Vínculo e Liberação

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Vínculo e Liberação por Mind Map: Vínculo e Liberação

1. Despedir-se da ilusão

1.1. Fantasias infantis de onipotência

1.2. Como preencher vazio interno?

1.3. Aceitar a vida passada como foi

1.4. Amar os próprios pais com amor maduro

1.5. Assumir uma responsabilidade em face do futuro

2. Luto

2.1. Povo na floresta tailandesa

2.1.1. Quando alguém morre na aldeia, seu corpo é colocado sobre um esquife e levado em procissão para um lugar distante

2.1.2. Lá é cremado e suas cinzas colocadas numa urna e guardadas nesse local

2.1.3. Comunidade volta à aldeia. Inicia-se um ano de luto

2.1.4. Transcorrido período, faz-se nova procissão

2.1.5. Urna é levada á aldeia e sepultada junto com antepassados, fazendo-se uma grande festa

2.2. Relação real acabou

2.2.1. Deixar falecido ir

2.2.2. Depois de certo tempo, luto precisa cessar

2.2.3. Morto volta como um antepassado e recebe lugar no coração dos vivos

2.3. Comunicade dos vivos e dos mortes à serviço da vida

3. O amor esclarecido

3.1. Do amor cego ao amor que vê

3.2. 'Você é você, eu sou eu. Você tem seu destino, eu tenho o meu. Permaneço sempre unido a você no amor, embora meu destino seja diferente do seu. Seja amável se me afasto do seu destino, da sua necessidade, da sua culpa, para viver minha própria vida. Estou a seu lado e ao lado de nossa família, com tudo o que aconteceu. O que aconteceu, da forma como aconteceu está certo para mim. Você está certo para mim, da forma como você é. Por favor, seja também compreensivo se eu sou como sou. Você tem agora um lugar em meu coração. Não o julgo, respeito-o, inclino-me diante do que não pode ser mudado para você e para mim!

4. Emaranhamentos

4.1. Membros posteriores tomados a serviço

4.1.1. Completar o que ficou sem solução

4.1.2. Trabalhar por dois

4.1.2.1. "Vou levar sua vida a um bom termo: vou viver também por você"

4.2. Repetição/ Imitação

4.2.1. "Quem na família já sentiu algo semelhante?

4.2.1.1. Quem já perdeu toda fortuna?

4.2.1.2. Quem ficou só?

4.2.1.3. "Quero ser como você"

4.3. Desprender-se do amor cego

4.3.1. Entregues e impotentes ao amor cego

4.3.2. Aceitação expressa de que participamos do sofrimento e da culpa de nossos pais e de nossa família

4.3.3. Amor permanece

4.3.3.1. Unindo e desprendendo

4.4. Assumir os efeitos do emaranhamento sem tomá-los como responsabilidade pessoal

4.5. Filho que nasceu morto

4.5.1. Pai diz à mãe: "Você não tem culpa. Eu carrego isso com você"

4.6. Terapeuta ajuda o cliente a abrir o coração do cliente e da família ao excluído

5. Carência dos pais

5.1. Necessidade

5.1.1. "Querida mamãe/papai, não fique triste, eu ajudo você a sair de sua necessidade. Agora eu sou muito pequena, mas espere até que eu cresça e possa ajudá-la"

5.2. Doença grave, acidente...

5.2.1. "Querida mamãe/papai, eu faço isso por você, eu carrego isso por você, eu morro por você"

5.3. Esforço ilusório da alma infantil

5.3.1. Criança se faz grande, enquanto pais pequenos e recebedores

5.3.2. "Querida mamãe/papai, não fique triste, eu lhe dou o que você não recebeu de sua mãe ou de seu pai"

5.3.3. "Você é grande, eu sou pequena, você é a mãe (o pai), eu sou a criança, você dá, eu recebo"

5.4. Assumir posição parceira

5.4.1. "Querida mamãe/papai, não fique triste, eu lhe dou o que você não recebe do papai/mamãe"

5.5. Distanciar-se da relação dos pais

5.5.1. "Por favor, querida mamãe/papai, seja bondosa se eu me afasto. Eu amo você e amo papai/mamãe. Liberte-me do peso de suas relações. Eu sou apenas a sua filha (filho)"

6. Consciência

6.1. Fazemos ações más com boa consciência e somos impedidos pela má consciência de fazer boas ações

6.2. Boa

6.2.1. para pertencer

6.3. Má

6.3.1. risco de exclusão

7. 1. O que nos prende uns aos outros? O que libera do emaranhamento?

