Ciência X Senso Comum

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Ciência X Senso Comum por Mind Map: Ciência X Senso Comum

1. SENSO COMUM - OPINIÃO

1.1. .

2. ATUAL FASE DA CRISE

2.1. Encontro da ciência com o senso comum.

2.1.1. Conceito filosófico do século XVIII, com combate ideológico da burguesia;

2.1.2. Foi estímulo para o nascimento da Ciências Humanas.

2.2. Não faz sentido opô-lo à ciência como trevas à luz:

2.2.1. 1) Não se trata somente de subordinação, mas há sentidos de resistência;

2.2.2. 2) Algumas teorias científicas têm o mesmo sentido conservador de reconciliar a consciência social;

2.2.3. 3) O caráter ilusório ou ou preconceituoso do senso comum depende dos arranjos sociais que procura restituir;

2.2.4. 4) A ciência nunca livra-se totalmente do senso comum e não se pode avaliar todos negativamente;

2.2.5. Aparece uma caracterização alternativa e positiva de senso comum.

2.3. Dupla ruptura: a ruptura com a ruptura epistemológica

2.3.1. A proposta é que tanto a ciência quanto o senso comum desenvolvam sua positividade para dar lugar a outra forma de conhecimento.

2.4. Hermenêutica Epistemológica

2.4.1. Desconstrução hermenêutica se realiza na dupla ruptura epistemológica, com topoi de orientação:

2.4.1.1. 1º topoi) desnivelamento que separam os discursos do senso comum dos discursos eruditos;

2.4.1.2. 2º topoi) Superar a dicotomia entre dicotomia teoria e prática, valorização da praxis, em que a técnica se converte numa dimensão da prática;

2.4.1.3. 3º topoi) encontrar novo lugar para adaptação e criatividad

3. RESULTADO: Imprescindível para constituição da ciência. Deixa o senso comum tal como estava antes dela.

4. RESULTADO: Dupla ruptura epistemológica: ruptura om a ruptura epistemológica.

4.1. A 2ª ruptura não neutraliza a 1ª;

4.2. Dupla ruptura epistemológica: ruptura com a ruptura epistemológica;

4.3. Transforma o senso comum com base na ciência e transforma esta última;

4.4. Pretende-se uma nova configuração do saber: um senso comum esclarecido e uma ciência prudente;

4.5. Aproxima-se da phronesis aristotélica: um saber prático dá sentido e orientação para decidir bem.

5. PRIMEIRA RUPTURA EPISTEMOLÓGICA

5.1. CIÊNCIA

5.1.1. * Racional e válido;

5.1.2. * Três atos epistemológicos fundamentais

5.1.2.1. Ruptura

5.1.2.2. Construção

5.1.2.3. Constatação;

5.1.3. * Ciências sociais

5.1.3.1. Difícil de se tornar ciência;

5.1.3.2. Tem como Objeto real o humano, que usa a mesma linguagem que a ciência;

5.1.3.3. Confunde resultados de investigação com opiniões resultantes.

5.1.4. * Romper com as evidências

5.1.4.1. Criar um código - universo conceitual;

5.1.4.2. Princípios: não-conciência e primado das relações sociais.

5.1.5. * Obstáculos epistemológicos

5.1.5.1. Difícil abandonar o sendo comum;

5.1.5.2. Observação científica é sempre polêmica;

5.1.5.3. Tenta-se sempre derrubar o que já se sabe sobre o objeto;

5.1.5.4. Vigilância epistemológica - sociologia da sociologia.

6. SEGUNDA RUPTURA EPISTEMOLÓGICA

6.1. Paradigma da ciência moderna

6.1.1. Modelo de racionalidade

6.1.2. Contra o senso comum

6.1.3. A forma de conhecimento vem da relação à distância, de estranhamento e subordinação ao objeto;

6.1.4. Único conhecimento válido

6.1.4.1. Objetividade

6.1.4.2. Separação entre teoria e prática

6.1.4.3. separação entre ciência e ética

6.1.5. Tenta reduzir o observável ao quantificável;

6.1.6. Desconfia das aparências e procura a verdade dos objetos;

6.1.7. Distinção entre o relevante e irrelevante;

6.1.8. Especialização e profissionalização do conhecimento;

6.1.9. Não se responsabiliza com as aplicações que o conhecimento produz;

6.1.10. Pretensão discursiva de ser rigoroso, anti-literário, sem imagens.

6.2. Crise do paradigma científico

6.2.1. As crises no interior do paradigma, Kuhn (1970);

6.2.2. Condições sociais e teóricas que permitem recuperar todo pensamento;

6.2.3. A crise da epistemologia bachelardiana.