Bora na Obra 6.0

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Bora na Obra 6.0 por Mind Map: Bora na Obra 6.0

1. Módulo 1 - Bora Começar

2. Curso Planilhas

3. Módulo 2 - Documentos e Processos

4. Módulo 3 - Planos para o Canteiro

4.1. DICA PEDRADA

4.1.1. Ajude o autor do projeto a vender pacote de assistência técnica ou acompanhamento de obra ao cliente

4.1.2. Emita relatórios de intercorrências, mostre possíveis soluções para que o autor tome a melhor decisão

4.1.3. Grandes problemas deixe o autor modificar e identificar ao cliente o problema. Passe o bastão e NUNCA passe por cima dele.

4.1.4. Participe de grupos de colegas de faculdade e associações. TROQUE INFORMAÇÕES

4.2. Planejamento de Obra

4.2.1. Etapa Preliminar

4.2.1.1. Você EXECUTOR

4.2.1.1.1. RESPEITAR a autoria do projeto.

4.2.1.1.2. BLINDAR o profissional autor de incompatibilidades durante a obra.

4.2.1.1.3. Reunião de briefing para checar todos ou detalhes.

4.2.1.2. Você AUTOR

4.2.1.2.1. avaliar detalhes, escalas visíveis, chegar em um projeto exequível. Compatível e tranquilo.

4.2.1.3. Estudo do Projeto

4.2.1.3.1. Imprima o projeto

4.2.1.3.2. Mapear

4.2.1.4. Cronograma de Obra

4.2.1.4.1. Use a plataforma que for melhor pra você

4.2.1.4.2. Atenção aos dias e horas úteis

4.2.1.5. PLANEJE PARA DOMINAR

4.2.2. Etapa Executiva

4.2.2.1. Mobilização

4.2.2.1.1. Escritório

4.2.2.1.2. Almoxarifado

4.2.2.1.3. Apresentação de Documentos

4.2.2.1.4. Vestiários e WCs

4.2.2.2. Demolições e Retiradas

4.2.2.2.1. “Olhos de águia” para evitar problemas

4.2.2.2.2. Tenha o destino dos materiais retirados já definido

4.2.2.2.3. ATENÇÃO: Um percurso muito complicado pode afetar o cronograma.

4.2.2.2.4. APARTAMENTOS: Proteja todo o caminho é áreas de passagem do material

4.2.2.2.5. Faça uma limpeza grossa da obra para continuar

4.2.2.3. Estruturas e Alvenarias

4.2.2.3.1. estude bem o projeto e instrua bem sua equipe para a execução correta

4.2.2.3.2. Não se arrisque em projetos estruturais sem ter a expertise necessária - TENHA PARCERIAS

4.2.2.3.3. ATENÇÃO a IMPERMEABILIZAÇÃO

4.2.2.3.4. Apartamentos

4.2.2.3.5. Casas

4.2.2.4. Instalações

4.2.2.4.1. Feita após as alvenarias/ pode ser complexa dependendo do porte da obra

4.2.2.4.2. Elétrica

4.2.2.4.3. Hidro-sanitárias

4.2.2.4.4. Iluminação

4.2.2.4.5. Automação

4.2.2.4.6. Medições Marmoraria

4.2.2.4.7. Gesso

4.2.2.4.8. Revestimento Parede

4.2.2.4.9. Instalações de Bancada, Peitoril e Soleira

4.2.2.4.10. Medição de Marcenaria

4.2.2.4.11. Pintura Preliminar

4.2.2.4.12. Iluminação

4.2.2.4.13. Pisos

4.2.2.4.14. Instalações de Louças, Metais e Acessórios

4.2.2.4.15. Pintura Final

4.2.2.4.16. Instalação de Marcenaria

4.2.2.4.17. Limpeza Final

4.3. Análise e Leitura de Projetos

4.3.1. observações

4.3.1.1. momento crucial no planejamento, separe um tempo para isso

4.3.1.2. deve ser um processo sistematizado

4.3.1.3. Falta algum projeto? Tenho tudo que preciso?

4.3.1.3.1. se faltar

4.3.1.4. AUTOR DO PROJETO

4.3.1.4.1. exija e oriente a contratação de todos os projetos

4.3.1.5. EXECUTOR

4.3.1.5.1. analise se você tem tudo e se está tudo claro para começar a obra

4.3.1.6. "CADA UM NO SEU QUADRADO" Se tiver carência de expertise por falta de vivência em obra

4.3.1.6.1. tenha parceiros, contatos, suporte

4.3.1.6.2. tenha uma noção básica e delegue funções e serviços

4.3.2. PROJETO DE ARQUITETURA EXECUTIVO

4.3.2.1. Planta de Layout

4.3.2.1.1. mobiliário com cotas e pelo menos indicações genéricas dos itens

4.3.2.2. Demolir / Construir

4.3.2.2.1. quais paredes, materiais, elementos construtivos, portas, bancadas, revestimentos.

