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AXONIUM por Mind Map: AXONIUM

1. 8) CAUSAS- A hipótese dopaminérgica todos os principais transtornos ocorrem pela hiperatividade da via dopaminérgica mesolimbica(sintomas positivos) e pela a hipoatividade da via dopaminérgica mesicortical(sintomas negativos).

2. 6)ALTERAÇÕES BIOQUÍMICA SEROTONINA bioquímicas descobriram que existe uma função alterada da 5HT (Serotonina) tanto em maníacos como em deprimidos

3. 17)FORMULAÇÃO/APRESENTAÇÃO

4. 2) DIAGNÓSTICO O diagnóstico do Transtorno Afetivo Bipolar é basicamente clínico, com base no histórico familiar do paciente, no relato das pessoas próximas e na sintomatologia.

5. 16) antipsicótico de 2ª geração, pertencente à classe das tienobenzodiazepinas, indicado principalmente para os casos de esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar (TAB).

5.1. 18) INDICAÇÃO Tratamento agudo e de manutenção da ESQUIZOFRENIA e outras psicoses cujos sintomas positivos e/ou os sintomas negativos estejam acentuados; Tratamento de episódios de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar (TAB); Prolongamento do tempo entre os episódios afetivos do TAB e para reduzir as taxas de recorrência dos mesmos.

5.2. 19) ESQUIZOFRENIA alivia os sintomas afetivos secundários, comumente associados à esquizofrenia e aos transtornos relacionados.

5.2.1. Axonium é eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo de pacientes que responderam ao tratamento inicial.

6. 14)Destinada ao tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outras psicoses nas quais os sintomas positivos e/ou negativos são proeminentes.

6.1. 15) age no SNC, melhorando os sintomas em pacientes com esquizofrenia e outras doenças mentais (psicose) e as fases de mania do TAB. Além disso, nos pacientes com transtorno afetivo bipolar, previne novas fases de mania e depressão.t

7. ESQUIZOFRENIA

7.1. 10)DIAGNÓSTICO Sintomas característicos; Disfunção social/ocupacional; Duração.

7.2. 11) SINTOMAS Delírios; Alucinações; Discurso desorganizado; Comportamento desorganizado ou comportamento catatônico; S. negativos: embotamento afetivo (falta ou diminuição da resposta emocional), alogia ou abulia (falta ou diminuição da motivação).

7.3. 12) TRATAMENTO pacientes com Esquizofrenia necessita de uma abordagem mista farmacológica e psicossocial, embora a terapia farmacológica continue a ser a principal modalidade de tratamento.

7.3.1. 7) Doença mental grave, persistente, que se manifesta com múltiplos sinais e sintomas que envolvem a desorganização do pensamento, da percepção, das emoções, dos movimentos e do comportamento. Também se caracteriza pela presença de comportamento psicótico ou amplamente desorganizado.

7.3.1.1. 9) SINAIS/SINTOMAS- 1) DESORGANIZAÇÃO(transtorno do pensamento), 2)SINTOMAS COGNITIVOS(déficit de atenção/memória; 3) HUMOR/ ANSIEDADE(sintomas depressivos e ansiedade.

7.4. 13)Sintomas extrapiramidais (parkinsonianos) Ganho de peso; Sonolência; Eventos colaterais cardiovasculares.

8. TAB

8.1. 3) SINTOMAS Sua forma típica (euforia- depressão) é bem caracterizada e reconhecível, permitindo o diagnóstico precoce e confiável; Porém outras apresentações não tão clássicas são frequentes e tornam o diagnóstico deste “Espectro Bipolar” mais desafiador mesmo para psiquiatras experientes; Alguns dos sintomas podem se manifestar com maior frequência na depressão bipolar, fornecendo sinais, quando não a certeza diagnóstica, de que o paciente tem TAB.

8.2. 1) Doença crônica, grave que se caracteriza por alterações cíclicas do humor, junto com a depressão e distimia. Ela se diferencia dos outros tipos de depressão por apresentar sintomas contínuos.

8.3. 4)ORIGENS: Alterações Genéticas; Desvios estruturais no cérebro; Alterações bioquímicas; Fatores externos.

8.4. 5)ALTERAÇÕES BIOQUÍMICAS DOPAMINA- Sintomas maníacos estão associados com a atividade anormalmente aumentada da dopamina cerebral. Por exemplo, drogas como a levodopa e as anfetaminas aumentam a liberação de dopamina no cérebro e também induzem mania em pacientes com transtorno bipolar; Outra evidência é a eficácia das drogas que bloqueiam os receptores de dopamina no cérebro. Assim como na mania a dopamina parece estar aumentada, na depressão acredita-se que esta esteja diminuída.