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ESTÔMAGO por Mind Map: ESTÔMAGO

1. 1 a cada 600 lactentes

2. Mesmo a do tipo A tendo maior chance de evoluir para câncer, a do tipo B é a mais vista na prática, pois a gastrite não erosiva A é uma doença rara

3. assoalho límpido ou com sangue

4. 90% dos casos há infecçãopor H. pylori

5. perda do epitélio, submucosa, conjuntivo e estroma

6. NEOPLASIAS

6.1. MALIGNO

6.1.1. Adenocarcinoma Gástrico

6.1.1.1. 95% dos casos

6.1.1.2. Tipos

6.1.1.2.1. Tipo mais comum em população de risco

6.1.1.2.2. Intestinal

6.1.1.2.3. Difuso

6.1.2. Estromais

6.1.2.1. TGEI

6.1.2.2. Origem

6.1.2.2.1. cel pluripotenciais precursoras do m. liso ou dos fibroblastos

6.1.2.3. geralmente diferenciadas

6.1.2.3.1. leiomiossarcomas

6.1.3. Conjuntivo

6.1.4. Linfomas

6.1.4.1. 3% dos casos

6.1.4.2. Tipos

6.1.4.2.1. Nodais

6.1.4.2.2. Extranodais

6.1.5. 75% dos casos acima de 50 anos

6.1.6. Carcinoma Gástrico

6.1.6.1. Predisposições

6.1.6.1.1. Infecção por H. pylori

6.1.6.1.2. gastrite atrófica crônica com metaplasia intestinal

6.1.6.1.3. Pós-gastrectomia

6.1.6.1.4. Polipose intestinal

6.1.6.2. Macroscopia

6.1.6.2.1. lesões planas nas mucosas, perda de pregueamento

6.1.6.2.2. tumores exofíticos

6.1.6.2.3. tumores ulcerados

6.1.6.2.4. tumores infiltrativos difusos

6.1.6.3. Partes mais acometidas

6.1.6.3.1. 60% piloro e antro pilórico

6.1.6.3.2. 25% cárdia

6.1.6.3.3. 15% corpo e fundo

6.1.6.4. Metástases

6.1.6.4.1. Linfonodos locais

6.1.6.4.2. Nodo de Virchow

6.1.6.4.3. Fígado

6.1.6.4.4. Pulmão

6.2. BENIGNO

6.2.1. Adenoma

6.2.2. Estromal

6.2.2.1. leiomioma

7. GASTRITE

7.1. AGUDA

7.1.1. geralmente com predomínio de erosão

7.1.2. processo inflamatório vascular exsudativo

7.1.3. hiperemia difusa da mucosa gástrica

7.1.4. causas: álcool, infecções, ESTRESSE.

7.1.5. presença de neutrófilos

7.1.6. autolimitada à mucosa

7.1.7. Sintomas

7.1.7.1. epigastralgia em queimação

7.1.7.2. dor

7.1.7.3. náusea

7.2. EOSINOFÍLICAS

7.3. AUTOIMUNOLÓGICAS

7.4. PANGASTRITE ATRÓFICA SEVERA

7.5. GASTRITE COM REFLUXO ALCALINO

7.5.1. permanência do agente agressor, com processos reparativos e produtivos

7.6. vômito com ou sem hematêmese

7.7. CRÔNICA

7.7.1. Características

7.7.1.1. mais relacionada ao câncer gástrico, pois predispõe mutações

7.7.1.2. REGIÕES

7.7.1.2.1. Fundo

7.7.1.2.2. Corpo

7.7.1.2.3. Antro

7.7.2. Tipos

7.7.2.1. NÃO EROSIVA

7.7.2.1.1. Tipo A

7.7.2.1.2. Tipo B

7.7.2.2. EROSIVA

7.7.2.2.1. predomínio de linfócitos e plasmócitos

7.7.2.2.2. fármacos que inibem prostaglandias

7.7.2.2.3. plana de antro severa

7.7.2.2.4. elevada de antro moderada

8. MALFORMAÇÕES CONGÊNITAS

8.1. Estenose Pilórica Hipertrófica Congênita

8.1.1. é a mais importante

8.1.2. Sintomas

8.1.2.1. vômito em jato

8.1.2.1.1. realizar diagnóstico diferencial para meningite

8.1.2.2. dificuldades no desenvolvimento

8.1.2.3. desnutrição

8.1.2.4. abaulamento da região epigástrica

8.1.3. Hipertrofia do m. liso na região do piloro

8.1.4. Tratamento: cirúgico

9. GASTRITE HIPERTRÓFICA (DOENÇA DE MENETRIER)

9.1. não é uma gastrite

9.2. não é uma hipertrofia

9.3. Hiperplasia das cel. mucosas superficiais

9.4. Mais comum em homens 40-60 anos

9.5. Causa desconhecida

9.6. Causa síndrome da Má Absorção

10. ÚLCERAS

10.1. de estresse

10.1.1. Cushing

10.1.1.1. choque neurogênico

10.1.2. Curling

10.1.2.1. queimaduras

10.1.2.2. choque hipovolêmico

10.2. Local mais comum

10.2.1. curvatura menor do duodeno

10.2.2. Fatores envolvidos

10.2.2.1. infecção

10.2.2.2. fatores neuroendócrinos

10.2.2.2.1. cigarro

10.2.2.2.2. estresse

10.3. Patologia

10.3.1. lesões bem nítidas e ovaladas

10.3.2. 1-2 cm, até 4 cm

10.4. Complicações

10.4.1. macroscopicamente ulcerativo ou infiltrado difuso

10.4.2. sangramento

10.4.2.1. fatores locais da mucosa

10.4.3. perfurações

10.4.4. estenose

10.4.5. obstrução

10.4.6. penetração

11. ENDOSCOPIA

11.1. Classficação de Borrmann

11.1.1. Borrmann III

11.1.1.1. adenocarcinoma gástrico padrão intestinal

11.1.2. Borrmann IV

11.1.2.1. adenocarcinoma gástrico difuso