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Psicanalise por Mind Map: Psicanalise

1. Principais pensadores

1.1. Outros Livros / Autores

1.1.1. Luiz Alfredo Garcia-Roza

1.1.1.1. Livos:

1.1.1.1.1. Freud e o Inconsciente

1.2. Anna Freud

1.3. Carl Gustav Jung

1.4. Donald Winnicott

1.5. Ernest Jones

1.6. Erik Erikson

1.7. Félix Guattari

1.8. Françoise Dolto

1.9. Hermann Rorschach

1.10. Karl Abraham

1.11. Jean Laplanche

1.12. Jacques Lacan

1.12.1. Documentários

1.12.1.1. Documentários

1.12.1.1.1. Um encontro com Lacan

1.12.1.1.2. Jorge Forbes - Quem foi Jacques Lacan?

1.12.1.2. Debates

1.12.1.2.1. Lacan e a psicanálise do século XXI

1.12.1.2.2. Mal-estar na globalização, Lacan e as luzes

1.12.2. Videos

1.12.3. Obras

1.12.4. Livros

1.12.4.1. Freud

1.12.5. Teoria lacaniana

1.12.5.1. Teoria

1.12.5.2. Outros

1.12.5.2.1. Significante

1.13. Jacques-Alain Miller

1.14. Jean-Bertrand Pontalis

1.15. Melanie Klein

1.16. Sigmund Freud

1.16.1. Documentários

1.16.1.1. Análise de Uma Mente

1.16.1.2. O Jovem Doutor Freud

1.16.1.2.1. I

1.16.1.2.2. II

1.16.2. Livros

1.16.2.1. Obras

1.16.2.1.1. A Interpretação dos Sonhos, primeira parte, 1900

1.16.2.1.2. A Interpretação dos Sonhos, segunda parte, 1900

1.16.2.1.3. Sobre a Psicopatologia da Vida Cotidiana, 1901

1.16.2.1.4. Um caso de histeria, 1901

1.16.2.1.5. Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade, 1905

1.16.2.1.6. Os chistes e sua relação com o inconsciente, 1905

1.16.2.1.7. Cinco lições de psicanálise, 1910

1.16.2.1.8. Leonardo da Vinci, 1910

1.16.2.1.9. O caso Schereber, 1911

1.16.2.1.10. Totem e tabu, alguns Pontos de Concordância Entre a Vida mental dos Selvagens e dos Neuróticos, 1913

1.16.2.1.11. Além do princípio do prazer, 1920

1.16.2.1.12. O ego e o ID, 1923

1.16.2.1.13. O Futuro de uma Ilusão, 1927

1.16.2.1.14. O Mal-estar na Civilização, 1930

1.16.2.1.15. Moisés e o monoteísmo, 1939

1.16.2.1.16. Esboço de psicanálise, 1940[25]

1.16.2.1.17. Freud (1909-1910) observações sobre um caso de neurose obsessiva ("o homem dos ratos"), uma recordação de infância de Leonardo da Vinci e outros textos

1.16.2.1.18. VOLUME OBRAS IMAGO:

1.16.2.2. Livros de Outros autores Sobre Freud

1.16.3. Curiosidades

1.16.3.1. Cases

1.16.3.1.1. Freud na visão de Pondé

1.16.4. Quem é?:

1.16.5. Contribuições

1.17. Slavoj Žižek

1.18. Wilfred Bion

1.19. Wilhelm Reich

2. Teoria Psicanalítica

2.1. Assuntos rápidos sobre a teória

2.1.1. Pesquisa psicanalítica

2.1.2. Teoria psicanalítica

2.1.3. Neuroses

2.1.4. Psicoses

2.1.5. Perversões

2.1.6. Inconsciente

2.1.7. Sonho

2.1.8. Alucinação

2.1.9. Fantasia

2.1.10. Histeria

2.1.11. Ansiedade

2.1.12. Melancolia / Depressão

2.1.13. Sexualidade humana / Libido

2.1.14. Incesto / Amor

2.1.15. Édipo / Édipo Rei

2.1.16. Complexo de Édipo

2.1.17. Gradiva de Jensen

2.1.18. Semiótica psicanalítica

2.1.19. Antropologia e psicanálise

2.1.20. Psicologia de Grupo e a Análise do Ego

2.1.21. Nome-do-pai

2.1.22. Discurso do Outro

2.1.23. ID EGO e SUPER EGO

2.1.23.1. ""

2.1.24. Fases Psicosexuais

2.1.24.1. Fases Psicosexuais

2.1.24.1.1. O Estágio Oral

2.1.24.1.2. O Estágio Anal

2.1.24.1.3. A fase fálica

2.1.24.1.4. O período de latência

2.1.24.1.5. O Estágio Genital

2.1.24.2. Teoria do desenvolvimento psicossexual

2.1.24.2.1. Foi proposta pelo famoso psicanalista Sigmund Freud e descreveu como a personalidade era desenvolvida ao longo da infância. Embora a teoria seja bem conhecida na psicanálise e na psicologia, é também uma das mais controversas.

2.1.24.2.2. Freud acreditava que a personalidade era desenvolvida através de uma série de estágios de infância em que as energias da busca do prazer do ID tornam-se focadas em determinadas áreas erógenas. Esta energia psicossexual, ou libido , foi descrita como a força motriz por trás do comportamento.

2.1.24.2.3. A teoria psicanalítica sugeriu que a personalidade é mais estabelecida aos cinco anos de idade. As primeiras experiências desempenham um grande papel no desenvolvimento da personalidade e continuam a influenciar o comportamento mais tarde na vida.