4.3.2.2.2. com as cotas certas

4.3.2.2.3. desenho deve ter leitura clara e mais certa possível

4.3.2.3. Paginação de Piso

4.3.2.3.1. tipo de piso, nível e rodapé, soco, início da instalação

4.3.2.3.2. influencia na quantidade de material demandada (recortes requerem mais peças)

4.3.2.4. Planta de Forro

4.3.2.4.1. detalhes, iluminação, tipo de forro (placa, acartonado, madeira), dimensões de cada coisa

4.3.2.5. Planta de Luminotécnica

4.3.2.5.1. alguns arquitetos indicam lojas para fazerem o projeto

4.3.2.5.2. melhor você fazer o projeto para liberar o cliente para comprar onde quiser

4.3.2.6. Planta de Pontos Elétricos (Mapa de Instalações)

4.3.2.6.1. Elétrica, Hidráulica, Gás

4.3.2.6.2. distância entre os pontos

4.3.2.7. Detalhes de Marcenaria

4.3.2.7.1. compatibilize com todos os outros projetos para evitar erros comuns

4.3.2.8. Detalhe de Áreas Molhadas

4.3.2.8.1. tudo que tem piso, bancadas, desníveis e muita água

4.3.2.8.2. problemas nessas áreas custam caro!

4.3.2.9. Detalhes Construtivos

4.3.2.9.1. pense como tudo vai ser construído

4.3.2.9.2. itens "incomuns" (piscinas, pergolados, muros...) merecem mais atenção e projeto mais detalhado

4.3.2.9.3. não peque na quantidade excessiva de detalhamentos, faça apenas o que for necessário

4.3.2.10. Planta de Esquadrias

4.3.2.10.1. tipos, vãos, medidas, modelos

4.3.2.10.2. prancha "mapa de esquadrias"

4.3.2.10.3. importante em obras do zero

4.3.2.10.4. detalhes de porta = esquadrias

4.3.2.11. Detalhes de Bancadas

4.3.2.11.1. mapeie antes de entrar em campo como vai funcionar

4.3.2.11.2. consulte o responsável da marmoraria para saber os tipos e quantidades de suportes

4.3.2.12. Detalhes de Marcenaria

4.3.2.12.1. o projeto está compatibilizado?

4.3.2.12.2. venda detalhamento para garantir a boa execução

4.3.2.13. Cortes / Fachadas / Elevações

4.3.2.13.1. use para detalhe específico que não pode ser visto em planta

4.3.2.13.2. representa o encontro de materiais

4.3.2.14. 3D e Perspectivas

4.3.2.14.1. ferramenta para projeto

4.3.3. PROJETOS COMPLEMENTARES

4.3.3.1. Observações

4.3.3.1.1. exercite o pensamento construtivo para analisar os projetos fornecidos e se há necessidade de projetos complementares

4.3.3.1.2. achar que é simples demais é um perido

4.3.3.1.3. Mestre de obra NÃO PODE assegurar nada na obra, principalmente estrutura

4.3.3.1.4. servem para garantir que a obra vai "ficar em pé"

4.3.3.1.5. cuidado com o barato que sai caro

4.3.3.2. Projetos Estruturais

4.3.3.2.1. tipo, localização, reforços, resistência, novas estruturas

4.3.3.2.2. a leitura é simples

4.3.3.2.3. precisa ter: quantidade de ferragem, tipo de concreto, amarração etc

4.3.3.3. Projeto de Fundações

4.3.3.3.1. necessário laudo de sondagem

4.3.3.3.2. essencial para obras do zero

4.3.3.3.3. evita trincas que geralmente são incorrigíveis

4.3.3.3.4. tenha projeto suficiente suficiente para se resguardar.

4.3.3.4. Levantamento Topográfico / Projeto de Movimentação de Terra

4.3.3.4.1. principalmente para novas construções e reformas com movimentação

4.3.3.4.2. Afeta logística e prazos

4.3.3.4.3. Atenção aos acessos

4.3.3.5. Instalações Elétricas

4.3.3.5.1. acréscimo considerável de novos equipamentos precisa de uma revisão de cargas e rede

4.3.3.6. Hidro-Sanitário

4.3.3.6.1. Não resolva durante a obra

4.3.3.6.2. Água e esgoto = divisão dos ramais

4.3.3.6.3. "água do chuveiro queima quando dá descarga"

