ESPAÇO DE ATUAÇÃO EM PSICOLOGIA

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ESPAÇO DE ATUAÇÃO EM PSICOLOGIA por Mind Map: ESPAÇO DE ATUAÇÃO EM PSICOLOGIA

1. BEHAVIORISMO

1.1. Influência

1.1.1. Vladimir Mikhailovich Bechterev / Ivan Petrovich Pavlov / John Watson / Burrhus Frederic Skinner / Edward Chace Tolman / Clark Leonard Hull / Conwy Lloyd Morgan / Jacob Robert Kantor / Joseph Wolpe / Arnon Beck

1.2. Objeto

1.2.1. O comportamento humano, mas também dos animais... Os elementos do comportamento, ou seja, os movimentos musculares do corpo e as secreções musculares. Sendo uma ciência do comportamento, a psicologia tratava exclusivamente dos atos passíveis de descrição objetiva, sem o emprego de terminologia subjetiva ou mentalista.

1.3. Método

1.3.1. a obsevação, com e sem o uso de instrumentos; . métodos de teste; . o método de relato verbal; . o métododo reflexo condicional.

1.4. Problema chave

1.4.1. O behaviorismo contempla o comportamento como uma forma funcional e reacional de organismos vivos. Esta corrente psicológica não aceita qualquer relação com o transcendental, com a introspecção e aspectos filosóficos, mas pretende estudar comportamentos objetivos que podem ser observados.

1.4.1.1. Behaviorismo radical de Skinner Conceito proposto pelo psicólogo americano Burrhus Frederic Skinner, era oposto ao behaviorismo de Watson. Segundo Skinner, o behaviorismo radical é a filosofia da ciência do comportamento humano, onde o meio ambiente era o responsável pelo comportamento humano. Esta vertente do behaviorismo teve grande popularidade no Brasil e nos Estados Unidos

1.4.1.1.1. objeto de estudo da psicologia deva ser o comportamento dos seres vivos, especialmente do homem

1.4.1.2. Os neobehavioristas acreditavam que as variáveis do estímulo, as respostas e os condicionamentos não eram suficientes para entender a conduta, sendo assim necessário compreender os processos mentais que afetam o ser humano. Neobehaviorismo é a segunda fase do behaviorismo, que estava intimamente associado com BF Skinner, Clark Hull e Edward C. Tolman.

1.4.1.3. A Terapia Comportamental é utilizada para designar um grupo de abordagens orientadas para a modificação do comportamento. Surgiu na década de 50, a partir de diferentes localizações, nomeadamente dos EUA, através do trabalho de B.F. Skinner sobre o condicionamento operante, e da África do Sul, através do trabalho de J. Wolpe sobre a dessensibilização sistemática.

1.4.1.4. O behaviorismo metodológico é uma área da psicologia que tem o comportamento como objeto de estudo. A palavra tem origem no termo behavior que, em inglês, significa comportamento ou conduta. Esta teoria teve início em 1913, com um manifesto criado pelo psicólogo americano John B. Watson – “A Psicologia como um comportamentista a vê”. Nele, o autor defende que a psicologia não deveria estudar processos internos da mente, mas sim o comportamento, pois este é visível e, portanto, passível de observação por uma ciência positivista. Nesta época vigorava o modelo behaviorista de S-R, ou seja, de resposta a um estímulo, motor gerador do comportamento humano. Conhecido como o pai do Behaviorismo Metodológico ou Clássico, Watson crê ser possível prever e controlar toda a conduta humana, com base no estudo do meio em que o indivíduo vive e nas teorias do russo Ivan Pavlov sobre o condicionamento – a conhecida experiência com o cachorro, que saliva ao ver comida, mas também ao mínimo sinal, som ou gesto que lembre a chegada de sua refeição.

1.4.2. BEHAVIORISM, em inglês, gerou o termo BEHAVIORISMO, consagrado na língua portuguesa, aparecendo nos dicionários mais recentes publicados no Brasil. Optou-se, no presente capítulo, pela utilização do termo behaviorismo. Em português encontram-se também os termos comportamentalismo e comportamentismo.