7.1. Culpa antiga

7.2. Dor, pavor

7.3. Compulsão repetir coisas dolorosas

7.4. O que nos impede de realizar nossa vida?

7.5. Identificação com destinos alheios

8. 2. Como pode o amor ser bem sucedido?

9. Alma

9.1. Campo que abrange espaço+tempo

9.2. Une e confere identidade a tudo que constitui uma pessoa ou um grupo

9.3. Alma individual

9.3.1. determina a pessoa

9.3.2. corpo, pensamento, espírito, sentimentos, vivências, "eu"

9.4. Alma familiar

9.4.1. algo que faz de uma família esta determinada família

9.4.2. eventos, pessoas, vivências, lembranças

9.4.3. Alma de...

9.4.3.1. clã - linhagem

9.4.3.2. fábrica

9.4.3.3. país

9.5. Grande alma

9.5.1. não mística

9.5.2. totalidade da existência individual, coletiva e cósmica

9.5.3. sustenta, une, dirige

10. Amor de vínculo

10.1. ligação ao nosso grupo

10.2. Quem pertence?

10.2.1. família consanguínea

10.2.2. ligação existencial por perda ou ganho

10.2.3. parceiros anteriores

10.2.4. perpetradores e vítimas

11. Consciência

11.1. Fazemos ações más com boa consciência e impedidos pela má consciência de fazer boas ações

11.2. Boa

11.2.1. para pertencer

11.3. Má

11.3.1. risco de exclusão

12. Consciência

12.1. Níveis

12.1.1. Pertencimento

12.1.2. Compensação

12.1.3. Hierarquia

12.2. Espécies

12.2.1. Grupo

12.2.1.1. Orientação coletiva instintiva

12.2.2. Pessoal

12.2.2.1. A partir das relações individual dentro do grupo

12.2.2.2. Diferenciação: eu, tu, nós, vos

12.2.3. Universal

12.2.3.1. Imigrações de grupos, miscegenações

13. Excluídos

13.1. recusado direito existência

13.2. segredo do destino

13.3. geração posterior representa, sem saber

13.3.1. visa restaurar a integridade do grupo

13.4. seu destino é dignificado

13.4.1. volta à comunhão

13.5. vinculação do grupo atua cegamente na consciência pessoal

13.5.1. para que a última livre-se da dor e da culpa

13.5.2. constelação permite levar em conta a consciência grupal

13.5.2.1. excluído ser acolhido pela consciência pessoal

13.5.2.2. ex mãe solo exclui pai, p.32

13.6. parceiros anteriores cederam lugar as que vieram depois

13.7. irmãos falecidos prematuramente

13.7.1. sentimento de não serem considerados

13.7.2. de estar no lugar errado

13.7.3. inexplicável desejo de morrer

13.7.4. intimidade com o "nada"

13.7.5. procura interior, que dura toda a vida, pelo irmão que falta

13.7.6. representantes não sofrem pela morte

13.7.6.1. mas por não terem sido vistos

13.7.6.2. por não terem lugar

13.7.6.3. ser reconhecidos como iguais e encontrar a paz

14. A imitação

14.1. "Quem na família já sentiu algo semelhante?

14.1.1. Quem já perdeu toda fortuna?

14.1.2. Quem ficou só?

14.2. Criança

14.2.1. "Quero ser como você"

14.2.2. Esforço ativo para estar bem perto de seus pais, parentes

14.2.2.1. segurança e proximidade

15. O seguimento

15.1. Na morte

15.2. Destino difícil

15.3. Criança

15.3.1. "Querida mamãe/papai quero ir para você"

15.3.2. Doença grave, acidente, diz abertamente

15.3.3. "Querida mamãe/papai, eu faço isso por você, eu carrego isso por você, eu morro por você"

15.3.4. Vê as necessidades

15.3.4.1. Assume "roteiro de vida" (Eric Berne)

15.3.4.1.1. Livrar a pessoa querida da necessidade

15.3.4.2. "Querido... não fique triste, eu ajudo você a sair de sua necessidade. Agora eu sou muito pequena, mas espere até que eu cresça e possa ajudá-la"

15.3.4.3. Alívio

15.3.4.3.1. Ilusão limitadora

15.3.4.3.2. "Eu nunca ...

