotação e pendulares

4.6.10.3. Dentes multirradiculares: luxar no sentido vestíbulo lingual e fazer movimentos de lateralidade e pendiculares

4.7. ORIENTAÇÕES PÓS-CIRURGICAS

4.7.1. Fazer hemostasia com gaze

4.7.2. Alimentação fria

4.7.3. Se dor, prescrever analgésicos

4.7.4. Cuidar para não causar lesões por mordedura (criança anestesiada)

4.8. ACIDENTES NAS EXODONTIAS

4.8.1. Fratura coronária e radicular

4.8.2. Sangramento

4.8.3. Trauma ou avulsão do germe do permanente

4.9. IMPORTANTE

4.9.1. Quando o dente a ser extraído estiver com abscesso dentoalveolar agudo, realizar profilaxia antibiótica pré e pós operatória

5. ODONTOLOGIA MINIMAMENTE INVASIVA

5.1. superfície oclusal hígida ou com lesão em esmalte, cujos determinantes da doença são passíveis de controle

5.2. CONTROLE DOS FATORES DAS DOENÇAS

5.2.1. aplicação tópica de flúor associada ao controle do biofilme dentário

5.2.2. selamento de fossas e fissuras com selante resinoso (resina composta fluida) pois adesão é melhor do que o CIV

5.2.3. ABORDAGEM INVASIVA

5.2.3.1. lesão de cárie em dentina ou quando os determinantes da doença não podem ser controlados.

5.2.3.2. essas decisões são tomadas no plano de tratamento

5.2.3.3. restaurações em amálgama, restaurações adesivas conservadoras

5.2.3.4. tratamento restaurador atraumático

5.3. PRPERO CAVITÁRIO

5.3.1. remoção do tecido cariado

5.3.2. seleção do material

5.3.3. preparo minimamente invasivo

5.4. CIV CONVENCIONAL

5.4.1. + adesividade

5.4.2. + biocompatibilidade

5.4.3. + liberação de fluor

5.4.4. baixa resistência a abrasão

5.4.5. estética insatisfatória

5.4.6. sinérese e embebição (absorve água)

5.4.7. MAIS INDICADO EM:

5.4.7.1. restaurações em dentes decíduos

5.4.7.2. restaurações atraumáticas

5.4.7.3. selamento oclusal de molares permanentes e decíduos recém erupcionados

5.4.7.4. restaurações de classe ll, utilizar CIV modificado por resina

5.4.8. VANTAGENS

5.4.8.1. grande similaridade com a estrutura dentária

5.4.8.2. adesão físico-química

5.4.8.3. compatibilidade biológica

5.4.8.4. liberação de flúor nas primeiras 24 a 48h (efeito esponja_, redução da liberação a longo prazo

