Normal e Patológico

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Normal e Patológico por Mind Map: Normal e Patológico

1. René Leriche

1.1. Indicava como a doença é, o que faz o corpo falar.

1.1.1. Ela que transforma o corpo em um “problema” que determina exigências de saber e configura necessidades de cuidado e intervenção.

1.1.2. É a experiência da doença que rompe uma certa imanência silenciosa entre o sujeito e o seu próprio corpo.

2. Michel Foucault e Georges Canguilhem

2.1. Consistiu em lembrar que a doença, o patológico, não tem gramática própria.

2.2. A maneira com que ela fala depende da maneira com que organizamos o que há a ser visto e ouvido.

2.3. Livro O Normal e o Patológico.

2.3.1. Trata-se de discutir o estatuto das estruturas de definição e de partilha entre fenômenos normais e fenômenos patológicos.

2.3.2. Tentativa de demonstrar como as decisões clínicas a respeito da distinção entre normal e patológico são, na verdade, um setor de decisões mais fundamentais da razão a respeito do modo de definição daquilo que aparece como seu outro.

3. Problema Clínico

3.1. Ele só é determinado enquanto problema por partilhar um padrão de racionalidade, historicamente situado, cujas raízes não se esgotam apenas no campo da clínica.

4. Fenômenos patológicos são apenas variações quantitativas, déficits ou excessos.

4.1. Augusto Comte, e os médicos Claude Bernard e René Leriche compreendem a diferença entre normal e patológico como uma diferença quantitativa que diria respeito a funções e órgãos isolados.

5. A doença nada mais é do que um subvalor derivado do normal.

5.1. Canguilhem, diz que o patológico é designado a partir do normal, daí porque ele será descrito como distúrbio, transtorno, déficit ou excesso que acontece no nível de funções e órgãos.

5.1.1. É a definição do normal como estrutura valorativa positiva que define o campo da clínica.

5.1.2. Essa experiência clínica exige que o normal esteja assentado em um campo mensurável acessível à observação.