15.3.5. Trabalhar por dois

15.3.5.1. "Vou levar sua vida a um bom termo: vou viver também por você"

16. Fatos terríveis

16.1. Assassinatos

16.2. Acidentes

16.3. Guerras

16.3.1. p.40

16.4. Catástrofes

16.5. Repressão à lembrança

16.5.1. Repressão do amor, pois junto afloram de novo imagens terríveis e dor

17. Justa compensação e justiça

17.1. Coesão grupo ameaçada

17.1.1. Destino feliz

17.1.2. Destino cruel

17.2. Movimentos compensatórios

17.2.1. Filho cuja mãe morre ao dar à luz

17.2.2. Herdeiros de fortuna conseguida pela família à custa de injustiça ou pilhagem

17.2.3. Novo chefe que recebeu cargo porque antecessor foi injustamente forçado a pedir demissão

17.2.4. Família posterior e noiva abandonada

17.3. Reconhecer vínculo entre vítima e perpetradores

18. Mortos

18.1. Despedir-se de modo digno e consciente

18.2. Onde é que um morto foi excluído da lembrança e do amor dos vivos ?

18.3. Quem na família teve uma morte súbita e continua p apegado à alma dos vivos, como o processo da sua morte não tivesse sido completado?

19. Emaranhamentos

19.1. Membros posteriores tomados a serviço

19.1.1. Completar o que ficou sem solução

19.2. Repetição

19.2.1. "Quem na família já sentiu algo semelhante?

19.2.1.1. Quem já perdeu toda fortuna?

19.2.1.2. Quem ficou só?

19.2.1.3. "Quero ser como você"

19.3. Aceitação exrpressa de que participamos do sofrimento e da culpa de nossos pais e de nossa familia

19.3.1. Entregues e impotentes ao amor cego

19.4. Desprender-se do amor cego

19.4.1. Amor permanece

19.4.1.1. Unindo e desprendendo

19.5. Assumir os efeitos do emaranhamento sem tomá-los como responsabilidade pessoal

19.6. Irmão que nasceu morto

19.6.1. Pai diz à mãe: "Você não tem culpa. Eu carrego isso com você"

19.7. Terapeuta ajuda o cliente a abrir o coração do cliente e da família ao excluído

20. Luto

20.1. Povo na floresta tailandesa

20.1.1. Quando alguém morre na aldeia, seu corpo é colocado sobre um esquife e levado em procissão para um lugar distante

20.1.2. Lá é cremado e suas cinzas colocadas numa urna e guardadas nesse local

20.1.3. Comunidade volta à aldeia. Inicia-se um ano de luto

20.1.4. Transcorrido período, faz-se nova procissão

20.1.5. Urna é levada á aldeia e sepultada junto com antepassados, fazendo-se uma grande festa

20.2. Relação real acabou

20.2.1. Deixar falecido ir

20.2.2. Depois de certo tempo, luto precisa cessar

20.2.3. Morto volta como um antepassado e recebe lugar no coração dos vivos

20.3. Comunicade dos vivos e dos mortes à serviço da vida

21. Despedir-se da ilusão

21.1. Fantasias infantis de onipotência

21.2. Como preencher vazio interno?

21.3. Aceitar a vida passada como foi

21.4. Amar os próprios pais com amor maduro

21.5. Assumir uma responsabilidade em face do futuro

22. Reconciliação

22.1. Vítima e perpetrador

22.2. Declarações falsas

22.2.1. Recusa

22.3. Nem sempre a constelação encontra caminho para reconciliação

22.3.1. Não está amadurecido

22.4. Como reconhecer e dar um lugar a um perpetrador na família?

22.4.1. "perdoar"

22.4.1.1. humilha perpetrador

22.4.1.2. desmerece vítima

22.4.2. ficar a salvo da vingança

22.4.3. "indiferença" ou "afeto"

22.5. Reconhecer que perpetrador não poderia ter agido de outra forma e tampouco a vítima poderia ter escapado do acontecimento funesto

