TÉCNICAS DE PREPARO DE AMOSTRAS BIOLÓGICAS

técnicas de preparo de amostras biológicas

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TÉCNICAS DE PREPARO DE AMOSTRAS BIOLÓGICAS por Mind Map: TÉCNICAS DE PREPARO DE AMOSTRAS BIOLÓGICAS

1. Extração Líquido-Líquido

1.1. A LLE baseia-se na partição da amostra entre duas fases imiscíveis (orgânica e aquosa). O processo envolve a adição do solvente extrator seguida de agitação mecânica. Posteriormente, a mistura é submetida à centrifugação e então a fase de interesse é recolhida para análise.

2. Precipitação proteica

2.1. Consiste na desnaturação de proteínas (perda de estrutura terciária) presentes na matriz por adição de agentes precipitantes (ácido ou base forte, temperatura ou solventes orgânicos, como acetonitrila, metanol). Após a adição do agente a amostra é submetida a agitação e centrifugação.

3. Salting-out

3.1. Essa técnica caracteriza-se pela adição de um sal inorgânico à amostra aquosa e um solvente orgânico miscível em água, formando um sistema bifásico, com o objetivo de auxiliar na separação do solvente orgânico miscível em água, além de melhorar extrações em solventes orgânicos apolares. A eficácia desse procedimento depende das características físico-químicas do analito e o tipo de sal utilizado.

4. Extração em Fase Sólida

4.1. A SPE é baseada no princípio de separação de base de afinidade como cromatografia em fase líquida, consistindo na separação líquida-sólida. Etapas: retenção e eluição de analitos do fluido biológico, remoção de interferentes e concentração da amostra.

5. Extração com Ponteiras DPX

5.1. Aa DPX consiste em uma ponteira de 1,0 ou 5,0 mL apresentando fase sólida dispersa. A extração consiste no condicionamento da ponteira com o solvente adequado seguido da aspiração da amostra e promoção do contato com a fase estacionária contida na pipeta. Após o tempo de contato, a matriz é descartada e seguem-se então as etapas de lavagem e eluição.

6. Extração por Headspace (HS)

6.1. Nesta técnica a amostra é inserida em recipiente hermeticamente fechado e termostatizado, por determinado tempo de incubação, permitindo adequado equilíbrio dinâmico entre as fases líquida e gasosa da amostra. Em seguida, uma alíquota da fase gasosa da amostra é recolhida e analisada por cromatografia em fase gasosa. (Para a determinação de etanol e outros compostos voláteis)

7. Microextração em Fase Sólida (SPME)

7.1. É uma técnica de extração e pré-concentração especialmente adequada para os métodos de análise química em Cromatografia Gasosa (GC) ou Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (HPLC), utilizada para seleção posterior, detecção, identificação e quantificação dos analitos presentes na amostra. O revestimento polimérico da fibra presente no micro tubo atua concentrando os analitos nos processos de absorção ou adsorção.

8. Micro extração dispersiva líquido-líquido

8.1. Através de um sistema de extração ternário, o solvente extrator e o solvente dispersor são rapidamente injetados na amostra aquosa com o auxílio de uma seringa formando uma solução turva no tubo que é submetida a centrifugação, onde as partículas do solvente extrator são sedimentadas. Essa fase sedimentada é recolhida e submetida à análise toxicológica.