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HealthDB por Mind Map: HealthDB

1. Lista Primária de Inquietações

1.1. Grandes gastos com salas de arquivamento, por essas informações ainda serem guardadas em papeis e não digitalmente em servidores.

1.2. YGOR

1.2.1. Dados pertinentes de um arquétipo são armazenados e recuperados de maneira manual e não automatizada

1.2.2. Não existe propostas para o armazenamento de informações e esquema de dados para o HealthDB

1.2.3. Prontuários Médicos em papel criam "silos de informação", onde as informações sobre um determinado paciente ficam presas a um profissional da saúde.

1.2.4. Falta de padronização na linguagem, aumentando a falta de transparência da informação dos pacientes entre os profissionais da saúde e os sistemas que utilizam.

1.2.5. Perca de informações importantes de pacientes, por estarem em um simples papel.

1.2.6. A baixa mobilidade do Prontuário Médico de papel, atrapalha com que a informações sobre um determinado paciente chegue facilmente para outros profissionais da saúde.

1.2.7. Falta de conhecimento sobre os pacientes "socio-economicamente" falando, e das demandas internas dos médicos que recebem mais pacientes e os tipos de exame mais feitos por eles.

1.2.8. Falta de tecnologias que agilizem a fila de atendimento, fazendo com que o médico já saiba da chegada do paciente e que ele não demore para ser atendido.

1.2.9. Muito tempo e custos operacionais para marcar uma consulta ou recepcionar um paciente.

1.2.10. Pouco ou nenhum meio de acesso dos profissionais de saúde aos ambientes digitais para pesquisa de novas doenças para auxiliar nos diagnósticos.

1.2.11. Falta de acesso à pesquisa científica para os profissionais da saúde

1.2.12. Dificuldade do diagnóstico assertivo para o paciente pois este passa por diversos profissionais da saúde e tem que explicar todo o problema novamente. Um sistema de saúde integrado com todo o histórico do paciente facilita o diagnóstico.

1.2.13. Dificuldade de comunicação e localização do profissional da saúde para o atendimento.

1.2.14. Falta de recursos tecnológicos adequados de comunicação entre os profissionais da saúde

1.2.15. Ausência de uma cultura organizacional que incentiva a comunicação aberta e eficaz, tendo como objetivo a melhoria dos serviços médicos prestados.

1.2.16. Interrupções frequentes dos profissionais da saúde geram sobrecarga no atendimento dos pacientes podendo ocasionar erros nos procedimentos médicos.

1.2.17. Transições de pacientes entre hospitais ou mesmo em mudanças de turnos dos profissionais da saúde impactam na qualidade do atendimento, pois há perda de informações sobre o paciente nesta transição.

1.2.18. Dificuldade dos enfermeiros em localizar os familiares do pacientes após encerramento do turno dos atendentes, retirando o foco do cuidado médico com o paciente.

1.2.19. Sobrecarga dos enfermeiros em atender familiares do paciente para responder perguntas diversas vezes repetidas.

1.2.20. Falta de um sistema integrado de informações de saúde do paciente que possa ser compartilhado e atualizado em tempo real pelos profissionais da saúde

1.2.21. Ausência de um sistema de automação para a alimentação da base de dados por meio de dispositivos inteligentes conectados.

1.2.22. Falta de integração com os laboratórios de análises clínicas para agilizar o diagnóstico clínico

1.2.23. Falta de informações sobre o paciente não permite ações preventivas de saúde familiar em domicílio. Poderia antecipar muitas doenças com açoes de prevenção

2. Fontes de Coleta

2.1. YGOR

2.1.1. kyriosdata/db

2.1.2. 7 dicas para melhorar a comunicação integrada em saúde - CM Tecnologia

2.1.3. Jornada do Paciente | CM Tecnologia

2.1.4. Artigo: Problemas de comunicação em uma unidade de saúde: novas tecnologias aplicadas para velhas soluções.

2.1.4.1. https://a.uguu.se/TlJHfP0uRkcZ_11879-54236-1-PB.pdf

2.1.5. Como melhorar a comunicação na área da saúde - Setor Saúde

2.1.6. https://www.accenture.com/t00010101T000000__w__/br-pt/_acnmedia/Accenture/Conversion-Assets/DotCom/Documents/Local/PDF/Industries_1/Accenture-Como-Superar-Os-Desafios-De-Comunicacao-Nos-Hospitais.pdf

