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Teoria das Restrições - Jeferson Souza

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TOC por Mind Map: TOC

1. Rentabilidade

1.1. Taxa pela qual a empresa constrói seu lucro através da comercialização de seus produtos.

1.2. Em essência, a rentabilidade de um produto poderia ser aproximada pela margem de contribuição (preço de venda – custo variável das matérias-primas).

1.3. Os custos de mão de obra e outros custos fixos são considerados como parte das despesas operacionais.

2. Despesas Operacionais

2.1. Todo o dinheiro gasto pela empresa na conversão de seus estoques em margem de contribuição.

3. Estoques

3.1. Todo o dinheiro imobilizado pela empresa em coisas que podem ou poderiam ser comercializadas.

3.2. Os estoques incluem não apenas os itens convencionais (matérias-primas, produtos em processamento e produtos acabados), mas também edifícios, terras, veículos, equipamentos.

3.3. Não é incluído nos estoques, o valor do trabalho adicionado aos estoques dos produtos em processamento.

4. Contabilidade Gerencial

4.1. Margem líquida = rentabilidade – despesas operacionais.

4.2. Retorno Sobre o Investimento (RSI) = (rentabilidade – despesas operacionais) / estoque.

4.3. Produtividade = rentabilidade / despesas operacionais.

4.4. Giro = rentabilidade / estoques.

5. Gerência da Produção

5.1. Resolução de problemas relacionados aos gargalos, à programação e à redução dos estoques.

6. Análise de Rentabilidade

6.1. Levando à mudança de decisões baseadas em custo para decisões baseadas na melhoria contínua das operações que afetam a rentabilidade.

7. Gestão de Processos

7.1. Identificação de fatores organizacionais, que não são necessariamente recursos, que impedem as empresas de atingirem seus objetivos.

8. Identificar a Restrição no Sistema

8.1. Numa empresa industrial, a restrição pode ser o tempo disponível ou a capacidade de uma máquina, de um departamento ou de uma estação de trabalho. Para empresas de serviços ou de alta tecnologia, a restrição pode ser o tempo disponível dos funcionários mais capacitados.

9. Calcular a rentabilidade por unidade de recurso consumida na restrição

9.1. Este valor é obtido pela divisão da rentabilidade ou margem de contribuição unitária pelo consumo de recursos da restrição para produzir um produto. A chave para maximizar o lucro é concentrar na produção e na comercialização de produtos com a maior rentabilidade por unidade de recurso consumida na restrição.

10. Subordinar o sistema à restrição

10.1. Os recursos e estoques devem ser gerenciados de modo a prover exatamente o necessário para atingir os objetivos definidos para a restrição. Este passo pode implicar na ociosidade de recursos que não são restrições. Normalmente o sistema é subordinado a restrição através de um método de programação e controle da produção chamado de Tambor-Pumão-Corda (Drum-Buffer-Rope ou DBR).

11. Romper ou elevar a restrição do sistema

11.1. Através da melhoria contínua das operações, da aquisição de capacidade ou de flutuações na demanda, por exemplo, a restrição do sistema pode ser rompida ou elevada, de modo que a esta restrição deixe de sê-lo. Uma nova restrição física ou não física, interna ou externa, assumirá o papel da restrição anterior.

12. Identificar a nova restrição do sistema caso a restrição seja rompida.

13. Tambor-Pumão-Corda (DBR)

13.1. O DBR é o método de programação e controle da produção que permite subordinar o sistema à restrição. Seu objetivo é assegurar a máxima utilização da restrição para atender à demanda.

13.2. Corda

13.2.1. A Corda assegura que será liberada a quantidade exata de itens que será processada pela restrição. Em outras palavras, através da Corda é assegurado que todos os recursos operarão no mesmo ritmo que a restrição, sem elevação nos níveis de estoque em processamento.

13.3. Tambor

13.3.1. O Tambor (Drum) é a programação detalhada da restrição, com os itens a ser produzidos, suas quantidades, os horários de início e de término. A demanda é o ponto de partida para a determinação do Tambor.

13.4. Pulmão

13.4.1. Pulmão da Montagem (Assembly Buffer)

13.4.1.1. Quando os itens que foram processados pela restrição devem ser montados com itens que não passaram pela restrição, é necessário criar outra proteção. Neste caso, todas as partes que passaram pela restrição devem ser utilizadas para formar o produto acabado e desta forma, nenhum item “não-restrição” deve estar faltando.

13.4.2. Pulmão do Carregamento (Shipping Buffer)

13.4.2.1. A restrição não é o único elemento com programas a serem observados. O carregamento dos produtos acabados também deve ser protegido com um pulmão, de modo a ser assegurada a confiabilidade dos prazos para os clientes.

13.4.3. Pulmão da Restrição (Constraint Buffer)

13.4.3.1. Objetiva proteger o Tambor com a liberação antecipada dos itens para a restrição.

14. A Teoria das Restrições, também denominada de TOC (Theory of Constraints) é um desenvolvimento relativamente recente no aspecto prático da tomada de diversas decisões organizacionais nas quais existem restrições. A TOC foi inicialmente descrita pelo Dr. Eliyahu Goldratt em seu livro, A Meta.