4.3.3.7. Telefonia e Lógica

4.3.3.7.1. grandes escritórios ainda usam rede

4.3.3.8. Cabeamento / Rede

4.3.3.8.1. parte cara da obra

4.3.3.8.2. use empresas especializadas

4.3.3.9. Águas Pluviais

4.3.3.9.1. obras novas

4.3.3.9.2. deve estar definido e você deve entender o básico de como funciona

4.3.3.9.3. segurança e caimento de águas

4.3.3.10. Outros

4.3.3.10.1. Segurança, Automação, Incêndio, AC, Paisagismo

4.3.3.10.2. Mapeie e entenda as necessidades da sua obra

4.4. Logística no Canteiro de Obras

4.4.1. Sustentabilidade

4.4.1.1. tempo, deslocamento, movimentação, espaço

4.4.1.2. entulho

4.4.1.2.1. 0,12 ton por m2 de obra feita

4.4.1.3. RACIONALIZAÇÃO

4.4.1.3.1. diferencial competitivo

4.4.1.3.2. entender a logística e boa utilização dos materiais passa muita confiança e credibilidade

4.4.2. Objetivo

4.4.2.1. um bom canteiro (organizado, limpo...) mostra organização e seriedade da sua empresa

4.4.2.2. deve ser base do planejamento estratégico

4.4.3. Deslocamento

4.4.3.1. seu e da sua equipe

4.4.3.2. tempo e frequência

4.4.3.3. para longas distâncias

4.4.3.3.1. arrume parceiros locais

4.4.4. Tempo

4.4.4.1. Limitações de horário de obra

4.4.4.1.1. Obra comercial tem mais limitações

4.4.5. Mão de Obra Local

4.4.5.1. use os locais ou mais próximo possível, que garantam a qualidade e a sustentabilidade da obra

4.4.6. Material

4.4.6.1. tem o material na região?

4.4.6.2. tenho acesso, de forma possível?

4.4.6.3. não deixe de fazer porque é difícil

4.4.6.3.1. use a cabeça para encontrar boas soluções

4.4.7. Logística do Canteiro

4.4.7.1. mapear água, energia, esgoto

4.4.7.1.1. faltou pede pro vizinho até chegar a ligação

4.4.7.2. NBR18

4.4.7.2.1. fixa e temporária para a execução da obra

4.4.7.3. Canteiro é uma INDUSTRIA PROVISÓRIA

4.4.7.3.1. tenha tudo que for necessário

4.4.7.3.2. banheiro

4.4.7.3.3. armazenamento

4.4.7.3.4. refeição

4.4.7.3.5. escritório

4.4.8. Plano de Logística

4.4.8.1. tenha um croqui do canteiro

4.4.8.1.1. faça de forma funcional, mas não deixe de fazer

4.4.8.1.2. DICA: use um "tabuleiro de time"

4.4.8.1.3. quanto melhor planejado, menos desperdício

4.4.8.2. ROTEIRO para obras pequenas

4.4.8.2.1. Deslocamentos

4.4.8.2.2. horários permitidos

4.4.8.2.3. acessos

4.4.8.2.4. entulho

4.4.8.2.5. caminhos seguros, acessos separados

4.4.8.2.6. banheiro

4.4.8.2.7. entregas

4.4.8.2.8. trâmite legal

4.4.8.2.9. ordem de pedidos

4.4.8.2.10. local de armazenamento

4.4.8.2.11. controle de estoque

4.5. Orçamento de Obra

4.5.1. Observações

4.5.1.1. grande norteador das decisões

4.5.1.2. ORÇAMENTO = VIABILIDADE

4.5.1.2.1. feito com antecedência determina se a obra será construída conforme o projeto, se é viável $$$

