Infância através das épocas

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Rocket clouds
Infância através das épocas por Mind Map: Infância através das épocas

1. Grécia Antiga

1.1. Criança sujeita a autoridade do pai

1.2. não tinha papel definido na sociedade

1.3. Não tinham autonomia própria

1.4. Educação dada pela familia até os 7 anos

1.5. Educação militar até os 18 para ambos os sexos

2. Idade Média

2.1. Expectativa em torno do nascimento

2.2. Alto índice de mortalidade infantil

2.3. Educação baseada apenas no ensino religioso

2.4. Ignorância no tratamento da primeira infãncia

2.5. Não eram aceitas como um ser que tinha vontade própria

3. Séculos 14-16

3.1. Criança considerada um pequeno adulto

3.2. Imitação dos adultos em roupas, brinquedos,etc

3.3. Crianças de baixa renda não frequentavam a escola e ajudavam os adultos em trabalhos braçais

3.4. Crianças de alta renda se preparavam desde cedo para o casamento , no caso das meninas, ou para os negócios da familia, no caso dos meninos, e tinham uma educação rudimentar, podendo ir a escola ou serem educadas em casa.

3.5. Expostas a doença , fome e mendicancia se fosse pobres

3.6. Nova concepção sobre infãncia

3.7. Importância da educação

4. Idade Moderna

4.1. Iluminismo

4.2. Primeiro conceito de infância

4.3. A infãncia começa a ter maior notoriedade entre os adultos

4.4. Criança começa a ter um papel na sociedade

4.5. Inexistência de um termo caracterizando a infância propriamente dita até o momento

5. Séculos 19 e 20

5.1. Criação dos primeiros estatutos da criança

5.2. Infância dividida por fases

5.3. Criado o conceito de adolescência

5.4. Criança ocupa lugar de destaque na sociedade

5.5. Antes da criação dos estatutos, não se tinham uma regulamentação de crianças trabalhando , então suas jornadas de trabalho duravam ate 16 horas por dia

6. Século 21

6.1. Inportãncia da educação infantil

6.2. Valorização da primeira infãncia, como esta sendo a mais importante

6.3. Acompanhamento dos pais na vida dos filhos

6.4. Afetividade como ponto chave