1.4.3. O estudo do comportamento, denominado Behaviorismo, pode ser dividido em Behaviorismo Clássico, também conhecido como Behaviorismo Watsoniano, que tem como visão da psicologia o seu estudo objetivo e experimental das ciências naturais, visando prever e controlar comportamentos; Neobehaviorismo Mediacional, que vinham para contrapor o behaviorismo clássico em sua afirmação de que todos os comportamentos poderiam ser modelados por conexões estímulo-resposta; Behaviorismo Filosófico sobre o qual esse artigo se trata; Behaviorismo Metodológico, que refere-se ao comportamento como uma resposta pública dos organismos; e o Behaviorismo Radical, que entende o comportamento não como um campo de pesquisa experimental, mas como uma filosofia sobre o comportamento humano.

1.5. Espaço de atuação

1.5.1. Clínicas, hospitais, no trânsito, nos CAPS, SUAS E CRAS.

2. GESTALTISMO

2.1. Influência

2.1.1. Marx Wertheimer, Kurt Koffka e Wolfgang Köhler

2.2. Objeto

2.2.1. análise e compreensão do movimento aparente. As sensações (dado psicológico) de espaço-forma e tempo-forma (o dado físico).

2.3. Método

2.3.1. Trabalha o indivíduo como um todo e não apenas em determinado problema psicoemocional apresentado.

2.4. Problema chave

2.4.1. Gestalt, Gestaltismo ou Psicologia da Forma é uma doutrina da psicologia baseada na ideia da compreensão da totalidade para que haja a percepção das partes. Gestalt é uma palavra de origem germânica, com uma tradução aproximada de “forma” ou “figura”.

2.4.1.1. Gestalt-terapia é uma das muitas maneiras de se fazer psicoterapia. Foi concebida por Fritz Perls na década de 1950 e pretende buscar explicações racionais e lógicas para o que acontece ao homem quando se encontra em desequilíbrio psicológico. A Gestalt-terapia é uma forma criativa, científica, poética e artística de se fazer psicoterapia. É uma caminhada com a mente e com o coração.

2.5. Espaço de atuação

2.5.1. Clínicas, hospitais, escolas,

3. PSICANÁLISE

3.1. Influência

3.1.1. Sigismund Schlomo Freud

3.1.1.1. Freud iniciou seus estudos pela utilização da técnica da hipnose no tratamento de pacientes com histeria, como forma de acesso aos seus conteúdos mentais. Ao observar a melhora dos pacientes tratados pelo médico francês Charcot, elaborou a hipótese de que a causa da histeria era psicológica, e não orgânica. Essa hipótese serviu de base para outros conceitos desenvolvidos por Freud, como o do inconsciente.

3.1.1.2. Carl Gustav Jung

3.2. Objeto

3.2.1. Inconsciente

3.3. Método

3.3.1. Interpretativo

3.4. Problema chave

3.4.1. Uma teoria que pretende explicar o funcionamento da mente humana. Além disso, a partir dessa explicação, ela se transforma num método de tratamento de diversos transtornos mentais. São dois os fundamentos da teoria psicanalítica.

3.4.1.1. Carl Jung é considerado o fundador da psicologia analítica. As diferenças teóricas e desvios da estrutura freudiana podem ser vistas claramente nos pressupostos da psicologia analítica de Jung. Primeiro, ao dar atenção para o conceito de inconsciente, que intrigou tanto os psicólogos, uma distinção clara pode ser vista entre a interpretação da mente ou psique humana. Jung acreditava que a psique humana é composta de três componentes, nomeadamente, o ego, o inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo.

3.5. Espaço de atuação

3.5.1. Hospitais e consultórios

4. ESTRTURALISMO

4.1. Influência:

4.1.1. autor: Wilhelm Maximilian Wundt

4.1.1.1. Fundou o primeiro laboratório experimental de Psicologia do Mundo, das Wundt-Laboratorium (1879).

4.1.1.2. Estruturalismo europeu: Ferdinand de Saussure Émile Benveniste Claude Lévi-Strauss Jacques Lacan Michel Foucault Jacques Derrida Louis Althusser Estruturalismo americano Leonard Bloomfield Edward Sapir Zellig Harris Charles F. Hockett Referências

4.1.1.3. Edward Bradford Titchener (1867-1927) foi um psicólogo estruturalista britânico. Estudou em Leipzig, Alemanha com o mestre Wundt. ... Assim, o Estruturalismo foi estabelecido por Titchener como a segunda escola de pensamento no campo da Psicologia.

