Jornalismo Digital

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Jornalismo Digital por Mind Map: Jornalismo Digital

1. Cibercultura

1.1. Ciberespaço

1.1.1. interconexão digital

1.1.2. a partir de vínculos

1.1.3. entre computadores

1.1.4. crescer indefinidamente

1.1.5. em constante movimento

1.1.6. Estrutura

1.1.6.1. memórias

1.1.6.2. programas

1.1.6.3. interfaces

1.1.6.4. codificação digital

1.2. Virtual

1.3. Comunidade virtual

1.4. Inteligência coletiva

1.4.1. diversidade

1.4.2. expansão contínua

1.4.3. trocas constantes

1.5. Modernidade Líquida

1.5.1. ausente de referencias

1.5.2. projeto individual

1.5.3. tendência ao consumo

1.5.4. trabalho desregulamentado

1.5.5. conexões como relações frágeis

2. Ubiquidade

2.1. atinge vários usuários através de plataformas diferentes

2.2. Dicionário: “presença em todo lugar ou em muitos lugares, sobretudo simultaneamente.”

2.3. contexto da mídia, qualquer um, em qualquer lugar, tem acesso potencial a uma rede de comunicação interativa em tempo real.

2.4. todos podem não apenas acessar notícias e entretenimento, mas participar e fornecer sua própria contribuição

2.5. Industria Jornalística: adaptado para a era global, móvel e conectada

2.6. A aldeia global de McLuhan

2.7. Jornalismo Cidadão

2.7.1. A primeira é a emergência do jornalismo cidadão ao redor do mundo.

2.7.2. A segunda consequência é o crescimento de novas formas narrativas geolocalizadas e imersivas

2.7.3. A terceira consequência é o crescimento do Big Data e do jornalismo orientado por dados

2.7.4. A quarta consequência da ubiquidade é o declínio da privacidade

2.8. notícias precisas à velocidade da luz para uma comunidade global, há também o risco de se espalhar rapidamente os erros em reportagens.

2.9. “slow news”, num esforço de introduzir apuração e reflexão mais rigorosas no processo noticioso. (Peter Laufer)

2.10. Gatekeeper

2.10.1. Pode-se publicar tudo, então o gatekeeping perde sua motivação técnica para ocorrer.

2.10.2. examina os fatos para avaliar sua veracidade e boa fé, como um autenticador dos jornalistas cidadãos e curador do que é reportado nas redes sociais.

2.11. Gatewatcher

2.11.1. Bruns introduz o conceito de gatewatching para dar conta de fenômenos como os webjornais em que o público pode colaborar na produção de informação

2.11.2. introduziu este termo para descrever o novo papel colaborativo do jornalismo em rede.

2.12. Geolocalização

2.12.1. : se refere à habilidade de etiquetar conteúdos midiáticos com informação sobre a localização, usualmente obtida por GPS.

2.12.2. é uma forte marca d’água digital

2.12.3. oportunidade para uma nova abordagem narrativa.

3. Hipertextualidade

3.1. Hipertexto

3.1.1. Documentais (arquivos da publicação)

3.1.2. Ampliação informativa (contexto)

3.1.3. Atualização (informações atuais)

3.1.4. Definição (aprofundamento)

3.2. Link

3.2.1. Expande os limites do texto

3.2.2. Insere o leitor

3.2.3. Interativo

3.2.4. Várias maneiras de ler a mesma notícia

3.3. Lexias

3.3.1. É todo o tipo de conteúdo

3.4. Características

3.4.1. Intertextualidade

3.4.2. Intratextualidade

3.4.3. Multivocalidade

3.4.3.1. Várias modalidades comunicativas (vídeo, texto, áudios)

3.4.4. Descentralização

3.4.5. Rizoma

3.4.5.1. Multiplicidade de entradas e saídas

3.4.5.2. Texto aberto ou multiplo

4. Multimidialidade

4.1. Multimídia é uma combinação de texto, som e imagens (definição insuficiente).

4.2. multiplataforma

4.3. polivalencia

4.3.1. midiatica

4.3.2. tematica

4.3.3. funcional

4.4. combinação de linguagens

4.5. Elementos

4.5.1. texto

4.5.1.1. é a coluna vertebral que sustenta e estrutura as peças informativas multimídia

4.5.2. fotografia

4.5.2.1. é a coluna vertebral que sustenta e estrutura as peças informativas multimídia

4.5.2.2. era dourada

4.5.3. Gráficos, iconografia e ilustrações

4.5.3.1. sinais eficazes de tráfego que orientam o utilizador sobre os itinerários

4.5.4. video

4.5.4.1. caraterísticas que o distinguem dos conteúdos audiovisuais elaborados para outras plataformas

4.5.5. animação

4.5.5.1. Formato gráfico útil para construir informações multimídia é oferecido pela animação criada por um computador.

4.5.6. discurso oral

4.5.6.1. duas modalidades: por um lado, o discurso oral e, por outro, a música e os efeitos sonoros.

