Imunologia Clinica

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Imunologia Clinica por Mind Map: Imunologia Clinica

1. Imunofixação: combina a eletrofores e a imunoprecipitação.

1.1. Imunodifusão radial simples: anticorpo uniformente distribuído no gel e o antígeno aplicado em um orifício. A amostra se difunde no gel, formando um halo de precipitação circular em torno do orifício.

1.2. A imunoprecipitação envolve a combinação de antígeno solúvel com um antígeno solúvel para produzir complexos isoluveis que são visíveis.

1.3. Imunodifusão radial dupla: método semi-quantitativo baseado na premissa que quando ambos os reagentes são colocados a difundir em meio a um suporte o ponto onde os reagentes se encontram e formam pode ser visualizado como uma linha ou banda de precipitação

2. Aglutinação direta

2.1. Particula+Antigeno+ Anticorpo

2.1.1. Antígeno faz parte naturalmente da partícula

2.2. Moléculas que apresentam determinantes antigênicos na sua superficie Ac+Aglutinação:

2.2.1. Hemácias, bacterias e protozoarios

2.2.2. Hemacias sendo um dos melhores suportes para aglutinação.

3. Aglutinação indireta

3.1. Partícula aglutinada não possui antígeno

3.2. O látex é utilizado nesse processo, não faz parte da partícula, funciona como sistema indicador da reação Antígeno-anti-corpo.

3.2.1. O teste do VDLR emprega cristais de colesterol e cariolipina para a pesquisa de cardiolipidicos da sifilis .

3.2.2. Os anticorpos

4. Inibição da Aglutinação

4.1. O objetivo é impedir o processo de aglutinação. Indicador de reação positiva,

5. Reação de floculação:

5.1. Esse teste detecta anticorpos IgM e IgG contra o material lipídico liberado pelas células danificadas.

5.1.1. Os testes não treponêmicos baseiam-se na ligação dos anticorpos não treponemicos com estruturas denominadas micelas, formadas a partir de uma suspensão antigencia composta por uma substância alcoólica contendo cardiolipina, colesterol e lactina purificada.

6. Ensaios Liticos:

6.1. A presença de anticorpos especifico no soro do paciente é detectada através da utilização de antigeno, complemento e eritrocito.

7. Técnicas envolvendo separação eletroforética

7.1. Imunoeletroforese: procedimento em duas etapas que envolve a separação eletroforética das proteinas em seguida, de imunodifusão de cada componente, a partir do seu centro de difusão.

8. Dispersão de luz:

8.1. Nefelometria se baseia no principio de que um imunocomplexo em solução dispersa luz em vários ângulos em relação a luz incidente.

8.2. Turbodimetria: O sinal de detecção é a absorbância e não a intensidade da luz dispersa.

8.3. A PCR é utilizada tanto na nefelometria, quanto na turbodimetria. Um dos mecanismos de ação da PCR se relaciona à sua capacidade de se ligar à fosfocolina, um constituinte dos polissacarídeos da parede de várias bactérias e fungos, numa ligação dependente de cálcio

9. ELISA

9.1. uma enzima, que reage com um substrato incolor para produzir um produto colorido, é covalentemente ligada a um anticorpo específico que reconhece um antígeno alvo. Se o antígeno estiver presente, o complexo anticorpo-enzima irá ligar-se a ele e a enzima catalisará a reação.

9.2. No ELISA, deve-se selecionar um par de anticorpos, que podem ser monoclonais ou policlonais. O uso de anticorpos monoclonais resulta em maior especificidade.

10. Aglutinação: Ocorre quando um anticorpo reage com um antigeno multivalente presente em uma particula (insolúvel).