GENE SRY: diferenciação sexual
par Cleyson Barbosa
1. A chave para o dimorfismo sexual é o gene SRY
1.1. Produz a proteína SRY (fator determinante dos testículos)
1.1.1. Estimula a formação dos túbulos seminíferos
1.2. Ativa o Sox9 (potencializador específico do testículo)
1.3. Aumenta a expressão do SF1
1.3.1. Diferenciação das células de Leydig e Sertoli
1.3.1.1. Leydig: testosterona
1.3.1.1.1. Difereciação dos ductos mesonéfricos
1.3.1.2. Sertoli: AMH
2. Junto com o Sox9, o SRY atua na diferenciação testicular
2.1. Impedem a expressão de genes feminilizantes
2.1.1. Wnt4
2.1.2. Foxl2
2.1.3. Fst
2.1.4. Rspo1
2.2. Induzem a secreção do fator FGF9, que promove a penetração dos ductos do túbulo mesonéfrico no sulco gonadal
3. O fator SF1 + Sox9 estimulam a secreção de AMH
3.1. Regressão dos ductos paramesonéfricos ("de muller")
4. A determinação sexual é influenciada pelo processo de espermatogênese
4.1. Espermatozoides com cromossomo X
4.2. Espermatozoides com cromossomo Y
5. Na fecundação, o sexo genético e cromossômico depende se o espermatozoide tem o cromossomo X ou Y
5.1. Cromossomo X: não possui o gene SRY
5.2. Cromossomo Y: possui o gene SRY
6. Porém, até a sétima semana não há diferenciação gonadal
6.1. Após, os cordões se diferenciam em "túbulos seminíferos primitivos"
6.1.1. Regulação gênica
7. O mesoderma intermediário origina as cristas gonadais
7.1. Células germinativas migram para as cristas
7.1.1. Formam-se cordões gonadais