TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP)

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TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP) por Mind Map: TROMBOSE VENOSA PROFUNDA (TVP)

1. FATORES DE RISCO

1.1. CIRURGIA RECENTE

1.2. RESTRIÇÃO PROLONGADA AO LEITO

1.3. TROMBOEMBOLIA PRÉVIA

1.4. TROMBOFILIAS

1.5. NEOPLASIAS

1.6. OBESIDADE

1.7. ANTICONCEPCIONAIS E TERAPIA HORMONAL

1.8. GESTAÇÃO

1.9. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA

2. FISIOPATOLOGIA

2.1. TRÍADE DE VIRCHOW

3. QUADRO CLÍNICO

3.1. DESAFIO!

3.1.1. ATÉ 50% DOS CASOS PODEM SER SILENCIOSOS

3.2. DORES INTENSAS NA ÁREA COMPROMETIDA UNILATERAL (GERALMENTE)

3.2.1. PIORA COM A DEAMBULAÇÃO

3.3. DILATAÇÃO DAS VEIAS SUPERFICIAIS

3.4. IMPOTÊNCIA FUNCIONAL DO MEMBRO

3.5. EDEMA AGUDO UNILATERAL (GERALMENTE)

4. EXAME FÍSICO

4.1. DOR À PRESSÃO NA FACE INTERNA DA COXA (M. SARTÓRIO E GRÁCIL)

4.2. DOR À PRESSÃO NA FACE POSTERIOR DO TORNOZELO

4.3. DOR À PRESSÃO NA MUSCULATURA PLANTAR

4.4. SINAL DA ''BANDEIRA'' EMPASTAMENTO DA PANTURRILHA

4.5. SINAL DE BANCROFT: DOR À COMPRESSÃO DA MUSCULATURA DA PANTURRILHA

4.6. SINAL DE HOMANS: DOR NA PANTURRILHA NA DORSIFLEXÃO PASSIVA DO PÉ

5. CLASSIFICAÇÃO

5.1. TVP PROXIMAL --> POPLÍTEA / FEMORAL / ILÍACA (COXA)

5.2. TVP DISTAL --> VEIAS DA PERNA

6. OUTRAS APRESENTAÇÕES

6.1. PHLEGMASIA CERULEA DOLENS

6.1.1. TROMBOSE FEMORO-ILÍACA MACIÇA

6.1.1.1. EDEMA / DOR / PALIDEZ ( ESPASMO ARTERIAL)

6.1.1.1.1. GANGRENA DEVIDO A SÍNDROME COMPARTIMENTAL DO MEMBRO

6.1.1.2. GANGRENA AZUL DE GEGOIRE

6.1.1.2.1. ÚNICA CAUSA VENOSA

6.2. PHLEGMASIA ALBA DOLENS

6.2.1. EDEMA / DOR / PALIDEZ ( ESPASMO ARTERIAL)

7. DIAGNÓSTICO

7.1. D-DÍMERO

7.1.1. >500 : SUGERE A DOENÇA

7.1.2. <500: ALTO FATOR PREDITIVO NEGATIVO PARA TVP

7.1.3. PRODUZIDO A PARTIR DE PROTEÍNAS DA COAGULAÇÃO

7.2. USG DOPPLER DO MEMBRO INFERIOR

7.2.1. SENSIBILIDADE E ESPECIFIDADE

7.3. VENOGRAFIA ASCENDENTE

7.3.1. PADRÃO OURO (POUCO USADO)

8. TRATAMENTO

8.1. MEDIDAS GERAIS

8.1.1. ANALGESIA

8.1.2. REPOUSO COM AS EXTREMIDADES INFERIORES ELEVADAS E DECÚBITO LATERAL ESQUERDO QUE DIMINUI A COMPRESSÃO DA VEIA CAVA INFERIOR.

8.1.3. MEIAS ELÁSTICAS DE COMPRESSÃO GRADUADA. PARA SER ÚTIL, DEVE SER CONFECCIONADA DE ACORDO COM AS MEDIDAS DO MEMBRO INFERIOR DE CADA DOENTE. A MEIA ELÁSTICA DEVE SER UTILIZADA NO TRATAMENTO DE MANUTENÇÃO PARA REDUZIR A FREQUÊNCIA DA SÍNDROME PÓS-TROMBÓTICA

8.1.4. DEAMBULAÇÃO PRECOCE

8.2. ANTICOAGULAÇÃO

8.2.1. HEPARINA

8.2.1.1. DE BAIXO PESO MOLECULAR

8.2.1.1.1. 1MG/KG DE 12/12H

8.2.1.2. NÃO FRACIONADA

8.2.2. VARFARINA (INICIAR JUNTO COM A HEPARINA)

8.2.2.1. INR 2-3

8.2.2.1.1. ACOMPANHAR COM COAGULOGRAMA SEMANAL

8.2.2.2. 3-6 MESES

8.2.3. PROFILAXIA

8.2.3.1. PACIENTES COM ALTO RISCO

9. CUIDADO!

10. O QUE FAZER SE NÃO POSSO USAR ANTICOAGULANTES?

10.1. FILTRO DE VEIA CAVA INFERIOR

10.1.1. REDUZ A CHANCE DE TROMBO EMBOLISMO PULMONAR!

10.2. TROMBÓLISE POR CATETER

10.2.1. INDICAÇÃO

10.2.1.1. PHLEGMASIA CERULEA DOLENS

10.2.1.2. TVP ILIACO FEMORAL

11. COMPLICAÇÕES

11.1. TROMBO EMBOLISMO PULMONAR (TEP)

11.1.1. ESCORE DE WELLS

11.1.1.1. BAIXA PROBABILIDADE --> INICIAR COM O D-DÍMERO

11.1.1.2. MODERADA A ALTA --> D-DÍMERO + USG DOPPLER

11.1.1.2.1. NA MODERADA E ALTA SE USG (-) REPETIR EM 5-8 DIAS

11.1.1.2.2. NA ALTA PODE PARTIR PARA USG DOPPLER DIRETO

11.1.2. DISPNEIA, SÍNCOPE, HIPOTENSÃO OU HIPOXEMIA INEXPLICADA.

11.1.3. PARDÃO OURO

11.1.3.1. ARTERIOGRAFIA PULMONAR

11.1.4. EXAMES COMPLEMENTARES

11.1.4.1. RX DE TÓRAX

11.1.4.2. TC HELICOIDAL

11.1.4.2.1. CORTES FINOS

11.1.5. TERAPIA TROMBOLITICA

11.1.5.1. ESTREPTOQUINASE

11.1.5.1.1. SE INST HEMODINÂMICA + EMBOLIA MACIÇA +HIPOXEMIA GRAVE

12. MUITO OBRIGADO!!

13. +++++++