RINOSSINUSITE

mapa mental sobre Rinossinusite associada a um caso clínico

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RINOSSINUSITE por Mind Map: RINOSSINUSITE

1. Raio X de seios da face: nível hidroaéreo em seio maxilar esquerdo

2. IDENTIFICAÇÃO

2.1. NOME: BXX

2.2. FILIAÇÃO A ÓRGÃOS: ?

2.3. IDADE: 22 anos

2.4. SEXO: Feminino

2.5. COR/ETNIA: ?

2.6. PROFISSÃO: Estudante de medicina

2.7. NATURALIDADE: ?

2.8. PROCEDÊNCIA: ?

2.9. ESTADO CIVIL: Solteira

2.10. RESIDÊNCIA: ?

2.11. NOME DA MÃE: ?

2.12. RELIGIÃO: ?

2.13. NOME DO RESPONSÁVEL: ?

3. QUEIXAS PRINCIPAIS

3.1. sensação febril persistente, cefaléia retrorbitária intensa e de face com grande intensidade, mucosas hiperemiadas, secreção amarelada e espessa, leve hiperemia de amigdalas e obstrução nasal.

4. HDA

4.1. QUANDO COMEÇOU: Há 5 dias

4.2. COMO COMEÇOU: Mal estar geral e sensação febril persistente

4.3. QUAL A LOCALIZAÇÃO: Face

4.4. COMO SE CARACTERIZA: bom estado geral, dor na região maxilar bilateral, voz anasalada, rinorréia nasal, febril ao toque, acianótica, desidratada, hipocorada, anictérica, linfonodos submandibulares infartados, mucosas hiperemiadas, com secreção amarelada e espessa, leve hiperemia de amígdalas

4.5. COMO FOI A EVOLUÇÃO: Nas últimas 48h iniciou cefaléia retrorbitária intensa e de face com grande intensidade, piora a movimentação da cabeça

4.6. QUAL A INTENSIDADE: Grande intensidade.

4.7. QUAL A RITMICIDADE: ?

4.8. QUAL A FREQUÊNCIA: ?

4.9. QUAL O INTERVALO: ?

4.10. QUAL A DURAÇÃO: 7 dias

4.11. QUAIS OS FATORES DE PIORA: mudanças climáticas , contatos com ambientes fechados e sujos , contato com pelos de animais ...

5. DOENÇAS PREEXISTENTES

5.1. Ausente

6. INTERROGATÓRIO SINTOMATOLÓGICO

6.1. Tosses

6.2. Obstrução das vias aéreas

6.3. Espirros

6.4. Sensação de peso na face

6.5. Estado febril

7. ANTECEDENTES PESSOAIS FISIOLÓGICOS

7.1. ?

8. ANTECEDENTES PESSOAIS PATOLÓGICOS

8.1. Asma

9. ANTECEDENTES FAMILIARES

9.1. Fatores genéticos: Irmão com quadro de repetição de rinossinusite

10. HÁBITOS DE VIDA

10.1. Nega tabagismo e uso de drogas

10.2. Exposição ambiental

10.3. Fatores anatômicos

10.4. Alergia

10.5. Lesão ciliar

10.6. Refluxo gastroesofágio

10.7. Ansiedade e depressão

10.7.1. Discinesia ciliar primária

10.8. Doença crônica concomitante

10.9. Resistências a antimicrobianas

10.10. Convívio com animais domésticos

10.11. Ácaro

11. CONDIÇÕES SOCIOECONÔMICAS

11.1. ?

12. CONDIÇÕES CULTURAIS

12.1. ?

13. EXPOSIÇÃO QUÍMICA

13.1. Contato com agrotóxicos

13.2. Combustíveis

13.3. Tintas de coloração

13.4. Contato com produtos de limpeza

14. GÊNERO COM MAIOR PROBABILIDADE

14.1. Feminino

15. PROFISSÃO SUSCETÍVEL

15.1. Ausente

16. IDADE COMUM COM RISCO

17. PATOLOGIA POGRESSIVA

17.1. ?

18. EXAMES

18.1. Ausculta cardiorespiratória: FC 78bpm; PA 110/80; FR 16 irpm, Sat O2 98%

18.2. rinofibroscopia: grande de quantidade de secreção pirulenta.

19. DIAGNÓSTICO

19.1. Sinusite, com provável etiologia purulenta

19.2. Instituído antibioticoterapia, antitérmico e limpeza da cavidade nasal com solução salina

20. REGIÃO TERRITORIAL SUCESSIVA

20.1. Cidades com baixa umidade e alto índice de poluição.

21. PROFISSÃO SUSCETIVA

21.1. Marceneiros

21.2. Pedreiros

21.3. Pintores

21.4. Perfumarias

22. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

22.1. Lalwani, Anil K. CURRENT otorrinolaringologia: cirurgia de cabeça e pescoço: diagnóstico e tratamento, 3ª ed, 2013.

22.2. ABORL CCF: Associação Brasileira de Otorrinolaringologista e cirurgia cérvico-facial; Braz J Otorhinolaryngol, 2015. Rinossinusites: evidências e experiências.