4.5.1.2.2. deve ser atrelado ao cronograma de desembolso financeiro

4.5.1.3. ORÇAMENTO = PLANEJAMENTO

4.5.1.3.1. aponta os picos de desembolso

4.5.1.3.2. pagamento de mão de obra é feito a vista, as vezes semanalmente

4.5.1.3.3. o cronograma tem casar com a disponibilidade de desembolsos $$$

4.5.1.4. ORÇAMENTO = EXECUÇÃO

4.5.1.4.1. compra do material, execução de serviços

4.5.1.4.2. gerente fará vários orçamentos

4.5.1.4.3. orçamento deve ser feito à lápis

4.5.1.4.4. orçamento deve ser feito à lápis

4.5.1.5. É um SERVIÇO, COBRE POR ELE

4.5.1.5.1. você pode agregar ele no seu pacote, sendo um algo a mais

4.5.1.5.2. pode vender para outros escritórios/ parceiros

4.5.2. Quando Fazer?

4.5.2.1. ANTES do Projeto

4.5.2.1.1. cliente quer uma estimativa

4.5.2.1.2. VENDA consultoria de estimativa de custo

4.5.2.1.3. Pergunte quanto o cliente PODE / QUER gastar na obra, valor do investimento

4.5.2.2. DURANTE o Projeto

4.5.2.2.1. EVF

4.5.2.3. DEPOIS do Projeto

4.5.2.3.1. Orçamento Executivo

4.5.2.3.2. PLANEJAR é DOMINAR

4.5.2.3.3. antes de ofereçer

4.5.2.3.4. Curva ABC

4.5.3. Tipos

4.5.3.1. CUB

4.5.3.1.1. Sinduscon é responsável, com atualizações mensais

4.5.3.1.2. INVESTIMENTO = CUB X Área equivalente + exclusões

4.5.3.1.3. Como é feito antes de projeto, é só uma estimativa

4.5.3.1.4. Exemplos de Exclusões do CUB

4.5.3.1.5. Coeficiente Médio

4.5.3.1.6. Para reformas

4.5.3.2. EVF

4.5.3.2.1. Todo processo que é mais extenso, dividir em partes / etapas

4.5.3.2.2. AUTOR

4.5.3.2.3. PARCEIRO

4.5.3.2.4. Itens MACRO

4.5.3.2.5. ATENÇÃO

4.5.3.3. ORÇAMENTO EXECUTIVO

4.5.3.3.1. Não esquecer de calcular

4.5.3.3.2. Deve ser mais detalhado que o EVF

4.5.3.3.3. Use o TCPO caso não tenha experiência

4.6. Cronograma de Obra

4.6.1. Feito após o orçamento executivo é a distribuição de tarefas durante o tempo de forma visual

4.6.1.1. Pode ser vendido separadamente

4.6.1.2. É o seu NORTE

4.6.1.2.1. Visão global da obra

4.6.2. Separe todas as atividades que tomam tempo mas não necessariamente tem custos diretos

4.6.2.1. Secagem

4.6.2.2. Espera

4.6.2.3. Cura

4.6.2.4. Orçamento

4.6.2.5. Planejamento

4.6.3. Desmembre os serviços para listas

4.6.3.1. Quanto mais sistematizado, mais eficiente é o seu processo = sua empresa é bem vista

4.6.3.1.1. Saiba as dependências e ordem de serviços

4.6.3.2. Ferramentas (use o que for mais fácil para você )

4.6.3.2.1. Word

4.6.3.2.2. Excel

4.6.3.2.3. Trello

4.6.3.2.4. Gantter

4.6.3.2.5. MS Project

4.6.3.2.6. Google sheets/docs

4.6.4. Separe o cronograma por ambiente, alguns serviços podem ser feitos ao mesmo tempo em ambiente diferentes

4.6.4.1. Existem algumas estimativas de tempo de cada serviço

4.6.4.1.1. Use o bom senso

4.6.4.1.2. Tenha um prazo extra para cada coisas de 48 a 72 horas

4.6.4.1.3. Quanto menor a obra maiores a chances de atrasar um serviço

4.6.4.1.4. Considere os dias e horários úteis para a obra acontecer

4.6.5. Tenha dois cronogramas

4.6.5.1. Um para o seu serviço, como a obra deve acontecer

4.6.5.2. Outro para o seu cliente com um prazo maior

4.6.5.2.1. Reduz expectativas e problemas com atrasos

4.6.5.2.2. Seu cliente vai ficar mais feliz por você entregar a obra “mais rápido” que o previsto

4.6.6. Cronograma FÍSICO X FINANCEIRO

4.6.6.1. gasto de cada item durante o tempo

4.6.6.2. Cruzando os dados o seu cliente sabe exatamente os desembolsos necessários durante o tempo

4.6.6.3. Serve para dar sequência a obra

4.6.6.3.1. Coloque informações que descrevam que o cronograma pode sofrer alterações

5. Módulo 4 - Entrou em Campo, e Agora?

5.1. Ordem dos Serviços

5.1.1. 1- Locação de Obra

5.1.1.1. Importante acompanhar a locação para garantir a correta execução do projeto desde o início

5.1.1.1.1. estudar todo o projeto, vizinhos e possíveis obstáculos

5.1.1.1.2. importante garantir o esquadro das paredes

5.1.1.2. cercar toda a área da obra com uma cinta fixa e elevada ( 1 a 1,5m )

5.1.1.2.1. marcar com tinta os eixos de fundação

5.1.1.3. ferramentas

5.1.1.3.1. cavadeira

5.1.1.3.2. martelo

5.1.1.3.3. marreta

5.1.1.3.4. prego

5.1.1.3.5. prumo

5.1.1.3.6. nível

5.1.2. 2- Fundações

5.1.2.1. Fundações RASAS ou DIRETAS

5.1.2.1.1. para solos com maior resistência ou obras mais leves

5.1.2.1.2. rápida e fácil de fazer

5.1.2.1.3. tipos

5.1.2.2. Fundações INDIRETAS ou PROFUNDAS

5.1.2.2.1. tipos

5.1.2.2.2. o profissional autor do projeto de estrutura que deve definir o tipo de fundação. Mesmo superdimensionando as vezes pode não ser suficiente.

