Engenharia de Segurança do Trabalho

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Engenharia de Segurança do Trabalho par Mind Map: Engenharia de Segurança do Trabalho

1. Avaliação do ruído em áreas habitadas

1.1. Nível de pressão sonora equivalente (LAeq)

1.1.1. nível de pressão sonora constante

1.1.1.1. teria a mesma energia sonora que ruído variável em questão

1.1.1.2. durante um período de tempo especificado

1.1.1.3. valor médio quadrático

1.1.2. avaliar o impacto do ruído no conforto da comunidade

1.2. Ruído com caráter impulsivo

1.2.1. picos de energia acústica de

1.2.1.1. curta duração

1.2.1.2. alta intensidade

1.2.2. exemplos

1.2.2.1. martelagens

1.2.2.2. bate-estacas

1.2.2.3. tiros

1.2.2.4. explosões

1.3. Distância das medições

1.3.1. NBR 10151

1.3.2. ambientes internos

1.3.2.1. 1,2 m do piso

1.3.2.2. > 1m de

1.3.2.2.1. paredes

1.3.2.2.2. móveis

1.3.2.2.3. superfícies refletoras

1.3.3. ambientes externos

1.3.3.1. 1,5 m do piso

1.3.3.2. > 3,5m de

1.3.3.2.1. paredes

1.3.3.2.2. muros

1.3.3.2.3. superfícies refletoras

1.4. Pontos de medição

1.4.1. NBR 10151

1.4.2. diferentes tipos de áreas habitadas

1.4.2.1. áreas residenciais

1.4.2.2. áreas comerciais

1.4.2.3. áreas industriais

1.5. Nível de ruído ambiente (Lra)

1.5.1. Nível de pressão sonora equivalente

1.5.1.1. ponderado em "A"

1.5.2. no local e horário considerados

1.5.2.1. na ausência do ruído gerado pela fonte sonora em questão

2. Ventilação industrial

2.1. Lei dos Ventiladores

2.1.1. vazão varia de acordo com

2.1.1.1. rotação

2.1.1.2. densidade do fluido

2.1.1.3. tamanho do ventilador

2.1.2. pressão varia com

2.1.2.1. quadrado da rotação

2.1.2.2. densidade do fluido

2.1.2.3. tamanho do ventilador

2.1.3. potência varia com

2.1.3.1. cubo da rotação

2.1.3.2. densidade do fluido

2.1.3.3. tamanho do ventilador

2.1.4. arranjos de ventiladores

2.1.4.1. em série

2.1.4.1.1. maiores pressões

2.1.4.2. em paralelo

2.1.4.2.1. maiores vazões

2.2. temperatura de globo

2.2.1. média entre

2.2.1.1. temperatura de bulbo seco

2.2.1.2. temperatura radiante

2.3. ventilação geral diluidora

2.3.1. utilizada em condições específicas

2.3.1.1. fontes do poluente agrupadas no ambiente

2.3.2. dilui poluentes jogando ar limpo

2.3.2.1. não impede a emissão dos poluentes para o ambiente

2.3.2.2. não limita a zona respiratória

2.4. curvas características de um ventilador

2.4.1. desempenho para dada massa específica do ar

2.4.2. PVT

2.4.2.1. potência total do ventilador

2.4.3. x

2.4.4. Q

2.4.4.1. volume de ar deslocado por unidade de tempo

2.4.5. ponto de interseção com curva característica do sistema de dutos

2.4.5.1. vazão de ar fornecida pelo ventilador

2.5. ventiladores centrífugos de pás curvadas para frente

2.5.1. mais eficientes

2.5.2. maior capacidade exaustora a baixas velocidades

2.5.3. pressão necessária com menor velocidade periférica

2.5.3.1. menor ruído

2.5.4. não são adequados para

2.5.4.1. trabalhos de alta pressão

2.5.4.2. altas cargas de poeira

2.5.4.2.1. problemas frequentes de corrosão

2.5.5. altas perdas de carga

2.5.6. são mais propensos ao acúmulo de resíduos

3. Proteção contra partes móveis das máquinas

3.1. proteção autoajustável

3.1.1. barreira que se move de acordo com o tamanho do material que entra na zona de risco

