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Salmonella enterica por Mind Map: Salmonella enterica

1. Características Microbiológicas

1.1. Enterobacteriaceae

1.2. Gram-negativa

1.3. Bastonete

1.4. Anaeróbia facultativa

1.5. Não esporogênica

1.6. Não encapsulada

1.7. Flagelos

1.8. Fímbrias

1.9. LPS

1.10. Invasinas

1.11. Fermentação

1.12. Oxidase negativa

1.13. Catalase positiva

1.14. Lactase negativa

1.15. Resistente à secura

1.16. Produz enterotoxinas e endotoxinas

1.17. Diferenciação

1.17.1. Testes com soro polivalentes "O" e "H"

1.18. Temperatura ótima

1.18.1. 35°C a 43°C

1.19. pH ideal

1.19.1. 7 a 7,5

2. Resposta imune (patogênese)

2.1. Células epiteliais produtoras de IL-8

2.1.1. Inflamação e migração de leucócitos

2.1.1.1. Produção de PG's

2.1.1.1.1. Inibem absorção de Na+ aumentam secreção de Cl-

2.2. Inibe processamento e apresentação do Ag

2.3. Produz as enzimas que inativam radicais livres de O2 e nitrogênio

2.4. Fagocitose

2.4.1. Gene hilA

2.4.1.1. Induz apoptose em macrófagos ativados

2.4.2. Induz fagocitose em macrófagos inativados

2.4.2.1. Transporte para fígado e baço

2.4.2.1.1. Início da infecção sistêmica

2.5. Efeitos citotóxicos

2.5.1. Destruição das células M e invasão dos enterócitos

2.6. Ramo Inato

2.6.1. Defesa rápida antes do S.I.A.

2.6.1.1. Não erradica sem o S.I.A.

2.6.2. Depende da espécie hospedeira infectada e do sorovar de Salmonella

2.6.3. Sistema Complemento

2.6.3.1. Opsonização e fagocitose

2.6.4. Fase extracelular

2.6.4.1. Ativação do sistema fagocitário

2.6.4.1.1. Citocinas pró-inflamatórias

2.7. Ramo Adquirido

2.7.1. Tc e Th são importantes para retirada do patógeno

2.7.2. Antígeno proteico

2.7.2.1. MHCI

2.7.2.1.1. Apresentação de Ag's para Tc

2.7.2.2. MHCII

2.7.2.2.1. Apresentação de Ag's para Th

2.8. Vacinas

2.8.1. Vacina bacterina

2.8.1.1. Células inativadas ou subunidades da bactéria

2.8.1.2. Citocinas de Th2

2.8.1.2.1. IL-4

2.8.1.2.2. IL-13

2.8.1.3. Utilizada em reprodutoras

2.8.1.3.1. Estimula produção forte de IgG (IgY)

2.8.2. Vacina viva

2.8.2.1. Bactérias atenuadas

2.8.2.2. Melhores resultados

2.8.2.2.1. Citocinas de Th1

2.9. Aves bursectomizadas infectadas excretam mais bactéria pelas fezes

2.9.1. Não produzem IgA, que impede a adesão da salmonela ao TGI

3. Patogênese

3.1. Ciclo vital

3.1.1. Sobrevive longos períodos em matéria orgânica

3.1.2. Contaminação

3.1.2.1. Fezes

3.1.2.1.1. Água

3.1.2.1.2. Solo

3.1.2.2. Produtos de origem animal

3.1.2.2.1. Infecta ovários

3.1.2.2.2. Animais assintomáticos

3.2. Vias de entrada

3.2.1. Via fecal-oral (principal via)

3.2.1.1. Adesinas ligam receptores das células do hospedeiro

3.2.1.1.1. Internalização da bactéria pela vesícula endocítica

3.2.2. Conjuntiva

3.2.3. Trato respiratório

3.2.4. Trato digestivo

3.2.5. Pele lesionada

3.3. Infecção

3.3.1. Em geral permanece localizada

3.3.2. Sorovar mais virulento

3.3.2.1. Fagocitado

3.3.2.1.1. Muda a expressão dos genes de virulência em resposta aos mecanismos de defesa

4. Resposta imune (cura)

4.1. Tratamento em aves é proibido na Europa

4.1.1. Outras medidas de controle

4.1.1.1. Desinfecção das instalações

4.1.1.2. Programas de vacinação

4.2. No Brasil planteis soropositivos são eliminados

4.2.1. S. enterica sorovar Typhimurium

4.2.2. S. enterica sorovar Pullorum

4.2.3. S. enterica sorovar Gallinarum

4.2.4. S. enterica sorovar Enteritidis

4.3. Uso extensivo de antibióticos

4.3.1. Microrganismos resistentes

4.3.1.1. Enrofloxacina (suínos)

4.3.1.1.1. Inibe DNA girase

4.3.1.2. Tetraciclina

4.3.1.2.1. Inibe síntese proteica

4.3.1.3. Estreptomicina

4.3.1.3.1. Inibe síntese proteica

4.3.1.4. Fluorquinolonas

4.3.1.4.1. Inibe DNA girase

4.3.1.5. Florfenicol

4.3.1.5.1. Inibe síntese proteica