5.1.2.3. Laudo de Sondagem

5.1.2.3.1. requisitado antes mesmo do projeto de arquiteura

5.1.2.3.2. tem custo acessível

5.1.2.3.3. feito com golpes em diferentes pontos do terreno e retirada de amostras para saber o tipo de solo

5.1.3. 3- Escavações

5.1.3.1. pode ser manual ou com broca de ferro

5.1.3.2. em obras maiores usar equipamentos especiais para isso

5.1.3.2.1. Hélice contínua

5.1.3.2.2. estaca strauss

5.1.3.2.3. caminhões gigantes + concretagem

5.1.3.3. use empresas especializadas

5.1.3.3.1. considere o custo benefício para o seu cliente

5.1.3.4. o furo tem profundidade definida em projeto de estrutura

5.1.4. 4- Compactação do Solo

5.1.4.1. apiloamento do fundo da vala = prepara o fundo para o recebimento da estrutura

5.1.5. 5- Lançamento do Concreto

5.1.5.1. ferragem nunca pode encontrar na terra, use espaçadores

5.1.5.1.1. ferragem exposta pode comprometer a estrutura e causar danos irreparáveis

5.1.5.2. Traço do concreto

5.1.5.2.1. depende do projeto

5.1.5.2.2. cimento + areia + brita + água + aditivos

5.1.5.3. concreto pode ser

5.1.5.3.1. mistura manual

5.1.5.3.2. betoneira

5.1.5.3.3. caminhões betoneiras (concreto usinado)

5.1.5.4. cura de 28 dias = atinge resistência máxima

5.1.5.5. DICA mistura em betoneira

5.1.5.5.1. coloque nesta ordem: metade da água, toda a brita, cimento, (faz primeira mistura) depois areia e continua misturando até ficar homogênea

5.1.5.5.2. garante a mistura com o traço correto e evita que toda a areia fique grudada no fundo da betoneira

5.1.6. 6- Baldrame

5.1.6.1. devem ser bem IMPERMEABILIZADAS

5.1.6.1.1. é o último contato com o solo

5.1.6.2. devem ser NIVELADAS

5.1.6.3. cavar as valas um pouco mais largas facilita o trabalho

5.1.6.3.1. impermeabilizar as laterais e aterrar com compactação do solo

5.1.6.4. usar espaçadores no fundo também

5.1.6.4.1. apiloamento, camada de brita, lona plástica e depois o baldrame

5.1.6.5. podem ser no nível do solo ou áereas

5.1.6.6. Bloco de coroamento é a estrutura intermediária entre as estacas/sapatas e as estruturas acima dela.

5.1.7. 7- Estruturas / Arranque

5.1.7.1. deve ser previsto em projeto a armação de arranque (armadura de espera)

5.1.7.2. é o pedaço de ferro que fica esperando a continuação da estrutura

5.1.7.3. faz parte da transferência de cargas da estrutura para a fundação

5.1.8. 8- Impermeabilização do Baldrame

5.1.8.1. garante que a umidade do solo não passe para a parede

5.1.8.2. questão de saúde

5.1.8.3. maior problema de obra é ÁGUA

5.1.8.4. Para obras maiores, considere um projeto de impermeabilização, te dá mais respaldo técnico

5.1.8.5. impermeabilização asfáltica - consulte e siga as instruções do fabricante

5.1.9. 9- Base de Contrapiso

5.1.9.1. regularização das áreas internas

5.1.9.2. lastro de concreto que bai dentro da cinta criada pelo baldrame

5.1.9.3. etapas

5.1.9.3.1. apiloamento

5.1.9.3.2. camada de brita

5.1.9.3.3. lona plástica

5.1.9.3.4. base contrapiso

5.1.10. 10- Formas

5.1.10.1. ter projeto específico de formas permite orçamento e contratação de equipes especializadas

5.1.10.1.1. agilidade, preço, garantia e prazo

5.1.10.2. DICA

5.1.10.2.1. umidecer a forma de madeira, pois ela tende a puxar a umidade do concreto e isso pode comprometer a qualidade e resistência da estrutura

5.1.11. 11- Superestruturas

5.1.11.1. pilas, viga, laje

5.1.11.2. armações prontas, agilizam a concretagem e a obra

5.1.11.3. DICA concreto

5.1.11.3.1. não lançar com uma altura maior que 2m, pode acumular agregados no fundo e comprometer a estrutura

5.1.11.3.2. ideal lançar de meio em meio metro e fazer vibração (adensamento) para tirar o ar, preencher os espaços vazios na forma. Especialmente para concreto aparente