22.5.1. Muitas vezes permanecemos inocentes porque as circunstâncias da vida o permitiram

23. Renúncia à justiça e à compensação plena

23.1. Devolver a vida ao assassinado

23.2. Conflitos graves

23.2.1. Renúncia consciente

23.2.1.1. Mais injustiça

23.3. Injustiça precisa ser reconhecida

23.4. Consequências jurídicas aceitas

23.5. Reparação simbólica

23.6. Confiar nas forças maiores

24. O amor esclarecido

24.1. Do amor cego ao amor que vê

24.2. 'Você é você, eu sou eu. Você tem seu destino, eu tenho o meu. Permaneço sempre unido a você no amor, embora meu destino seja diferente do seu. Seja amável se me afasto do seu destino, da sua necessidade, da sua culpa, para viver minha própria vida. Estou a seu lado e ao lado de nossa família, com tudo o que aconteceu. O que aconteceu, da forma como aconteceu está certo para mim. Você está certo para mim, da forma como você é. Por favor, seja também compreensivo se eu sou como sou. Você tem agora um lugar em meu coração. Não o julgo, respeito-o, inclino-me diante do que não pode ser mudado para você e para mim!

25. Ordem pela progressão e as relações familiares complexas

25.1. Sistema Novo > Sistema mais Antigo

25.1.1. Parceiro atual precedência à de origem

25.2. 3º casamento tem prioridade

25.2.1. Se houver filhos

25.2.1.1. Filho do 1º casamento

25.2.1.2. Filho do 2º casamento

25.2.1.3. Relação com 3ª mulher

25.2.1.4. Filho comum

26. Homem e Mulher

26.1. Dar e Tomar

26.2. Quem dá mais

26.2.1. Pode reivindicar o direito de receber

26.3. Quem recebe mais

26.3.1. Permanece em dívida

26.3.2. Posição inferior

26.3.3. Separação para fugir da compensação

26.4. Desequilíbrio causado pelo destino

26.4.1. Reconhecimento

26.4.2. Gratidão

26.5. Bert Hellinger

26.5.1. "A mulher deve seguir o home (em sua família, em seu nome, em seu lugar de trabalho, em seu país...) e o homem deve servir o feminino"

26.5.2. Equilíbrio de complementação

27. Pais e Filhos

27.1. A vida recebida não é possível retribuir

27.1.1. Crescer, tornar-se pais ou algo correspondente e passem a vida adiante

27.2. Fluxo da vida através das gerações

27.2.1. Ex. índio deprimido.

27.2.1.1. "Quantas gerações de seus antepassados preciso colocar atrás de você para que você sinta outra vez a sua força?"

27.2.1.1.1. 7

27.2.1.1.2. Agora mais 7 gerações que virão depois de mim

27.3. Filhos adultos que cuidem dos pais

27.3.1. Pais idosos 'crianças' ou que façam exigências infantis que filhos não podem satisfazer

27.3.1.1. Imaginar necessidades infantis não atendidas pelos avós

27.3.1.2. Aos filhos cabe dar-lhes com amor, como a pessoas adultas

28. Carência dos pais

28.1. Esforço ilusório da alma infantil

28.1.1. "Querida mamãe/papai, não fique triste, eu lhe dou o que você não recebeu de sua mãe ou de seu pai"

28.1.1.1. Criança se faz grande, enquanto pais pequenos e recebedores

28.2. Na posição de criança dizer

28.2.1. "Você é grande, eu sou pequena, você é a mãe (o pai), eu sou a criança, você dá, eu recebo"

28.3. Assumir posição parceira

28.3.1. "Querida mamãe/papai, não fique triste, eu lhe dou o que você não recebe do papai/mamãe"

28.4. Distanciar-se da relação dos pais

28.4.1. "Por favor, querida mamãe/papai, seja bondosa se eu me afasto. Eu amo você e amo papai/mamãe. Liberte-me do peso de suas relações. Eu sou apenas a sua filha (filho)"

29. Depressão

29.1. Doença das raízes

29.1.1. Separado de suas raízes, os pais, fica privado de seiva e seca

29.1.2. Quem se limita a dar sem receber torna-se oco e vazio

29.1.2.1. Já não pode mais dar

29.2. Que força mais profunda de amor dificulta a alguém receber de seus pais e, mais tarde, de outras pessoas?

29.2.1. Crianças percebem seus pais e os poupam

29.2.1.1. É obrigado a receber ajuda

29.2.1.2. "Agora não posso vir e exigir algo de mes pais, pois eles não suportarão. Eles podem ficar mal ou mesmo morrer se eu pegar algo deles"

29.2.1.3. "Vou conseguir sozinha"

30. Espiritualidade

30.1. Caminho "elegante" para não aceitar os pais

30.2. Exclusão dos pais

30.2.1. Carece de força e investimento de vida

30.3. Pais e antepassados carregam culpa

30.3.1. Filho teme ter que assumir a culpa