3.1.2. nem sempre assegura proteção máxima

3.1.3. pode

3.1.3.1. requisitar frequentemente

3.1.3.1.1. ajuste

3.1.3.1.2. manutenção

3.1.3.2. interferir na visibilidade da operação

3.1.4. é facilmente encontrada avulsa para venda

3.2. movimentos

3.2.1. giratório

3.2.2. retilíneo

3.2.3. alternado

3.3. ações mecânicas

3.3.1. corte

3.3.2. puncionamento

3.3.3. dobra

3.3.3.1. ou flexão

3.3.4. cisalhamento

3.4. proteção interligada

3.4.1. desliga a energia quando proteção estiver aberta

3.4.2. assegura parada da máquina antes que trabalhador acesse zona de risco

3.4.3. permite acesso para fácil remoção de obstáculos

3.4.4. limitações

3.4.4.1. requer ajuste e manutenção

3.4.4.2. pode ser facilmente anulada

3.5. dispositivos de segurança

3.5.1. célula fotoelétrica e capacitor de radiofrequência

3.5.1.1. ação de segurança

3.5.1.1.1. impede o funcionamento da máquina

3.5.1.2. não há proteção contra falhas mecânicas da máquina

3.5.1.3. ambos tem níveis de estabilidade semelhantes

3.6. barra ou vareta de desengate

3.6.1. ação de emergência

3.6.2. simplicidade de instalação

3.6.3. manutenção simples

3.6.4. sua localização não facilita o acionamento por terceiros

4. Exposição ocupacional aos riscos ambientais

4.1. espectro da radiação ultravioleta

4.1.1. UVA

4.1.1.1. 315 a 400nm

4.1.1.2. luz negra

4.1.2. UVB

4.1.2.1. 280 a 315nm

4.1.2.2. eritemática

4.1.3. UVC

4.1.3.1. 100 a 280nm

4.1.3.2. germicida

4.1.4. limite de exposição radiante para

4.1.4.1. pele desprotegida

4.1.4.1.1. 30 J/m²

4.1.4.2. olhos desprotegidos

4.1.4.2.1. 10000 J/m²

4.1.5. maiores riscos

4.1.5.1. eritemática

4.1.5.2. germicida

4.1.5.3. emitidas por

4.1.5.3.1. operações com solda elétrica

4.1.5.3.2. metais em fusão

4.1.5.3.3. maçaricos

4.1.5.3.4. lâmpadas germicidas

4.1.5.3.5. irradiação solar

4.2. quando duas substâncias perigosas tiverem efeitos toxicológicos similares

4.2.1. sobre o mesmo

4.2.1.1. sistema orgânico

4.2.1.2. órgão

4.2.2. deverão ser considerados em primeiro lugar

4.2.2.1. seus efeitos combinados

4.2.2.1.1. quando o efeito for maior do que a soma dos efeitos individuais

4.2.2.2. e não os efeitos que teriam individualmente

4.3. solventes orgânicos

4.3.1. classificados pela família química a que pertencem

4.3.2. líquidos voláteis

4.3.3. elevada pressão de vapor

4.3.4. inflamáveis

4.3.5. podem formar misturas explosivas

4.3.6. classificados como

4.3.6.1. hidrocarbonetos alifáticos