5.1.12. 12- Alvenarias

5.1.12.1. pode ser vedação ou estrutural

5.1.12.2. pode parecer a opção mais barata, mas depende da região

5.1.12.2.1. fornecimento

5.1.12.2.2. mão de obra

5.1.12.3. tipos comuns

5.1.12.3.1. tijolo de solo cimento

5.1.12.3.2. tijolo cerâmico com furos ou maciço

5.1.12.3.3. bloco de concreto

5.1.13. 13- Revestimento das alvenarias

5.1.13.1. Chapisco

5.1.13.1.1. aumenta aderência entre tijolo e futuras camadas

5.1.13.1.2. muito aguada

5.1.13.1.3. molhar a parede antes de aplicar o chapisco

5.1.13.1.4. +/- 3 dias de cura

5.1.13.2. Emboço

5.1.13.2.1. camada intermediária entre chapisco e reboco

5.1.13.2.2. 1-3cm interno

5.1.13.2.3. 3-5cm externo

5.1.13.2.4. argamassa mista

5.1.13.2.5. para nivelar usar taliscas sobre o chapisco

5.1.13.2.6. 1 semana de cura sem revistimento

5.1.13.2.7. não esqueça de conferir o esquadro nos cantos

5.1.13.3. Reboco

5.1.13.3.1. camada fina de regularização do emboço 0,5cm

5.1.13.3.2. pode ser substituido por massa corrida

5.1.13.3.3. traço 1:2 (cal : areia fina peneirada)

5.1.13.3.4. umidecer o emboço antes de aplicar o reboco para aumentar a aderência

5.1.14. 14- Contrapiso

5.1.14.1. camada mais fina para regularizar o piso interno

5.1.14.2. ajustar os níveis e caimentos para a água

5.1.14.3. traço farofa 1:4 (cimento:areia)

5.1.14.3.1. DICA

5.1.14.4. 4-5cm de espessura

5.1.14.5. nivelar com algum ponto interno ou externo, usar mangueira de nível, e colocar taliscas para referência = emboço

5.1.14.5.1. sarrafeamento com régua de alumínio

5.1.14.5.2. desempenar com régua de madeira

5.1.15. 15- Infraestrutura

5.1.15.1. Sistema Hidro-Sanitário

5.1.15.1.1. feito depois do baldrame e antes da camada anterior do contrapiso

5.1.15.1.2. Ralos

5.1.15.1.3. Ralo Sifonado

5.1.15.1.4. Coluna de Ventilação

5.1.15.1.5. Sifão

5.1.15.1.6. Caixa de Gordura

5.1.15.1.7. Caixa d'água

5.1.15.1.8. Barriletes

5.1.15.1.9. Coluna d'água (MCA)

5.1.15.1.10. TESTE TODA REDE HIDRÁULICA antes de fazer o fechamento

5.1.15.2. Cabeamento e Automação

5.1.15.2.1. feito antes garante que não haverá gambiarra

5.1.15.2.2. previsão dos pontos

5.1.15.2.3. precisa de projeto

5.1.15.2.4. tenha parceiros

5.1.15.3. Ar Condicionado

5.1.15.3.1. infra tem que ser feito antes

5.1.15.3.2. AC tem dreno que precisa ser ligado a um ralo mais próximo

5.1.15.3.3. ponto de elétrica

5.1.15.3.4. ideal saber o modelo para colocar o ponto de dreno e elétrica do lado certo

5.1.16. 16- Forros

5.1.16.1. antes de fechar, preparar as fiações para iluminação e outros

5.1.16.2. causa muito dano

5.1.16.3. finalidades

5.1.16.3.1. Estética

5.1.16.3.2. Conforto

5.1.16.4. tenha bons fornecedores

5.1.16.4.1. tire dúvidas com eles

5.1.16.5. tipo mais comum

5.1.16.5.1. gesso acartonado

5.1.17. 17- Esquadrias

5.1.17.1. itens caros

5.1.17.2. cada modelo tem seu momento para ser instalado

5.1.17.3. atenção a Norma de Desempenho

5.1.17.3.1. erros podem gerar acionamento judicial para quem especificou errado

5.1.17.4. tipos

5.1.17.4.1. porta madeira

6. Módulo 5 - Captação e Precificação

6.1. Como se Diferenciar?

6.1.1. Bom relacionamento

6.1.1.1. cliente

6.1.1.2. parceiros

6.1.2. Ética

6.1.2.1. todos estão cansados do "jeitinho brasileiro"

6.1.2.2. mostre confiança e credibilidade através da transparência

6.1.3. Reunião ideal

6.1.3.1. 1° - fale sobre o sonho do cliente, nada sobre termos técnicos. Crie empatia

6.1.3.2. 2° - fale sobre como você pode materializar o sonho. Seus pacotes, serviços, valores, propostas.

6.1.3.2.1. mostre ética, seja defensor do cliente, valores $$ sempre claros para o cliente

6.1.4. Não pratique Reserva Técnica (RT)

6.1.4.1. não é uma prática bem vista

6.1.4.2. pode gerar desconfiança no cliente, que não acredita mais nas suas indicações porque você pode estar ganhando por isso e não porque realmente é o melhor.

6.1.4.3. não precisa de RT para criar parcerias

6.1.5. Ganhe confiança dos logístas

6.1.5.1. um bom relacionamento com o logísta/vendedor garante um excelente suporte durante a obra, além de futuras indicações.