2.1.24.2.4. Então o que acontece durante cada estágio de desenvolvimento psicossexual? E se uma pessoa não consegue progredir através de um estágio completamente ou favoravelmente? Se essas etapas psicossexuais são concluídas com êxito, uma personalidade saudável é o resultado. Se certas questões não são resolvidas na fase adequada, fixações podem ocorrer.

2.1.24.2.5. A fixação é um foco persistente em um estágio psicossexual. Até que este conflito seja resolvido, o indivíduo mantém-se “preso” nesta fase. Por exemplo, uma pessoa que está fixada na fase oral pode ser mais dependente dos outros e pode buscar estimulação oral através de fumar, beber ou comer.

2.1.24.3. LINKS Inportantes

2.1.24.3.1. Tabela do Desenvolvimento psicosexual

2.1.24.3.2. Material de Referencia

2.1.25. Neurose, Psicose, e Perversão

2.1.25.1. Neurose

2.1.25.1.1. Neurose

2.1.25.1.2. Neurose atual

2.1.25.1.3. Neurose criadora

2.1.25.1.4. Neurose de abandono

2.1.25.1.5. Neurose de angústia

2.1.25.1.6. Neurose de caráter

2.1.25.1.7. Neurose de defesa

2.1.25.1.8. Neurose de destino

2.1.25.1.9. Neurose de fracasso

2.1.25.1.10. Neurose de guerra

2.1.25.1.11. Neurose fóbica

2.1.25.1.12. Neurose narcísica

2.1.25.1.13. Neurose obsessiva

2.1.25.1.14. Neurose de transferência

2.1.25.1.15. Neurose demoníaca (ou diabólica)

2.1.25.1.16. Neurose traumática

2.1.25.2. Psicose

2.1.25.2.1. Psicose paranoica

2.1.25.2.2. Psicose maníaco-depressiva* (melancolia*).

2.1.25.2.3. Psicose simbiótica

2.1.25.2.4. Autismo e psicose infantil

2.1.25.2.5. Psicose doméstica

2.1.25.2.6. Psicose étnica

2.1.25.2.7. Psicose histérica,

2.1.25.2.8. Psicose alucinatória crônica

2.1.25.2.9. Psicose da adolescência

2.1.25.2.10. Psicose paranóica

2.1.25.2.11. Psicose do filho

2.1.25.2.12. Epilepsia

2.1.25.2.13. Esquizofrenia

2.1.25.2.14. Melancolia

2.1.25.3. Perversão

2.1.25.4. Video

2.2. Facilitador de ESTUDO

2.2.1. Vocabulário de Psicanalise

2.2.1.1. Letra: A

2.2.1.2. Letra: B

2.2.1.3. Letra: C

2.2.1.4. Letra: D

2.2.1.5. Letra: E

2.2.1.6. Letra: F

2.2.1.7. Letra: G

2.2.1.8. Letra: H

2.2.1.9. Letra: I

2.2.1.10. Letra: J

2.2.1.11. Letra: K

2.2.1.12. Letra: L

2.2.1.13. Letra: M

2.2.1.14. Letra: N

2.2.1.15. Letra: O

2.2.1.16. Letra: P

2.2.1.17. Letra: Q

2.2.1.18. Letra: R

2.2.1.19. Letra: S

2.2.1.20. Letra: T

2.2.1.21. Letra: U

2.2.1.22. Letra: V

2.2.1.23. Letra: X

2.2.1.24. Letra: Z

2.2.1.25. Letra: W

2.2.1.26. Letra: Y

2.2.1.27. Letra: Ç

2.2.1.28. Letra: Outros

2.2.2. Dicionário de psicanálise

2.2.2.1. Letra: A

2.2.2.1.1. Aberastury, Arminda (1910-1972)

2.2.2.1.2. Abraham, Karl (1877-1925)

2.2.2.1.3. Abraham, Nicolas (1919-1977)

2.2.2.1.4. ab-reação

2.2.2.1.5. abstinência, regra de

2.2.2.2. Letra: B

2.2.2.3. Letra: C

2.2.2.4. Letra: D

2.2.2.5. Letra: E

2.2.2.6. Letra: F

2.2.2.7. Letra: G

2.2.2.8. Letra: H

2.2.2.9. Letra: I

2.2.2.10. Letra: J

2.2.2.11. Letra: K

2.2.2.12. Letra: L

2.2.2.13. Letra: M

2.2.2.14. Letra: N

2.2.2.15. Letra: O

2.2.2.16. Letra: P

2.2.2.17. Letra: Q

2.2.2.18. Letra: R

2.2.2.19. Letra: S

2.2.2.20. Letra: T

2.2.2.21. Letra: U

2.2.2.22. Letra: V

2.2.2.23. Letra: X

2.2.2.24. Letra: Z

2.2.2.25. Letra: W

2.2.2.26. Letra: Y

2.2.2.27. Letra: Ç

2.2.2.28. Letra: Outros

2.3. Correntes, dissensões e críticas

2.3.1. Freudiana

2.3.2. Lacaniana

2.3.3. Kleiniana

3. Escolas de Psicanalise

3.1. Brasil

3.1.1. Escola Brasileira de Psicanálise

3.1.1.1. Cursos

3.1.1.2. Fomaçao

3.1.1.3. Cartel

3.1.1.3.1. Videos

3.1.1.4. Canais

3.1.1.4.1. Youtube

3.1.1.4.2. Sites

3.1.1.4.3. Eventos

3.2. Internacional

4. Psicanal[ise existencial

4.1. Sartre

4.1.1. Textos

4.1.2. propostas para com a psicanlíse

4.1.2.1. Sartre e a subjetividade

4.1.2.1.1. O que é a subjetividade para Sartre? | Christian Dunker | Falando nIsso 242

5. Pratica psicanalítica

5.1. Conceitos e rotinas de atencimento

5.1.1. O analista pode ser seu amigo? | Christian Dunker | Falando nIsso 227