Peixes

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Peixes por Mind Map: Peixes

1. Em outros peixes os filhotes se desenvolvem dentro do corpo da mãe, recebendo diretamente dela todos os nutrientes.

2. A boca é ventral, provida de várias fileiras de dentes serrilhados e pontiagudos e placas ósseas nas raias. Assim como os ciclóstomos, os condrictes também possuem prega ou válvula espiral no intestino, que desse modo tem ganho na superfície de absorção, pois o aparato retarda a passagem do alimento

3. Os ciclóstomos também são conhecidos como agnatos, ou seja, os peixes que não possuem mandíbulas.

4. corpo geralmente recoberto por escamas lisas, cuja organização diminui o atrito com a água enquanto o animal se desloca; além disso , a pele é dotada de glândulas produtoras de muco, o que também contribui para diminuir o atrito com a água;

5. Os sentidos

5.1. Bolsa olfatória - São formadas por células localizadas nas narinas e associadas à percepção de cheiros das substâncias dissolvidas na água. O sentido do olfato dos peixes é geralmente muito aguçado. O tubarão, por exemplo, pode "farejar" sangue fresco a dezenas de metros de distância.

5.2. Olhos - Permitem formar imagens nítidas a curta distância. A distâncias maiores, percebem apenas objetos em movimento na superfície da água. Alguns peixes têm percepção das cores e outros não. Os tubarões e as raias (também conhecidas como arraias), por exemplo, não distinguem cores. Os olhos são geralmente grandes e não possuem pálpebras nem glândulas lacrimais.

5.3. Linha lateral - é formada por uma fileira de poros situada de cada lado do corpo, com ramificações na cabeça. Os poros comunicam-se com um canal localizado sob as escamas, no qual existem células sensoriais. Por meio das células sensoriais, o peixe percebe as diferenças de pressão da água, que aumenta gradativamente com a profundidade. Percebe também correntes e vibrações na água, detectando a presença de uma presa, de um predador ou os movimentos de outros peixes que estão nadando ao seu lado, o que é muito importante para as viagens em cardumes. Percebe, ainda, a direção dos movimentos da água, o que facilita sua locomoção na escuridão ou em águas turvas.

6. Características que favorecem a vida na água

6.1. corpo com formato, em geral, hidrodinâmico, isto é, achatado lateralmente e alongado, o que favorece seu deslocamento na água; presença de nadadeiras, estruturas de locomoção que, quanto à localização, podem ser peitorais, ventrais, dorsais, caudais e anais;

6.2. musculatura do tronco segmentada, o que permite a realização de movimentos ondulatórios.

7. Possuem coluna vertebral, vivem na água e sua temperatura sangüínea se equilibra com o ambiente. A maioria dos peixes respira por brânquias ou guelras, se locomove por meio de nadadeiras, se reproduz pondo ovos e seu corpo é coberto por escamas protetoras.

7.1. Novo Tópico

8. Ciclóstomos

8.1. Os ciclóstomos (lampreias e feiticeiras ou peixes-bruxa) são os vertebrados mais primitivos; têm o corpo cilíndrico e podem chegar a 1 metro de comprimento. O esqueleto é formado por um crânio cartilaginoso e um cordão ou eixo dorsal sem vértebras. A pele é lisa, sem escamas e a boca, circular e sem mandíbula, é provida de dentes córneos, com uma língua também denticulada com a qual abrem uma “ferida” nos hospedeiros. A natação é realizada por ondulações do corpo.

8.2. Entre os ciclóstomos, os sexos são separados e a fecundação é externa. O desenvolvimento é direto em alguns grupos e indireto em outros. Todas as lampreias nascem e se desenvolvem na água doce, mas algumas espécies migram para o mar na fase adulta.

8.3. As lampreias são ectoparasitas e alimentam- se de sangue, provocando lesões em peixes, baleias e golfinhos. As feiticeiras vivem enterradas no lodo e alimentam-se de restos de animais mortos.

8.4. Novo Tópico

9. Condrictes

9.1. Os condrictes, ou peixes cartilaginosos, têm o corpo fusiforme (tubarões e quimeras) ou achatado (raias) coberto por escamas microscópicas não destacáveis. Podem medir de poucos centímetros a vários metros. Nadam com as contrações musculares do corpo e auxílio das nadadeiras.

9.2. O baço é alongado e dorsal em relação ao intestino. Os orifícios anal, urinário e genital se abrem na cloaca, bolsa que se comunica com o exterior. A excreção é feita por um par de rins.

