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Vivaldo 64 anos por Mind Map: Vivaldo 64 anos

1. Diabetes

1.1. Metformina 1000 mg/dia

1.2. Fator de risco aterosclerose e dissecção de aorta

1.2.1. Hiperglicemia - aumento do estresse oxidativo - maior relação 02/NO - oxidação de LDL; ativação da coagulação; maior permeabilidade vascular.

2. Hipertensão

2.1. Enalapril 20mg 12/12h

2.2. Fator de risco para dissecção de aorta e aterosclerose.

2.2.1. Angiotensina II estimula produção de endotelina

2.2.2. Aumento da produção de radicais livres pela ativação de NADH/NADPH oxidase

2.2.3. Ativação do receptor AT1 -Aumento da oxidação de LDL; captação de LDL oxidada e formação de cel espumosas.

3. Hipercolesterolemia col 290 mg/dl tg 308 mg/dl

3.1. Fator de risco para Aterosclerose

3.1.1. Aterosclerose

3.1.1.1. Lesões da íntima, elevada, de centro mole, amarelo e grumoso de lipídios, coberta por camada fibrosa branca. Obstrui o fluxo sanguíneo e podem romper-se, levando a trombose.

3.1.1.2. Fatores de risco:

3.1.1.2.1. Não modificáveis: -Idade -Gênero masculino -Antec. familiares -Anorm. genéticas

3.1.1.2.2. Modificáveis: - Diabetes -Tabaco -Hipertensão -Hiperlipidemia

3.1.1.3. Fisiopatologia:

3.1.1.3.1. HIPÓTESE DA RESPOSTA À LESÃO: Lesão endotelial - aumento da permeabilidade vascular - Acúmulo de lipoproteínas (principalmente LDL e LDLoxidado) -Adesão de monócitos ao endotélio - migração para a íntima, tranformação em macrófagos - formação das células espumosas - Adesão plaquetária - Liberação de fatores das plaquetas, macrófagos e cél endoteliais - Recrutamento de cél musculares lisas - Acumulo de lipídios extra e intracelulares

3.1.1.3.2. American Heart Association: TIPO I: Lesão inicial. Cél espumosas isoladas TIPO II: Estrias gordurosas TIPO III: Lesão intermediária. Acúmulo lipídico TIPO IV: Ateroma. núcleo lipídico TIPO V: Fibroateroma. Ateroma + fibrose + calcificação TIPO VI: Lesão avançada. Ateroma + complicações

3.1.1.4. Classificação:

3.1.1.5. Tratamento:

3.1.1.5.1. Estatinas; Inibidores da ECA; Diuréticos; Betabloqueadores.

4. Forte dor torácica de madrugada

4.1. Escorregou

4.1.1. Traumatismo cefálico

4.1.1.1. Inconsciente

4.2. Filha pensou em IAM

4.2.1. Levado para emergência

4.2.1.1. - Torporoso;

4.2.1.1.1. Devido ao trauma cefálico e baixa irrigação sanguínea da artéria subclávia esquerda (dissecção)

4.2.1.2. - hematoma temporal direita

4.2.1.2.1. Consequência da queda

4.2.1.3. - FC 102 bpm

4.2.1.3.1. Mecanismo de compensação. Aumento do DC para melhorar perfusão.

4.2.1.4. - PA 160x90 MSD e 90x00 MSE

4.2.1.4.1. Característico de dissecção, no caso atingindo a artéria subclávica esquerda

4.2.2. IAM é um importante diagnóstico diferencial a se pensar em casos de dor torácica, pois apresenta alta incidência em casos de dores agudas

5. Radiografia de tórax pa

5.1. Alargamento de mediastino

5.1.1. Devido à dissecção de aorta

6. Óbito

6.1. Durante percurso para um hospital melhor

6.2. Encaminhado ao IML

6.2.1. Atestado de óbito

6.2.1.1. -Dissecção de aorta aguda em cajado do vaso

6.2.1.1.1. Enquadra-se na classificação tipo A de Stanford

6.2.1.1.2. Dissecção de aorta

6.2.1.2. - Trombose intraparietal

6.2.1.3. - Obstrução e rupturas aórticas

6.2.1.4. - Embolia em ambas artérias renais

6.2.1.5. Hematoma subdural temporal direito

6.2.1.5.1. Não relacionado com o óbito