6.1.5.1.1. Atendimento excelente

6.1.5.1.2. Pós-venda excelente

6.1.5.1.3. Suporte técnico durante todo tempo de obra

6.1.5.1.4. Orçamentos rápidos

6.1.6. Nunca foque nos defeitos dos outros profissionais

6.1.6.1. respeite seus colegas de profissão

6.1.7. Suporte Técnico de Projeto

6.1.7.1. projetos complementares

6.1.7.2. detalhamentos que faltaram durante a obra

6.1.7.2.1. sempre com o aval do arquiteto autor

6.1.8. Padronização e Gestão de Qualidade

6.1.8.1. mostre desde o início para o seu cliente sua preocupação com a qualidade e com a organização

6.1.9. Uso de Tecnologias

6.1.9.1. ferramentas de gestão

6.1.9.2. grupos

6.1.9.3. acompanhamento remoto

6.1.9.4. novas tecnologias para obra

6.1.9.4.1. esteja sempre antenado para novidades que melhorem o desempenho das suas obras

6.1.10. Sustentabilidade

6.1.10.1. cada vez mais os clientes se preocupam com isso

6.1.10.2. mostre para o seu cliente sua preocupação com esse assunto

6.1.10.2.1. resíduos

6.1.10.2.2. desperdicíos

6.1.10.3. tenha isso na alma da sua empresa

6.1.10.3.1. "walk the talk" - faça o que você fala

6.1.11. Respeitar o Projeto SEMPRE

6.1.11.1. projeto é rei, pai de todos

6.1.11.2. respeitar o projeto do autor nos mínimos detalhes, garante sucesso para sua empresa e boas indicações

6.1.12. Relação Interpessoal

6.1.12.1. cliente gosta de ser mimada, não precisa exagerar

6.1.12.1.1. seja acessível

6.1.12.1.2. entenda a urgência

6.1.12.1.3. se preocupe com o que é importante para ele

6.1.12.2. OVERDELIVERY

6.1.12.2.1. entregue algo que seu cliente não estava esperando, extra contratual

6.1.12.2.2. isso retorna em carinho e indicações, mostra que não é uma relação estritamente comercial

6.1.13. Modalidade de cobrança

6.1.13.1. seja transparente

6.1.13.1.1. cada cliente prefere pagar de um jeito mas quase todos querem saber pelo o que eles estão pagando

6.1.13.2. modelo BNO

6.1.13.2.1. mensalidade fixa + percentual variável

6.1.13.3. modele para seu avatar o tipo ideal

6.1.14. outros

6.1.14.1. local seguro para o projeto

6.1.14.1.1. prancheta BNO

6.1.14.2. plaquinhas de boa convivência

6.1.14.2.1. A4 plastificada

6.1.14.2.2. algo descontraído para chamar a atenção

6.1.14.2.3. EPIs, modos, ética

6.1.14.3. seja um líder no canteiro

6.1.14.3.1. construa um objetivo e mantenha a equipe engajada

6.1.14.4. entenda os momentos de insegurança

6.1.14.4.1. esteja aberto para sanar dúvidas do seu cliente, e motivado para mostrar o que está sendo feito

6.1.14.5. entenda seu mercado e seus cliente

6.1.14.5.1. busque sempre novos diferenciais

6.1.14.6. inovação é a chave do sucesso

6.1.14.6.1. pense fora da caixa

6.2. Quem são os meus clientes?

6.2.1. mundo das obras

6.2.1.1. executar suas obras

6.2.1.2. executar obras de parceiros

6.2.1.3. obras suas e de parceiros

6.2.2. questões éticas

6.2.2.1. quando atender parceiros

6.2.2.1.1. "não fazeis projetos para clientes alheios"

6.2.2.1.2. seu parceiro pode ser uma máquina de clientes

6.2.2.1.3. marketing boca a boca pode ser um boom para o mundo das obras

6.2.3. Expandir a empresa

6.2.3.1. aumentar funcionários

6.2.3.1.1. ter bons padrões e processos, ajuda a expandir e delegar

6.2.3.2. escolher seus clientes

6.2.3.2.1. não atire para todo lado

6.2.3.2.2. nicho específico

6.2.3.3. cada cliente é único, mas tem características semelhantes

6.2.3.3.1. mais tecnológico

6.2.3.3.2. avesso a tecnologia

6.2.3.3.3. cliente diferente = serviço diferente

6.2.4. Entenda seu cliente

6.2.4.1. quanto mais você entende seu cliente ideal, mais fácil é captar novos clientes

6.2.4.1.1. ex: condomínios com jovens casais ou sozinhos

6.2.4.1.2. fornecedores também mudam com o tipo de cliente

6.2.4.2. AVATAR

6.2.4.2.1. = cliente ideal

6.2.4.2.2. para ele que você faz suas estratégias de marketing e processos

6.2.4.2.3. escolha 1 para começar

6.2.5. Entenda o Mercado

6.2.5.1. Quantos arquitetos você conhece?

6.2.5.1.1. amigos, colegas de faculdade

6.2.5.2. Quantos fornecedores você conhece?

6.2.5.2.1. conhecem vários arquitetos, executores

6.2.5.3. Quantas lojas podem ser suas parceiras?

6.2.5.3.1. uma mostra interna da loja pode ser uma forma de captar clientes

6.2.5.4. Quem pode ser seu parceiro?

6.2.5.4.1. empresas executoras, com posicionamento no mercado, estratégia de marketing