4.3.6.1.1. cadeia aberta

4.3.6.2. hidrocarbonetos cíclicos

4.3.6.2.1. cadeia fechada

4.3.6.3. hidrocarbonetos aromáticos

4.3.6.3.1. anel benzênico

4.3.6.4. hidrocarbonetos halogenados

4.3.6.4.1. flúor

4.3.6.4.2. cloro

4.3.6.4.3. bromo

4.3.6.4.4. iodo

4.3.6.5. álcoois

4.3.6.6. glicóis

4.3.6.7. éteres

4.3.6.8. ésteres

4.3.6.8.1. não têm alta solubilidade

4.3.6.8.2. não são irritantes

4.3.6.8.3. são gases anestésicos

4.3.6.9. cetonas

4.3.6.9.1. não têm alta solubilidade

4.3.6.9.2. não são irritantes

4.3.6.9.3. são gases anestésicos

4.3.6.10. aldeídos

4.4. gases tóxicos

4.4.1. classificados em

4.4.1.1. irritantes

4.4.1.1.1. acroleína

4.4.1.1.2. lesões de natureza inflamatória

4.4.1.1.3. alta solubilidade

4.4.1.1.4. baixa solubilidade

4.4.1.2. anestésicos

4.4.1.2.1. éster

4.4.1.2.2. cetona

4.4.1.2.3. perda total ou parcial da sensibilidade

4.4.1.3. asfixiantes

4.5. partículas alfa

4.5.1. constituídas por

4.5.1.1. 2 prótons

4.5.1.2. 2 nêutrons

4.5.2. não conseguem ultrapassar as camadas externas de células

4.5.2.1. praticamente inofensivas

4.5.3. podem penetrar através de

4.5.3.1. um ferimento

4.5.3.1.1. provocando lesões graves

4.5.3.2. ou aspiração

4.5.4. baixa velocidade comparada à velocidade da luz

5. Aerodispersoides

5.1. Líquidos

5.1.1. Névoas

5.1.1.1. Partículas geradas por ruptura mecânica de líquidos

5.1.2. Neblinas

5.1.2.1. Partículas geradas pela condensação de vapores de substâncias líquidas a temperatura normal

5.2. Sólidos

5.2.1. Fibras

5.2.1.1. Longo e fino filamento de determinado material

5.2.1.1.1. conforme NHO-04

5.2.2. Fumos

5.2.2.1. Partículas formadas pela condensação/oxidação de vapor de substância sólida a temperatura normal

5.2.3. Poeiras

5.2.3.1. Partículas formadas pela ruptura mecânica de sólidos

5.3. soldagem elétrica de chapas de ferro

5.3.1. Geração e Composição dos Fumos

5.3.1.1. Formação

5.3.1.1.1. calor intenso do arco elétrico vaporiza

5.3.1.2. Composição

5.3.1.2.1. óxidos de ferro

5.3.1.2.2. manganês

5.3.1.2.3. silício

5.3.1.2.4. níquel

5.3.1.2.5. cobre

5.3.1.2.6. outros elementos

5.3.1.3. Tamanho das Partículas

5.3.1.3.1. entre

5.3.1.3.2. tipicamente

5.3.2. Efeitos na Saúde dos Soldadores

5.3.2.1. Doenças respiratórias

5.3.2.1.1. pneumoconiose

5.3.2.1.2. siderose

5.3.2.1.3. bronquite crônica

5.3.2.1.4. asma ocupacional

5.3.2.2. Câncer de pulmão

5.3.2.2.1. aumenta risco

5.3.2.3. Outras doenças

