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HIV/SIDA por Mind Map: HIV/SIDA

1. AIDS/SIDA

1.1. Síndrome

1.1.1. é um grupo de sinais e sintomas que, considerados em conjunto, caracterizam uma doença.

1.2. Imunodeficiência

1.2.1. é um distúrbio, ou uma doença, na qual a resposta imune está diminuída ou ausente. É caracterizada pela incapacidade de produzir uma resposta efetiva ao desafio de antígenos, como vírus, bactérias, protozoários, fungos, células tumorais etc.

1.3. Adquirida

1.3.1. significa que não é congênita, ou seja, o indivíduo não nasceu com a imunodeficiência.

2. Estrutura do vírus HIV.

2.1. Estrutura do vírus HIV.

2.1.1. integrase

2.1.1.1. enzima produzida pelos retrovírus, incluindo o HIV, que faz a integração do DNA produzido pela transcriptase reversa com o DNA da célula hospedeira.

2.1.2. protease

2.1.2.1. enzima que quebra ligações peptídicas entre os aminoácidos das proteínas. Também são conhecidas como proteinases, peptidases ou enzimas proteolíticas.

2.1.3. anticorpos –

2.1.3.1. proteínas (imunoglobulinas) produzidas pelo sistema imune em resposta a um ou mais antígenos.

2.2. Retrovírus

2.2.1. são vírus que têm seu material genético constituído de RNA e apresentam a enzima transcriptase reversa, que é capaz de transformar o RNA viral em cDNA. Este cDNA é inserido pela enzima integrase ao DNA da célula infectada para começar o ciclo viral.

3. Etapas da infecção pelo HIV

3.1. Etapas da infecção pelo HIV

3.1.1. Etapas da infecção pelo HIV

3.1.1.1. [Number]

3.2. Etapas da infecção pelo HIV - Video

3.2.1. A infecção inicial ocorre nas células T CD4. A partícula viral aproxima-se das células e as gp120 do vírus ligam-se nos receptores CD4. Essa ligação desestabiliza a gp120 e expõe sua alça V3, que interage com um correceptor denominado CCR5. À medida em que a infecção progride, outras células são infectadas como, por exemplo, os linfócitos T que apresentam receptores CD4 e correceptores CXCR4.

3.2.2. Após a ligação entre o vírus e a célula, ocorre a ativação da proteína gp41 e a fusão entre o envoltório viral e a membrana celular, permitindo a penetração do vírus.

3.2.3. No citoplasma celular, ocorre o afrouxamento do capsídeo viral e início da síntese do cDNA pela enzima transcriptase reversa.

3.2.4. No final, o RNA viral é transformado em DNA de fita dupla, por ação da enzima transcriptase reversa. Ao DNA de fita dupla, liga-se à enzima integrase e, juntos, migram para o núcleo da célula.

3.2.5. Dentro do núcleo, a integrase insere o DNA viral no DNA da célula hospedeira. O DNA viral inserido é denominado DNA proviral. A partir desse momento, o vírus passa a controlar a síntese celular, iniciando, no núcleo da célula hospedeira, a produção de RNA mensageiro viral. Os RNAs mensageiros serão utilizados na síntese das proteínas e do genoma viral.

3.2.6. Todos os RNAs produzidos saem do núcleo para o citoplasma da célula. No citoplasma, as proteínas são sintetizadas como grandes moléculas precursoras (Gag, Gag-Pol e Env), que posteriormente são cortadas por ação de enzimas proteases celulares e virais, durante o processo de maturação viral. É o que acontece, por exemplo, com a glicoproteína gp 160 que, depois de cortada por uma protease celular, dá origem às glicoproteínas gp120 e gp41. Em seguida, o genoma e as proteínas virais migram para a extremidade do citoplasma, onde serão reunidas para formar novas partículas virais.

3.2.7. Todos os componentes do vírus são reunidos próximos à membrana celular e as partículas saem da célula hospedeira por brotamento, quando adquirem o envoltório. Fora da célula, o processo de maturação das partículas virais será completado pela clivagem das moléculas de Gag e Gag-Pol, feita pela protease do HIV, tornando os vírus capazes de infectar novas células.

4. Marcadores da infecção pelo HIV na corrente sanguínea

4.1. O RNA viral é o primeiro marcador a ser detectado.

4.2. Em seguida, a proteína p24 é detectada.

4.3. Com a progressão da infecção, são detectados anticorpos contra o vírus.

4.4. Marcadores de infecção HIV