4.5.7. Música e efeitos sonoros

4.5.7.1. acentuam a intensidade emocional e acrescentam veracidade

4.5.8. vibração

4.5.8.1. Nos dispositivos móveis atuais a vibração faz, parte das modalidades de transmissão informativa.

4.5.9. criterios de composição

4.5.9.1. compatibilidade,

4.5.9.1.1. audiovisual se ter incorporado no nosso vocabulário

4.5.9.1.2. combinação de elementos compatíveis entre si.

4.5.9.2. complementaridade,

4.5.9.2.1. é a homogeneidade temática

4.5.9.2.2. devem versar, de um modo ou de outro, do mesmo assunto.

4.5.9.3. ausência de redundância,

4.5.9.3.1. A excessiva redundância aborrece o utilizador de uma informação multimídia.

4.5.9.4. hierarquização,

4.5.9.4.1. Necessário atribuir protagonismo a algum elemento multimídia em detrimento dos demais.

4.5.9.5. ponderação

4.5.9.5.1. estruturá-la em camadas

4.5.9.5.2. limitar a quantidade de informação disponível

4.5.9.6. adaptação

4.5.9.6.1. do conteúdo a certos parâmetros formais e estruturais da publicação digital facilita uma recepção mais eficiente

4.5.10. sintaxe de multimidia

4.5.10.1. é a parte da gramática que estuda as regras e os princípios que regem a combinação de unidades superiores às palavras, como os sintagmas e orações gramaticais

4.5.10.2. a multimidialidade por justaposição consiste em apresentar um elemento multimídia juntamente com outro.

4.5.10.3. esta modalidade de combinação de elementos multimídia produz uma multimidialidade limitada.

4.5.11. Multimidialidade por coordenação

4.5.11.1. Forma de multimidialidade onde se coordenam os distintos elementos num único discurso

4.5.12. Multimidialidade por subordinação

4.5.12.1. Aquela que se produz quando existe uma relação hierárquica entre os elementos multimídia.

4.5.13. O futuro

4.5.13.1. Vivemos numa nova etapa de ebulição multimídia. Efervescência que nos acompanha desde a origem da humanidade.

5. Memória

5.1. Memória biológica - Memória artificial (externalização da memória)

5.2. Memória e História não são sinônimos

5.3. Memoria e Jornalismo

5.3.1. “É a memória enraizada no concreto, no espaço, na imagem, no objeto, atualidade singularizada, presente vivido e transformado em notícia que amanhã será passado relatado.”

5.3.2. A Memória deixa de ser memória para ser provisória verdade = verdade histórica.

5.3.3. cibermeios: Filtragem Contexto Disponibilidade

5.4. Memoria: Ferramenta Narrativa

5.4.1. Memória - questão de algoritmos e buscas automatizadas

5.4.2. Datas importantes;

5.4.3. Retrospectivas;

5.4.4. Acontecimentos históricos;

5.4.5. Ponto de comparação;

5.4.6. Nostalgia;

5.4.7. Novos fatos que reconstroem acontecimentos do passado.

5.5. Digitalização e fluxos contínuos

5.5.1. Temporalidade

5.5.1.1. Impresso – diário, semanal

5.5.1.2. Rádio e TV – rompem a marcação de temporalidade

5.5.1.3. Redes digitais (web em especial) - a continuidade do fluxo se completa, estabelecendo, de modo definitivo, a midiavivência da ‘vida em tempo real’.

5.5.2. WEB

5.5.2.1. Bases de dados conjugadas e interligadas;

5.5.2.2. Espaço virtualmente ilimitado ao armazenamento de informação (pode ser produzida, recuperada, associada e colocada à disposição) (PALACIOS, 2014);

5.5.2.3. Facilidade de produção - tecnologia digitais amigáveis.

5.5.2.4. Multiplicação dos espaços para a memória em rede - usuário como produtor potencial de memória, testemunhos

5.5.3. Consequencias

5.5.3.1. rotinas produtivas das redações jornalísticas - uso de banco de dados, textos relacionados indexados hipertextualmente;

5.5.3.2. modelos de negócio - acesso seletivo e pago à informação, personalização, plano de atração e fidelização de audiências;

5.5.3.3. produção de formas narrativas diferenciadas - distintos modos de incorporação de memória

