Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Rocket clouds
FILOSOFIA por Mind Map: FILOSOFIA

1. FALSEABILIDADE

1.1. POR KARL POPPER

1.2. CONTESTOU O CONCEITO NEOPOSITIVISTA, AFIRMANDO QUE SERIA IMPOSSÍVEL ANALISAR EMPIRICAMENTE TODOS OS CASOS INDIVIDUAIS PARA COMPROVAR UMA TEORIA CIENTÍFICA

1.3. OPONDO-SE À ISSO, POPPER ESTABELECEU A FALSEABILIDADE COMO CRITÉRIO DE CIENTIFICIDADE, AFIRMANDO QUE UMA TEORIA SOMENTE PODERIA SER CONSIDERADA CIENTÍFICA SE ESTIVESSE ABERTA A DEMONSTRAÇÃO DE SUA FALSIDADE

2. VERIFICABILIDADE

2.1. NEOPOSITIVISMO

2.1.1. PROPÔS A APLICAÇÃO DE MOVIMENTOS LÓGICOS E MATEMÁTICOS A LINGUAGEM EMPREGADA NAS CIÊNCIAS

2.2. AS CIÊNCIAS DEVERIAM OCUPAR-SE UMICAMENTE DE PROPOSIÇÕES RELATIVAS AOS FATOS OBSERVÁVEIS, ADOTANDO A EXPERIÊNCIA COMO O CRITÉRIO DE VERDADE PARA A AVALIAÇÃO DE SUAS TEORIAS.

3. POSITIVISMO

3.1. NO SÉCULO XIX, AUGUSTE COMTE INAUGUROU O POSITIVISMO. SEGUNDO ELE, UM DOS PRINCIPAIS OBJETIVOS DESSA CORRENTE FILOSÓFICA ERA FAVORECER O PROGRESSO DAS CIÊNCIAS E DAS SOCIEDADES

3.2. DEFENDIA QUE O PROGRESSO DO CONHECIMENTO É ACUMULATIVO

3.3. TANTO AS SOCIEDADES QUANTO OS CONHECIMENTOS HUMANOS PASSARIAM PELOS ESTADOS TEOLÓGICO E METAFÍSICO, ATÉ CHEGAREM AO ESTADO SUPERIOR, POSITIVO OU CIENTÍFICO

4. Filosofia da ciência

4.1. CONQUISTOU GRANDE IMPORTÂNCIA NO PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO

4.2. LIMITES E POSSIBILIDADES DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO, BEM COMO SUA NATUREZA E SUAS ESPECIFICIDADES

4.3. OBJETIVIDADE

4.4. SUBJETIVIDADE

4.5. INDUÇÃO

4.6. VERIFICAÇÃO

4.7. FALSIFICAÇÃO R

4.8. REFUTAÇÃO

4.9. PARADIGMA

4.10. REVOLUÇÃO CIENTÍFICA

4.10.1. POR THOMAS KUHN

4.10.2. REJEITOU OS CRITÉRIOS DE VERIFICABILIDADE E FALSEABILIDADE, CONSIDERANDO QUE A CIÊNCIA SE MODIFICA POR MEIO DE RUPTURAS E DESCONTINUIDADES ENTRE OS MODELOS CIENTÍFICOS

4.10.3. PARA ELE, O DESENVOLVIMENTO DE UMA CIÊNCIA INICIA COM O SURGIMENTO DE UM PARADIGMA, SEGUINDO-SE UM PERÍODO DENOMINADO CIÊNCIA NORMAL, EM QUE A COMUNIDADE CIENTÍFICA SE DEDICA A CORRIGIR POSSÍVEIS INCONGRUÊNCIAS DESSE PARADIGMA

5. Lógica matemática

5.1. POR GOTTLOB FREGE

5.2. GARANTIR QUE CADA TERMO TIVESSE UM ÚNICO SIGNIFICADO, EVITANDO AMBIGUIDADES

5.3. AO REPRESENTAR AS PROPOSIÇÕES E OS SILOGISMOS POR MEIO DE FÓRMULAS, ELE PRETENDIA TORNÁ-LOS MAIS PRECISOS E ADEQUADOS AO CONTEXTO CIENTÍFICO

6. LÓGICA TRANSCENDENTAL

6.1. POR IMMANUEL KANT

6.2. ESTUDO DAS ESTRUTURAS DA RAZÃO E FORMAS DE CONHECIMENTO

6.3. DIFERENCIOU RAZÃO TEÓRICA DE RAZÃO PRÁTICA

6.4. PRETENDIA INVESTIGAR OS MODOS HUMANOS DE CONHECER

6.5. QUANTIDADE, QUALIDADE, RELAÇÃO E MODALIDADE

6.6. TRATOU DOS ERROS DA RAZÃO QUANDO PRETENDE ALCANÇAR OS NÔUMENOS

6.7. EMBORA SEJAM CONCEBIDOS PELA RAZÃO E IMPORTANTES PARA MORAL, NÃO PODEM SER CONHECIDOS EM SI MESMOS

6.7.1. OBJETO DE TESES E ANTÍTESES DENOMINADAS ANTINOMIAS DA RAZÃO

7. LÓGICA ARISTOTÉLICA

7.1. ORGANIZADA NA ANTIGUIDADE COMO INSTRUMENTO CIENTÍFICO-FILOSOFICO.

7.2. TINHAM COMO OBEJO DE ESTUDO AS PROPOSIÇÕES

7.2.1. AFIRMATIVAS OU NEGATIVAS - SEGUNDO A QUALIDADE

7.2.2. UNIVERSAIS, PARTICULARES OU SINGULARES- SEGUNDO A QUANTIDADE

7.3. SILOGISMO

7.3.1. PREMISSAS

7.3.2. CONCLUSÃO

7.3.3. ERAM CLASSIFICADOS CONFORME SUA EXTENSÃO- MENOR, MAIOR É MÉDIO

7.3.4. DEDUTIVOS OU INDUTIVOS

7.3.5. CIENTÍFICOS (IRREFUTÁVEIS)

7.3.6. DIALÉTICOS (ABERTOS A CONSTATAÇÃO)

8. OBJETOS DE ESTUDO:

8.1. TIPOS DE RACIOCÍNIO E SUA VALIDADE;

8.2. FORMAS DE DEMONSTRAR A VERDADE

8.3. REGRAS PARA VERIFICAR A VERDADE OU A FALSIDADE DE UMA AFIRMAÇÃO

8.4. FALÁCIAS E SOFISMAS

9. LÓGICA FORMAL

9.1. REGRAS DE CONSTITUIÇÃO DOS RACIOCÍNIOS, VALEM PARA QUALQUER CONTEÚDO EMPÍRICO.