Psicanálise: Conceitos

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1. Sexualidade: toda uma série de excitações e atividades presentes desde a infância, que proporcionam prazer à uma satisfação fisiológica.

2. Repressão: processo de barrar ideias inaceitáveis da consciência, deixando-os operar no inconsciente.

3. Resistência: bloqueio ou recusa em revelar lembranças dolorosas durante a livre-associação. É uma proteção contra a angústia emocional. Indica que a análise está próxima da origem do problema.

4. Psique: a alma, o aparelho mental.

5. Princípio da realidade: se impõe como princípio regulador, com a procura do prazer sendo adiada pelas condições impostas do mundo exterior.

6. Neurose: é um distúrbio de personalidade, uma manifestação de um conflito, nos quais as necessidades do instinto são reprimidas. Psicose: doença que acompanha a perda do senso de realidade e do controle das próprias ações. Perversão: é um sujeito que não se curva diante dos limites da civilização, buscando o prazer onde a lei indica ser proibido. Busca satisfação além dos limites normais.

6.1. Neurose histérica: indivíduos que consumam questionar a legitimidade da lei diante de seu desejo, acreditando que ainda irá realizá-lo. Insatisfação, rebeldia, falta de concentração.

6.2. Neurose da angústia: tem como traço principal fobia causa da por objetos, tendo origem no desejo sexual infantil recalcado.

6.3. Neurose obsessiva: tenta resolver conflitos entre a lei e o desejo. São pessoas certas que não se permitem manifestar seus desejos. Sintomas comportamentais repetitivos ou medo/dúvidas.

7. Transferência: processo pelo qual um paciente transfere seus sentimentos ao terapeuta, como se ele fosse uma pessoa importante.

8. Mecanismos de defesa: comportamentos que representam negações inconscientes ou distorções da realidade, usados para proteger o ego da realidade.

8.1. Mecanismos de defesa (ego) - Recalque: supressão de uma parte da realidade, não percebido pelo indivíduo, deformando o sentido do todo; Formação reativa: o indivíduo adota uma atitude oposto ao seu desejo, para preservar o indivíduo de uma descoberta dolorosa sobre si mesmo; Regressão: o indivíduo retorna a etapas anteriores de seu desenvolvimento; Projeção: o indivíduo projeta algo de si que considera indesejável no mundo externo sem perceber; Racionalização: o ego constrói uma argumentação aceitável para justificar os estados deformados da consciência.

9. Princípio do prazer: a atividade psíquica tem por objetivo proporcionar o prazer.

10. Análise dos sonhos: técnica que envolve a interpretação dos sonhos para revelar conflitos inconscientes.

11. Instinto: são as representações mentais dos estímulos internos (como a fome) que motivam a personalidade e o comportamento.

12. Livre associação: técnica psicoterápica em que o paciente diz o que vem à mente, com o objetivo de trazer a consciência as memórias ou pensamentos reprimidos.

13. Libido: é a energia psíquica que direciona o indivíduo na busca de pensamentos e comportamentos prazeroso.

14. Atos falhos: atos de esquecimento ou lapsos de fala que refletem motivos inconscientes ou ansiedade.

15. Histeria: doença antiga conhecida, sendo uma série de formas neuróticas do comportamento em que sintomas físicos derivam de disfunções psicológicas.

16. Fixação: caracteriza um desenvolvimento não alcançado nas fases psicossexuais. Com o estacionamento em uma fase, as possibilidades de satisfação “adulta” da libido são perdidas. Abre caminho para a regressão.

17. Deslocamento: mudança de afeto de uma imagem mental para outra a que ele não pertence, como nos sonhos.

18. Catarse: processo de redução ou eliminação de um complexo, transferindo-o para o consciente, permitindo sua expressão.

19. Catexe: acumulação de energia mental em alguma ideia, lembrança ou pensamento específico.

20. Complexo: conjunto de representações ou ideias que ficam reprimidos, mediante o processo de recalque na parte inconsciente e exercem um efeito sobre o comportamento. Pode se tornar parcial ou total consciente. Existem dois: complexo de Édipo e complexo de castração.

20.1. Complexo de Édipo: a mãe é objeto de desejo do menino e o pai é o rival que impede de tê-la. Ele procura, então, ser o pai para ter a mãe, escolhendo-o como modelo de comportamento e internalizando as regras impostas por ele. Após, por medo da perda do amor do pai, ele desiste da mãe, que é trocada pelo mundo social e cultural.

20.2. Complexo de castração: a rivalidade edipiana com o pai provoca nos meninos o complexo de castração

21. Agressão: derivada do instinto de morte, oposta à Eros.

22. Etapas do desenvolvimento psicossexual - Fase oral: 0 a 2 anos, a boca é a zona erógena, que é como a criança conhece o mundo exterior; Fase anal: 2 a 3 anos, o ânus é a zona erógena, com a criança aprendendo o controle do esfíncter; Fase fálica: 3 a 5 anos, o órgão sexual é a zona erógena, quando a criança descobre a sexualidade. Complexo de Édipo; Período de latência: 6 a 10 anos, diminuição das atividades sexuais, a criança se volta aos interesses exteriores; Fase genital: puberdade, transferência da sexualidade, com o objeto de desejo sendo o outro. Escolha da sexualidade.

23. Modelos estruturais da personalidade: Id, satisfação das necessidades básicas, regido pelo “princípio do prazer”. É onde se localizam as pulsões de vida e de morte; Ego, estabelece o equilíbrio entre o Id e o superego. É regido pelo “princípio da realidade”. Se desenvolve aos 3 anos, com a interação da criança com o mundo; Superego, se origina com o Complexo de Édipo, com a internalização das proibições e limites impostos pela moral da sociedade.

23.1. Pulsão (Id): refere-se a um estado de tensão que busca a supressão desse estado. Eros é a pulsão da vida, que abrange as pulsões sexuais e de autoconservação. Tânatos é a pulsão de morte, que pode ser autodestrutiva ou pode se exteriorizar como pulsão agressiva ou destrutiva.

24. Afeto: qualquer tipo de sentimento ou emoção, positivo ou negativo, ligado à representações ou objetos.