5.5.3.4. formas de interação com o usuário : recursos de investigação no próprio site do jornal

5.5.4. Noticia

5.5.4.1. Piramide Invertida

6. Personalização

6.1. Um elemento fundamental é o nível de atenção que os utilizadores reservarão para uma única oferta.

6.2. desafiar as visões tradicionais

6.3. A sugestão é concentrar-se num aspeto diferente do consumo de notícias: a confiança.

6.4. Personalização em massa é definida como a “baixo custo, alto volume e produção eficiente de ofertas personalizadas individualmente”

6.5. deixar o utilizador selecionar os temas mais relevantes para a criação de uma página com base em preferências pessoais

6.6. o conteúdo é voltado para uma audiência específica e altamente interessada.

6.7. O primeiro grau: Resposta- O segundo grau: Alterar com base na hora do dia- Terceiro grau: interação significativa- Quarto grau: ajuda na decisão- Quinto grau: calibração e algoritmos- Sexto grau: adaptável para mudar

7. Interatividade

7.1. espaço de relação entre ambas as partes e analisar as diferentes instâncias de seleção, intervenção e participação nos conteúdos do meio.

7.2. dar maior poder aos utilizadores tanto na seleção de conteúdos

7.3. Interatividade seletiva – o utilizador é mais um receptor.

7.3.1. São as possibilidades de controle somente sobre o processo de recepção dos conteúdos (ritmo e sequência da mensagens):

7.3.2. possibilidades de navegação;

7.3.3. possibilidades de recuperação;

7.3.4. alternativas de personalização;

7.3.5. alteração de aspecto visual e estético.

7.3.6. escassa presença de conteúdos externos ao próprio site;

7.3.7. (Jornal Impresso) leitor pode controlar ali o ritmo e a sequência da exposição

7.3.8. TV (meio mais massivo) - Mudança de canal (controle remoto), não permite retroceder nem avançar o conteúdo, nem procurar uma informação.

7.3.9. (Rádio) Mudança de estação), não permite retroceder nem avançar o conteúdo, nem procurar uma informação.

7.4. Interatividade comunicativa – o utilizador é um produtor de conteúdo.

7.4.1. (Jornal Impresso) Limitada. Apenas o espaço de cartas de leitores.

7.4.2. TV (meio mais massivo) :Extremamente limitada, raríssimos os programas que aceitam participação do telespectador.

7.4.3. (Rádio) Limitada. Maior abertura à interatividade. Meio que melhor trabalha com a interatividade da audiência.

7.5. Hipertexto- principal ferramenta para tecer possibilidades interativas de seleção,

7.6. A interatividade comunicativa transcende essa recepção individual já que o leitor gera algum conteúdo que se torna público.

7.6.1. 1994 – Etapa de presença corporativa (endereço eletrônico).

7.6.2. 1999 – Etapa de participação marginal (pesquisas e fóruns, utilizam páginas e seções diferentes)

7.6.3. 2006 – Participação assíncrona em espaços partilhados (blogs, comentários abaixo das notícias)

7.6.4. 2009 - Participação síncrona, lado a lado (redes sociais, participação em tempo real, fluxo permanente, maior colaboração em relato de acontecimentos).

8. Instantaneidade

8.1. Imediaticidade

8.2. Na era da instantaneidade em rede, suposições sobre o que constitui “ser o primeiro” estão sob pressão.

8.3. A decisão editorial sobre aquilo “que realmente tem grande apelo” está cada vez mais saindo do controle das mãos do editor.

8.4. instantaneidade em publicar, mas também em consumir, e, sobretudo, em distribuir.

8.5. Neste ponto a principal vantagem competitiva do jornalismo tradicional está sendo desafiada.

8.6. A instantaneidade em publicação – não mais dependente das máquinas de impressão ou da programação de tv ou rádio – é a mudança mais visível.

8.7. A digitalização e a convergência oferecem novas formas de ganhar dinheiro a partir do mesmo conteúdo, mas também perturba o ritmo da linha de produção.

8.8. O desafio fundamental é que agora as notícias são produzidas sem as limitações do espaço físico que sustentava a organização das redações.

8.9. as empresas de notícias não controlam a infraestrutura.

8.10. No online, a distribuição é dominada por duas infraestruturas principais: as ferramentas de busca e as redes sociais.

8.11. Os modelos anteriores de distribuição – ‘pull’ de sintonização da televisão ou rádio e o ‘push’ de receber o jornal ou revista – foram complementados pelos modelos online ‘pass’, que incorporam os links.

8.12. O blogging ao vivo pode ser considerado uma forma nativa do webjornalismo

8.13. As APIs introduziram flexibilidade na publicação multiplataforma,