3. Depuração

3.1. Redundancias

3.2. Toda-parte

4. Lista Refinada de Inquietações

4.1. Problemas crônicos

4.2. paradoxos

4.3. distorções

4.4. distúrbios

4.5. ruídos

4.6. situações emblemáticas

4.7. perturbações

4.8. insatisfações

4.9. adversidades

4.10. necessidades

4.11. Lapsos

4.12. Incompreensões

4.13. fraudes

4.14. conflitos

4.15. frustrações

4.16. dilemas

4.17. YGOR

4.17.1. Problemas crônicos

4.17.2. paradoxos

4.17.3. distorções

4.17.4. distúrbios

4.17.4.1. Falta de um sistema integrado para compartilhar informações dos pacientes entre todos órgãos da saúde.

4.17.5. ruídos

4.17.5.1. Falta de comunicação aberta entre os profissionais da saúde.

4.17.6. situações emblemáticas

4.17.6.1. Isolamento das informações dos pacientes, por ficarem "presas" aos prontuários médicos feitos em papel.

4.17.7. perturbações

4.17.7.1. Falta de informações sobre o paciente dificulta o diagnóstico e ações preventivas.

4.17.8. insatisfações

4.17.9. adversidades

4.17.10. necessidades

4.17.10.1. Falta de recursos tecnológicos que comuniquem melhor os profissionais da saúde com os pacientes.

4.17.10.2. Falta de sistema para automação que possa interagir com dispositivos inteligentes e armazenar dados.

4.17.11. Lapsos

4.17.12. Incompreensões

4.17.12.1. Falta de um acesso a um ambiente de troca de informações entre profissionais da saúde.

4.17.13. fraudes

4.17.14. conflitos

4.17.14.1. Perda de informação dos pacientes pela troca de turno dos profissionais, gerá má qualidade no atendimento.

4.17.14.2. Falta de uma organização e comunicação das demandas de atendimento gera má qualidade no atendimento

4.17.14.3. Falta de padronização na linguagem, aumentando a falta de transparência da informação dos pacientes entre os profissionais da saúde e os sistemas que utilizam.

4.17.15. frustrações

4.17.15.1. Não existe propostas para o armazenamento de informações e esquema de dados para o HealthDB

4.17.16. dilemas

5. Redundância Yuri

6. Redundancia Lauriana

7. Redundancia Ygor

7.1. Redundancia 1

7.1.1. Falta de um sistema integrado de informações de saúde do paciente que possa ser compartilhado e atualizado em tempo real pelos profissionais da saúde

7.1.2. Falta de integração com os laboratórios de análises clínicas para agilizar o diagnóstico clínico

7.1.3. Nova redação

7.1.3.1. Falta de um sistema integrado para compartilhar informações dos pacientes entre todos órgãos da saúde.

7.2. Redundancia 2

7.2.1. Interrupções frequentes dos profissionais da saúde geram sobrecarga no atendimento dos pacientes podendo ocasionar erros nos procedimentos médicos.

7.2.2. Dificuldade dos enfermeiros em localizar os familiares do pacientes após encerramento do turno dos atendentes, retirando o foco do cuidado médico com o paciente.

7.2.3. Sobrecarga dos enfermeiros em atender familiares do paciente para responder perguntas diversas vezes repetidas.

7.2.4. Nova redação

7.2.4.1. Falta de uma organização e comunicação das demandas de atendimento gera má qualidade no atendimento

7.3. Redundancia 3

7.3.1. Falta de conhecimento sobre os pacientes "socio-economicamente" falando, e das demandas internas dos médicos que recebem mais pacientes e os tipos de exame mais feitos por eles.

7.3.2. Dificuldade do diagnóstico assertivo para o paciente pois este passa por diversos profissionais da saúde e tem que explicar todo o problema novamente. Um sistema de saúde integrado com todo o histórico do paciente facilita o diagnóstico.

7.3.3. Falta de informações sobre o paciente não permite ações preventivas de saúde familiar em domicílio. Poderia antecipar muitas doenças com açoes de prevenção

7.3.4. Nova redação

7.3.4.1. Falta de informações sobre o paciente dificulta o diagnóstico e ações preventivas.

7.4. Redundancia 4

7.4.1. Dados pertinentes de um arquétipo são armazenados e recuperados de maneira manual e não automatizada

7.4.2. Ausência de um sistema de automação para a alimentação da base de dados por meio de dispositivos inteligentes conectados.

7.4.3. Nova redação

7.4.3.1. Falta de sistema para automação que possa interagir com dispositivos inteligentes e armazenar dados.

7.5. Redundancia 5

7.5.1. Perca de informações importantes de pacientes, por estarem em um simples papel.

7.5.2. Transições de pacientes entre hospitais ou mesmo em mudanças de turnos dos profissionais da saúde impactam na qualidade do atendimento, pois há perda de informações sobre o paciente nesta transição.

7.5.3. Nova redação

7.5.3.1. Perda de informação dos pacientes pela troca de turno dos profissionais, gerá má qualidade no atendimento.

7.6. Redundancia 6

7.6.1. Dificuldade de comunicação e localização do profissional da saúde para o atendimento.

7.6.2. Ausência de uma cultura organizacional que incentiva a comunicação aberta e eficaz, tendo como objetivo a melhoria dos serviços médicos prestados.

7.6.3. Nova redação

7.6.3.1. Falta de comunicação aberta entre os profissionais da saúde.

7.7. Redundancia 7

7.7.1. Pouco ou nenhum meio de acesso dos profissionais de saúde aos ambientes digitais para pesquisa de novas doenças para auxiliar nos diagnósticos.

7.7.2. Falta de acesso à pesquisa científica para os profissionais da saúde

7.7.3. Nova redação

7.7.3.1. Falta de um acesso a um ambiente de troca de informações entre profissionais da saúde.

7.8. Redundancia 8

7.8.1. Prontuários Médicos em papel criam "silos de informação", onde as informações sobre um determinado paciente ficam presas a um profissional da saúde.

7.8.2. A baixa mobilidade do Prontuário Médico de papel, atrapalha com que a informações sobre um determinado paciente chegue facilmente para outros profissionais da saúde.

7.8.3. Nova redação

7.8.3.1. Isolamento das informações dos pacientes, por ficarem "presas" aos prontuários médicos feitos em papel.

7.9. Redundancia 9

7.9.1. Falta de tecnologias que agilizem a fila de atendimento, fazendo com que o médico já saiba da chegada do paciente e que ele não demore para ser atendido.

7.9.2. Falta de recursos tecnológicos adequados de comunicação entre os profissionais da saúde

7.9.3. Muito tempo e custos operacionais para marcar uma consulta ou recepcionar um paciente.

7.9.4. Nova redação

7.9.4.1. Falta de recursos tecnológicos que comuniquem melhor os profissionais da saúde com os pacientes.