5.3.2.3.1. irritação

5.3.2.3.2. efeitos sistêmicos

5.3.3. Controle e Prevenção da Exposição

5.3.3.1. Ventilação local exaustiva (VLE)

5.3.3.1.1. método mais eficaz para controlar

5.3.3.1.2. captura fumos na fonte e exaure para ambiente externo

5.3.3.2. Eletrodos com baixo teor de manganês

5.3.3.2.1. reduz quantidade de manganês nos fumos

5.3.3.2.2. diminui riscos de doenças respiratórias

5.3.3.3. Equipamentos de proteção individual (EPIs)

5.3.3.3.1. máscaras de solda

5.3.3.3.2. respiradores

5.3.3.3.3. luvas

5.3.3.4. Práticas de trabalho seguras

5.3.3.4.1. Manter a área de trabalho limpa

5.3.3.4.2. Evitar soldar em locais com ventilação inadequada

5.3.3.4.3. Seguir as normas de segurança

5.3.4. Monitoramento da Qualidade do Ar

5.3.4.1. Medição da concentração de fumos

5.3.4.1.1. garantir que esteja dentro dos limites de tolerância

5.3.4.2. Equipamentos de monitoramento

5.3.4.2.1. amostradores de aerossóis

5.3.4.2.2. analisadores de gases

5.3.5. Legislação e Normas

5.3.5.1. Ministério do Trabalho e Previdência

5.3.5.1.1. NR-33

5.3.5.1.2. NR-15

5.3.5.1.3. definem os limites de tolerância para exposição a fumos

5.3.5.2. American Conference of Governmental Industrial Hygienists (ACGIH)

5.3.5.2.1. valores limites de exposição ocupacional (TLV)

6. Soldagem oxiacetilênica

6.1. ao concluir soldagem

6.1.1. válvula de oxigênio deve ser fechada depois da de acetileno

6.1.2. caso contrário

6.1.2.1. riscos de retrocesso de chama

6.1.2.2. acetileno continuaria a queimar na câmara de mistura

6.1.2.2.1. produção de fuligem nos bicos

6.1.2.2.2. entupimento

7. Principais indicadores de segurança do trabalho

7.1. Taxa de Frequência de Acidentes (TFA)

7.1.1. Fórmula

7.1.1.1. TFA =

7.1.1.1.1. Número de acidentes com lesão

7.1.1.1.2. /

7.1.1.1.3. Número de horas trabalhadas

7.1.2. Objetivo

7.1.2.1. Medir a frequência de acidentes com lesão em um período

7.1.3. Interpretação

7.1.3.1. TFA alta

7.1.3.1.1. Maior risco de acidentes

7.1.3.2. TFA baixa

7.1.3.2.1. Menor risco de acidentes

7.2. Taxa de Gravidade (TG)

7.2.1. Fórmula

7.2.1.1. TG =

7.2.1.1.1. Dias perdidos

7.2.1.1.2. /

7.2.1.1.3. Número de horas trabalhadas

7.2.2. Objetivo

7.2.2.1. Medir a gravidade dos acidentes em termos de dias perdidos

7.2.3. Interpretação

7.2.3.1. TG alta

7.2.3.1.1. Maior gravidade dos acidentes

7.2.3.2. TG baixa

7.2.3.2.1. Menor gravidade dos acidentes

7.3. Índice de Sinistralidade (IS)