5.4.9. DESVANTAGENS

5.4.9.1. baixa resistência mecânica

5.4.9.2. sinérese e embebição durante a presa

5.5. CIV MODIFICADO POR RESINA

5.5.1. liberação de fluor

5.5.2. + adesividade

5.5.3. + adaptação marginal

5.5.4. + resistência ao desgaste

5.5.5. + estética

5.5.6. + resistência a sinérese e embebição

5.5.7. sempre que puder, dar preferencia ao civ modificado por reinsa

5.5.8. + INDICADO EM

5.5.8.1. restaurações classe l, ll, lll em dentes decíduos, selante

5.5.9. sempre polimerizar e o polimento após 24 horas

5.6. AMALGAMA

5.6.1. longevidade satisfatória

5.6.2. resistência a abrasão satisfatória

5.6.3. estética prejudicada

5.6.4. polimento após 24h

5.7. ADESIVOS - TEC. DE APLICAÇÃO

5.7.1. condicionamento ácido

5.7.2. enxágue com água

5.7.3. aplicação do primer

5.7.4. aplicação do adesivo

5.7.5. fotopolimerização

5.7.6. inserção da resina

5.7.7. SIST. ADESIVO DE 3 PASSOS

5.7.7.1. ÁCIDO: prepara o substrato para desão

5.7.7.2. PRIMER: composto por solventes orgÂnicos, faz o papel do jato de ar

5.7.7.3. ADESIVO: faz vedamento do dente pera depois por resina

5.7.8. SIST ADESIVO DE 2 PASSOS - CONVENC.

5.7.8.1. téc. mais simples

5.7.8.2. primer e adesivo

5.7.8.3. tende a ter maior degradação ao longo do tempo

5.8. RESINA COMPOSTA

5.8.1. vantagens

5.8.1.1. preservação da estrutura dental sadia

5.8.1.2. pode ser combinada com a técnica de selantes (restauração conservadora)

5.8.1.3. estética

5.8.1.4. resistente a fratura

6. SELAMENTO DE FOSSAS E FISSURAS

6.1. SELANTES OCLUSAIS

6.1.1. materiais adesivos que atuam penetrando nas fossas e fissuras, criando uma barreira mecânica nessas superfícies

6.1.2. facilita a limpeza e o controle da placa bacteriana

6.1.3. SUPERFÍCIE OCLUSAL

6.1.3.1. maior susceptibilidade à carie devido a configuração anatômica

6.1.3.2. fossas e fissuras não se beneficiam como as superfícies lisas da aplicação de fluorose

6.1.3.3. a morfologia complexa da superfície oclusal dificulta a remoção da placa bacteriana

6.1.3.4. LEMBRAR QUE ...

6.1.3.4.1. • 16% da prevalência de carie em crianças de 5 a 17 anos ocorrem em superfícies lisas • 84% envolvem superfícies com fossas e fissuras

6.1.4. os selantes devem ser considerados como parte do tratamento preparatório, antes do tratamento restaurador

6.1.5. não é pra fazer selamento de todos os molares, tem as indicações corretas

6.2. MATERIAL ADEQUADO PARA SELANTE

6.2.1. ótima adesividade a superficie do esmalte

6.2.2. método de aplicação simples

6.2.3. biocompatibilidade

6.2.4. baixa viscosidade, ou seja, mais fluido (maior poder de penetração)

6.2.5. baixa solubilidade do meio bucal

6.3. INDICAÇÕES PARA SELANTE

6.3.1. considerar as necessidades individuais:

6.3.2. idade dentária "maturação pós eruptiva" (até dois anos após a erupção)

6.3.3. dentes recém erupcionados "janela de infectividade"

6.3.4. estado motivacional do paciente

6.3.5. fóssulas e sulcos profundos

6.3.6. alto risco de cárie (doença, higiene)

6.3.7. Dentes posteriores tem uma anatomia muito complexa com sulcos e fissuras, o que causa maior risco de desenvolvimento de carie porque é cheio de reentrâncias onde há maior acumulo de placa dentaria e muitas vezes as cerdas das escovas não conseguem limpar

6.4. MATERIAIS

6.4.1. resinosos

6.4.1.1. maior liberação de flúor logo após de aplicado, muito sensíveis a umidade (devo realizar o isolamento absoluto)

6.4.2. ionoméricos (convencionais ou modificados por resina)

6.4.2.1. civ convencional aceita melhor a umidade, então podemos utilizar nos casos de 3molares parcialmente irrompidos

6.5. INCORPORAÇÃO DO FLÚOR NOS SELANTES RESINOSOS

6.5.1. • Selantes fluoretados apresentam um padrão de liberação de flúor maior, inicialmente, decrescendo rapidamente no decorrer dos dias.

