1. Partilha
1.1. Valorizar o trabalho em equipe e o exercício coletivo da profissão
1.2. Política / Projeto
1.2.1. Humanização do homem
1.2.1.1. Libertação permanente
1.2.1.2. Fazer e refazer constantemente
1.2.2. Constituição do ser humano a partir do projeto
1.2.3. Realidade objetiva
1.2.3.1. Não se conformar
1.2.3.2. Projetar e transformar
1.2.3.2.1. Crença e esperança
1.2.3.3. Campo de possibilidades
1.2.4. Competência-tronco
1.2.5. Resgatar a capacidade de sonhar
1.2.6. Evolução nos projetos
1.2.7. Concepção pluralista
1.2.7.1. Diversidade
1.3. Escola
1.3.1. Análise partilhada das práticas
1.3.1.1. Acompanhamento
1.3.1.2. Supervisão
1.3.1.3. Reflexão
1.3.2. Objetivo
1.3.2.1. Experiência coletiva em conhecimento profissional
1.4. Ética profissional
1.4.1. Construída no diálogo com colegas de profissão
1.5. Comunidades de prática
1.6. Sentimento de pertença
1.7. Construção de programas de formação coerentes
2. Pessoa
2.1. Amor
2.1.1. Base da existência
2.1.2. Evitar a contaminação da produção científica
2.1.3. Afetividade é a energética da ação
2.1.4. Papel relevante na formação da espécie
2.1.4.1. Fundação e horizonte
2.1.5. Tarefa da escola
2.1.5.1. Inclusão
2.1.5.2. Humanização
2.1.6. Transcendência
2.1.6.1. Deixar marcas profundas nos alunos
2.1.6.2. Ser lembrado com carinho, respeito e emoção
2.2. Dimensões pessoais da profissão docente
2.3. Tato pedagógico
2.4. Capacidade de relação e comunicação
2.5. Professores como pessoas inteiras
2.6. Teoria da pessoalidade no interior de uma teoria da profissionalidade
2.6.1. Práticas de auto-formação
2.6.1.1. Pessoal e profissional
2.6.2. Auto-conhecimento
2.6.3. Hábitos de reflexão e autorreflexão
3. Prática
3.1. Educação
3.1.1. Ponto de vista teórico e metodológico
3.1.2. Práticas docentes são difíceis e complexas
3.1.3. Transformação deliberativa
3.1.4. Processo de Humanização
3.1.4.1. Diálogo
3.1.4.2. Problematização
3.1.4.3. Curiosidade epistemológica
3.1.4.4. Participação ativa do educando
3.1.4.5. Valorização do saber, da cultura e do inédito viável
3.1.4.6. Propriciar a apropriação crítica, criativa, duradoura e significativa da herança cultural
4. Público
4.1. Liberdade
4.1.1. Conquistada por meio de lutas
4.1.2. Exige posicionamento (sem neutralidade)
4.1.3. Diversidade na escolha
4.1.4. Transformação pela ação dos sujeitos
4.1.5. Saber lidar com condicionamentos
4.1.5.1. Zona de autonomia relativa
4.1.5.1.1. Opções de acordo com projeto de vida e conjunto de valores
4.1.5.1.2. Superação das estruturas limitantes
4.1.6. Educação realmente libertadora
4.1.6.1. Vencer o medo da liberdade
4.1.7. Autonomia
4.1.7.1. Autodeterminação ou Auto-eco-determinação
4.1.8. Construção de identidade
4.1.9. Combate à alienação
4.1.10. Negação ao maquinismo humano
4.1.11. Duplo desdobramento
4.1.11.1. Liberdade de
4.1.11.1.1. Imposição, opressão
4.1.11.2. Liberdade para
4.1.11.2.1. Proposta e projeto
4.2. Responsabilidade social
4.3. Comunicação pública
4.4. Participação profissional do espaço público da educação
4.5. Exposição pública
4.5.1. Vulnerabilidade
4.5.1.1. Evolução e transformação
4.6. Valorizar especificamente o que é escolar
5. Profissão
5.1. Conhecimento
5.1.1. Situação Gnosiológica
5.1.2. Fundamentos epistemológicos da atividade pedagógica
5.1.2.1. Teoria dialética do conhecimento
5.1.2.1.1. Síncrese
5.1.2.1.2. Análise
5.1.2.1.3. Síntese
5.1.2.2. Desdobramento didático-metodológico
5.1.2.2.1. Diálogo problematizador
5.1.2.3. Práxis da educação libertadora
5.2. Formação
5.2.1. Aquisição de cultura profissional
5.2.1.1. Resgatar o valor e a dignidade do docente
5.2.2. Professores mais experientes têm papel central na formação dos mais jovens
5.2.3. Referências lógicas de acompanhamento
5.2.4. Formação-em-situação
5.2.4.1. Mediação para a construção da consciência, do caráter e da cidadania
5.2.5. Análise da prática e de integração na cultura profissional docente