7.3.1. Fórmula

7.3.1.1. IS = (TFA x TG) / 100

7.3.2. Objetivo

7.3.2.1. Combinar as informações da TFA e TG em um único indicador

7.3.3. Interpretação

7.3.3.1. IS alto

7.3.3.1.1. Maior risco e gravidade dos acidentes

7.3.3.2. IS baixo

7.3.3.2.1. Menor risco e gravidade dos acidentes

7.4. Quase Acidentes

7.4.1. Definição

7.4.1.1. Eventos que poderiam ter resultado em acidentes

7.4.1.1.1. mas não resultaram

7.4.2. Importância

7.4.2.1. Indicam falhas no sistema de segurança

7.4.2.1.1. podem levar a acidentes futuros

7.4.3. Ações

7.4.3.1. Investigar as causas

7.4.3.2. Tomar medidas para preveni-los

7.5. Número de EPIs Distribuídos e Utilizados

7.5.1. Objetivo

7.5.1.1. Monitorar

7.5.1.1.1. distribuição

7.5.1.1.2. e uso

7.5.2. Ações

7.5.2.1. Garantir que os EPIs sejam adequados para os riscos

7.5.2.2. e que os trabalhadores os utilizem corretamente

7.6. Tempo Médio para Solução de Riscos e Intercorrências

7.6.1. Objetivo

7.6.1.1. Medir o tempo que leva para resolver problemas de segurança

7.6.2. Ações

7.6.2.1. Agilizar a solução de problemas de segurança para evitar acidentes

7.7. Volume de Manutenções Preventivas Projetadas x Realizadas

7.7.1. Objetivo

7.7.1.1. Medir a efetividade da manutenção preventiva

7.7.2. Ações

7.7.2.1. Garantir que a manutenção preventiva seja realizada

7.7.2.1.1. de acordo com o planejamento

7.8. Nível de Produtividade Pós-Acidente

7.8.1. Objetivo

7.8.1.1. Avaliar o impacto dos acidentes na produtividade

7.8.2. Ações

7.8.2.1. Implementar medidas para reduzir o impacto dos acidentes

7.9. Porcentagem de Doenças Ocupacionais

7.9.1. Objetivo

7.9.1.1. Medir a incidência de doenças ocupacionais

7.9.2. Ações

7.9.2.1. Implementar medidas para prevenir doenças ocupacionais

7.10. Número de Encontros da CIPA

7.10.1. Objetivo

7.10.1.1. Medir a frequência de reuniões da CIPA

7.10.2. Ações

7.10.2.1. Garantir que a CIPA se reúna regularmente para

7.10.2.1.1. discutir

7.10.2.1.2. e resolver

7.11. NBR 14280

7.11.1. Os casos de lesões mediatas (doenças do trabalho)

7.11.1.1. que não possam ser atribuídas a um acidente de data fixável

7.11.1.1.1. registrados com as datas em que as lesões forem comunicadas

7.11.2. Para estatística e análise de acidentes são essenciais

7.11.2.1. espécie de acidente impessoal

7.11.2.2. tipo de acidente pessoal

7.11.2.3. agente do acidente

7.11.2.4. fonte da lesão

7.11.2.5. fator pessoal de insegurança

7.11.2.6. ato inseguro

7.11.2.7. condição ambiente de insegurança

7.11.2.8. natureza da lesão

7.11.2.9. localização da lesão

7.11.2.10. prejuízo material

8. Tipos de luva

8.1. Luva de Raspa de Couro

8.1.1. abrasivos

8.1.2. cortantes

8.1.3. perfurantes

8.1.4. térmicos

8.1.5. escoriantes

8.1.6. utilizada em trabalhos com materiais cortantes ou abrasivos

8.1.6.1. soldagem

8.1.6.2. metalurgia

8.1.6.3. construção civil

8.1.6.4. outros

8.1.7. escolher o tipo adequado para

8.1.7.1. material

8.1.7.2. temperatura de trabalho

8.2. Luva de PVC Reforçado

8.2.1. agentes químicos

8.3. Luvas em látex com suporte têxtil

8.3.1. Agentes mecânicos

8.4. A luva de borracha pode ser nitrílica (borracha sintética)

8.4.1. proteção contra agentes

8.4.1.1. químicos

8.4.1.2. biológicos

8.5. Luva de látex

8.5.1. Protege as mãos contra produtos químicos

8.5.1.1. ácidos

8.5.1.2. bases

8.5.1.3. solventes

8.5.2. Utilizada em

8.5.2.1. laboratórios

8.5.2.2. hospitais

8.5.2.3. clínicas

8.5.2.4. indústrias químicas

8.5.2.5. ambientes com risco de contato com produtos químicos

8.5.3. escolher o tipo adequado para o produto químico em questão

8.6. Luva de manga

8.6.1. Protege o braço contra

8.6.1.1. cortes

8.6.1.2. abrasões

8.6.1.3. calor

8.6.1.4. produtos químicos

8.6.2. Utilizada em trabalhos como

8.6.2.1. indústria química

8.6.2.2. metalurgia

8.6.3. escolher o tipo adequado para

8.6.3.1. risco específico

8.6.3.2. ambiente de trabalho

9. Normas Regulamentadoras (NRs)

9.1. reúnem o conjunto de

9.1.1. requisitos

9.1.2. e procedimentos

9.1.2.1. relativos à

9.1.2.1.1. segurança

9.1.2.1.2. e medicina do trabalho

9.1.2.2. de observância obrigatória

9.1.2.2.1. às empresas

9.1.2.2.2. e aos órgãos do governo