10. Osteíctes

10.1. Os osteíctes, ou peixes ósseos, apresentam endoesqueleto calcificado e estão amplamente distribuídos por água doce e salgada. O tamanho pode variar de poucos milímetros a alguns metros. A maioria tem a pele recoberta por escamas de origem dérmica, grandes e destacáveis.

10.2. O sistema digestório dos peixes ósseos é semelhante ao dos condrictes. Porém, não apresenta a válvula espiral e sim, com a mesma função, alguns cecos pilóricos. Não encontramos a glândula retal e, no lugar da cloaca, há o ânus. Fígado, vesícula biliar, pâncreas e baço também estão presentes nos osteíctes.

10.3. Em algumas espécies de peixes ósseos, a vesícula gasosa é bem vascularizada e realiza trocas gasosas, funcionando como um pulmão primitivo. Esses peixes, conhecidos como pulmonados (superordem dos dipnoicos), conseguem respirar fora da água. Um exemplo é a Lepidosiren paradoxa, a piramboia dos afluentes do rio São Francisco, no Brasil.

11. Características gerais dos peixes

12. A temperatura corporal

12.1. Os peixes são animais pecilotérmicos. Isso significa que a temperatura do seu corpo varia de acordo com a do ambiente. A temperatura do corpo dos peixes em geral mantém-se mais ou menos próxima à temperatura ambiental.

13. Respiração e circulação de sangue

13.1. A maioria dos peixes respira por meio de brânquias, também conhecidas como guelras. A água entra continuamente pela boca do peixe, banha as brânquias e sai pelas aberturas existentes de cada lado da cabeça.

13.2. O coração dos peixes tem duas cavidades um átrio e um ventrículo - e por ele circula apenas sangue não-oxigenado. Depois de passar pelo coração, o sangue não oxigenado vai para uma artéria e dai para as brânquias, onde recebe gás oxigênio. A seguir, esse sangue, agora oxigenado, é distribuído para todos os órgãos do corpo do animal.

14. Alimentação e digestão

14.1. Alguns peixes são herbívoros, alimentando-se principalmente de algas. Outros são carnívoros, e alimentam-se de outros peixes e de animais diversos, como moluscos e crustáceos.

14.2. Nas zonas abissais - os grandes abismos oceânicos, destituídos de luz -, onde os seres fotossintetizantes não sobrevivem, há muitos peixes detritívoros, que se alimentam de restos orgânicos oriundos da superfície iluminada, e também peixes carnívoros.

14.3. O sistema digestório dos peixes é constituído de boca, faringe, esôfago, estômago e intestino, além de glândulas anexas, como o fígado e o pâncreas.

15. Classificação dos peixes

15.1. Ósseos – são todos os peixes que possuem vértebras bem formadas e membros mantidos por raios divergentes (hastes ósseas que servem de esqueleto às nadadeiras). Divide-se em dois grupos principais: os peixes de barbatana lisa e os de barbatana espinhosa. Entre eles estão o atum, a sardinha, o bacalhau, a garoupa, o dourado, o peixe espada, cavalo-marinho, etc.

15.2. Cartilaginosos – são os peixes que não possuem ossos, apenas cartilagens que dão sustentação ao corpo. Entre eles estão os tubarões e as arraias.

16. Reprodução dos peixes

16.1. A reprodução dos peixes, em sua maioria se da pela desova. A fêmea libera os óvulos em águas calmas e, em seguida o macho lança sobre eles os espermatozoides. Estes ovos ficam agrupados formando uma espécie de gelatina. Muitos deles são devorados por outros peixes, uma pequena parte se desenvolverem e se transformarem em alevinos.

17. Respiração dos peixes

17.1. Para respirar os peixes dispõem de órgãos especiais chamados brânquias “guelras”, que são em geral quatro pares, dois em cada lado da cabeça. São protegidas por uma membrana (o opérculo), que se abre e fecha regularmente. Estão ligadas às paredes laterais da faringe.

17.2. Uma corrente contínua de água que entra pela boca banha as brânquias por frações de segundo, enquanto o opérculo se mantém preso ao tronco, fechando a passagem para a faringe. Em seguida, a boca se fecha e o opérculo abre, permitindo a saída da água para o meio exterior. As trocas entre o oxigênio e o gás carbônico acontecem durante a permanência da água em contato com as brânquias.

18. Novo Tópico