Transnacionalismo: Manutenção simultânea de ligações sociais, económicas, culturais e políticas entre países de origem e de acolhimento (Portes, 2006; Faist, 2013; Castles, 2005).par Sonia Gaier
2. 📌 ODS 10 e 16 - Redução das desigualdades e Paz, justiça e instituições eficazes.
3. 🔹 ODS 8 - Trabalho digno e crescimento económico.
4. 8. NOVAS FORMAS DE CONFIGURAÇÃO ESTATAL:
5. 🔹 Impulsionam migrações;
6. 🔹 ODS 10 – Redução das desigualdades.
7. 🔹 Projeção simbólica do Estado para além das fronteiras nacionais, através da cidadania extraterritorial e da mobilização das suas diásporas (Bauböck, 2003; Levitt & Glick Schiller, 2004);
8. ⚠️ Esta inclusão pode ser seletiva e estratégica, com objetivos políticos, económicos e simbólicos (Glick Schiller et al., 1995; Bauböck, 2003);
9. 🔹 Diáspora (Castles, 2005);
10. 🔹 Tensão entre a globalização dos fluxos e o ressurgimento de nacionalismos essencializados (Appadurai (1993); Anderson (1992), citados em Glick Schiller et al., 1995); ⚠️ Paradoxo central: abertura global ↔ fechamento identitárioentre a globalização dos fluxos e o ressurgimento de nacionalismos essencializados (Appadurai, 1993, Anderson, 1992, citados em Glick Schiller et al.,1995);
11. 10. DINÂMICAS MIGRATÓRIAS RECENTES (2020–2022): 🔹 Reinstalação de refugiados (Turquia, Egipto, Jordânia → Portugal) (OIM,2021- 2022); 🔹Retorno voluntário assistido: Apoio ao Retorno Voluntário e à Reintegração (ARVoRe VIII, OIM);
12. 🔹 “Geração Desenrascada” (RTP, 2011);
13. 📌 ODS 16 - Paz, justiça e instituições eficazes.
14. 3. PERTINÊNCIA TEÓRICA E CIENTÍFICA:
15. 🔹 Compreensão das migrações como práticas sociais múltiplas (Faist, 2013);
16. 5. EVIDÊNCIA EMPÍRICA:
17. 🔹 Crítica aos modelos de integração tradicionais (Castles, 2005);
18. 📌 ODS 8 – Trabalho digno e crescimento económico;
19. 📌 ODS 10 – Redução das desigualdades.
20. 4. MANIFESTA-SE ATRAVÉS DE (práticas transnacionais):
31. 🔹 Reassentamento de refugiados (OIM, 2020–2022);
32. 🔹 Identidades híbridas e múltiplas (Portes, 2006);
33. 🔹 Participação política e cultural (Portes, 2006; Castles, 2005);
34. 📌 ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazes.
35. 🔹 Integração híbrida (OIM, 2020–2022);
36. 🔹 Crise económica de 2008 (GloboNews, 2012);
37. 🔹 Reinstalação de refugiados (OIM, 2018–2020);
38. 📌 ODS 10 e 16 - Redução das desigualdades e Paz, justiça e instituições eficazes.
39. 6. IMPACTOS DO TRANSNACIONALISMO:
40. 6.1. Sociedades de Acolhimento:
41. ✔ Diversidade cultural (Faist, 2013);
42. ✔ Contributo económico (Castles, 2005);
43. ❗ Desafios à integração (Portes, 2006);
44. ❗ Tensões sociais (Glick Schiller et al., 1995).
45. 6.2. Sociedades de Origem:
46. ✔ Remessas (Koser, 2007);
47. ✔ Circulação de conhecimento (Faist, 2013);
48. ❗ Fuga de cérebros (Castles, 2005);
49. 📌 ODS 8 e 10 - Trabalho digno e crescimento económico e Redução das desigualdades.
50. 7. INTERAÇÃO COM A GLOBALIZAÇÃO DAS MIGRAÇÕES (Koser, 2007; Faist, 2013; Castles, 2005):
51. 🔹 Transnacionalismo resulta da globalização;
52. 🔹 Transnacionalismo alimenta a globalização;
53. 🔹 Conceito de “Estado-nação desterritorializado”: o Estado mantém vínculos com os emigrantes e os inclui como parte ativa da nação, mesmo estando fora do território (Glick Schiller et al., 1995);
54. 🔹 Mobilizam as suas diásporas como estratégia política e simbólica (Glick Schiller et al., 1995; Bauböck, 2003);
55. 📌 ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazes.
57. 🔹 Globalização dos fluxos (pessoas, bens, ideias e culturas) convive com o recrudescimento de nacionalismos essencializados (Appadurai, 1993; Anderson, 1992, citados em Glick Schiller et al., 1995); ⚠️ Tensão entre mobilidade global e encerramento identitáriovs nacionalismos essencializados;
58. 📌 ODS 8 e 10 - Trabalho digno e crescimento económico e Redução das desigualdades.
59. 🔹 Realocação intra-UE (OIM);
60. 📌 ODS 16 – Promover instituições eficazes e justas;
61. 📌 ODS 10.7 – Facilitar a migração segura, ordenada e responsável;
62. 📌 ODS 17.9 e 17.17 – Reforçar a cooperação institucional e as parcerias eficazes.
63. 🔹 Objetivos estratégicos incluem (Glick Schiller et al., 1995):
64. • Reforçar coesão nacional;
65. • Captar remessas e investimentos;
66. • Influenciar politicamente os países de acolhimento;
67. • Mobilizar votos e gerir identidades de forma seletiva;
68. 🔹 Este paradoxo dificulta a construção de identidades híbridas e pertenças múltiplas, pois reforça modelos rígidos de pertença nacional (Glick Schiller et al., 1995). ⚠️ Impacto direto nos processos de integração interculturaltabilidade global gera busca por pertenças fixas; 🔹 A busca por pertenças fixas surge como resposta à instabilidade da modernidade líquida (Bauman, 2001, 2005); ⚠️ O desejo de segurança leva à valorização de fronteiras identitárias fixas.