4.2. Objeto:

4.2.1. Experiência Imediata e processos mentais superiores

4.3. Método:

4.3.1. De introspecção, observação e experimento.

4.4. Problema chave:

4.4.1. Acredita-se que a mente seria uma soma de processos estruturais e que a consciência e a mente são resultados da estruturação. A organização é concebida como um sistema social aberto e deliberadamente construído;  Os conflitos são considerados inevitáveis e até muitas vezes desejáveis na relação empresa-empregado  Incentivos mistos são recomendados (não apenas materiais)  O sentido do “homem organizacional” em contraposição ao “homem administrativo”, do comportamentalismo, ao “homem social”, da dinâmica de grupo e ao “homem econômico”, da administração científica, de Taylor.  São visados “resultados máximos”, à semelhança da Escola Clássica, em oposição ao comportamentalismo, que visa “resultados satisfatórios

4.5. Espaço de atuação atual:

4.5.1. Sem aplicalidade

5. PSICOLOGIA SOCIAL

5.1. Influências

5.1.1. Kurt Lewin

5.2. Objeto

5.2.1. Comportamentos dos indivíduos quando estão em inter-relação social. Tendo uma interdependência entre os indivíduos.

5.3. Método

5.3.1. São os recursos que dispomos para determinar se existe alguma congruência entre as nossas conjecturas e a realidade. Nas comunidades, apontando um modelo de atuação que visasse a autonomia dos sujeitos.

5.4. Problema chave

5.4.1. Estudo científico da Psicologia dos seres humanos nas suas relações com outros indivíduos, quer sejam influenciados, quer ajam sobre eles; - pensamos e sentimos de determinada maneira porque somos seres sociais; - o mundo em que vivemos é, em parte, produto da maneira como pensamos. • A Psicologia Social só toma em consideração a dimensão social dos fenômenos psicológicos. Comportamento analisado em todos os contextos do processo de influência social: - interação pessoa/pessoa; - interação pessoa/grupo; - interação grupo/grupo.

5.5. Espaço de atuação

5.5.1. SUAS / CRAS / CAPS

6. VOLUNTARISMO

6.1. Influênias

6.1.1. Wilhelm Wundt

6.1.1.1. Wilhelm Wundt (1832-1920) é o maior representante do voluntarismo e foi o fundador da psicologia cientifica que, ao contrario dos estudos psicológicos realizado na sua época, possuía um caráter mais experimental e independente.

6.2. Objeto

6.2.1. Se concentra em pessoas como ponto de partida da investigação da ciência social e nos atos de tais pessoas

6.3. Método

6.3.1. Compreender como a mente organiza o seu conteúdo mental, descobrindo leis universais em todas as suas manifestações.

6.4. Problema chave

6.4.1. Estudo da capacidade mental do consciente humano, de modo voluntário, organizar seus próprios conteúdos em níveis de pensamento superiores.

6.5. Espaço de atuação

6.5.1. Sem aplicalidade

7. FUNCIONALISMO

7.1. Influências

7.1.1. William James, Émile Durkheim e, mais recentemente, a Talcott Parsons.

7.1.1.1. A história aponta que alguns psicólogos foram terminantemente contra a natureza analítica do estruturalismo. Foi através do psicólogo William James, graduado professor da Universidade de Harvard, que se colocou contra esse pensamento meramente analítico dos estruturalistas, que visava tão-somente uma análise dos elementos da consciência.

7.2. Objeto

7.2.1. Atos ou processos mentais

7.3. Método

7.3.1. tem por um enfoque empirista que pondera as vantagens do trabalho de campo. Sustenta que a mente deve ser estudada em função de sua utilidade para o organismo,tendo em conta a adaptação ao seu meio.

7.4. Problema chave

7.4.1. É uma tendência da arquitectura racionalista moderna que faz prevalecer os elementos formais e práticos. Também se lhe dá o nome de escola linguística dos funcionalistas. A nível geral, pode-se dizer que o funcionalismo é uma corrente teórica das ciências sociais que surgiu na década de 30 na Inglaterra. A teoria está vinculada a pensadores como Émile Durkheim, Talcott Parsons e Robert Merton, entre outros.

7.5. Espaço de atuação

7.5.1. Sem aplicabilidade