6.2.6. Proteja seu Portfólio

6.2.6.1. posicionamento e escolha estratégica

6.2.6.1.1. algumas obras/projetos não condizem com suas escolhas e seu nicho

6.2.6.1.2. tenha coerência

6.2.6.1.3. foque em uma tipologia de mercado

6.2.7. Captação de Clientes (OBRA)

6.2.7.1. 1 - Mapeie escritórios de arquitetura e/ou interiores que tenham a ver com o seu perfil

6.2.7.2. 2 - Apresente propostas de parcerias, agende reuniões pessoais e mostre portfólio, seus ideais, valores e crenças

6.2.7.2.1. Se não tiver portfólio, deixe bem claro e mostre que tem boa vontade, conhecimento técnico e fale sobre o curso BNO

6.2.7.3. Se o cliente faz o projeto com você

6.2.7.3.1. deixe claro desde o início que você também faz obra

6.2.7.3.2. Etapas

6.3. Como Cobrar?

6.3.1. Analise seu mercado

6.3.1.1. Solo Fértil = existem profissionais competentes e potenciais clientes

6.3.1.1.1. Se tem gente dando certo no mercado e você não consegue, o problema está em VOCÊ!

6.3.1.1.2. analise o que eles podem estar fazendo de errado

6.3.1.1.3. se tem clientes, você pode sim competir com eles

6.3.1.2. DOMINAR PARA DESTRUIR

6.3.1.2.1. tenha um bom pacote de serviços e entenda o que está sendo feito no mercado

6.3.1.2.2. não tente reinventar a roda

6.3.1.2.3. tenha um NOME no mercado que inspire CONFIANÇA

6.3.1.3. Seu cliente

6.3.1.3.1. traga uma boa experiência de obra

6.3.1.3.2. cobre por um serviço que as pessoas precisam e possam pagar

6.3.2. Despesas operacionais

6.3.2.1. Custos FIXOS

6.3.2.1.1. Aluguel, IPTU, folha salarial, conta de água, energia, telefone fixo

6.3.2.1.2. cuidado! costumam ser os vilões, alguns podem se tornar variáveis

6.3.2.1.3. mapeie seus custos

6.3.2.1.4. enxugue sempre

6.3.2.2. Custos VARIÁVEIS

6.3.2.2.1. despesas ligadas ao aumento da produção

6.3.2.2.2. Escritório de Arquitetura

6.3.2.3. Horas úteis

6.3.2.3.1. o quanto você quer e pode trabalhar

6.3.2.3.2. despesas mensais + lucro / horas úteis comerciais = valor da sua hora

6.3.3. BDI ( benefícios e despesas indiretas)

6.3.3.1. % que incide sobre os custos diretos da obra para remuneração do executor

6.3.3.1.1. varia muito, mas o mercado costuma praticar de 20 a 30%

6.3.3.2. deve cobrir despesas indiretas, risco do investimento e lucros não calculados

6.3.3.3. Custos diretos

6.3.3.3.1. montante A: custos diretos com a mão de obra (salários, adicionais, encargos sociais)

6.3.3.3.2. montante B: execução do serviço (uniformes, vale-refeição, vale-transporte etc)

6.3.3.4. Preço Final = Custos Diretos x ( 1 + BDI )

6.3.3.5. usar BDI pode deixar o cliente desconfortável e o lucro pode ser muito baixo

6.3.3.6. modelo de empreita ou ADM com custo fixo

6.3.3.6.1. com % fixa, o cliente no final acha que paga muito e desiste do contrato

6.3.4. Método Bora na Obra

6.3.4.1. funciona para o tipo de cliente que está interessado na obra, nos custos de cada coisa e quem está envolvido

6.3.4.1.1. ganho justo sem deixar o cliente desconfortável

6.3.4.2. como faz

6.3.4.2.1. calculo dos custos individuais de cada obra = mensalidade fixa

6.3.4.2.2. o lucro fica alocado sobre os serviços executados e materiais adquiridos

6.3.4.3. Valor = custo fixo mensal + lucro percentual e variável

6.3.4.4. cada obra é única

6.3.4.4.1. dilua seu lucro entre as etapas necessárias

6.3.4.5. transparência gera confiança

6.3.4.5.1. mostre em tempo real, mostre o trabalho que dá e o cliente fica feliz em pagar

6.3.4.5.2. faça como uma novela, onde o cliente acompanha tudo, não só o resumo (problemas)

7. Bônus