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INTESTINO por Mind Map: INTESTINO

1. Grosso

1.1. abaixo da linha pectínea (epitélio escamoso)

1.2. início: válvula ileocecal

1.3. flexura esplênica

1.4. Porções

1.4.1. ceco

1.4.2. colo ascendente

1.4.3. flexura hepática

1.4.4. colo transverso

1.4.5. colo descendente

1.4.6. sigmoide

1.4.7. reto

1.4.7.1. epitélio glandular (antes da linha pectínea)

1.4.8. ânus

1.5. Histologia

1.5.1. prevalência de criptas

1.5.2. maior profundidade

2. protusão de vísceras abdominais

3. saculações em fundo cego

4. Complicações: ressecamento, desidratação e infecção

5. pode ou não ser compatível com a vida

6. apêndice vermiforme normal localizado na fossa ilíaca direita

7. PARTES

7.1. Delgado

7.1.1. 6 m de comprimento

7.1.2. Porçoes

7.1.2.1. duodeno

7.1.2.1.1. 25 cm proximais

7.1.2.1.2. retroperitoneal

7.1.2.2. jejuno

7.1.2.2.1. 1/3 proximal peritoneal

7.1.2.3. íleo

7.1.2.3.1. 2/3 restantes peritoneais

7.1.3. Histologia

7.1.3.1. prevalência de vilosidades

7.1.3.1.1. maior área absortiva

7.1.3.1.2. maior comprimento

7.1.3.1.3. Relação criptovilositária 3:1

8. NEOPLASIAS

8.1. BENIGNAS

8.1.1. Adenoma

8.2. MALIGNAS

8.2.1. Adenocarcinoma

8.2.1.1. forma de pólipo

8.2.1.1.1. INTESTINO DELGADO

8.2.2. Linfomas

8.2.2.1. Placas de Peyer

8.3. INTESTINO GROSSO

8.3.1. predominantemente epiteliais

8.3.1.1. adenomas

8.3.1.1.1. leiomioomas

8.3.1.2. adenocarcinomas

8.3.1.3. forma de pólipo

8.3.1.3.1. séssil

8.3.1.3.2. pediculado

8.3.1.3.3. múltiplo

8.3.1.3.4. tubulares

8.3.1.3.5. único

8.3.1.3.6. liso

8.3.1.3.7. irregular

8.3.1.3.8. O PÓLIPO PODE SER BENINGNO OU MALIGNO

8.3.1.3.9. tipo de pólipo conforme a glândula predominante

8.3.1.4. integridade anatomoestrutural do intestino

8.4. ESTADIAMENTO

8.4.1. TNM

8.4.1.1. T (tumor)

8.4.1.1.1. TX - avaliação nao foi possível

8.4.1.1.2. T0 - sem evidÊncias de tumor primário

8.4.1.1.3. TIS - carcinoma in situ

8.4.1.2. N (linfonodos)

8.4.1.2.1. NX - avaliação não foi possível

8.4.1.2.2. N0 - sem metástase

8.4.1.2.3. N1 - 1 a 3 linfonodos comprometidos

8.4.1.3. M (metástase)

8.4.1.3.1. MX - avaliação não foi possível

8.4.1.3.2. N2 - mais de 3 comprometidos

8.4.1.3.3. M0 - sem metástase

8.4.1.3.4. M1 - com metástase

8.5. estresse

9. ALTERAÇÕES CONGÊNITAS

9.1. Duplicação de alças intestinais

9.2. Má rotação durante o período embrionário

9.2.1. Na má rotação: apêndice fora da fossa ilíaca direita

9.3. Onfalocele

9.3.1. COM onfalomesentério

9.3.2. melhor prognóstico que a gastrosquise

9.4. Gastrosquise

9.4.1. SEM onfalomesentério

9.4.2. protusão de vísceras abdominais

10. DOENÇAS INFECCIOSAS

10.1. VIRUS

10.1.1. Rotavirus

10.1.1.1. enterocolite em < 5 anos

10.1.2. Norwalk

10.1.2.1. enterocoline em jovens 18-20 anos

10.2. BACTÉRIAS

10.2.1. Dano direto

10.2.1.1. S. typhi

10.2.1.2. Campilobacter

10.2.1.2.1. Complicação: Guillain-Barré

10.2.1.3. Shiguela

10.2.1.4. E. coli invasiva

10.2.2. Dano indireto

10.2.2.1. estafilococos

10.2.2.2. streptococos enteritidis

10.2.3. TUBERCULOSE INTESTINAL

10.2.3.1. vias de transmissão

10.2.3.1.1. hematogênica

10.2.3.1.2. ingestão de leite contaminado

10.2.3.2. características

10.2.3.2.1. presença de lesões inflamatórias granulomatosas caseosas e com necrose

10.2.4. deglutição

10.2.4.1. paciente previamente portador de tuberculose

10.2.5. Clostridium Difficile

10.2.5.1. forma pseudomembrana que reveste o intestino e causa síndrome da má absorção

10.2.5.1.1. colite pseudomembranosa

10.2.6. Doença de Whipple

10.2.6.1. Tropheryma whipplei

10.2.6.2. microabscessos na superfície

11. SÍNDROME DA MÁ ABSORÇÃO

11.1. Principais causas

11.1.1. Brasil

11.1.1.1. verminoses

11.1.2. EUA

11.1.2.1. doença celíaca

11.1.2.1.1. hipersensibilidade à gliadina

11.2. fatores envolvidos

11.2.1. relação criptovilositária perdida

11.2.2. hepatopatias crônicas que alteram a produção de bile

11.2.3. pancreatopatias crônicas

12. DOENÇAS INFLAMATÓRIAS INTESTINAIS IDIOPÁTICAS

12.1. DOENÇA DE CROHN

12.1.1. todo o TGI

12.1.2. transmural

12.1.3. apresenta granuloma não caseoso

12.1.4. pode causar estenoses e fístulas

12.1.5. tratamento: cirúrgico, retirada da alça afetada

12.2. RETOCOLITE ULCERATIVA

12.2.1. inflamação superficial

12.2.1.1. mucosa e submucosa

12.2.1.2. microabscessos

12.2.2. Associado a

12.2.2.1. processos inflamatórios e infecciosos prévios

12.2.2.1.1. resposta imunológica associada

13. DIVERTÍCULOS

13.1. comum em idosos com fraqueza da parede intestinal e trânsito intestinal lento

13.2. múltiplos divertículos = diverticulose

13.3. Sintomas

13.3.1. cólica

13.3.2. dor abdominal

13.3.3. obstrução intestinal

13.3.4. sangramentos

13.4. complicações

13.4.1. peritonite

13.4.1.1. perfurações

13.4.2. hemorragia

13.5. DIVERTÍCULO DE MECKEL

13.5.1. próximo a v. ileocecal

13.5.2. heterotopia (cel de tecidos diversos)

13.5.3. persistencia do ducto onfalomesentérico

13.5.4. divertículo VERDADEIRO (possui todas as camadas)

13.5.5. Congênito