6.5.2. • Tem capacidade de absorver flúor após sua aplicação tópica, liberando-o para o meio bucal

6.6. SELANTES RESINOSOS - SEQUÊNCIA CLINICA

6.6.1. isolamento absoluto

6.6.2. profilaxia com pedra pomes e água

6.6.3. condicionamento ácido - 15s

6.6.4. lavagem e secagem - 15 a 30s

6.6.5. manipulação do material - 1 gota para 1/2 de pó

6.6.6. aplicação de selante com sonda

6.6.7. fotopolimerização - 20s

6.6.8. avaliação do selamento por inspeção visual tátil

6.6.9. ajuste oclusal

6.7. CIV CONVENCIONAL - SEQUENCIA CLINICA

6.7.1. isolamento relativo

6.7.2. profilaxia com pedra pomes e agua

6.7.3. condicionamento ácido poliacrílico por 10s

6.7.4. manipular material 1:1

6.7.5. inserção do material com uma sonda na superfície oclusal

6.7.6. pressão digital com luva vaselinada

6.7.7. aguardar presa do material

6.7.8. proteção com adesivo, esmalte ou glaze

6.7.9. avaliação do selamento por inspeção visual/ tátil

6.7.10. Preferência por selantes de fossas e fissuras a base de CIV convencional em dentes permanentes recém-irrompidos e em irrupção

6.7.10.1. • Ele não tem uma aderência tão satisfatório como o resinoso, mas muitos fragmentos que ficam mesmo que o CIV se destaque do dente, fica incorporando flúor e liberando para o dente, ocorrendo a prevenção de carie

6.7.11. Indicações - Criança em idade escolar - Primeiro molar permanente em erupção - Higiene bucal ruim - Consumo de açúcar - Selamento prevenido de molares permanentes - Dentes fusionados ou geminados - Quando o paciente apresenta Dens in dente Obs: retorno a cada 6 meses

6.8. FATORES QUE VÃO INFLUENCIAR NA RETENÇÃO DE SELANTES

6.8.1. posição dos selantes

6.8.2. idade do paciente - comportamento

6.8.3. tipo e composição do selante

6.8.4. umidade e contaminação salivar

6.9. FUNÇÃO DO SELANTE

6.9.1. A indicação dos selantes parece estar mudando da prevenção primária para decisão terapêutica no manejo da carie dentaria, em lesões de esmalte.

6.9.2. O selamento de lesões cariosas incipientes foi recomendado mediante diagnostico e monitoramento adequadas (não precisa mais remover tecido dentário para selar se a lesão incipiente for apenas em esmalte – odontologia minimamente invasiva- a lesão não vai progredir)

6.10. SELAMENTO DE LESÕES DE CÁRIE EM DENTINA DE DENTES DECÍDUOS

6.10.1. • Apesar de se observar falhas clinicamente, o selamento de lesões de caries oclusais em metade externa de dentina, de dentes decíduos, desde que reparado, atuou positivamente na paralização das lesões.

6.11. crianças em idade escolar

6.12. primeiro molar permanente em erupção

6.13. higiene oral ruim

6.14. consumo de açúcar

6.15. selamento preventivo nos primeiros molares permanentes

6.16. ICDAS 0,1 e 2

6.16.1. Código 0 – dente hígido depois de limpo com profilaxia e seco, com uma boa iluminação. Não veremos nenhuma alteração clínica pra cárie

6.16.2. Código 1- mudança inicial do esmalte após limpo e seco

6.16.3. Código 2- mudança mais nítida no esmalte depois de limpo e seco, pois são lesões de cárie incipientes

6.16.4. Obs: podemos selar os 3 códigos, a partir do código 3, iremos fazer a restauração invés do selamento

6.17. ESTUDO DE 2016

6.17.1. • Selantes resinosos X verniz fluoretado • Selantes a base de resina tiveram um melhor desempenho na prevenção do desenvolvimento de lesões de cárie nos primeiros molares permanentes no período de 2 anos quando comparado com os vernizes fluoretados • CIV X Verniz Fluoretado • Resultados semelhantes em relação ao desenvolvimento da lesão cariosa no período de 2 anos2

6.18. CUIDADOS

6.18.1. TÉC ADEQUADA DE SELANTE OCLUSAL

6.18.1.1. Selantes Resinosos : isolamento absoluto do campo operatório

6.18.1.2. Selantes Ionoméricos : pode ser utilizado o isolamento relativo

6.18.1.3. Retorno a cada 6 meses: período critico para sua retenção

6.18.2. Outras situações que a utilização de selantes esta indicada • Dentes fusionados ou lesionados • Desendentes