Modelos Biomédicos

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1. Considera e compreende o suicídio principalmente pela influência genética e hereditária combinada com situações e ambientes estressores. Trata e aponta também os perfis da agressividade e impulsividade como características de personalidade que tem grande influência na questão do suicídio.

1.1. Eventos traumáticos principalmente na infância podem causar alterações na estrutura genética, influenciando a tendência para o desenvolvimento da depressão como também para comportamentos suicidas.

1.1.1. Não há determinismo biológico em relação ao suicídio. Observa-se a presença de traços de impulsividade e agressividade onde podem aumentar pela incidência dos transtornos mentais.

2. Modelo Psicodinâmica

2.1. Freud não falou muito sobre suicídio, porém contribuiu muito para entendimento da angústia, em seu livro, Luto e melancolia, trouxe a compreensão que o ato suicida seria um ato que tinha por objetivo matar ou atingir o objeto do amor que fora introjetado e perdido. Entre outras nuances de compreensão o ato de suicídio pode relacionar-se com fantasias inconscientes de imortalidade, retaliação, desejo de obter da pessoa que ama uma resposta e a fantasia de reencontrar alguém após a morte.

2.1.1. Ato-dor. Trata-se de um conceito da psicanálise chamado ato-dor, Impulso ao ato, ou seja, eu não consigo pensar sobre o trauma, logo não consigo digerir o sofrimento, apenas ocorre à reação ao trauma. Reflexo de indivíduos que não aprenderam a lidar com conflitos e sofrimento e acabam sendo impulsivos quanto aos acontecimentos traumáticos, reagindo apenas. Ausência de significado, pois nestes casos principalmente com características de impulsividade não há a presença de reflexão e pensamento por consequência ausência de significado. A dor não é processada em palavras e em sentimentos.

2.1.1.1. Contribuição de Menninger:

2.1.1.2. Desejo de matar: o suicídio também trata-se de um homicídio.

2.1.1.3. Desejo de ser morto: trata-se de uma resposta do superego que implica em punição.

2.1.1.4. Desejo de morrer: Pode ser consciente ou inconsciente.

3. Cognitivo comportamental

3.1. Compreende o suicídio como um comportamento caracterizado por evitar experiências de dor intensas e intoleráveis através da própria morte.

3.2. Desamparo aprendido: relaciona-se as resultados destrutivos através da exposição a situações aversivas e incontroláveis.

3.3. Rigidez cognitiva: trata-se de um modo de pensar com falta de flexibilidade, e caracterizado pelo pensamento dicotômico.

3.4. Para teoria cognitivo comportamental a desesperança, caracterizada como falta de expectativa e pensamentos negativos a respeito do futuro, é um sinalizador mais importante que o humor depressivo.